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sábado, 8 de agosto de 2015

PSD devia pedir desculpa aos portugueses, diz Catroga

Convém recordar. Palavras de maio. O PSD "em vez do colossal aumento de impostos, deveria ter feito uma colossal redução da despesa". 
"Quanto ao cenário macroeconómico do PS, Catroga elogia-o como uma "boa metodologia", considerando-o como "uma viragem do PS a caminho do centro político e de uma política económica de rigor (...) 

O PSD atrasou-se no processo de redução da despesa pública e, por isso, devia pedir desculpa aos portugueses", afirma o antigo ministro das Finanças de Cavaco Silva e atual presidente da EDP, numa entrevista ao jornal "Público" desta segunda-feira.
Na entrevista, Eduardo Catroga afirma que o seu partido, "em vez do colossal aumento de impostos, deveria ter feito uma colossal redução da despesa". E acrescenta: "Deveria fazer autocrítica por não ter feito a pedagogia das medidas [do programa de ajustamento]".
Quanto ao cenário macroeconómico do PS, Catroga elogia-o como uma "boa metodologia", considerando-o como "uma viragem do PS a caminho do centro político e de uma política económica de rigor que  nunca teve enquanto conduziu o Governo".
"É uma  viragem da política económica económica do PS a caminho do centrão político", destaca.
Para Catroga, apesar das projeções do cenário oferecerem riscos, nomeadamente orçamentais e de contas externas, entre outros, o cenário representa um conjunto de propostas que estão mais próximas do programa económico apresentado pelo Governo (o Programa de Estabilidade)."Dirá que está aí a um quilómetro de distância e afastou-se mil quilómetros das propostas dos segmentos políticos à esquerda do PS", concretiza.
Questionado ainda quanto às eleições presidenciais, Catroga cita uma lista de vários candidatos de várias áreas ideológicas, de acordo com o perfil que defende, de um "Presidente com experiência política, visão estratégica e perfil de independência dos aparelhos partidários".
Assim, na área do PSD, aponta Fernando Nogueira, Manuela Ferreira Leite e Marcelo Rebelo de Sousa, na do PS Luís Amado, António Vitorino e Guilherme de Oliveira Martins, e na dos independentes Artur Santos Silva, Carlos Monjardino, João Lobo Antunes, António Horta Osório e António Barreto.
E conclui: "Não tenho visão partidária da política, uma candidato fabricado pelos aparelhos partidários é mau". (LUÍSA MEIRELES)

terça-feira, 12 de maio de 2015

Catroga elogia Costa e diz: PSD "devia pedir desculpa aos portugueses"

Catroga e os cantos de sereia. À partida, as suas afirmações poderiam ser consideradas um ato de contrição, um remorso. Critica o "colossal aumento de impostos", em detrimento de uma "colossal redução da despesa". 
Elogia o programa de António Costa, "uma viragem do PS" (...) "a caminho do centrão político". 
É aqui que nasce a sereia do principal negociador do PSD com a Troika, o agora presidente do Conselho Geral da EDP, ao ritmo de meio milhão de euros ao ano pago em "renmimbis". É que António Costa não quer uma mudança para que tudo fique na mesma.
"Eduardo Catroga diz que o PSD devia ter feito uma autocrítica na aplicação do memorando da 'troika'. Em vez de um "colossal aumento de impostos" deveria ter existido uma "colossal redução da despesa".
O presidente da EDP Eduardo Catroga critica o PSD, que "devia pedir desculpa aos portugueses" por se ter atrasado no processo de redução de despesa pública e pela forma como aplicou o memorando da troika. 
Em entrevista ao jornal Público, o antigo ministro das Finanças de Cavaco Silva aproveita ainda para elogiar António Costa pelo que considera "uma viragem do PS" para o centro, embora tenha críticas a apontar ao documento Uma Década para Portugal.
Para o antigo ministro, o PSD "deveria ter feito uma autocrítica" pela forma como aplicou o memorando da troika, "herança que recebeu em meados de 2011". Catroga sublinha que em vez do "colossal aumento de impostos", deveria ter existido uma "colossal redução da despesa". Por isso, Eduardo Catroga disse ao Público que o PSD devia pedir desculpa aos portugueses.
Quanto ao Partido Socialista e ao documento Uma Década para Portugal, Catroga acredita que se trata de uma viragem do PS "a caminho do centrão político". Para o atual presidente da EDP, o documento está muito mais próximo do programa económico do Governo do que das propostas à esquerda do PS, embora lhe aponte algumas falhas.
Catroga considera que as propostas feitas no documento são de elevado risco, tanto a nível orçamental como no que toca às contas externas, "porque é um modelo que dá maior ênfase ao consumo privado do que o programa do Governo".

