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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Exportações alemãs recuam em Outubro - preocupação para todos

Se a Alemanha não funcionar bem a Europa - e nós - também não. "Valor é mais de duas vezes superior à queda estimada pelos analistas. Também as importações recuaram, pela segunda vez em três meses.
Exportações alemãs recuam em Outubro
As vendas ao exterior da maior economia do euro caíram, em termos ajustados à sazonalidade, 1,2% em Outubro, uma queda maior do que a esperada pelos analistas, que apontavam para uma cedência de 0,5%.
O recuo das exportações, anunciado esta quarta-feira, é acompanhado também pela cedência - em maior dimensão - das compras de Berlim ao estrangeiro, que tombaram 3,4%, na segunda queda em três meses. Este ritmo é três vezes maior do que o que se esperava.
Os dados hoje conhecidos sugerem a dificuldade do motor da economia europeia em arrancar de forma sustentada, tendo em conta a fragilidade do mercado chinês e de outros destinos emergentes.
O período temporal a que respeitam - Outubro - coincide com o primeiro mês completo depois de ter deflagrado nos EUA o escândalo da manipulação de emissões de gases pela Volkswagen.

De acordo com a Reuters o excedente comercial do país aumentou para 20,8 mil milhões de euros em relação a 19,2 mil milhões no mês anterior". (Paulo Zacarias Gomes)

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Boas notícias: Alemanha puxa pela atividade económica na zona euro

Alemanha puxa pela economia do bloco dos 19, que voltou a apresentar sinais de expansão nos serviços e na indústria.
A actividade económica da zona euro sinalizou um reforço em Agosto, com a "locomotiva" alemã a puxar pelo índice de actividade no conjunto do sector manufactureiro e dos serviços.
O índice PMI da Markit, que tira o pulso ao sentimento dos gestores de compras da zona euro ficou este mês nos 54.1, próximo dos máximos de quatro anos alcançados em Junho.
O valor significa expansão da actividade (por ficar acima dos 50 pontos) e saiu melhor que o esperado pelos analistas sondados pela Bloomberg - que apontavam para 53.7.
O sector da indústria também apresentou crescimento, a um ritmo estabilizado em relação ao mês passado (nos 52.4), enquanto na área dos serviços a percepção melhorou para 54.3 (face a 54 em Julho).
A actividade manufactureira alemã ficou em Agosto em 53.2 em Agosto, o maior valor desde Abril do ano passado. Em França, a componente industrial saiu abaixo do esperado - contraindo pelo segundo mês -, colocando ainda mais a economia gaulesa a contrastar com a "locomotiva" germânica.
A melhoria global das condições ocorre num mês marcado na sua maior parte por uma distensão em relação à situação política na Grécia - com o acordo alcançado entre Atenas e os credores - e pelo surgimento de sinais de fragilidade na segunda maior economia do mundo, a China, que desencadeou na semana passada a maior desvalorização da sua moeda em 20 anos. (paulo.gomes@economico.pt)


sábado, 2 de maio de 2015

(Económico) Joachim Gauck,"Presidente alemão disponível para indemnizar a Grécia"

Joachim Gauck "O chefe de Estado alemão tem poucas funções executivas, mas estas declarações podem reabrir o debate sobre a indemnização histórica exigida pela Grécia, no âmbito da renegociação do pedido de resgate internacional, e rejeitado liminarmente pelo governo de Angela Merkel.

"A coisa certa a fazer por um país consciente da sua história, como o nosso se incomoda, é considerar que possibilidades haverá de pagar as indemnizações", afirmou o presidente alemão numa entrevista ao Süddeutsche Zeitungque será publicada sábado, citado pela Bloomberg.

O presidente alemão pediu consciência histórica e sentido de responsabilidade pelos crimes de Hittler:
"Não somos apenas um povo que vive nos dias de hoje, somos também os descendentes daqueles que deixaram para trás um trilho de destruição na Europa" durante a segunda guerra conflito mundial, "na Grécia, entre outros locais".


O governo de Tsipras pediu 278,7 mil milhões de euros à Alemanha, o seu maior credor, pelos danos causados durante a ocupação nazi."


Nota: "Presidente Federal da Alemanha (alemãoBundespräsident) é o Chefe de Estado da Alemanha. A Constituição alemã confere à presidência um poder de caráter fundamentalmente representativo, pois, para prevenir os problemas que se deram durante a República de Weimar, não tem capacidade de manobra alguma no processo de eleição do Chanceler da Alemanha e nem pode ditar decretos de urgência".

