domingo, 30 de setembro de 2012

Opinião – A Caixa Geral de Depósitos ditará o fim do Governo


Ninguém se entende na coligação. Foi-lhe fácil dizer mal, mas tem-se revelado difícil governar melhor. Foi a votos prometendo o futuro, mas não consegue sair do passado. Cada dia que passa é uma penitencia para o primeiro-ministro. A sua maioria é apenas virtual. O parceiro da coligação levantou ferro, a concertação social estalou, o Presidente da República  está “incomodado” e o povo perdeu a paciência.
As pessoas já ouviram todas as desculpas com o passado, mas começam a perceber que antes estavam melhor e agora pior, muito pior. E todos os dias se convencem mais de que as soluções do governo são parte do problema. Ganham consciência de que a estratégia de empobrecer todo um povo é o desígnio nacional da maioria, tal como confessou o negociador António Borges. Segundo o próprio, é urgente que assim seja.
Em simultâneo, os setores estratégicos do país são delapidados. Agora descobrimos que está a ser negociada a privatização da CGD, porque há que fazer frente ao descalabro das contas públicas. De facto, há um ano, o défice era 94% do PIB, mas estamos a chegar a 2013 com um valor que se aproxima dos 124% desse PIB. Como se explica? Não há explicação.
Como é possível, depois do esbulho dos subsídios dos reformados e trabalhadores no ativo, depois do aumento histórico de todos os outros impostos, do IMI, do IVA, do IRS, enfim, depois de terem conduzido os portugueses à exaustão fiscal, como pode o governo justificar resultados tão dramáticos?
Não, não pode encontrar nenhuma boa desculpa para este insucesso, a não ser a sua própria incompetência. O primeiro-ministro não pode estar refém de ninguém, mas, infelizmente, tal não acontece. Está totalmente dependente de um ministro das Finanças que ainda não assumiu o seu falhanço e declínio, bem como de uma coligação que se esvai em misérias, em múltiplas zangas na praça pública.
Se o PS não tivesse apresentado alternativas, linhas programáticas claras, materializadas em 357 propostas concretas, apresentadas na Assembleia da República, o governo ainda poderia ter algum capital de queixa, fraco, mas teria. Assim, a maioria absoluta PSD/CDS não tem nenhum alibi.

O governo terá de arrepiar caminho. Tudo tem resultado mal, muito mal. Mudar seria um sinal de inteligência e não de fraqueza. O país precisa desse rasgo, dessa mudança inadiável. A não ser assim, a privatização da Caixa Geral de Depósitos ditará o fim do governo

ANTÓNIO BORGES, RETRATO DE UM DIMINUÍDO

DIMINUI TAMBÉM PASSOS COELHO, se ainda mais é possível! A diminuição dos salários "é uma urgência nacional", disse o salafrário;  o consultor das privatizações, despedido de funções no exterior, por insuficiência de desempenho, anuncia em direto, na televisão, uma vez que Relvas está "KO", a privatização da RTP; ontem, a propósito da TSU atirou-se,  em estilo de rua, aos empresários: não gostam da TSU? Só "revelam ignorância", sim, "ignorância". É o que o incontinente Borges pensa, com desprezo, do povo que saiu à rua em 15 de setembro. Afinal, também não gosta da TSU.  PASSOS COELHO, pelos vistos, TEME MAIS BORGES DO QUE O POVO. ALGUÉM ME EXPLICA?

sábado, 29 de setembro de 2012

ESTÁ A FALHAR TUDO A UM RITMO ALUCINANTE


Síntese - ESTÃO EM CAUSA AS REFORMAS DE UMA VIDA - Défice de 700 milhões na Segurança Social é gravíssimo, tanto mais quanto o governo apontava em Maio para um excedente de 100 milhões e em 2013 o desemprego vai subir. Esta receita está toda errada e não é por acaso que as previsões falham uma a uma....Começa a acreditar que não há esperança nenhuma e que isto vai acabar tudo mal; se não houver explicações razoáveis, pergunta quem é que vai acreditar nas previsões do MF para o ano? NEM O PRÓPRIO VÍTOR ACREDITA NO QUE FAZ!

(Défice no segundo semestre) - Vamos de falhanço em falhanço até ao desastre final; está a falhar tudo a um ritmo alucinante.
Défice de 700 milhões na Segurança Social é gravíssimo, tanto mais quanto o governo apontava em Maio para um excedente de 100 milhões e em 2013 o desemprego vai subir. Esta receita está toda errada e não é por acaso que as previsões falham uma a uma.
Há um abismo entre os 6,8 e os 5% que o governo propõe e todos os economistas são unânimes em reconhecer que o défice de 5% não vai ser alcançado e os de 2013 e 2014 também não.
Alguém (o PM ou o MF) devia explicar aos portugueses porque falharam as previsões, porque se avançou com a TSU e o que se vai apresentar para este ano. É estranho que ninguém nos venha dizer porque a situação é tão grave e como chegámos aqui.
Começa a acreditar que não há esperança nenhuma e que isto vai acabar tudo mal; se não houver explicações razoáveis, pergunta quem é que vai acreditar nas previsões do MF para o ano.