Ao Público, o ex-ministro das Finanças falou ainda nas características do seu candidato presidencial ideal, que deveria ter, entre outros traços, "grande experiência política e de vida", "boa formação humanista" e "boa formação económica". 
Catroga acrescenta ainda que o candidato deve ter "estabilidade emocional", e que deve ter independência dos aparelhos partidários e ser capaz de gerar consensos. "Não tenho uma visão partidária da política, muito menos quando se trata de eleger o Presidente da República", disse ao Público."

quarta-feira, 20 de março de 2013

TVI - Constança - Em que ficamos? Catroga e o PSD diziam que o memorando era bom!

Outra coisa extraordinária, é o Ministro das Finanças dizer que o programa da troika foi mal desenhado, perguntando-se como é possível dizer isto 2 anos depois; é uma tentativa inútil do MF em disfarçar o falhanço das suas políticas. 
Recorda que Eduardo Catroga disse que o programa era muito bom, que o PSD disse que o programa da troika era o seu programa e que até era modesto e queria ir mais além; o próprio MF e o PM vieram dizer que estávamos no caminho certo, o que mostra que o governo não tem caminho nenhum. 
Estamos a assistir, sub-repticiamente, a uma troca de acusações entre o governo e a troika; o governo tem grandes responsabilidades no caminho por que levou Portugal e o MF não tem, neste momento, credibilidade absolutamente nenhuma. O governo já não tem condições para continuar, chegámos ao fim do caminho.

sábado, 6 de outubro de 2012

CATROGA DIZ QUE PASSOS TEM DE IR AO NEFROLOGISTA

O 1º MINISTRO "PRECISA DE UM GOLPE DE RINS para chegar ao fim da legislatura."  O nefrologista não será certamente Paulo Portas. Oportuno, como sempre, Catroga assina por baixo o insucesso público de Passos Coelho.  Sem pudor, numa aproximação às teses do PS e do bom senso público - e contrariando o governo - diz que  a Caixa Geral de Depósitos não deve ser privatizada e quanto aos falhanços da austeridade explica que "O pecado original começa por ser técnico" refere, talvez em autocrítica (ou a decapitar Gaspar), o NEGOCIADOR PSD DA TROIKA!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

CATROGA: "DENTRO DOS PARTIDOS DO GOVERNO HÁ VÁRIO LOUCOS"


Rita Paz   
Síntese - "Dentro dos partidos do Governo há vários loucos, barões e baronesas" Eu estou de acordo! ... e continua: "Se alguém tiver de engolir sapos, pois então que engula" ... referindo-se à crise política que rebentou no seio da coligação governamental... e alerta Catroga que o plano de austeridade tem de ser revisto: "Temos de rever o plano. Este país está doido." Novamente de acordo. Só um LOUCO CONFIOU A CATROGA A NEGOCIAÇÃO DO MEMORANDO e depois o COLOCOU na EDP A 600 MIL por ano! QUE LATA!

Em declarações ao Económico, Eduardo Catroga diz que é preciso arrefecer os ânimos e “pôr Portugal acima de tudo”.
É preciso que isto arrefeça e pôr Portugal acima de tudo. Se alguém tiver de engolir sapos, pois então que engula", afirmou ao Económico Eduardo Catroga, referindo-se à crise política que rebentou no seio da coligação governamental devido à intenção de se mexer na Taxa Social Única (TSU).
"Dentro dos partidos do Governo há vários loucos, barões e baronesas e também na oposição. O agora presidente do Conselho Geral da EDP, e antigo conselheiro de Passos Coelho, que negociou com a ‘troika' em nome do PSD, diz que "a politica económica e financeira não pode ser concentrada numa ninharia", sendo que "neste momento o que é preciso é calma para analisar alternativas".
Para isso é preciso "fazer com que o PS, que levou o país à falência, não saia do barco", porque o "superior interesse do País exige concertação", continuou Catroga, admitindo ainda que, nesta matéria, "houve precipitação de ambos os lados, tanto do Governo como do PS".
O antigo ministro das Finanças reconhece que a estratégia do Governo no anúncio das novas medidas de austeridade "não foi a melhor" mas, no seu entender, António José Seguro também se "precipitou" ao anunciar o voto contra o Orçamento de Estado. "Estamos comprometidos com determinados objectivos, é fundamental que se cumpra e parece que queremos deitar tudo abaixo", alerta Catroga, para quem o plano de austeridade tem de ser revisto: "Temos de rever o plano. Este país está doido."


