terça-feira, 28 de abril de 2015

Viseu - Foi lançada a Rota do Vinho do Dão

Arlindo Cunha, e os convidados do PS: José Junqueiro (Dep), José Morgado (P CM VN Paiva), Marco Almeida, Leonel Gouveia (P CM Sta Comda Dão), Acácio Pinto (Dep) Francisco Carvalho (P CM Penalva do Castelo), Fernando Carneiro (P CM Castro daire) , Vitor Figueiredo (P CM S. Pedro do Sul) , Rogério Abrantes (P CM Carregal do Sal)
Os deputados e os presidentes de câmara do PS encontravam-se entre as muitas personalidades que na CVRD testemunharam o lançamento da Rota do Vinho Dão. Arlindo Cunha presidiu à sessão em 41 vitivinicultores se constituíram como o "núcleo duro" de um projeto ambicionado há muito e concretizado agora. Será certamente um marco histórico para o Vinho do Dão.

Durante o dia foram realizadas intervenções de outras rotas do vinho, nomeadamente pelo presidente da do Alentejo que internacionalmente foi considerada, em 2014, a melhor de todo o mundo. 
Arlindo Cunha, José Junqueiro
Foi ainda aberta ao público um "welcome room", com duas salas, onde estão expostos todos os  Vinhos do Dão, bem, como um conjunto de garrafas muito antigas e que são o património e museu da região.
Acácio Pinto (Dep e presidente da AIM) José Morgado, )presidente da CIM e CM de VN Paiva


No evento estiveram presentes a presidente da CCDR Centro, Ana Abrunhosa, acompanhada de Isabel Damasceno, bem como o presidente do Instituto de Turismo de Portugal, entre outros quadros da administração pública.
Maria do Carmo Batalha (Fundação Lapa do Lobo), Borges da Silva (P CM Nelas) José Junqueiro

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Partidos falam sobre o 25 de Abril em Penalva do Castelo, no agrupamento de escolas


A convite de Rosa Carvalho, presidente da direção do agrupamento, falei sobre o 25 de Abril e respondi às perguntas dos alunos em duas sessões consecutivas. Comigo estavam os representantes do PCP, João Cordeiro, e do BE, Graça Pinto. PSD e CDS não responderam ao convite.

A iniciativa pertence ao Departamento de Ciências Sociais e Humanas, Isabel Serra, e as duas sessões foram moderadas, respetivamente, por Júlia Carvalho e Isabel Nogueira.
Os alunos dos 6º e 9º anos foram muito precisos nas muitas questões colocadas um revelando um elevado grau de interesse e de um trabalho de preparação com os professores muito bem conseguido.

Deputados PS - "Viseu-Coimbra: não há estrada, apenas terminou a farsa do PSD" (Comunicado)

«O primeiro-ministro respondeu, recentemente, em Coimbra à representação cénica do presidente da câmara de Viseu que, agora, só agora, se lembrou de ir reunir com o seu colega do PS de Coimbra para defenderem, em conjunto, a ligação a Viseu.
Esta viagem fez-se com, pelo menos, 14 meses de atraso, porque essa reunião, em fevereiro de 2014, foi feita pelos deputados e autarcas socialistas dos dois distritos, tendo recebido do PSD comentários de apoucamento.
Disse Pedro Passos Coelho que não haveria soluções em perfil de autoestrada nem qualquer outro investimento que não fosse da iniciativa privada. E disse ainda mais quando se referiu à inexistência de qualquer outra alternativa que, até à data, tivesse sido estudada: nada foi feito! Foram quatro anos perdidos!
O primeiro-ministro disse a verdade, mas isso não desculpa a desconsideração a que votou a região. Os deputados e autarcas do PSD que se pronunciaram sobre esta matéria nunca disseram a verdade e a única iniciativa pública que assumiram, convicta e energicamente foi a do logro político.
O clímax dessa aventura foi assumido na assembleia municipal de Viseu quando o PSD exigiu numa moção reivindicativa que queriam ligação em perfil de autoestrada, sem portagens, letra de uma canção do presidente da câmara de Viseu que falava num apoio comunitário de 85%.
O primeiro-ministro disse que isso nunca existiu, que a ligação foi considerada uma prioridade negativa e que, portanto nada seria feito. Confirmou, como se referiu, que durante quatro anos o seu governo não estudou nenhuma alternativa.
Aqui ficam as palavras dos deputados e autarcas do PS à comunicação social depois da sua reunião em Coimbra, há 14 meses: : "As pessoas que estão aqui não podem ser enganadas. Nem os autarcas nem os deputados", exigindo-se que o Governo retire o projeto "do papel e materialize a intervenção no IP3"... "onde já morreram mais de 120 pessoas e destroçou as vidas de centenas de famílias".
Estamos a poucos meses de eleições e em tempo de escolhas. Os eleitores poderão agora escolher entre ter mais do mesmo (PSD/CDS), sem rumo e sem esperança, ou entre quem propõe um outro caminho, sério, que quer mobilizar a região e o país como preconiza o PS.»
Viseu, 2015.04.27
Os deputados do PS por Viseu