QUEDA : VÍTOR GASPAR ARRASTA PASSOS COELHO E PORTUGAL

Lusa - O BURACO DO OZONO FINANCEIRO AUMENTA 30MILHOES POR DIA - o governo não tem controlo sobre a situação económica. A austeridade acéfalo e um primeiro-ministro impreparado conduziram-nos a um caos irreversível. PASSOS COELHO pode sair entre o Outono e a Primavera. O INE reviu de 4,2% para 4,4% o défice de 2011 e constata que a dívida pública aumentou 13,4 mil milhões face a 2011. PSD/CDS derrubaram o governo do PS, mas há 1 ano estávamos melhor e agora estamos pior, muito pior!. VITOR GASPAR E PASSOS ESTILHAÇARAM COMO UM PIREX!
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·         O Instituto Nacional de Estatística reviu hoje em alta o défice orçamental do ano passado, que passa de 4,2 para 4,4 por cento do Produto Interno Bruto, e a dívida pública de 107,8 para 108,1 por cento do PIB.
·         A dívida pública pode superar este ano os 198 mil milhões de euros de acordo com os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, um aumento de 13,4 mil milhões de euros face a 2011.
·         O défice externo da economia portuguesa diminuiu para um terço no primeiro semestre deste ano, mas continuou mesmo assim a representar 2.258 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística.
·         A recessão prevista pelo Governo deve tirar cerca de 4,6 mil milhões de euros ao Produto Interno Bruto português, caso se concretizem as expectativas de que a economia se retraia apenas 3 por cento.
·         O Partido Comunista Português afirmou hoje que é “totalmente impossível” cumprir as metas orçamentais negociadas com a ‘troika’ da ajuda externa e que o Governo só poderia garantir isso com medidas extraordinárias co
mo uma sobretaxa no IRS.
·         O Bloco de Esquerda considerou hoje que a estimativa do Instituto Nacional de Estatística de que o défice atingiu os 6,8 por cento no primeiro semestre do ano "é mais um prego no caixão" do Governo.
·         O PSD manifestou-se hoje convencido de que a meta de cinco por cento do défice ainda pode ser cumprida, apesar de o INE revelar que atingiu no primeiro semestre 6,8 por cento, escusando-se a falar em mais austeridade.
·         O secretário-geral da CGTP afirmou hoje que espera uma "imensa multidão" na manifestação nacional de sábado e acusou o Governo de não concretizar as medidas de austeridade por temer uma grande mobilização.
·         A coordenadora dos Açores do Bloco de Esquerda, Zuraida Soares, criticou hoje “a insensibilidade social” do Governo regional, acusando-o de ter uma política de dois pesos e duas medidas no processo da ASTA Atlântida.
·         Noventa e três competências, 30 estratégicas e 63 operacionais, distribuídas por sete áreas temáticas, foram identificadas como podendo passar das mãos do Estado para as áreas metropolitanas, foi hoje revelado.

TSF online
·         «Não fui convidado», diz João Proença sobre manifestação de sábado.http://t.co/EruMAWwU
·         Comissões de Utentes duvidam do novo regime das SCUT.http://t.co/ZepaIbwF


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

QUADRATURA DI CIRCULO ARRASA GOVERNO


Síntese - LOBO XAVIER - O PM ficou surpreendido com a reacção dos portugueses, no que aparenta ser um dos dados surpreendentes desta crise, não conhecendo o país; é difícil de perceber como se pode imaginar (a medida) num país em que as pessoas têm tido sacrifícios significativos e o governo não atingiu os objectivos a que se propôs; o governo dizer que estava a correr tudo bem um mês antes, revela uma impreparação que aterroriza
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  • A partir do momento em que o CDS revelou daquela forma a sua oposição, ou acabava a coligação, ou acabava a TSU, prevalecendo algum bom senso.
  • O PM ficou surpreendido com a reacção dos portugueses, no que aparenta ser um dos dados surpreendentes desta crise, não conhecendo o país; é difícil de perceber como se pode imaginar (a medida) num país em que as pessoas têm tido sacrifícios significativos e o governo não atingiu os objectivos a que se propôs; o governo dizer que estava a correr tudo bem um mês antes, revela uma impreparação que aterroriza.
  • O problema não foi (o governo) "ter ido além do memorando", foi não ter sido possível cumprir o memorando; esta avaliação esteve longe de ser positiva, pelo que sabemos das pessoas conhecedoras dos "mentideros".
  • Qualquer governo razoável ter-se-ia agarrado a algumas coisas que correram bem (equilíbrio da balança comercial, descida dos juros da dívida, concertação social) e anunciado ao país quais eram as medidas seguintes ao chumbo do TC, não foi o que o governo fez.
  • Alternativas estruturais, para fazer diferente, infelizmente nunca as vi; do PS só ouviu coisas que nem vale a pena perder tempo (imposto sobre PPP) ou que é preciso reduzir os juros (MJRodrigues), o que não é possível, não havendo outra coisa a fazer que não seja equilibrar as contas.
  • Que a despesa ser enfrentada com rigor e critério, é um caminho que não foi bem tentado, isso compreende.


Pacheco Pereira:
  • Está convencido de que há muita coisa mais grave na situação económica do que o governo admite e muita coisa nas negociações com a troika que correram mal.
  • A TSU não tinha como objectivo combater o défice e não é suposto que seja substituída; governo lidou com a decisão do TC quase com um tom revanchista sobre os FP.
  • O governo tem que anunciar várias vagas de austeridade até 2014, sempre sobre as anteriores, e todas as suas previsões falharam, por isso também o discurso sobre 2013 é errado; nos próximos anos vamos andar de vaga de austeridade em vaga de austeridade e apesar do "custe o que custar", ainda vai custar mais do que já custou, e estamos na iminência de um conflito social agravado.
  • Não vê como vamos sair disto e isto já mudou de um dia para o outro; estamos num processo de desagregação do discurso do governo, que está numa posição puramente defensiva, com um tempo político do "pântano" e do apodrecimento, não sabendo o que há de fazer.
  • Há alternativas, a própria troika, no memorando, tinha previstas medidas que o governo não aplica; o discurso de que não há alternativas coloca no terreno uma coisa a preto e branco (exemplificando que se a TSU não tivesse sido contestada, estava justificada por esse discurso); foi o próprio governo que diminuiu a margem de manobra de alternativa, podia ter tomado medidas mais duras mas com um prazo limite, tinha que ter pensado medidas fiscais tendo em conta a economia e o emprego reais, preservando-os; desde o primeiro minuto prescindiu de usar o poder político para áreas importantes da economia, que quis proteger, e usou-o para os salários e os FP.
  • Oposição do PS é uma parte do problema, está na posição de estar sentado em 2 cadeiras ao mesmo tempo.