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

S&P - BAIXA O RATING DA EDP - O "ASSALTO" PSD/CDS ARRASOU A EMPRESA

E ARRASA OS NOSSOS BOLSOS - Catroga e Companhia (C&C) foram para a SUPERVISÃO da EDP. Diz-se que tomaram posse em "chinês", mas o que funcionou foi o popular "cartão relvas". Catroga, o dos 600 Mil ano, diz ao Expresso que nem sabe "como Celeste Cardona apareceu na LISTA", mas sabe como apareceu a sua sobrinha-neta. E o 1º MInistro lava as mãos como Pilatos. Os mercados não perdoaram, mas Nós é que pagamos a fatura. PASSOS diz que o PSD É UM "PARTIDO DE CAUSAS". Claríssimo!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

EDP - MAL ESTAR - FAMILIAR DE CATROGA É CONTRATADO


TEMO QUE TUDO VÁ ACABAR MAL - a ser verdade esta notícia do Público o 1º Ministro não se pode esconder no estatuto "privado e chinês" da EDP. O que está a acontecer na sociedade portuguesa é uma voragem nunca vista por parte do PSD. Creio que as pessoas poderão, um dia, esquecer os "bons costumes". NÃO HÁ LIMITES. APENAS HÁ POTE!

quinta-feira, 17 de maio de 2012

CATROGA QUER A TROIKA A PEDIR-NOS "POR FAVOR" PARA EMPRESTAR MAIS DINHEIRO!

Síntese - CATROGA, SALOIO DE OBSCENO SALÁRIO,quer fazer de nós parvos. CONFESSA que a ajuda financeira a Portugal deve ser REAJUSTADA mas que “Portugal nao deve pedir nem mais tempo nem mais dinheiro", porque “tem que ser a propria ‘troika' a chegar a essa conclusão. PORTANTO, vai pedir assim: OS SENHORES NÃO SE IMPORTAM QUE A "MALTA" VOS EMPRESTE MAIS DINHEIRO?

"(Lusa) Eduardo Catroga defendeu hoje que a ajuda financeira a Portugal deve ser reajustada, considerando que deve ser a ‘troika' a tomar essa decisao. “Portugal nao deve pedir nem mais tempo nem mais dinheiro", considerando que “tem que ser a propria ‘troika' a chegar à conclusao que alguns dos pressupostos tem que ser reajustados".
Aos que criticam a falta de medidas de apoios ao crescimento, o economista realcou que “é dificil no curto prazo conciliar austeridade com crescimento economico", defendendo que “erros acumulados em 15 anos" nao se resolvem em 15 meses".

quarta-feira, 21 de março de 2012

EDUARDO CATROGA, O DEUS JANO E A EDP! ...... E NÓS!

TAL COMO JANO era "o porteiro celestial, sendo representado com duas cabeças, simbolizando os términos e os começos, o passado e o futuro, o dualismo relativo de todas as coisas", TAMBÉM CATROGAtem 2 olhares sobre a EDP. Um antes - como negociador PSD no memorando, no progrma do seu governo, definindo as privatizações -  e outro agora, como PRESIDENTE da SUPERVISÃO da EMPRESA. Tudo feito em chinês pelo 1ºMinistro e PAGO EM PORTUGUÊS por todos nós!

Eduardo Catroga e a energia. O antes e o depois da EDP - Margarida Bon de Sousa

"Programa eleitoral do PSD, feito pelo ex-ministro de Cavaco e Carlos Moedas, apontava para a criação de mercados liberalizados e altamente competitivos. Eduardo Catroga lançou ontem mais umas achas para a fogueira das rendas pagas aos produtores de energia, ao considerar que o Estado regulador tem toda a autonomia para querer alterar regras de jogo, mas só depois de fazer contas com o Estado accionista.

