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domingo, 4 de setembro de 2016

PR em Viseu inaugura Etar e visita Feira Franca

Marcelo Rebelo de Sousa veio a Viseu pela 11ª vez, mas como PR foi uma estreia. 
Ao fim da tarde inaugurou a Etar de Viseu sul, investimento de 31 M€, lançado e adjudicado pela câmara anterior, e à noite jantou na Feira Franca e depois partilhou afetos com a população. 
Prometeu regressar em novembro/dezembro com o propósito de assinalar o centenário do Museu Nacional de Grão Vasco.







segunda-feira, 30 de maio de 2016

Marcelo, o incumprimento alemão e o défice português

Não são apenas os outros (França, Itália, Espanha…). A Alemanha também não tem respeitado os tratados europeus. Os seus excedentes comerciais (impressionantes) são prova disso mesmo. E nunca sofreu sanções. 
Seria cínico que Portugal (por duas décimas) fosse objeto de qualquer sanção.
Como sabiamente recordava Helmut Schmidt (2011/12/04), no final do congresso do SPD, “Porque todos os nossos excedentes são, na realidade, os défices dos outros. As exigências que temos aos outros, são as suas dívidas. Trata-se de uma violação irritante do por nós elevado a ideal legal do «equilíbrio da economia externa». Esta violação tem de inquietar os nossos parceiros.”
Hoje, na Alemanha, a iniciativa do Presidente da República, ao sublinhar os esforços de Portugal e as previsões da própria Comissão Europeia para um défice abaixo dos 3%, já este ano, está plena de oportunidade. Esta é uma atitude partilhada por todos os quadrantes políticos em Portugal. Não me lembro mesmo, recntemente, de uma matéria que tivesse suscitado tanta coesão nacional.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Expresso - as "Frases" sobre Cavaco e Marcelo

Algumas das opiniões que Nicolau Santos destacou a 9 de março, data em que Marcelo sucedeu a Cavaco"

“Os portugueses acreditam que Marcelo pode resolver os problemas todos. E isso é um risco perigoso”. José Miguel Júdice, jornal i

Marcelo “é o homem certo no lugar certo”. Jean-Claude Juncker, Público

Cavaco “vai ficar para a história como um grande Presidente da República”. Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças de Cavaco, jornal i

Cavaco “foi um constrangimento para o normal funcionamento do país”. José Junqueiro, deputado do PS, jornal i

“Ontem, eu reparava no sorriso das vacas. Estavam satisfeitíssimas, olhando para o pasto que começava a ficar verdejante”. Cavaco Silva numa das 10 frases polémicas que proferiu durante os seus mandatos, jornal i

“O prof. Cavaco deixa um legado notável para os rasteiros padrões indígenas”. Alberto Gonçalves, sociólogo, Diário de Notícias


“Como não assinalar a ironia de a Cavaco Silva, o seco, alternar Marcelo Rebelo de Sousa, o afetuoso?”. José Ferreira Fernandes, Diário de Notícias

terça-feira, 15 de março de 2016

Opiniões ao "I" no último dia de Cavaco Silva

(http://www.ionline.pt/500043) - É no ano de 2009, marcado pelo controverso caso das escutas e pelo caso BPN, que a popularidade de Cavaco começa a cair, mas o pior estava para vir. O ano de 2013 e os seguintes são marcados por uma aproximação ao governo de Passos Coelho e por mais uma queda na popularidade do Presidente. A falta de isenção foi uma das principais acusações feitas a Cavaco Silva pelo PS e pelos partidos à sua esquerda. 

“Ele foi um constrangimento para o normal funcionamento do país e nunca soube distinguir entre o interesse nacional e o seu interesse político pessoal. Um dos episódios caricatos que o marcou foi o episódio das escutas, uma inventona gerada no seio da Presidência que o país achou caricata”, diz ao i o socialista José Junqueiro.

O ex-governante não se esquece que, em 2009, duas semanas antes da queda do governo de José Sócrates, Cavaco Silva afirmou que “há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos”, mas com o governo de direita “tolerou todos os outros sacrifícios cegamente decididos pelo governo de Passos Coelho e foi um cúmplice da venda ao desbarato dos ativos nacionais”.

http://www.ionline.pt/500043

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

"Cavaco não se arrepende de "uma única linha" do que disse"

Até ao lavar dos cestos ..... O Presidente da República afirmou hoje não estar arrependido "nem de uma única linha" do que disse sobre a nomeação do Governo, assegurando não ter qualquer interesse pessoal e apenas se guiar pelo superior interesse nacional.
"Aquilo que havia a dizer sobre esse assunto já disse na intervenção que eu produzi que foi muito clara e não estou arrependido nem de uma única linha de tudo aquilo que eu disse", afirmou o chefe de Estado, em declarações aos jornalistas em Roma, onde participa esta tarde no X Encontro COTEC Europa.http://bs.serving-sys.com/BurstingPipe/adServer.bs?cn=tf&c=19&mc=imp&pli=14388552&PluID=0&ord=a4f8f60987&rtu=-1
Garantindo que não tem, nem nunca teve, qualquer interesse pessoal, Cavaco Silva assegurou que até ao último dia do seu mandato se guiará sempre pelo "superior interesse nacional".
"Como sabem nunca tive nem tenho qualquer interesse pessoal, desde o primeiro dia do meu mandato, até ao último dia do meu mandato guiar-me-ei sempre, sempre, sempre pelo superior interesse nacional", assegurou.
Recusando ter feito um discurso de "seita ou partidário", o Presidente da República reiterou que assumirá as suas responsabilidades porque a sua única preocupação "é a defesa do superior interesse nacional, depois de estudar muito aprofundadamente todos os problemas.
Questionado sobre o que irá fazer caso o Governo liderado por Pedro Passos Coelho seja 'chumbado' no parlamento, Cavaco Silva escusou-se a responder, argumentando que em Roma não fará qualquer comentário sobre a política portuguesa.
O chefe de Estado escusou-se igualmente a falar sobre a composição do executivo que o primeiro-ministro indigitado levou na terça-feira ao Palácio de Belém, dizendo apenas que aceitou os nomes propostos e que na sexta-feira, quando der posse do novo Governo, fará uma nova intervenção.