António Costa:
  • Este caminho não nos leva a lado nenhum, sendo a única boa notícia o recuo do governo (na TSU).
  • Não acredita que se o PM tivesse percebido o que tinha acabado de anunciar, fosse para um espectáculo cantar, em vez de se recolher em recato.
  • Toda a gente tinha necessidade de que as coisas corressem bem (governo, país, oposição, troika), os resultados desmentiram as virtuosidades do programa.
  • O consenso nacional e paz social com que o país se empenhava no cumprimento do programa eram muito apreciadas internacionalmente, sendo agora díficil retomar a credibilidade que se esboroou; isto é tanto mais incompreensível quanto o FMI fez uma grande evolução, de que não há consolidação sem crescimento, o BCE mudou de posição e a própria CE vai ter que arrepiar caminho (se Durão Barroso quer ter futuro político em Portugal vai ter que se dissociar das linhas mais radicais); o problema não é a troika, é o nosso governo, que deixou de negociar com a troika e deixou muito claro qual é o seu programa; o problema do governo não é de remodelação, de discurso ou de comunicação, é de programa. A resposta é combater esta política e apresentar uma política alternativa.
  • Houve alternativa, que foi a versão inicial do memorando, com várias medidas para o crescimento da economia, como mecanismos de financiamento às empresas; uma das medidas que podiam ter efeito imediato sobre o emprego, era a reabilitação urbana; temos é que criar condições para que as pessoas mais qualificadas tenham emprego e não dizer-lhes para que emigrem. 

TVI 24 - Constança C Sá -"DERRETE" PASSOS COELHO


 (Declarações de Passo Coelho)
  • É surpreendente que PM mostre não compreender de todo o que se está a passar no país, não tendo medido o que disse quando apresentou a TSU; Há um problema, que é a surpresa com que o governo encara tudo o que se passa no país (aumento desemprego e da recessão).
  • Deu um raspanete aos empresários, como se estes tivessem sido cobardes por não defenderem a TSU, não percebendo que conseguiu a unanimidade absoluta contra esta medida (Soares tem razão em dizer que governo caia se não recuasse, não tendo outra coisa a fazer).
  • Demitiu-se de responsabilidade, ao dizer que tudo pode correr bem ou mal conforme a vontade colectiva, quando o governo é que não cumpriu e a imagem errada dada lá para fora foi dada pelo governo.
  • A forma como a segurança do PM se comporta perante os jornalistas mostra o total desnorte “daquela gente”, dando a ideia de que só consegue governar à distância.
  • É extraordinário que o PM tenha acenado com aumento de impostos e até agora não sabemos nada sobre isso; os portugueses querem saber o que esperar e compete ao governo dar uma mensagem com alguma “luzinha” de esperança; alguém tem que explicar ao país porque é que, ao fim de um ano e ao contrário do que o PM disse, estamos numa situação ainda mais difícil, qual é a estratégia orçamental e em relação ao crescimento; a sensação que temos é que o governo está à deriva, sem ideias claras.
  • Ninguém razoável quer a demissão do governo, agora, também qualquer pessoa razoável percebe que assim não tem condições para governar

EDITE ESTRELA COM "TWITTERS" PORTUGUESES NO PARLAMENTO EUROPEU

JORNALISTAS, PROFESSORES, POLÍTICOS E OUTROS ATIVISTAS das redes sociais, particularmente no Twitter, fizeram debate no Parlamento Europeu com Hannes Swoboda, líder dos socialistas e democratas. Carlos Zorrinho, Henrique Monteiro, Jorge Nascimento Rodrigues, Fernanda Freitas, Sara Marques, Catarina Ferreira, Ana Roque, Paulo Querido, entre muitos outros convidados, participaram na iniciativa que integrei. O tema escolhido foi "Portugal e a Europa".
Edite Estrela procurou chamar a atenção para a importância das redes sociais, estimular a participação política dos cidadãos e dar nota da importância vital do PE na definição das políticas nacionais.
Mais tarde, na livraria Orfeu, centro de apoio cultural à comunidade portuguesa, foi apresentado por Edite Estrela o livro de Porfírio Silva "Podemos matar um sinal de trânsito?" Foi um momento cultural que reuniu muitas personalidades portuguesas com destaque na vida pública. A Orfeu foi pequena para receber tantas pessoas.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

OS LUSÍADAS TÊM MAIS ENCANTOS DO QUE PASSOS COELHO PENSA


LUSÍADAS: SE AS CITAÇÕES DESGARRADAS FAZEM MODA fica aqui uma para o primeiro-ministro (com o devido pedido de desculpas ao Poeta) —"A que novos desastres determinas/
De levar estes reinos e esta gente?/
Que perigos, que mortes lhe destinas/
Debaixo dalgum nome preminente?/
Que promessas de reinos, e de minas/
D'ouro, que lhe farás tão facilmente?/
Que famas lhe prometerás? que histórias?/
Que triunfos, que palmas, que vitórias? - SÓ SE FOREM OS MÁXIMOS DO DESEMPREGO, DOS IMPOSTOS, DO DÉFICE E DA EMIGRAÇÃO DOS JOVENS!

PRESS - MAIS EXCEÇÕES NOS AUMENTOS e CORTES DE ORDENADOS

DEPOIS DAS EXCEÇÕES  AOS SUBSÍDIOS DE FÉRIAS E NATAL, surgem agora os aumentos anuais de salários nas universidades, politécnico;, na TAP e CGD há isenção do corte de 5%. Uns são mais iguais do que outros. O governo encontra sempre uma maneira de "FURAR". Depois de tudo isto, incluindo o escândalo dos jovens especialistas dos gabinetes, pagos a 5000 euros/mês, e da falta de resposta completa, mas prometida "ad aeternum" pelo primeiro-ministro, sobre o número, quantidade e serviços de origem dos felizes contemplados com as EXCEÇÕES, com que MORAL NOS FALAM EM MAIS CORTES SALARIAIS E AUMENTO DE IMPOSTOS?

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

EDITE ESTRELA PROMOVE DEBATE INÉDITO VIA "TWITTER" NO PARLAMENTO EUROPEU


 
Síntese -  EDITE ESTRELA JUNTA PERSONALIDADES no PE para debate no "twitter" sobre a "Europa e Portugal". Conta coma participação de Hannes Swoboda, líder dos Socialistas Europeus, Carlos Zorrinho e José Junqueiro do GP PS,jornalistas, intelectuais, membros do Parlamento Europeu e outros convidados. LÁ ESTAREMOS!