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Merkel tenta influenciar o resultado eleitoral na Grécia

A pressão externa para influenciar eleições internas é absolutamente inaceitável em democracia. 
Esse é o erro da chanceler alemã, Angela Merkel,  ao dizer que  se os gregos elegerem um Governo que elimine a austeridade em curso no país, estará disposta a aceitar a saída da Grécia da zona euro,
"O Governo alemão considera que a saída [da Grécia] da zona euro é quase inevitável se o líder da oposição, Alexis Tsipras, vier a liderar o Governo após a eleição, abandonando a disciplina orçamental e não pagando as dívidas do país". Geralmente sai tudo ao contrário!!! 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

(I) - PIB alemão abrandou ou pode mesmo ter contraído

"A Alemanha deverá ter abrandado ou mesmo contraído no segundo trimestre de 2014, contaminada pela situação geopolítica, segundo avançou ontem a Bloomberg." Merkel não leva a sério a história que refere as crises na periferia como uma realidade que sempre atingiu a Alemanha.
O comportamento da maior economia da Zona Euro poderá contaminar a débil recuperação da economia europeia, com a deflação a manter-se como uma ameaça para os Estados que utilizam a moeda única.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Alemanha pela primeira vez entre os países com desequilíbrios Económico

Síntese - Bruxelas accionou o "alerta de desequilíbrios macroeconómicos" para a Alemanha, devido aos excedentes comerciais. (...) A Comissão europeia refere que os riscos maiores estão normalmente associados aos défices e não a 'superavits', mas sublinha que elevadas taxas de crescimento económico podem constituir um desequilíbrio, especialmente quando atingem determinado patamar.Espanha, França, Itália, Países Baixos, Dinamarca, Malta, Finlândia, Suécia, Bélgica, Bulgária, Reino Unido, Hungria e Eslovénia são os outros países visados por Bruxelas.
A Comissão Europeia apontou hoje, no âmbito do "mecanismo de alerta de desequilíbrios macroeconómicos", 16 Estados-membros cuja situação merece "análise aprofundada", entre os quais, pela primeira vez, a Alemanha, estando previstas para a Primavera eventuais recomendações a este países. Bruxelas vai examinar os excedentes comerciais alemães, superiores a 6%, que considera desequilibrados.
A Comissão europeia refere que os riscos maiores estão normalmente associados aos défices e não a 'superavits', mas sublinha que elevadas taxas de crescimento económico podem constituir um desequilíbrio, especialmente quando atingem determinado patamar. 
O executivo comunitário lançou hoje o seu terceiro ciclo anual do procedimento relativo aos desequilíbrios macroeconómicos, exercício do qual Portugal está, para já excluído, devido à sua situação ser acompanhada pormenorizadamente por estar sob um programa de assistência económica e financeira. 
No relatório apresentado hoje em Bruxelas, a Comissão Europeia defende que se proceda a análises aprofundadas da evolução da situação relativa à acumulação e correção dos desequilíbrios em 16 Estados-membros da União Europeia, sendo que além da Alemanha, o Luxemburgo e a Croácia são apontados pela primeira vez.
Em relação à Alemanha e ao Luxemburgo, o documento diz ser necessário um melhor escrutínio da posição externa dos dois países e dos seus desenvolvimentos internos para aferir se sofrem de desequilíbrios macroeconómicos. 
Já em relação à Croácia, que aderiu recentemente à União Europeia e é visada pela primeira vez, a Comissão Europeia quer perceber "a natureza e os riscos potenciais relacionados com a sua posição externa, desempenho comercial e competitividade, assim como o seu desenvolvimento interno".
Espanha, França, Itália, Países Baixos, Dinamarca, Malta, Finlândia, Suécia, Bélgica, Bulgária, Reino Unido, Hungria e Eslovénia são os outros países visados por Bruxelas.

O relatório do mecanismo de alerta de desequilíbrios macroeconómicos vai ser discutido pelos ministros das Finanças e os líderes da União Europeia no encontro marcado para Dezembro, onde deverão ser identificadas as principais áreas em que deve ser reforçada a coordenação de políticas económicas e eventuais reformas. A Comissão Europeia irá preparar relatórios aprofundados para os 16 países que foram alvo de procedimento, que serão publicados na primavera de 2014.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

É OFICIAL - A CRISE CHEGOU À ALEMANHA

Público - "Continuam os apelos para as políticas expansionistas na Alemanha, mas de Berlim o que veio foi uma revisão em baixa das previsões para este ano. Mais uma ajuda para a quebra das exportações portuguesas." Não sei o que mais será preciso fazer para que se reconheça que a Europa se pode desconstruir a si própria. As exportações portuguesas têm ficado aquém dos objetivos do governo e as importações descem para além das previsões. É isto que prova que o saldo positivo da balança, que tanto entusiasma o governo, é a prova real de que isso acontece à custa do empobrecimento dos portugueses.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

SILVA LOPES - A ALEMANHA ESTÁ A ARRASTAR PORTUGAL PARA A DESGRAÇA



SILVA LOPES,  ALEMANHA ARRASTA-NOS PARA O FUNDO - o antigo ministro das Finanças, acusa a Alemanha de impor as suas políticas a Portugal e a outros países europeus, o que considera ser uma asneira monstruosa...Berlim está a cometer uma asneira monstruosa que vai levar Portugal e a Europa em geral à desgraça.