De acordo com declarações feitas à SIC, o agora presidente do conselho geral de supervisão da EDP falou sobre a questão, que já provocou uma baixa no gabinete do ministro da Economia, defendendo que “os accionistas da empresa já pagaram estes contratos. O seu valor económico foi incluído no preço das acções que o Estado vendeu na primeira, segunda, terceira, quarta, quinta, sexta, sétima e oitava fases. A empresa é alheia a este problema. É um problema entre o Estado accionista e o Estado regulador”.

O ex-ministro das Finanças de Cavaco disse ainda que é preciso definir o que são “rendas excessivas”, admitindo que “existem outras em vários sectores da economia nacional, fruto de políticas erradas durante muitos e muitos anos”.

Mas enquanto relator do programa de governo do PSD para as últimas eleições, o então braço-direito de Pedro Passos Coelho protagonizava uma posição muito diferente. Juntamente com o agora secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, preconizava uma “nova política energética que seja mais equilibrada e direccionada para a resolução dos problemas actuais das empresas, das famílias e do país no seu conjunto”.

Como? “Garantindo um modelo energético de racionalidade económica e incentivos verdadeiros aos agentes de mercado, adoptando uma trajectória de redução dos défices tarifários, visando no médio prazo a sua eliminação e procedendo a uma sistemática e rigorosa reavaliação dos projectos de investimento existentes.”

Os dois economistas defendiam ainda a promoção da “competitividade, a transparência dos preços, o bom funcionamento e a efectiva liberalização de todos os mercados energéticos (electricidade, gás natural, combustíveis e restantes derivados do petróleo)”.

Outro ponto incluído no documento do PSD: garantir fontes de energia final a preços relativamente competitivos, contribuindo para reduzir os custos intermédios das empresas e aumentar a sua competitividade nos mercados internacionais.

Mercados energéticos liberalizados, altamente competitivos, com mecanismos transparentes de fixação de preços e uma regulação estável e bem aplicada eram então a bandeira do PSD para as eleições que acabou por vencer.

Agora, Catroga considera que não se pode é centrar todas as atenções na EDP, que está a “ser objecto de uma campanha”, disse à SIC. “Em vez de quererem olhar para a floresta, querem apenas atacar a árvore ou alguns dos seus ramos. Se eu fosse governo”, acrescentou, “a minha recomendação era, vamos analisar todos os custos de interesse económico geral: desde a co-geração aos pagamentos às câmaras municipais, aos subsídios, às regiões autónomas da Madeira e dos Açores, aos subsídios às renováveis, aos chamados contratos de aquisição de energia… Todas essas situações têm de ser escrutinadas"

sábado, 21 de janeiro de 2012

CATROGA: "FALTAM 20 000 MILHÕES NO RESGATE A PORTUGAL". JÁ COMEÇOU A "PSICO" DO FRACASSO!

Elisabete Felismino
Eduardo Catroga disse hoje que Portugal precisa de 20 mil milhões além dos 78 mil milhões de euros acordados com a 'troika'.
O ex-ministro das Finanças de Cavaco Silva afirmou hoje que Portugal "já esgotou a sua quota" com o Banco Central Europeu (BCE). "Não podemos contar com o BCE nos próximos tempos, já temos 25 mil milhões do BCE, correspondem 6% do total".
Para Catroga, que falava durante o congresso da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), "faltam 20 mil milhões de euros" no programa de ajuda financeira, além dos 78 mil milhões previstos. "15 milhões para reestruturação das nossas empresas públicas e 5 mil milhões para pagamento a fornecedores". Esta é a verba necessária para que o "Estado consiga libertar recursos". "Vamos ver como o fazer já que a banca internacional bateu as assas e tem que ser os bancos nacionais e o Tesouro", adiantou.
O gestor, um dos autores do programa do actual Governo defendeu ainda que Portugal tem que "aceitar uma perda de autonomia orçamental porque é necessária mais integração fiscal e financeira. Estas indecisões levam os investidores a considerarem o aumento de risco e as agências a baixarem o nosso rating"."Sozinhos não vamos lá"
Catroga acredita que Portugal precisa que um "conjunto de gurus, nacionais e internacionais, que nos ajudem a definir um programa bem estruturado para apresentármos internacionalmente". Porque assegura: "Sozinhos não vamos lá".
Em relação ao acordo em sede de concertação social que foi assinado na passada quarta-feira entre Governo, patrões e UGT, para as novas regras no mercado de trabalho, o economista diz que ainda não analisou o referido documento, afirmando apenas: "Vamos vez se o acordo é de qualidade desta vez. Ainda não o analisei"

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

CATROGA - ESTOU SEGURAMENTE NO TOP 10 DO IRS NO PAÍS!