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"A deputada Edite Estrela vai juntar esta quinta-feira, dia 27 de setembro, dezenas de personalidades públicas portuguesas e europeias no Parlamento Europeu, em Bruxelas, para um debate via twitter sobre a Europa e Portugal. Esta iniciativa inovadora e inédita no Parlamento Europeu, conta com a participação do líder dos Socialistas Europeus, Hannes Swoboda, do líder da bancada socialista na Assembleia da República, Carlos Zorrinho, de jornalistas, intelectuais, membros do Parlamento Europeu, e outros convidados da deputada.
Edite Estrela tem sublinhado o papel crescente que as redes sociais desempenham no fomento da cidadania e da participação política nas sociedades contemporâneas. Com esta iniciativa que terá lugar numa sala equipada para o efeito, no Parlamento Europeu, Edite Estrela reafirma a importância que atribui ao papel das redes sociais na atividade política e cívica bem como o seu compromisso em estimular a utilização das tecnologias de comunicação e informação como espaços públicos e abertos de debate democrático, divulgação de informação e troca de ideias e opiniões." 

SEGURO APANHOU PASSOS NA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS

FOI NO DEBATE QUINZENAL - Os jornais têm vindo a confirmar tudo. A venda da CGD está em cima da mesa. Foi tudo discutido entre a Troika e o governo. UM SEGREDO MAL GUARDADO. Seguro perguntou a Passos se - SIM ou NÃO - iria privatizar a CGD. O primeiro-ministro revelou grande incómodo e começou "às voltas". Seguro perguntou novamente se SIM ou NÃO. PASSOS respondeu "NIM". 

CONSTANÇA C. SÁ - RIDÍCULO QUE NUM UNIVERSO DE CENTENAS TENHAM FECHADO APENAS 4 FUNDAÇÕES


Síntese - NUNCA PERCEBEU PORQUE PORTUGAL ERA UM CASO DE SUCESSO....Recuo na TSU foi questão de bom senso, mas rompeu o laço de consenso entre portugueses e o governo e também na imagem internacional (citando as notícias nos jornais estrangeiros).... ridículo que num universo de 230 fundações, o governo tenha fechado 4....a situação espanhola é dramática, com orçamento mais violento em democracia e eleições na Catalunha, a exigir independência. PODE TER EFEITO DE CONTÁGIO EM PORTUGAL.
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Estamos todos a ficar gregos, mas a situação espanhola é dramática, com orçamento mais violento em democracia e eleições na Catalunha, a exigir independência. Pode ter efeito de contágio em Portugal; estamos mais perto da Grécia em termos orçamentais e de contestação social; motor para exportações vai ressentir-se.
Não vê vontade de mudar (por parte do governo português), sendo ridículo que num universo de 230 fundações, o governo tenha fechado 4.
Recuo na TSU foi questão de bom senso mas rompeu o laço de consenso entre portugueses e o governo e também na imagem internacional (citando as notícias nos jornais estrangeiros); nunca percebeu porque Portugal era um “caso de sucesso”, uma avaliação que tem que levar em conta a realidade.

AUGUSTO SANTOS SILVA - TSU, GASPAR E PASSOS REDUZIDOS A CINZAS

Síntese - "A TAMPA DA PANELA DE PRESSÃO SALTOU e provocou um rasgão no governo (incluindo com parte da sua base eleitoral)...É possível que ainda assistamos a um crescendo de protesto"...porque PASSOS COELHO não aprendeu nada e anunciou mais impostos numa espécie de  “não aceitaram a minha ideia genial da TSU, vão pagá-lo com juros em impostos". VITOR GASPAR... "a sua medida orçamental essencial foi reduzida a cinzas e a sua credibilidade está reduzida a zero; tratou-se de ver cair por terra todo o edifício que se tinha construído. PR FAZ BEM, como faz bem quando ajuda um governo e FAZ MAL QUANDO DERRUBA GOVERNOS.
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A tampa da panela de pressão saltou e provocou um rasgão no governo (incluindo com parte da sua base eleitoral) e uma crise na coligação, levando a uma intervenção muito activa do PR para evitar uma crise política imediata; esta intervenção e a atitude muito responsável e cooperante dos parceiros sociais, levaram a que o governo sobrevivesse à sua semana “horribilis”, mas ligado à máquina. 

É possível que ainda assistamos a um crescendo de protesto. O PM teve uma oportunidade de ouro de corrigir a rota na reunião da CS; mas quando as pessoas esperavam que PM pudesse sossegá-las e que dissesse com clareza que a austeridade seria um pouco menos severa e mais equitativa, não foi isso que disse, ficando no ar a ideia de ter dito – “não aceitaram a minha ideia genial da TSU, vão pagá-lo com juros em impostos”. Percebe-se que houve um movimento para travar 

Passos Coelho mas ainda não percebemos o que levou Vítor Gaspar a mudar a decisão em relação à TSU; a sua medida orçamental essencial foi reduzida a cinzas e a sua credibilidade está reduzida a zero; tratou-se de ver cair por terra todo o edifício que se tinha construído. PR fez bem, como faz bem quando ajuda um governo e faz mal quando derruba governos.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

PESADA HERANÇA - de 2011/13 - DÍVIDA PÚBLICA AUMENTA DE 94% para 124%

DÍVIDA PÚBLICA - O REI VAI NÚ - ASSIM É IMPOSSÍVEL - a receita do governo deu este resultado: um país exaurido nos seus recursos, com os sectores estratégicos progressivamente vendidos a pataco (agora a tentativa da CGD), as empresas sem liquidez e em falências recorde, um desemprego sem precedentes, os jovens sem futuro e os reformados traídos. PSD/CDS SEM MAIS DESCULPAS!