Em entrevista à Antena1, Silva Lopes dá como exemplo o impasse que está a marcar as negociações no Conselho Europeu para defender que Berlim está a cometer uma asneira monstruosa que vai levar Portugal e a Europa em geral à desgraça.

"Eles não quiseram expandir a procura interna, não quiseram expandir o consumo, quiseram travar os salários, não aumentaram os gastos do Estado, e a única coisa que eles quiseram foi aumentar as exportações. Eles aí são muito bons", afirma.

"Querem impor essa política aos outros países, e, portanto, isto acaba na desgraça. Nós vamos na enxurrada. Somos os primeiros, aliás", acrescenta.

O resultado final poderá ser o fim da moeda única. "Eu admito que o euro não vai poder funcionar com estas regras alemãs", até porque "o que os alemães fazem é uma asneira monstruosa". "Admito que o euro, a prazo, se possa partir", remata.
Económico   - 23/11/12 

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

MARIO DRAGHI: "A CRISE CHEGOU À ECONOMIA ALEMÃ"

Síntese - MARIO DRAGH - presidente do BCE -   "até agora a Alemanha pôde contornar algumas dificuldades de outros países da zona euro", mas os últimos dados indicam que "a crise chegou à economia alemã"... O comércio na zona euro representa 40% do Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha e 65% do investimento estrangeiro direto é proveniente de outros países da zona euro...e, por isso, "não surpreende" que a desaceleração da zona euro faça também SENTIR OS SEUS EFEITOS NESTE PAÍS. 

Dinheiro Vivo  - O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, avisou hoje que os efeitos da crise da dívida da zona euro "chegaram à economia alemã", depois de a economia germânica ter conseguido "superar" as dificuldades sentidas por outros.
Draghi afirmou que "até agora a Alemanha pôde contornar algumas dificuldades de outros países da zona euro", mas os últimos dados indicam que "a crise chegou à economia alemã".O presidente do BCE, que falava num congresso sobre o futuro do capitalismo, acrescentou que a "Alemanha é uma economia aberta e integrada" e, por isso, "não surpreende" que a desaceleração da zona euro faça também sentir os seus efeitos neste país. O comércio na zona euro representa 40% do Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha e 65% do investimento estrangeiro direto é proveniente de outros países da zona euro.O presidente do BCE defendeu as medidas que têm sido aplicadas pela entidade monetária para enfrentar a crise da dívida soberana e que têm sido criticadas pelo Bundesbank (banco central alemão) e os meios conservadores germânicos.
"Os acontecimentos financeiros na Alemanha são o espelho dos acontecimentos financeiros no resto da zona euro. E isto significa que as medidas para assegurar a estabilidade da zona euro no seu conjunto também beneficiarão a Alemanha", defendeu Draghi.
A Comissão Europeia estimou hoje que a economia alemã cresça 0,8% em 2012 e em 2013, abaixo dos 3% que cresceu em 2011, permanecendo contudo "forte" e "competitiva".
As "previsões de outono" hoje divulgadas por Bruxelas indicam que o abrandamento do crescimento alemão se deva em parte ao "enfraquecimento" da atividade económica em "importantes países parceiros" de Berlim, bem como às "incertezas" relacionadas com a crise da zona euro.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

ALEMANHA - A MOODY'S BAIXOU O RATING A 17 BANCOS

EURO/CRISE -  A Moody's baixou na quarta-feira as perspetivas de 17 bancos alemães e várias filiais, de "estáveis" para "negativas", dias depois de ter cortado a perspetiva do Estado alemão e do fundo de resgate europeu.

Os estabelecimentos visados -  incluindo o KB Deutsche Industriebank e o Deutsche Postbank  - são aqueles cuja avaliação financeira depende do "apoio do Estado federal alemão e/ou dos estados e dos distritos", explicou a agência de notação financeira.

Na segunda-feira, a Moody's baixou as perspetivas da Alemanha de "estáveis" para "negativas", devido ao "fardo" que as novas ajudas aos países da Zona Euro em dificuldades representa para a economia alemã.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

ALEMANHA - MOODY'S PODE BAIXAR-LHE O RATING. QUEM DIRIA?!