Económico
Num artigo hoje publicado no Diário Económico, Eduardo Catroga volta a defender-se das críticas contra a sua nomeação para o conselho geral e de supervisão da EDP.
"Os critérios chave que levaram à minha escolha foram dois: a minha experiência de topo a nível estratégico em grandes empresas nacionais e estrangeiras; o facto de já ser membro do dito CGS", escreve o antigo ministro, referindo também que "o meu amigo Pedro Passos Coelho foi informado por mim em momento posterior ao convite que recebi dos accionistas principais [da EDP]".
Sobre o salário que vai auferir na eléctrica, Catroga diz que "não sei se irei ganhar mais na EDP do que ganho já hoje", lembra que esse rendimento será taxado em 50% e afirma que "sempre paguei impostos no escalão máximo e estou seguramente no TOP 10 em matéria de IRS no País".
O gestor diz também ter "valor de mercado internacional desde os meus 31 anos, quando fui escolhido pela minha competência para administrador da CUF (então o maior grupo económico português)".

domingo, 15 de janeiro de 2012

EDUARDO CATROGA GANHA SOZINHO O PÃO DE 106 FAMÍLIAS (in Diário de Viseu)

Há um problema de autoridade no governo ou então há a honra perdida do 1ºMinistro que a afirmara em campanha dizendo que, com ele, Pedro Passos Coelho, não existiria a promiscuidade entre o partido e o Estado com as nomeações.

Se não está em causa esta segunda questão, a primeira é igualmente grave, porque significa que já “não tem mão” nos membros do seu executivo.

Vejamos um exemplo de promiscuidade política entre dois autarcas e uma holding do Estado que soma à tentativa de interferir num processo judicial e, também, num processo de privatização. Interferir como? Vamos ler:
Manuel Frexes e Álvaro Castello-Branco, autarcas do PSD e CDS, respectivamente, são os dois novos administradores da holding Águas de Portugal. O primeiro é presidente da câmara do Fundão e o segundo vice-presidente da câmara do Porto.
Manuel Frexes é também presidente da câmara do Fundão, eleito pelo PSD e a autarquia tem neste momento, segundo o «Expresso», vários processos em tribunal, por causa de uma alegada dívida de cerca de 9 milhões de euros às Águas do Zêzere e Côa, empresa do grupo Águas de Portugal. Álvaro Castello Branco é o responsável pela privatização das águas do Porto, ficando em situação de “excelência” no processo.
Vejamos agora dois exemplos de pagamento de favores.
Primeiro o da Caixa Geral de Depósitos em que sublinho apenas alguns dos nomes. António Nogueira Leite (conselheiro económico de Pedro Passos Coelho), Norberto Rosa (ex-secretário de estado em governos de Cavaco e Durão), Nunes Fernandes Tomaz (ex-secretário de estado Santana Lopes), Manuel Porto (presidente da assembleia municipal de Coimbra) e Rui Machete (ex-presidente do PSD). A outra realidade é que o órgão passou a ter mais quatro administradores. Dizem que, mesmo assim, se pouparam 4000 € mês através de uma diminuição de salários ou seja, redistribui-se entre todos, mas se não os tivessem nomeado POUPAVAM 70 000 € mês! Cada um ficou com um vencimento direto de 17 000 euros (fora carro, cartões e outras regalias).
O segundo exemplo é ainda mais acutilante, porque revela, além de clientelismo, amiguismo. Os nomes são por demais conhecidos e não entrarei em detalhes. Eduardo Catroga, Celeste Cardona Paulo Teixeira Pinto, Rocha Vieira, Braga de Macedo e Ilídio Pinho são alguns dos nomes propostos à Assembleia Geral de Acionistas para integrar o Conselho de Supervisão da EDP.
Só Eduardo Catroga vai ganhar, segundo a imprensa, 630 000 euros por ano (fora o resto, as regalias do lugar). Para percebermos o que isto significa basta pensar que é tanto como o que ganham, igualmente num ano, todos os 106 trabalhadores de uma qualquer empresa. Mais grave é o fato de ter sido negociador com a Troika e, portanto, codecisor.
Esta é a moral política e social do atual primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. Ele acha bem tudo isto e que, também, EDUARDO CATROGA GANHE SOZINHO O PÃO DE 106 FAMÍLIAS.
DV 2012-01-11

