domingo, 21 de dezembro de 2014

Na receção ao primeiro-ministro de Cabo Verde em Viseu

Conjuntamente com o vereador do PS, João Paulo Rebelo, participei na receção ao primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que  ali esteve a convite da autarquia de Viseu que se encontra geminada  com São Filipe, situada na ilha do Fogo, palco da atual erupção vulcânica

Vinha acompanhado da ministra das Comunidades e da embaixadora em Portugal.

A Câmara de Viseu comprometeu-se a ajudar na reabilitação da ilha do Fogo, em Cabo Verde, e a mobilizar a população para participar numa campanha de solidariedade de recolha de bens alimentares e materiais de construção.



José Maria Neves no uso da palavra

Deputados do PS Viseu na inauguração da GNR de Penedono

Os deputados do PS Acácio Pinto e José Junqueiro, estiveram presentes no dia 20 de dezembro na inauguração do novo quartel da GNR de Penedono, uma obra há muito reclamada e que agora vê a luz do dia depois de uma excelente adaptação, da antiga escola primária local, a quartel.o investimento atingiu meio milhão de euros.

Esta inauguração foi presidida pelo secretário de estado adjunto da ministra da administração interna, Fernando Alexandre e contou com a presença de muitas entidades e autarcas da região, de que destaco o presidente da câmara de Penedono, Carlos Esteves, demais vereadores, a presidente da assembleia municipal e presidentes de junta de freguesia, o comandante distrital da ANPC e o comandante dos bombeiros de Penedono.






sábado, 20 de dezembro de 2014

PS distrital - Ceia de Natal com muitas centenas socialistas

Participei no jantar de Natal do PS Distrital em Viseu, no dia 17, em Viseu, concelhia presidida por Adelaide Modesto. Os nossos camaradas deputados, Acácio Pinto e Elza Pais, apesar de retidos em trabalhos parlamentares na AR até às 18h, fizeram questão em, mais uma vez, estarem presentes num momento importante para o PS.
Foram centenas os militantes e simpatizantes que responderam ao convite do presidente da federação, António Borges, e a sala rapidamente se tornou pequena demais para tantos participantes, mobilização natalícia que há muito não se via. 
Intervieram Lúcia Silva, José Eduardo Ferreira, José Morgado, João Azevedo e António Borges que conjuntamente com os demais presidentes de câmara e os dois anteriores presidentes de federação, preencheram a mesa central. 
Ficam os meus votos de Bom Natal e um Novo Ano em que, como diz António Costa, se espera cumprir o adágio popular "Ano Novo, Vida Nova", com o PS no Governo.




sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

CM e vereadores do PS na reunião Orgens

José Junqueiro, António Pereira (candidato do PS à freguesia),
Andreia Coelho e João Paulo Rebelo
Na reunião, cujo anfitrião foi o amável presidente da junta, foi no período de antes da ordem do dia e naquele reservado ao público que se discutiram os temas mais intensos: acessibilidades para Viseu e queixa de 200 moradores do centro histórico.

Quanto às acessibilidades, o presidente foi confrontado pelos vereadores do PS no que respeita à "miragem" das promessas feitas para Viseu. Almeida Henriques não disfarçou o mal-estar causado pela inexistência de contratualização com o Governo, devidamente assegurada e cabimentada, para as vias adjacentes à cidade. 
Quanto ao IP3 o incómodo era bem maior e tentou valorizar a promessa do seu ex-colega dos transportes, Sérgio Monteiro, por considerar a ligação a Coimbra uma prioridade. Só este ano já fez isso três vezes, exactamente as mesmas em que deixou claro que nada iria fazer. E o problema é que esta foi promessa de campanha autárquica.
Quanto ao entro histórico, um documento de protesto, com 200 assinaturas foi-lhe entregue. Incumprimento de horários noturnos, devidamente regulamentados e fiscalizados, continuam a motivar reclamações dos hóspedes das unidades hoteleiras, bem como dos moradores. Em vez de uma resposta serena assistiu-se a um tom de voz mais elevado, característica que vem definindo o autarca sempre que não tem razão.
No final, fez-se uma visita ao Centro Social de Orgens onde decorreu um almoço rápido Fica um agradecimento à simpatia da direção e de todas as funcionárias.


