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sábado, 7 de abril de 2012

CAVACO SILVA E PASSOS COELHO AO "ATAQUE" AOS REFORMADOS E FUNCIONÁRIOS

CORTE DE 5 800 € PARA 500 000 REFORMADOS e a CADA FUNCIONÁRIO 8 500 €. Contas feitas - e até ver - a mudança de calendário combinada entre o Primeiro Ministro e o Presidente da República deram nesta vergonha. O ministro das FINANÇAS diz que foi um "LAPSO". Segundo o novo CÓDIGO LABORAL LARANJA deveriam ser TODOS DESPEDIDOS por um  motivo muito simples: INADEQUAÇÃO ÀS FUNÇÕES!

quinta-feira, 15 de março de 2012

MARKTEST : CAVACO COM -31,8% - A PIOR AVALIAÇÃO DE SEMPRE PARA UM PRESIDENTE

Os portugueses mostraram-se mais críticos, em Fevereiro, face à actuação dos políticos (líderes partidários e Presidente da República), com Cavaco Silva a apresentar o saldo de imagem mais baixo de sempre para um Presidente da República Portuguesa (PR).

De acordo com os resultados do Barómetro Político da Marktest, Cavaco Silva registou, «não só o maior decréscimo mensal entre os políticos em análise, como também obteve o valor mais baixo de sempre alguma vez alcançado por um Presidente da República desde que acompanhamos este indicador», diz a empresa de estudos e sondagens.
A mesma fonte nota que este saldo resulta da diferença das opiniões negativas pelas positivas, ponderado pelo peso das opiniões expressas. Além disso, regista-se pela primeira vez «que a avaliação do Presidente da República é ainda mais negativa do que a dos restantes líderes em análise, com um saldo de imagem de -31.8%, um valor que mostra como as opiniões negativas face à sua actuação superaram em muito as positivas».
O líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, registou o segundo saldo de imagem mais baixo (-22.2%) entre os políticos portugueses, o que correspondeu a um decréscimo mensal de 6.7 pontos percentuais.
Já o primeiro-ministro e líder do PSD, Pedro Passos Coelho, obteve o terceiro pior saldo (-20.1%), descendo 1.6 pontos percentuais entre Janeiro e Fevereiro.
António José Seguro, líder do PS, apesar de registar o segundo melhor saldo de imagem do mês de Fevereiro, não foi além de um saldo de -13.8%, protagonizando a segunda maior quebra mensal entre os políticos analisados (- 8.2 pontos percentuais).

sábado, 25 de fevereiro de 2012

CAVACO SILVA - UMA HIPOCRISIA DA "FAZER INVEJA". NÃO SABIA DOS 14% DE DESEMPREGADOS

O PRESIDENTE ESTEVE FORA, OU É DE UMA HIPOCRISIA DE "FAZER INVEJA"?

 "Confessou-se aos JORNALISTAS "UM POUCO SURPREENDIDO com o nível de 14 % de desemprego e de 35 % de desemprego nos jovens".

Para quem gosta de dizer que o"Presidente anda sempre bem informado", não é coisa pouca.

Quanto ao montante da sua REFORMA não respondeu por não querer "ALIMENTAR POLÉMICAS". FINO!

Presidente da República surpreendido com elevada taxa de desemprego
Cavaco Silva confessou esta manhã que não esperava uma taxa de 14% e mostrou-se particularmente preocupado com o desemprego jovem. O Presidente apelou ao Governo e à oposição, mas também aos empresários, para unirem esforços de forma a que a economia volte a crescer. Questionado sobre a taxa de desemprego, o Presidente da República confessou-se "um pouco surpreendido com o nível de 14 por cento de desemprego e de 35 por cento de desemprego nos jovens".
"Por isso nós temos que mobilizar todas as nossas forças, em todos os setores, para tentar de facto promover a recuperação económica que só pode ser realizada pelos empresários porque são eles que exportam, inovam, procuram encontrar diversificação de mercados e nós temos que apoiar todos aqueles que desenvolvem neste momento no terreno procurando conquistar novos espaços pelo mundo fora no sentido de melhorar as exportações do país e reduzir a dívida externa", defendeu.
Perante os 35 por cento de desemprego jovem, questionado sobre se a solução seria emigrar, Cavaco Silva foi perentório: "Espero bem que não. Espero que nós sejamos capazes de criar oportunidades para que os jovens, muitos deles com elevadas qualificações, encontrem oportunidades de realização no nosso país".
"Tanto o Governo como até forças políticas de quadrantes que não apoiam o Governo estão a desenvolver esforços e a tentar dar contributos para que Portugal reencontre um caminho de crescimento económico", enfatizou

sábado, 21 de janeiro de 2012

CAVACO ESTÁ DE "TANGA" - VAI À DECO - OS 10 000 MÊS JÁ NÃO CHEGAM PARA AS DESPESAS

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA disse "... a minha mulher depende de mim. A reforma não chega 800 euros".

E ele, Presidente, disse que, para já, sabe que vai ganhar 1300 euros da sua reforma como professor. Que aborrecimento!

Mas expliquem-me, TALVEZ COM UM DESENHO", por que motivo o PR optou pela sua pensão em vez do ordenado que lhe confere o cargo?

SERÁ MASOQUISTA? OU SÓ QUER IR À DECO FALAR COM O JORGE MORGADO?

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

ANTÓNIO SEGURO E PRESIDENTE DA REPÚBLICA REUNIRAM

Tal como afirmara no fim-de-semana, António José Seguro encontrou-se com o Presidente da República. A Madeira esteve na agenda.

Em plena campanha eleitoral o Governo fez uma pseudo auditoria às contas por um método curioso. Pediu aos que "falsificaram as contas" na Madeira que enviassem ao Governo da República as mesmas contas.

Isto entrará para o anedotário da incompetência, no mínimo! E o Governo da República recusa-se a dizer aos madeirenses, antes das eleições, o que lhes vai custar os desmandos de João Jardim

sábado, 9 de julho de 2011

FINALMENTE PRESIDENTE DA REPÚBLICA CONFRONTADO PELA COMUNICAÇÃO SOCIAL

O  "I" teve a coragem de fazer 1ª PÁGINA com o Presidente da República. O "Rei vai nú" já não existe. O PR, "colaboracionista", julgando ATACAR o Governo do PS,  AFUNDAVA Portugal. "NÃO VALE A PENA RECRIMINAR AS AGÊNCIAS DE RATING" (2010) - "mudança" - AS AGÊNCIAS NORTE- AMERICANAS SÃO UMA AMEAÇA"(2011) - PR "dixit"! Que Vergonha!

Portanto, sem mais comentários, a crise política, as eleições, o novo Governo e o aumento dos sacrfícios dos portugueses são,como sempre disse, de iniciativa presidencial.
Terá que prestar contas pela situação a que conduziu Portugal. Já o tinha feito no passado, com a sua maioria absoluta, deixando o país com um défice acima do que prevemos para este ano, muito acima, diga-se: quase 7%.