quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Secretário-geral do PS reuniu hoje com o grupo parlamentar

António Costa, Ferro Rodrigues, Marques Perestrello e Jorge Fão
António Costa foi à reunião do grupo parlamentar falar sobre o futuro, ouvir os deputados e explicar o caminho que está a ser seguido. 

Lembrou que o governo está esgotado e que o importante é analisar e discutir os não resultados da direita. 

O "timing" do PS está definido e, para além da Convenção no final da primavera, o PS tem uma agenda própria bem definida que concretizou com alguns exemplos de realizações próximas.

Submarinos - Ana Gomes já pediu reabertura do processo

A eurodeputada socialista Ana Gomes entregou, esta semana, ao Ministério Público um requerimento para a abertura de instrução do processo da venda dos submarinos ao Estado português no DCIAP, que foi arquivado em dezembro. 

Para hoje, marcou uma conferência de imprensa sobre o assunto. A Procuradoria-Geral da República confirmou a entrega do requerimento e, nos termos da lei, o mesmo será apreciado pelo Tribunal Central de Instrução Criminal.

António Costa: um governo inspirado no da câmara de Lisboa

"Resgatar Portugal a descrença" é o objetivo que o secretário-geral do PS vai  fazer acontecer no país, tal como fez acontecer em Lisboa, com uma "gestão transparente, de proximidade e rigor". 
Foi na terça, à noite, num jantar da secção de Benfica do PS, que António Costa deixou duras críticas ao Executivo de Passos e Portas, acusando-o de "governar em conflito" e de "adorar falar do passado".



Cortes no investimento e carga fiscal baixam défice

Não há crescimento estruturante. Navega-se à vista. A sobrecarga fiscal que permitiu arrecadar mais mil milhões de euros acima do previsto e os cortes no investimento não geraram crescimento virtuoso, mas tão só números que criam a ilusão de que algo melhorou na economia. É o que conclui da análise da UTAO na AR.
Para o governo faz sentido despedir na administração pública onde já faltam médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar, polícias e até mesmo, por exemplo, nos serviços inspetivos do Estado. 
É a imaginação criativa da ministra das Finanças para atacar as "gorduras do Estado", a tal despesa fixa. Mas, para isso, não precisamos de ministro. Um técnico de contas seria suficiente e mais barato!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

RTPi - Presidente José Morgado fez a leitura da imprensa

O presidente da câmara de Vila Nova de Paiva e da CIM Viseu Dão-Lafões, José Morgado, foi hoje o convidado da RTP Informação para fazer a leitura da imprensa e sinalizar os destaques das notícias que julgou mais pertinentes.

Na ocasião criou a oportunidade para enfatizar o trabalho na região.










Urgências - deputados PS Viseu questionam ministro da Saúde

Os deputados do PS eleitos por Viseu, no âmbito de uma segunda ação dedicada à saúde, concluída esta semana, constataram o seguinte:

O clima nacional de desorientação do governo na área da Saúde reflete-se em todos os setores, incluindo o das urgências, como publicamente é reconhecido. 
A ausência de reformas, nomeadamente a da articulação dos cuidados hospitalares, primários e continuados, bem como os cortes nos recursos humanos, medicamentos, material ou na logística, permite compreender a desqualificação progressiva do SNS. 
Lembra-se que até 2014 os cortes excederam em 61% o que fora acordado inicialmente com a “Troika”.
A inexistência da reforma hospitalar, sempre prometida e permanentemente adiada, tipifica bem a incapacidade de realização, previsão e planeamento do ministério da Saúde. As consequências atingem o INEM cujo presidente acaba de manifestar a necessidade de autonomia na contratação de recursos técnicos.
O “espartilho” imposto nos nossos dias, pelo governo, no que respeita à prontidão das equipas implica que o INEM para dar resposta a um qualquer episódio tem de subtrair às urgências os técnicos que nelas se encontram em atividade, interrompendo-a.
É importante sublinhar ainda, neste contexto, que o recurso às empresas de trabalho temporário para os diferentes atos médicos destrói o espírito de equipa de qualquer unidade de saúde, também em Viseu, para além da iniquidade retributiva existente. Não fora a dedicação ou o espírito de entrega dos profissionais e a situação seria bem pior.
Por último, é do conhecimento da tutela que nas urgências do hospital central em Viseu são necessárias obras de fundo que aumentem o espaço existente, não só para viabilizar a eficiência do trabalho dos técnicos, mas também para oferecer aos doentes e familiares a dignidade e segurança de atendimento que lhes são devidas. É uma prioridade reconhecida por todos, nomeadamente pelo próprio Conselho de Administração.
Neste contexto, os deputados do PS abaixo assinados, perguntam ao senhor ministro da Saúde, nos termos constitucionais e regimentais em vigor, o seguinte:
1.    Tem o ministro da Saúde conhecimento pleno do imperativo das obras na urgência do centro hospitalar em Viseu?
2.    Sabe que os constrangimentos atuais não permitem no centro hospitalar o atendimento desejado pelos profissionais, bem como a dignidade plena devida aos utentes e condiciona a resposta do INEM, facto que só a dedicação dos seus elementos permite ultrapassar?
3.    Para quando a cabimentação e autorização necessárias para a realização das referidas obras?
4.    Tem o governo intenção de autonomizar ao INEM a contratação dos recursos humanos necessários que viabilizam uma resposta segura e eficiente?
5.    Para quando a divulgação pública dos sucessivos inquéritos aos óbitos nas urgências que o senhor ministro vem anunciando, desde dezembro de 2012?

Os deputados


José Junqueiro, Elza Pais e Acácio Pinto