(Opinião) O Ip3, o presidente e as obras Sta Engrácia

Revisitei o que já escrevi sobre o tema e não resisto à tentação de atualizar os textos, embora a matéria não tivesse variado, a não ser no tempo decorrido.
Os deputados do PS Viseu, de modo constante, têm dado nota, há quase três anos e meio, da relevância e imprescindibilidade da autoestrada Viseu-Coimbra para o reforço da coesão territorial regional. Será a via que vai conferir coerência à rede de itinerários principais da região centro, que, como se sabe, sempre mereceu a atenção do anterior governo do PS, que chegou, mesmo, a lançar e concluir o seu concurso.
As iniciativas dos deputados do PS, nestes quase três anos e meio de governo, têm sido diversas, quer através de intervenções públicas na região centro (Coimbra e Viseu), quer através de perguntas concretas dirigidas ao ministro da tutela sobre este futuro itinerário principal.
Mas esta autoestrada, que será um inequívoco fator de desenvolvimento dos territórios adjacentes, não tem só merecido a nossa atenção permanente. Também os autarcas de toda a região, através dos seus órgãos próprios, locais ou intermunicipais, os agentes económicos de “per si” ou através das suas estruturas associativas, bem como movimentos cívicos que têm como objeto a redução da sinistralidade rodoviária, não têm deixado de trazer, e bem, este assunto a debate e à ordem do dia, pois todos conhecem bem os condicionamentos de tráfego e a elevada perigosidade do atual IP3.
Podemos, portanto, dizer que no início deste ano o relatório IEVA, do grupo de trabalho nomeado pelo Governo, ao assumir que o IP3 é uma das vias prioritárias a executar neste plano 2014-2020 mais não fez do que confirmar o óbvio, mas com atraso. Ou seja, com estas tergiversações, o governo o que fez foi adiar por mais uma legislatura um processo sobre o qual ninguém, repetimos, ninguém tinha dúvidas sobre a sua absoluta prioridade.
Espanta por isso que o presidente da câmara de Viseu venha dizer, como já escrevi, uma “redundância: a ligação Viseu-Coimbra é prioritária e fica incluída no Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas (PETI3+)”.
Esta afirmação é “chover no molhado”, não traz nada de novo, nem tão pouco o facto de o Governo reconfirmar que não se fará nenhuma autoestrada. O secretário de estado Sérgio Monteiro, nosso conterrâneo, já há muito “veio dizer que não haveria dinheiro comunitário, que "perfil de autoestrada" é coisa que não existe e que autoestrada só com dinheiro de privados, com portagens e "sem corredor alternativo". Agora, em documento oficial, apenas reconfirma essa tese. 
O presidente da câmara, depois do que prometeu, finge-se preocupado e, pelas notícias da comunicação social, parece que sofre de "mágoa às pinguinhas" e "paradoxismo", porque ao mesmo tempo que encenou constrangimento também se "congratulou por o Governo assumir esta obra como uma prioridade". Valha-nos Sta Engrácia! Santo Natal!

DV 2014.12.16

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Comunicado PS Viseu - Autoestrada Viseu-Coimbra

COMUNICADOEste Governo, três anos e meio depois da sua posse, vem dizer uma redundância: a ligação Viseu-Coimbra é prioritária e fica incluída no Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas (PETI3+).
Surpreende-nos, pois, que o presidente da câmara de Viseu, em nome da maioria, se congratule com uma redundância e, ao mesmo tempo, sinta “mágoa às pinguinhas” pela futura autoestrada vir a ser construída ao mesmo ritmo, às pinguinhas, como se o Governo sofresse de “cistite rodoviária”.
Infelizmente nem a esse ritmo, nem a outro, foi assegurada a autoestrada. Só nos foi oferecida - “de letra” - na campanha eleitoral do atual presidente da câmara de Viseu e, posteriormente, em dose reforçada na moção aprovada na assembleia municipal, garantida sem portagens e com financiamento comunitário de 85%.
O PS tinha apresentado um texto no mesmo sentido, mas considerando a existência de portagens como fonte de financiamento por ser sua convicção de que a oportunidade dos dinheiros comunitários tinha passado.
Para que houvesse uma fusão dos dois textos e uma votação unânime o PSD exigiu que o PS retirasse do texto a referência às portagens. E assim foi, certos de que o PSD sabia algo mais do que todos os outros.
Antes disso, em Coimbra, deputados, autarcas e dirigentes do PS dos dois distritos reuniram-se para analisar o IEVA (infraestruturas de elevado valor acrescentado), encomendado pelo governo, que já elegia esta autoestrada como prioridade e concluíram:
Podemos, portanto, dizer que este relatório do grupo de trabalho, nomeado pelo Governo, ao assumir que o IP 3 é uma das vias prioritárias a executar neste plano 2014-2020 mais não faz do que assumir o óbvio, mas com atraso. Ou seja, com estas tergiversações, o governo o que fez foi adiar por mais de dois anos um processo sobre o qual ninguém, repetimos, ninguém tinha dúvidas sobre a sua absoluta prioridade”.
E neste contexto os deputados questionaram o Governo: “Sendo o IP3 uma infraestrutura prioritária no relatório 2014-2010 do IEVA  (infraestruturas de elevado valor acrescentado), qual é o cronograma concreto, que o governo tem, para a construção da autoestrada, com um traçado completamente novo, entre Coimbra e Viseu?
A resposta é clara: não há cronograma, porque não há autoestrada. Ficaremos com as falsas promessas do PSD, lamentando o “paradoxismo” de quem se congratula com coisa nenhuma e as “pinguinhas de mágoa” do presidente da câmara.


O Secretariado da Concelhia do PS Viseu