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domingo, 5 de julho de 2015

Em Viseu, no Centro Histórico, nos Jardins Efémeros ... e na Alberto Sampaio

É um bom motivo para sair com a família ou amigos. Um conceito diferente que nos permite celebrar a cidade com os de cá e com todos aqueles que veem de fora e incentivamos a partilhar connosco esta semana "efémera e de jardins". Fica uma palavra especial para a Sandra Oliveira, a dinamizadora, que nos deixa uma outra: “esperança é uma palavra da qual não abdicamos.” 
"Ao longo de quatro anos o Jardins Efémeros foi crescendo sustentadamente e hoje já constitui exemplo de como ocupar espaços devolutos do centro histórico das cidades, através da cultura, conquistando não só os mais exigentes, como a população em geral. A programação tem em conta a experimentação e novas linguagens artísticas, criando pontes entre Viseu e o mundo, mas também o contexto onde se situa, a história, as pessoas e a vivência da cidade.
Nos lugares mais inusitados é possível ver exposições. Por exemplo, nos três pisos da casa Farmácia Pinto, há desenhos e fotografia de Paula Magalhães e Nicolau Tudela, ou textos, imagens de sons de Isabel Nogueira e Paulo Furtado, enquanto o magnífico espaço do antigo edifício do Orfeão é ocupado por uma exposição colectiva (André Cepeda, Miguel Palma, Gustavo Sumpta, Ghuna X, Rodrigo Areias ou Eduarto Matos), com curadoria de Miguel Von Hafe Pérez.
Descobrem-se espaços. Discute-se os centros das cidades e as reabilitações. Promove-se a cooperação. Como na feitura de Casulo, peça arquitectónica que nasceu a partir do arquitecto Álvaro Pereira e de centenas de pessoas de várias instituições da cidade, que conceberam um casulo de 14 metros de comprimento, feito de dez mil corações de origami, unidos por 500m de ferro e 1, 5km de lã. Uma peça visível por dentro e fora. A ideia, segundo Pereira, é mostrar que podem acontecer metamorfoses dentro das pessoas. (Excertos do texto de )"


No Centro Histórico, da responsabilidade de Sandra Oliveira











Na Alberto Sampaio, da responsabilidade dos lojistas
Aqui fica uma palavra para a organização dos lojistas na avenida Alberto Sampaio que se juntaram, com programa próprio, criativo, dinâmico, e que, ontem, teve o seu ponto alto com um desfile de modas.







Momentos da noite global de 4 de julho


sábado, 12 de julho de 2014

Viseu - Jardins Efémeros - Começaram ontem

Sandra Oliveira e o edil de Viseu fizeram a abertura oficial do programa Jardins Efémeros que ela concebeu e organizou. 

Durante 10 dias os "sítios invisíveis" do centro histórico serão privilegiados. A Praça D. Duarte e o Largo Major Pintor Gata constituem os espaços mais intensos.

Música, som, arte, cultura, quotidiano, num misto de plantas, flores e atividade económica. Para os de dentro e os de fora o programa promete muita animação e elevada qualidade. 












segunda-feira, 30 de junho de 2014

"Viseu Invisível" - Sandra Oliveira apresenta Jardins Efémeros

"Viseu Invisível" é o tema do ambicioso programa cultural que Sandra Oliveira propôs à autarquia. 

Os projetos e os nomes do mundo da cultura e das artes garantem a elevada expetativa para a edição de 2014.

Com Rosa Monteiro e João Paulo Rebelo, colegas de veração, participei no ato público que, desta vez, decorreu na parte traseira da Sé Catedral. A autarquia participa com 170 mil euros.





quinta-feira, 23 de maio de 2013

José Junqueiro e Acácio Pinto nos "JARDINS EFÉMEROS 2013 APRESENTADOS AO GRUPO VISEU EM LISBOA"



Sandra Oliveira fala dos Jardins Efémeros 2013
"Todos têm ligações a Viseu. À região de Viseu. E o que os move é recordar. Trazer à memória a sua cidade natal, a sua terra adotiva, os sabores, os sons de outrora, as torres da Misericórdia, o Vouga ou o Caramulo, o Dão ou a Estrela, o Montemuro ou o Douro mais acima, Grão Vasco ou a Senhora Beira... enfim, tudo quanto lhes faça adormecer este hoje e viajar até ao outro que também se quis compartilhar.
 "Tubarão" Eduardo Pinto
É como um retorno, um chamamento a espaços que quando estimulados se ilimitam na memória dos símbolos.
São estes e são assim os membros do grupo "Viseu em Lisboa".
O Zambeze  restaurante para os lados da mouraria, ali ao lado do castelo de s. Jorge, em Lisboa, foi o palco por onde desfilaram os paladares da beira, dessas terras que, embora do demo batizadas, Aquilino sabia e sentia generosas com as suas generosas e rijas gentes.

Pois bem, uma surpresa para fim de degustação, mantida em segredo pelo "tubarão" Eduardo Pinto, um dos grandes obreiros destes encontros: a Sandra Oliveira a apresentar-se e a apresentar os JARDINS EFÉMEROS 2013.

Sandra Oliveira
Ela própria, na primeira pessoa, a deambular por ideias sonhadas, maturadas e, de novo, projetadas para a nossa perene cidade, para finais de julho.
É mais um filho que vai nascer, com fermento forte, da convergência de diálogos surdos, ásperos, tantas vezes crípticos para os atores efémeros do quotidiano; mas por isso mesmo, mais uma vez, um filho ávido por se dar à comunidade, por se esgotar em cada recanto e em cada canto sombrio de cada praça e de cada rua; mas por isso mesmo, mais uma vez, um filho que pela intensidade do efémero se eternizará na mente dos homens|mulheres como ideal de busca coletiva.

Mais uma vez os deputados do PS, José Junqueiro e Acácio Pinto, estiveram presentes e desta vez também se juntaram ao grupo alguns viseenses mais novos, no caso o Fernando Gonçalves e o Raul Junqueiro." (Texto de Acácio Pinto) 




Convergência intergeracional de Viriatos







Lisboa e o Tejo vistos do Zambeze