A ÚLTIMA ILUSÃO .... DO HOUDINI DO GOVERNO E DAS FINANÇAS

PASSOS COELHO E VITOR GASPAR, UMA EQUIPA DE MÁGICOS - dizem que vão devolver um subsidio aos funcionários públicos e aos reformados. Até parece que é verdade, que vamos ter dinheiro e pôr numa conta prazo. NADA. TIRAM. Em 2012 é o que sabemos. E em 2013 tiram ao trabalhadores do privado. E quanto ao público e reformados NADA devolvem - PARCIALMENTE - nada, porque vão lá buscar através do IRS, tal como fizeram com a sobretaxa lançada em 2011. NÃO DIZEM A VERDADE, NÃO SÃO MÁGICOS E NÃO ESTAMOS DISTRAÍDOS!

GOVERNO - SEM OUTRO REMÉDIO - RECONHECE 8 MESES DE FRACASSO

Sintese - O AUMENTO INCONSCIENTE DE IMPOSTOS ARRASOU AS CONTAS E AS FAMÍLIAS - (Lusa) A receita dos impostos indiretos (IVA e outros impostos sobre o consumo) cobrados pelo Estado caiu 5,3% nos primeiros oito meses deste ano, segundo dados hoje divulgados pela DGO. A DGO assinala uma reducao homologa de 5,3% na receita de impostos indiretos até agosto face ao mesmo período de 2011. 
Esta redução é mais acentuada do que no mês anterior, e contraria a tendência de recuperação nos impostos indiretos que se vinha a verificar nos últimos meses. Receita do IVA caiu 2,2%. A receita do imposto sobre os combustíveis caiu 7,6%; a do imposto sobre o tabaco reduziu-se 10,8%; e a do imposto sobre veículos diminuiu 44,4%. O 1º MINISTRO NÃO TEM PERDÃO.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

MIGUEL MACEDO ACHA QUE OS PORTUGUESES SÃO CIGARRAS

ESCOLHEU UMA CÂMARA PSD, DESCONTROLADA FINANCEIRAMENTE, para dizer que o país é um "monte" de cigarras e que apenas conta com umas dúzias de formigas. Só que as formigas  verdadeiras são sérias e não têm Eduardo Catroga, Aguiar Branco, António Borges, Dias Loureiro, Oliveira e Costa e demais elite laranja da diáspora financeira, dos paraísos incógnitos. Quando Aguiar Branco vem dizer QUE O POVO É TOLO E SÓ O GOVERNO É ESPERTO, FICA TUDO DITO.

O que Miguel Macedo não falou foi de um país onde a criminalidade sobe todos os dias, onde há sequestros, assaltos diários a multibancos, a gasolineiras, ourivesarias, carrinhas de transporte de valores ou idosos indefesos. E nã falou dos bombeiros, nem dos meios, nem das obras que parou nemdas condições mínimas de combate que sonegou. MIGUEL MACEDO É UM MINISTRO QUE NÃO EXISTE!|

GOVERNO FOI DERROTADO NA TSU - SÓ OS RELVAS APOIAM O GOVERNO

MESMO OS EMPRESÁRIOS ARRASAM GOVERNO - o Executivo não presta, é o que poderemos concluir. O Presidente da República não concorda (tarde demais), o CDS não concorda, os trabalhadores não concordam, as oposições não concordam, as elites do PSD  não concordam e o povo saiu à rua. JÁ SÓ RESTAM OS APOIOS DOS MIGUÉIS RELVAS!

CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS À VENDA - BRASIL INTERESSADO

O 1º MINISTRO OMITE NA ASSEMBLEIA, MAS QUER VENDER CGD - é um desejo antigo do PSD. O "banco do Brasil sondou governo para ficara com 20% " do banco do Estado, onde milhões de portugueses têm as suas contas e o Estado paga à maioria da administração pública.Quem tivesse dúvidas sobre a "AGENDA DO GOVERNO" fica definitivamente esclarecido. A ser assim, o país fica sem nenhum setor estratégico. Tal como a ANA ou TAP, a EDP ou a REN, depois virá uma desculpa para as Águas de Portugal, tudo se "passa a patacos". OS FALCÕES PSD, QUE FORA DO GOVERNO SUPORTAM O GOVERNO,  "ESFREGAM AS MÃOS" E DEPOIS "BATEM AS ASAS"!

domingo, 23 de setembro de 2012

TUDO NA MESMA -DIVERGÊNCIAS NA PRAÇA PÚBLICA

A COLIGAÇÃO VAI A PROLONGAMENTO, MAS ACABARÁ EM "PENALTIS", EM URNAS DE VOTO - Agora é sobre a alternativa à TSU. A ideia é não dar aos empresários, mas continuar a cortar nos trabalhadores. Paulo Portas INSISTE em cortar apenas nos funcionários públicos. Passos Coelho quer corte igual no privado e no público. Definitivamente não se entendem, a não ser numa coisa: CONTINUAR A "CORTAR" AOS MESMOS!

DEPUTADOS PS NA PSA/CITROEN -1 MILHÃO DE CARROS

UMA HISTÓRIA DE SUCESSO, DE 1 MILHÃO DE CARROS, NO 50º ANIVERSÁRIO - José Junqueiro, Elza Pais e Acácio Pinto estiveram presentes. A empresa tem tido um emprego médio de 1000 pessoas na última década. Em momento de crise, 2008/10, o governo socialista, com José Sócrates e Manuel Pinho, apoiou fortemente a empresa. Permaneceu em Mangualde pela ação decidida do novo presidente da câmara, João Azevedo, Basílio Horta, presidente da AICEP e José Junqueiro que, primeiro como deputado e depois como secretário de estado, viabilizaria um contrato programa para alargamento das instalações. Ali se produziram o 2 Cavalos, Boca-de-Sapo, "Arrastadeira".......UM EMPRESA ÂNCORA PARA A REGIÃO!








sábado, 22 de setembro de 2012

SÁUDE - REGRESSO AO PASSADO - ESTADO OFERECE HOSPITAIS À IGREJA

O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE COMEÇA A SER DESMANTELADO - é inacreditável, mas tudo se processa inexoravelmente. Até agora todos entramos no hospital e somos atendidos e tratados. A partir de agora será como no tempo de Salazar. Os ricos primeiro. Os pobres vão espera e pagar. É o regresso ao assistencialismo. É maior luta de Obama nos Estados Unidos. Foi a maior conquista em Portugal. O PSD/CDS regressam ao antes do 25 de Abril.  ESTÃO A PEDIR MAIS POVO NA RUA. E VÃO TÊ-LO!

