quinta-feira, 20 de setembro de 2012

CDS E PSD ESTAMPARAM-SE NA ROTUNDA DO MARQUÊS

 Síntese - PS NA AR EM DEFESA DE ANTÓNIO COSTA - O CDS quis fazer da AR a Assembleia Municipal de Lisboa. Ingerência no poder local, ataque a António Costa, pelas costas. Enfim, "manobra de diversão" para o mau momento da (des)coligação. O PSD quis ajudar à festa, embora os seus vereadores  tenham elogiado Costa. A resposta do PS foi pronta:  José Junqueiro criticou o CDS por fazer a sua 1ª intervenção em plenário "esquecendo o país": "Não olhou para o desemprego, para a recessão, não olhou para o défice, não olhou para a derrapagem orçamental" e ironizou depois sobre a relação entre o PSD e o CDS-PP, afirmando que o único engarrafamento que conhece no país "É O ENGARRAFAMENTO DA COLIGAÇÃO".
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O CDS-PP acusou hoje o presidente da Câmara Municipal de Lisboa de fazer alterações no Marquês de Pombal que geram "confusão" e são "mais um caso de ´experiencialismo' socialista", enquanto o PS perguntou sobre "o engarrafamento da coligação". Também o deputado do PSD António Proa considerou esta obra um exemplo da "atitude de responsáveis socialistas quando têm responsabilidades governativas" e de "falta de solidez nas suas ações". 

Já o vice-presidente da bancada do PS José Junqueiro criticou o CDS por fazer a sua primeira intervenção em plenário "esquecendo o país": "Não olhou para o desemprego, para a recessão, não olhou para o défice, não olhou para a derrapagem orçamental". Junqueiro ironizou depois sobre a relação entre o PSD e o CDS-PP, afirmando que o único engarrafamento que conhece no país "é o engarrafamento da coligação".

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