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

A indigitação de Passos surpreendeu alguém?

Só artificialmente. Ganhou as eleições e a obrigação de governar em minoria através do diálogo com todos, tal como os eleitores determinaram. 
Foi assim que aconteceu em 2009 com  o governo minoritário de Sócrates. 
O PS também ainda não entregou nenhuma alternativa com base em acordo já consolidado, porque ainda não existe. O Presidente argumentou nesse contexto. Foi longe demais? A polémica é grande, mas não descartou a hipótese de vir a dar posse a um governo de esquerda.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

PR quer eleições a 4 de outubro e que delas resulte uma solução maioritária

As quatro frase do PR, selecionadas por Martim Silva (Exp), são uma boa imagem da conjuntura que incluiu o vazio da mensagem de Cavaco. Que qualquer governo - e não apenas o próximo - deva ter uma maioria na AR, porque é isso que se passa nos 26 países da UE, cabendo, para o efeito,  essa negociação aos partidos de modo a alcançar um governo estável, não tem nada de novo. 
Realmente novo é não considerar que os eleitores podem decidir uma maioria absoluta direta ou, a não ser assim, não dará posse a um governo que a não consiga através de uma política de alianças, de incidência parlamentar ou governamental. E que poderes inconstitucionais tem para isso?
  1. “É extremamente desejável que o próximo Governo disponha de apoio maioritário e consistente na Assembleia da República”
  2. “Os governos de 26 países da UE dispõem actualmente de apoio maioritário nos respectivos parlamentos”
  3. “Cabe aos partidos a responsabilidade pelo processo de negociação visando assegurar uma solução governativa estável e credível que disponha de apoio maioritário no Parlamento”
  4. “Alcançar um governo estável é uma tarefa que compete inteiramente às forças partidárias” (Marim Silva, Expresso Curto)



quinta-feira, 11 de junho de 2015

No 10 de junho só Elvira Fortunato deixou uma mensagem com futuro

O PR no seu último "10 de Junho" tentou um mal sucedido apagão da história. Nem mesmo o facto de ter condecorado, ao mais alto nível, Teixeira dos Santos e Mariano Gago, ou ter ouvido a presidente desta celebração, Elvira Fortunato, investigadora e cientista, o inibiu de dividir e consolidar a ideia de que apenas representa uma parte dos portugueses. É com ele! 
Elvira Fortunato não esqueceu ninguém e lembrou sobretudo Mariano Gago para significar o quanto a investigação portuguesa progrediu sob o seu impulso e que, segundo a oradora, talvez tivesse sido o primeiro responsável por ela se encontrar ali hoje, ser o que é, como tantos colegas que encontraram nesses anos de mudança uma nova oportunidade para o futuro coletivo. No 10 de junho só Elvira Fortunato deixou uma mensagem com futuro!
Esta grandeza de espírito, não correspondida, permite compreender que Ferro Rodrigues, no final, em declarações à comunicação social, tenha dito sobre as palavras de Cavaco Silva ter sido “menos aceitável um discurso totalmente colado àquilo que é a narrativa da atual coligação de direita sobre a crise, sobre a evolução do pós-crise e sobre a perspetiva futura, sobretudo porque estamos a muitas poucas semanas de eleições". Mas a grandeza não está ao alcance de todos!











quarta-feira, 10 de junho de 2015

Lamego - Corpo diplomático apresenta cumprimentos ao PR

Estive em Lamego, a convite do PR, com a deputada Elza Pais para participar na receção ao corpo diplomático e as altas individualidades da região. O anfitrião foi o presidente da câmara, Francisco Lopes. O primeiro-ministro e todo o executivo estiveram presentes. Foi um dia muito importante para Lamego e todo o Douro Sul.
O momento cultural foi preenchido com a atuação de António Chainho (guitarra portuguesa) Ana Vieira e Filipa Pais (vozes) Ciro Bertini (Baixo e acordeão) Tiago Oliveira (Viola de fado) e Diogo Carvalho (percussões)











sábado, 30 de maio de 2015

Com o Presidente da República em Moimenta da Beira

A convite do José Eduardo, presidente da autarquia de Moimenta da Beira, integrei a visita do Presidente da República ao concelho, representado os parlamentares eleitos pelo PS.
"O Presidente da República cumpriu o programa na íntegra, esta sexta-feira, 29 de maio. Chegou a horas ao Lar de S. Martinho, Peva, Moimenta da Beira, que inaugurou, e terminou a visita no horário previsto, depois de descerrada a placa no Centro Escolar da vila. 
O périplo durou quatro horas e incluiu ainda visita às caves da adega cooperativa, onde almoçou, e à Polimagra. Cavaco Silva inaugurou ainda o estádio municipal e o centro escolar. O Lar da Artenave, esse foi oficialmente inaugurado pela esposa, Maria Cavaco Silva. Ficam as imagens principais da visita do Chefe de Estado."(txt Rui Bondoso)