EXPRESSO CONFIRMA - GOVERNO TENTA VENDER 40% DA CGD

PASSOS MENTIU PELO SILÊNCIO A ANTÓNIO SEGURO NO PARLAMENTO- questionado sobre se iria vender a Caixa Geral de Depósitos ficou "EMBATUCADO". Sabemos agora que já planeou coma Troika, "À SOCAPA" a venda  de 40% do banco do Estado. É uma velha aspiração dos "falcões" do PSD. Assim se compreende que tenham aumentado de 7 para 11 o número de administradores entre os quais o tal NOGUEIRA LEITE que não quer pagar impostos.  UMA ESPÉCIE DE COMISSÃO LIQUIDATÁRIA. Ultrapassou as marcas da decência. SERIA A VORAGEM TOTAL. VAI CONFRONTAR-SE COM O PS E O PAÍS.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

JOSÉ JUNQUEIRO NO 21º ANIVERSÁRIO DA INDEPENDÊNCIA DA UCRÂNIA

NO CCB - O PRESIDENTE DO GRUPO PARLAMENTAR DE AMIZADE, José Junqueiro, esteve com o embaixador da UcrâniaOleksandr Nykonenko, na comemoração do 21º aniversário da independência. 
Compareceu o corpo diplomático, oportunidade que permitiu uma  troca de impressões com alguns dos diplomata presentes.  
Da delegação portuguesa este presente o deputado António Rodrigues. Na sala Vitorino Nemésio foi realizada uma exposição de fotografia.




PASSOS E PORTAS "ATACAM" REFORMADOS DE 500 EUROS

GOVERNO CONTINUA PERDIDO - Não escapa o salário mínimo. Vai diminuir, pela primeira vez, na história da democracia. 
Agora os REFORMADOS DE 500 EUROS NÃO "ESCAPAM".
Isto não está no memorando da Troika. 
Apenas existe na cabeça do governo. Por isso Marcelo critica o facto dele próprio ficar de fora deste esforço. 
Passos e Portas continuam fortes com os fracos. O PS FAZ BEM EM VOTAR CONTRA.

DN - PASSOS COELHO, GOVERNABILIDADE PARA QUÊ?


Passos Coelho escolheu o caminho mais difícil. O tempo é de opções. O primeiro-ministro deve fazer escolhas, mas no contexto que o envolve vai decidir o quê e como? Tentemos perceber.
O ministro das Finanças é sempre uma peça chave e, sobretudo em tempos de aperto, é ele quem mais ordena. Vítor Gaspar tem reputação elevada na tecnocracia do mundo financeiro cuja pátria sempre foi e será sempre o dinheiro. Chamado a governar para pessoas, qual o perfil ideológico que molda a sua atitude? É de direita, de esquerda, assim-assim? Ninguém sabe. É ideologicamente apócrifo. Só isso explica que até hoje tenha tratado números e pessoas da mesma maneira, mal, muito mal!
Paulo Portas, o político mais experiente do governo, quase desde início, considera Passos Coelho uma porcelana. Pensa que se quebrará por si próprio ou que se partirá contra os seus. Tudo se precipitou com as atribulações de Miguel Relvas. Passos não ultrapassou esta ineludível delicadeza e Portas passou-lhe à frente. A TSU foi o momento azado para vestir a camisola amarela.
A elite social-democrata e as interpostas vozes do Presidente têm tido um papel ativo na desconstrução do governo. Alexandre Relvas, Manuela Ferreira Leite ou Marcelo Rebelo de Sousa são exemplos inelutáveis. A estes juntam-se “falcões” ilustres, tais como Eduardo Catroga, António Borges, Mira Amaral ou Ângelo Correia. Os primeiros pertencem à política pura, mas os segundos representam os interesses em concreto e não brincam em serviço.
Surpreendentemente, a “descoligação”, decidiu travar uma espécie de duelo na praça pública. O CDS disparou primeiro. O PSD prometeu fazer o mesmo logo a seguir. Assim se explica que, uns e outros, tenham sido atingidos em cheio no seu próprio porta-aviões - o governo - pela oposição e pelo povo que saiu à rua, às centenas de milhares.
Depois de cinco atualizações do “memorando” para as quais o PS nunca foi ouvido, nem se identifica, ficaram conhecidas, pela declaração ao país do primeiro-ministro, as linhas mestras do próximo orçamento. O governo insiste, de forma mais intensa, no mesmo caminho de austeridade acéfala, recessão e desemprego. António Seguro e o PS anunciaram o voto contra e ameaçam o governo com uma moção de censura se não recuar na TSU.
Passos Coelho conseguiu uma coisa única: unir toda a gente contra si. O CDS, parceiro de coligação, o PS e toda a oposição, os parceiros sociais, as elites centristas, as social-democratas, os seus falcões e o povo. O país está pior e não melhor. O corte nos desperdícios foi chão que deu uvas. Toda a gente fala deles, mas, ao certo, ninguém parece saber o que isso é. Não precisamos de tostões, mas de milhares de milhões. A reforma do Estado é uma miragem.
Se o único caminho é mais do mesmo, mas mais abrasivo, então Passos Coelho quer governabilidade para quê?
DN 2012-09-19

