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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Há outra Europa? São 26,5 milhões de desempregados

Tem de haver outra Europa. Não foi esta que construímos, nem aquela que os jovens tinham visto como um esopaço de oportunidade.

Dos 26,5 milhões de desempregados, cerca de metade, 13 milhões, estão nesta situação há mais de um ano. Representa mais de duas vezes a população de Portugal, quase tanto como a de Espanha. 

A UE e a Zona Euro não vencem a crise de 2008, a tal que a direita dizia que era portuguesa e socialista. O crescimento não acontece, a Alemanha está a zeros, a austeridade falhou, mas tudo continua na mesma.

Não se estranha, portanto, que a mais recente análise trimestral do "Emprego e da Situação Social na UE, ontem divulgada pela CE, reconhece que a recuperação económica "continua frágil" e a evolução do emprego "mantém-se marcada pela incerteza"


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

UE - Previsões - O 1º Ministro está em depressão

Mais défice, mais desemprego, menor crescimento e mais impostos são as previsões da UE. A incompetência dos dirigentes europeus e das "troikas" que por aí andam rimam bem com um governo em queda livre e a incompetência do 1º ministro, ministro das Finanças e da coligação PSD/CDS, no governo e na AR. Estes resultados demonstram que em Portugal, tal como na Europa, a direita tem de ser removida. Como se vê o desemprego começa sempre a diminuir no ano que virá, não se sabe é qual!
"A Comissão Europeia espera agora quase o dobro da recessão em 2013 que o estimado anteriormente, passando de uma contração de 1% para 1,9%, e diz que pode voltar a piorar as previsões já no próximo mês de março. Nas suas previsões económicas de inverno hoje divulgadas, Bruxelas explica que a queda de 1,8% do Produto Interno Bruto no quarto trimestre do ano passado (em termos homólogos) foi “inesperada” e que se deveu a uma contração pronunciada na procura interna e a uma desaceleração nas exportações nesta parte final do ano. Com este resultado a recessão foi de 3,2% do PIB, mais grave que os 3% estimados na altura da sexta revisão do programa. A destruição de emprego foi também maior que a prevista, o que levou a taxa de desemprego média anual do ano passado para 15,7%, superior aos 15,5% esperados na mesma altura pelo Governo e pela ‘troika’.
A Comissão Europeia espera que Portugal falhe a meta do défice orçamental com que comprometeu para 2013 e 2014, esperando agora um défice 4,9% este ano contra os 4,5% acordados com a ‘troika’.
A Comissão Europeia voltou a rever hoje em baixa as previsões para o crescimento da economia europeia, ao projetar uma contração de 0,3% na zona euro para este ano e um ténue crescimento de 0,1 na União Europeia.
 A taxa de desemprego deve chegar os 17,3% este ano e baixar apenas para 16,8% em 2014, estimou hoje a Comissão Europeia, que agrava significativamente as suas expectativas para o mercado de trabalho português"