José Junqueiro, Acácio Pinto, Elza Pais

CM Felgueiras: medalha de Mérito Municipal paraJúlio Faria

Na câmara PSD todos estiveram de acordo, apoiando a proposta do PS, em homenagear Júlio Faria,, ex-presidente de câmara e ex-deputado do PS na Assembleia da República. Foi-lhe atribuída por unanimidade e aclamação a Medalha de Mérito Municipal.
Também eu fui a Felgueiras, depois das cerimónias oficiais na AR e da homenagem de António Costa aos 148 deputados constituintes, dar um abraço ao homenageado que durante 4 anos, na AR, trabalhou comigo na Comissão de Administração do Território, Poder Local, Equipamento Social e Ambiente. 
Fui convidado por Eduardo Bragança, dinâmico presidente da concelhia, que conseguiu com a sua equipa, reunir centenas de pessoas ao jantar. 
Pedro Bacelar de Vasconcelos, Francisco Assis, Manuel dos Santos, Maria Teresa santos, José Luís Carneiro, Fernando de Jesus ou Gonçalo Rocha foram alguns das muitas centenas de amigos que estiveram presentes partilhando assim o reconhecimento público da autarquia. Fica mais um abraço amigo.





domingo, 26 de abril de 2015

Nicolau Santos sobre a proposta do PS "Afinal há outra. E não é a Tina"

Afinal, digo eu, não foi só Manuela Ferreira Leite a olhar como esperança a proposta do PS (...) "a proposta é corajosa, sólida, credível e traça um caminho diferente para Portugal e para os portugueses. O outro que trilhámos nos últimos quatro anos, trouxe-nos até aqui - e não se recomenda se queremos um país mais eficiente, mais competitivo e mais justo". 


António Costa homenageou os 148 deputados constituintes no Rato

O secretário-geral do PS recusou, este sábado, 25 de abril, os apelos ao PS para "compromissos, consensos ou conciliação" com o Governo, contrapondo que o voto é a arma do povo e que a escolha faz-se entre alternativas.

(www.ps.pt)
António Costa falava numa sessão de homenagem, na Sede Nacional do PS, aos 148 deputados socialistas eleitos para a Assembleia Constituinte em 1975. Uma placa evocativa foi descerrada por António Costa e Mário Soares.
O secretário-geral do PS sustentou que ninguém melhor do que o PS "sabe que o diálogo é a componente essencial da democracia - diálogo entre os partidos políticos e as forças sociais".
"Mas as eleições são um momento de escolhas e, como há 40 anos se dizia, o voto é a
arma do povo, porque o voto decide, permitindo fazer diferente ou o mesmo - e 40 anos depois o fundamental para que os cidadãos voltem a acreditar que vale a pena votar é que as eleições permitam escolher entre diferenças", disse.
Por isso, "que ninguém peça ao PS compromissos, consensos ou conciliação com a política que quer mudar".
"Pedimos ao povo o mandato de podermos mudar a atual política e virar a página da austeridade. É essa a mudança que é necessária e que queremos fazer", vincou, recebendo muitas palmas.
O secretário-geral do PS invocou também a Constituição para salientar que ao Presidente da República não cabe formular programas políticos, mas fazer cumprir a lei fundamental, função que disse ter sido recordada recentemente "pelos piores motivos".
"O Presidente da República tem uma função bem definida de representação da Nação e, como dizia Mário Soares - exemplo dos exemplos da forma como se exerce o mandato presidencial -, deve ser o Presidente de todos os portugueses, olhando para os problemas do país com isenção e de uma forma inspiradora - e não podendo deixar de olhar para o país de hoje sem compreender que o problema central é o desemprego e o da pobreza. Quando se faz a avaliação do país, esses têm de ser os dois problemas centrais colocados na agenda do dia", disse.
“A Constituição não apenas garantiu a liberdade e organizou de forma democrática o poder político, mas, igualmente, consagrou o Estado social de direito em Portugal, com um conteúdo bem preciso e densificado", sustentou.
Na sua intervenção, António Costa referiu também as mudanças de percurso operadas em muitos dos partidos políticos ao longo dos últimos 41 anos de democracia, apontando que "alguns daqueles que combateram a Assembleia Constituinte são hoje dos maiores defensores da Constituição".
 "Alguns daqueles que então aprovaram a Constituição da República revelaram-se nos últimos anos dos maiores inimigos da Constituição. Mas nesta mudança há algo que permanece firme, que é a identidade do PS. Da mesma forma como então nos batemos pela liberdade e pela consolidação da democracia, também nos batemos hoje pela defesa do Estado social como garantia fundamental do Portugal de Abril e do Portugal do futuro", afirmou.
A Assembleia Constituinte foi eleita a 25 de abril de 1975 tendo como missão a elaboração da nova Constituição, texto que ainda vigora com as alterações introduzidas pelas sete revisões constitucionais.