S. MATEUS: VALORIZAR O QUE TEMOS E FAZER SEMPRE MELHOR


S. MATEUS: VALORIZAR O QUE TEMOS E FAZER SEMPRE MELHOR
S. Mateus é o padroeiro da cidade e neste dia 21 celebra-se o feriado do município em sua memória. 
A autarquia faz da ocasião um espaço de cultura, uma oportunidade para o encontro social, bem como um momento em que os responsáveis políticos reconhecem, e bem, os cidadãos mais dedicados e falam do futuro.
Num momento como o nosso, falar do futuro tem ainda mais propriedade. É preciso reinventar a esperança para os que passam dificuldades, para o número crescente de desempregados, para os reformados inquietos com o destino das suas poupanças, para os jovens que não conseguem emprego e que, embora queiram ficar, se veem na circunstância de partir. E se o governo lhes aponta o caminho da emigração, todos não somos demais para contrariar esse desígnio e construir um futuro coletivo.
Viseu foi considerada novamente a melhor cidade para se viver. Há muitas razões que o justificam e, claro, é sempre com orgulho que identificamos junto dos amigos esse facto. Bem posso testemunhar no parlamento os elogios que ouvi a Viseu por esta distinção e sei que todos desejariam, justamente, que o mesmo acontecesse nas suas terras. Foi por isso que, na ocasião, felicitei o presidente da câmara, bem como dirigi, neste diário, o mesmo reconhecimento a todos os eleitos autárquicos, de todos os partidos, aos empresários e aos cidadãos em geral.
Para continuar o caminho é necessário, no entanto, encontrar novas respostas aos problemas dos nossos dias. É importante, como tenho escrito, evoluir no paradigma económico e encontrar espaço para novos investidores, acarinhar os que estão cá e tiveram a coragem de apostar em Viseu. É importante encontrar o que entre nós pode fazer a diferença, aquilo que nos distingue e nos pode tornar únicos.
A cultura, a educação e a investigação poderão ser âncoras que transmitam confiança àqueles que querem partilhar as suas vidas connosco. Serão sempre bem-vindos. Equipamentos não faltam, mas é necessário dar outras oportunidades e vida às freguesias, bem como à cidade, construir-lhe um ritmo urbano, repovoar o seu centro e revivificar-lhe o comércio de proximidade. “S. Mateus” sabe que na vida o caminho é valorizar o que temos e fazer sempre melhor.
DV 2012-09-18

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

PSD E CDS ACABAM COM DESCONTOS E ISENÇÕES NAS SCUTS

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PSD E CDS ACELERAM NOS SACRIFÍCIOS PEDIDOS AOS PORTUGUESES- o governo agarra-se a uma diretiva comunitária para tentar justificar o injustificável. Com ou sem alternativa, não interessa, a decisão parece irreversível. Depois de ter retirado todos os estímulos fiscais às empresas, nomeadamente no interior e de ter cruzado os braços na especulação com os combustíveis, depois de ter aumentado o IVA para 23% e ter confiscado os salários a trabalhadores e reformados, PSD/CDS DÃO MACHADADA FINAL NAS FAMÍLIAS, NAS EMPRESAS E NO EMPREGO.

SOND. CATÓLICA - PS E SEGURO MUITO À FRENTE - PS IGUAL A SOMA DE PSD+CDS

PORTUGUESES RETOMAM CONFIANÇA NO PS E CHUMBAM COLIGAÇÃO - Se as eleições fossem hoje Portugal teria um novo 1º Ministro: António Seguro. O PSD dá um trambulhão colossal muito em linha com o descalabro em que lançou o país. O CDS sob um ponto e a esquerda junta soma 2/3 do eleitorado. Para um PSD que fez pouco da manifestação de 15 de Setembro, dizendo que não tinha afetado a sua base de apoio, como repetiu ontem na AR Carlos Abreu Amorim, este estado de espírito revelado pela sondagem da CATÓLICA É MUITO PEDAGÓGICO.

PSD/CDS TENTAM FAZER AS PAZES PARA "PORTUGUÊS VER"


PERDERAM O VIGOR E A HIPOCRISIA CONTINUA - dizem que perderam a química e que já não se entusiasmam, não funcionam. Podem ir à farmácia ou, então, pedir ajuda a Júlio Machado Vaz. Talvez uns conselhos mais intimistas (conselho de ministros à luz das velas) pudesse ajudar à "RETOMA DA QUÍMICA"

Lisboa, 20 sert (Lusa) – A Comissão Politica Nacional do PSD decidiu hoje convidar o CDS-PP para uma reunião conjunta das direções partidárias, a realizar-se o mais brevemente possível, para “obter a indispensável manifestação de apoio ao acordo político de coligação”.
Lisboa, 20 sert (Lusa) – A Comissão Politica Nacional do PSD decidiu hoje convidar o CDS-PP para uma reunião conjunta das direções partidárias, a realizar-se o mais brevemente possível, para “obter a indispensável manifestação de apoio ao acordo político de coligação”.
“A Comissão Política Nacional do PSD deliberou convidar o CDS para uma reunião conjunta das direções partidárias, a ter ligar com a maior brevidade possível, com o intuito de obter a indispensável manifestação de apoio ao acordo político de coligação celebrado em 16 de junho de 2011, assim como às decisões e estratégia do Governo em matéria de consolidação orçamental e ajustamento estrutural, visando uma trajetória de crescimento sustentável”, referem os social-democratas num comunicado distribuído à comunicação social.

CDS E PSD ESTAMPARAM-SE NA ROTUNDA DO MARQUÊS

 Síntese - PS NA AR EM DEFESA DE ANTÓNIO COSTA - O CDS quis fazer da AR a Assembleia Municipal de Lisboa. Ingerência no poder local, ataque a António Costa, pelas costas. Enfim, "manobra de diversão" para o mau momento da (des)coligação. O PSD quis ajudar à festa, embora os seus vereadores  tenham elogiado Costa. A resposta do PS foi pronta:  José Junqueiro criticou o CDS por fazer a sua 1ª intervenção em plenário "esquecendo o país": "Não olhou para o desemprego, para a recessão, não olhou para o défice, não olhou para a derrapagem orçamental" e ironizou depois sobre a relação entre o PSD e o CDS-PP, afirmando que o único engarrafamento que conhece no país "É O ENGARRAFAMENTO DA COLIGAÇÃO".
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O CDS-PP acusou hoje o presidente da Câmara Municipal de Lisboa de fazer alterações no Marquês de Pombal que geram "confusão" e são "mais um caso de ´experiencialismo' socialista", enquanto o PS perguntou sobre "o engarrafamento da coligação". Também o deputado do PSD António Proa considerou esta obra um exemplo da "atitude de responsáveis socialistas quando têm responsabilidades governativas" e de "falta de solidez nas suas ações". 