ALEMANHA, Holanda e Luxemburgo podem perder o triplo A.
A agência de notação financeira Moody’s colocou sob perspetiva negativa os ratings soberanos de longo prazo dos países devido à incerteza na Europa. Uma decisão justificada com a eventual saída da Grécia da zona euro e com a possibilidade de outros estados-membros, como a Espanha e a Itália, virem a precisar de ajuda externa. Custos que teriam um elevado impacto nos países com notação máxima. Para um analista a decisão não surpreende já que os mercados estão a dizer que dívida soberana alemã está mais sujeita a riscos devido às ligações comerciais e financeiras numa zona euro agitada.
Os juros das obrigações espanholas continuam a subir, ameaçando, a capacidade do estado se financiar. A região de Múrcia já fez saber que vai avançar com o pedido de ajuda do fundo criado por Espanha, à semelhança do que fez Valência. Um exemplo que pode ser seguido por outras

segunda-feira, 12 de março de 2012

Spiegel - ALEMANHA FALHA META DA POUPANÇA - OLHA PARA O QUE EU DIGO, MAS ...

MERKEL FALHA MAIS DE 50% DA POUPANÇA -  Depois de um tratado assinado por 25 países que, por iniciativa de Angela Merkel, faz a introdução legal de limites ao défice e à dívida e de um regime de sanções (até 0,1% do PIB) se não for cumprido, como é o caso. Pedro Passos Coelho vai - POR TEIMOSIA -pelo MESMO CAMINHO. No caso de Merkel diz o povo:olha para o que eu digo, MAS NÃO PARA O QUE EU FAÇO!

"Spiegel - Governo alemão falha meta de poupança - Económico  
O Executivo de Angela Merkel só poupou 42% do total que pretendia, no ano passado, diz o 'Der Spiegel'.
"Poupar, poupar, poupar é o mantra que acompanha a chanceler alemã de cimeira em cimeira. Mas na Alemanha não é levado tão ao pé da letra", escreve hoje o semanário alemão, segundo o qual Berlim incumpriu largamente a sua meta de poupança inscrita no Orçamento federal de 2011. Isto numa altura em que os países europeus estão obrigados a aplicar medidas austeras de poupança.
Segundo o 'Der Spiegel', o Governo alemão poupou apenas 4,7 mil milhões de euros (42%) dos 11.200 milhões de euros previstos no ano passado. Também em 2012 o objectivo de poupança de 19.100 milhões de euros está em risco, acrescenta o jornal.
Estes números são particularmente "embaraçosos" para Berlim, depois de, no início de Março, 25 países da União Europeia terem assinado um acordo intergovernamental para reforçar a disciplina das finanças públicas dos Estados-membros, que prevê, por iniciativa de Angela Merkel, a introdução legal de limites ao défice e à dívida e de um regime de sanções (até 0,1% do PIB)."

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

ÚLTIMA HORA - CRISE DA DÍVIDA TAMBÉM CHEGA À ALEMANHA - INFELIZMENTE!

Crise de dívida chega à Alemanha - Luís Leitão   - 23/11/11 10:58

Tesouro alemão conseguiu colocar apenas 60% das obrigações do Tesouro a 10 anos que pretendia num leilão realizado esta manhã.

Já não são só os países periféricos a revelar dificuldades em emitir dívida no mercado obrigacionista. A crise da dívida soberana da zona euro parece ter hoje batido à porta da Alemanha

De acordo com dados da Reuters, a Alemanha conseguiu apenas colocar hoje de manhã apenas 3,64 mil milhões de euros em obrigações do Tesouro a 10 anos (‘bunds'), quando pretendia arrecadar 6 mil milhões com esta operação.


O leilão de dívida alemã ficou longe de ser um sucesso, desde logo por a procura ter apenas superado a oferta em 1,1 vezes. Contudo, como o total de ofertas por parte dos investidores coberto por Berlim contabilizou apenas 3,89 mil milhões de euros, a procura "real" do leilão face ao montante inicialmente previsto (6 mil milhões) foi de apenas 0,648 vezes.

Por esta emissão, o Tesouro alemão pagará, em média, 1,98% por ano até 2022. Ligeiramente abaixo dos 2,09% pagos a 19 de Outubro numa emissão semelhante, e que resultou na emissão de 4,55 mil milhões de euros. Recorde-se também que, nesse leilão, o Tesouro alemão pretendia colocar no mercado 16 mil milhões de euros.

A ‘yield' das várias obrigações do Tesouro alemão a negociar no mercado não regulamentado ‘over the counter' (OTC) estão hoje a registar uma subida generalizada. O mesmo sucede com as ‘yields' das obrigações soberanas da maioria dos países da zona euro.

Também a reagir ao resultado deste leilão está hoje a negociar o euro, que já contabiliza uma desvalorização face ao dólar de 0,94%, com a moeda única a negociar no mercado abaixo da barreira dos 1,34 dólares.