Já o vice-presidente da bancada do PS José Junqueiro criticou o CDS por fazer a sua primeira intervenção em plenário "esquecendo o país": "Não olhou para o desemprego, para a recessão, não olhou para o défice, não olhou para a derrapagem orçamental". Junqueiro ironizou depois sobre a relação entre o PSD e o CDS-PP, afirmando que o único engarrafamento que conhece no país "é o engarrafamento da coligação".

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

MAIS DESEMPREGO EM VISEU E NO PAÍS, 26,2%

Desemprego Registado – AGOSTO 2012 - IEFP (atualizado em 18 de setembro 2012)
Síntese - MAIS 583 DESEMPREGADOS POR DIA, em Portugal, face ao mês passado.  Mais 140.049 (+26,3%) que no mesmo período de 2011 e mais 18.079 (2,8%) que no mês anterior. EM VISEU O desemprego subiu 26,2% retivamente ao mês de agosto de 2011, mais 4684 pessoas ficaram sem o seu posto de trabalho. E de Julho a Agosto deste ano foi mais 3,8% ou seja: mais 829 viseenses cairam no desemprego.

Segundo os últimos dados mensais do IEFP referentes a agosto, o nº de desempregados registados nos Centros de Emprego atingiu 673.421, mais 140.049 (+26,3%) que no mesmo período de 2011 e mais 18.079 (2,8%) que no mês anterior. Face ao mês passado, há mais 583 desempregados por dia.

Ao nível dos distritos
Viseu -  O desemprego subiu 26,2% retivamente ao mês de agosto de 2011, mais 4684 pessoas ficaram sem o seu posto de trabalho. E de Julho a Agosto deste ano foi mais 3,8% ou seja: mais 829 viseenses cairam no desemprego.

O distrito do Porto apresenta o maior nº de desempregados inscritos: são 159.589, o equivalente a 24% do total. Segue-se o distrito de Lisboa com 121.457 desempregados inscritos (18% do total)
 O distrito do Porto apresenta o maior crescimento absoluto, em termos homólogos (+29.664).
O distrito de Évora regista o maior crescimento relativo no nº de desempregados inscritos, em termos homólogos, (+44,5%).
Em relação ao mês anterior, o distrito do Porto regista o maior aumento, em termos absolutos (+6.086) e o distrito de Portalegre em termos relativos (+6,0%).
A nível concelhio (Continente), destaca-se:
Vila Nova de Gaia, apresenta o maior nº de desempregados inscritos: 28.837
Lisboa regista o maior crescimento homólogo, em valor absoluto: +5.440
Sines apresenta o maior crescimento homólogo, em percentagem: +149%
Vila Nova de Gaia apresenta o maior crescimento absoluto em relação ao mês anterior: +948
Monforte regista o maior crescimento relativo em termos mensais: +20%.


PASSOS FINGE QUE RECUA NA TSU. NÃO APRENDEU NADA!

VÍTOR GASPAR ENTERROU A ECONOMIA E A COLIGAÇÃO - "chamado a capítulo", ao Conselho de Estado, fica, tal como o 1º Ministro, ferido de morte. O próprio Conselho de Estado também não fica melhor. O Presidente não avaliou bem. Percebo que tenha escolhido o único que pode explicar aquilo de que  todos discordam .... mas chamar ao Conselho de Estado?! E à velocidade que o ministro fala é melhor os conselheiros levarem o almoço de casa. Já não há governo! NÃO PASSAM CÁ OUTRO NATAL!

CATROGA: "DENTRO DOS PARTIDOS DO GOVERNO HÁ VÁRIO LOUCOS"


Rita Paz   
Síntese - "Dentro dos partidos do Governo há vários loucos, barões e baronesas" Eu estou de acordo! ... e continua: "Se alguém tiver de engolir sapos, pois então que engula" ... referindo-se à crise política que rebentou no seio da coligação governamental... e alerta Catroga que o plano de austeridade tem de ser revisto: "Temos de rever o plano. Este país está doido." Novamente de acordo. Só um LOUCO CONFIOU A CATROGA A NEGOCIAÇÃO DO MEMORANDO e depois o COLOCOU na EDP A 600 MIL por ano! QUE LATA!

Em declarações ao Económico, Eduardo Catroga diz que é preciso arrefecer os ânimos e “pôr Portugal acima de tudo”.
É preciso que isto arrefeça e pôr Portugal acima de tudo. Se alguém tiver de engolir sapos, pois então que engula", afirmou ao Económico Eduardo Catroga, referindo-se à crise política que rebentou no seio da coligação governamental devido à intenção de se mexer na Taxa Social Única (TSU).
"Dentro dos partidos do Governo há vários loucos, barões e baronesas e também na oposição. O agora presidente do Conselho Geral da EDP, e antigo conselheiro de Passos Coelho, que negociou com a ‘troika' em nome do PSD, diz que "a politica económica e financeira não pode ser concentrada numa ninharia", sendo que "neste momento o que é preciso é calma para analisar alternativas".
Para isso é preciso "fazer com que o PS, que levou o país à falência, não saia do barco", porque o "superior interesse do País exige concertação", continuou Catroga, admitindo ainda que, nesta matéria, "houve precipitação de ambos os lados, tanto do Governo como do PS".
O antigo ministro das Finanças reconhece que a estratégia do Governo no anúncio das novas medidas de austeridade "não foi a melhor" mas, no seu entender, António José Seguro também se "precipitou" ao anunciar o voto contra o Orçamento de Estado. "Estamos comprometidos com determinados objectivos, é fundamental que se cumpra e parece que queremos deitar tudo abaixo", alerta Catroga, para quem o plano de austeridade tem de ser revisto: "Temos de rever o plano. Este país está doido."