sábado, 14 de janeiro de 2012

EXRESSO - CATROGA - NÃO SEI COMO CELESTE CARDONA APARECEU NA LISTA

UM ESCÂNDALO AINDA MAIOR do que se pensava. Catroga incontinente põe Portas e Cardona em "xeque-mate":

"Não sei como Celeste Cardona apareceu na lista"

UM REGABOFE. O 1º MINISTRO PERDEU A AUTORIDADE OU A DECÊNCIA

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

CATROGA - HENRICARTOON VÊ-O ASSIM: O "PENTELHO NO TACHO"

CATROGA TROIKA SEM PARAR -  o homem de confiança do 1º Ministro, negociou a queda do governo do PS, negociou com a Troika tudo e mais alguma coisa e depois foi-se ao "TACHO DA EDP", mais 5 MAGNÍCICOS DO PSD E CDS.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

DE QUE SE QUEIXA MARCELO REBELO DE SOUSA?

Eduardo Catroga foi de férias até ao Brasil. Pelos vistos, o apelo do Presidente da República "faça férias fora, cá dentro" já nem pelos seus é ouvido.

No entanto, Marcelo Rebelo de Sousa disse ter sido uma coisa boa. Catroga, longe de Portugal  e do PSD

É que, segundo Marcelo, com ele por perto não há liderança que se aguente e passou a ser uma esperança para a estabilidade do discurso de Passos Coelho.

Criticou mesmo o facto de em 7 dias ter dado 7 entrevistas, todas elas diferentes das afirmações do Presidente do partido.

Mas não foram estes os cabelos brancos que negociaram o orçamento com Teixeira dos Santos, registado mesmo em telemóvel? Não foi ele que teorizou o derrube Governo? Não tem sido ele o autor de um novo léxico capilar? Não tem sido ele o " escolhido" para Ministro das Finanças?

Então, de que se queixa Marcelo, o isentíssimo comentador de Domingo?

quarta-feira, 4 de maio de 2011

ANEDOTAS DO DIA - CATROGA, PASSOS COELHO, "Negociação foi essencialmente influenciada" pelo PSD

Eduardo Catroga: "Negociação foi essencialmente influenciada" pelo PSD

Foi às televisões, depois da 5ª Carta, dizer que não conhecia os termos do acordo e só hoje vai ter uma conversa formal com a "Troica", tal como os outros partidos, mas afirma, como quem bebe um copo de água, que a "Negociação foi essencialmente influenciada" pelo PSD.

Na dita 5ª carta, e nas quatro anteriores, ficionava que não conhecia  "as contas", as mesmas que tinham sido validadas pelas instâncias internacionais, que são públicas, mesmo depois do ex-presidente do PSD e 1º Ministro, Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, e o Banco Central terem dito que a prestação de contas em Portugal sempre foi transparente.
 
Este era, certamente, um espetáculo desnecessário por tão desprezível e deprimente para os próprios, em termos políticos pessoais, mas também para Portugal e os portugueses que não mereciam este apoucamento internacional
 

terça-feira, 3 de maio de 2011

CATROGA, O "CARTEIRO"

Eduardo Catroga entregou mais uma carta ao Governo. Passou de negociador a carteiro, profissional que garante a entrega da mensagem.

Só que este carteiro faz uma finta e, em vez de garantir o diálogo com o Governo, manda a mensagem ao eleitorado, ou seja: pretende passar a ideia, falsa, de que o Executivo não lhe presta as informações necessárias.

Infoexcluído, possivelmente, não consegue ler nada das contas que as instituições internacionais já leram e validaram. Pode procurar um Centro de Novas Oportunidades e talvez exista uma solução para esta caso.

Ou, então, trata-se de desonestidade intelectual, comporta-se como fingidor, um "verdadeiro artista", da rádio, tv e cassete pirata!

É o PSD no seu melhor, tentando colocar Portugal no seu pior.

E Passos Coelho continua a não perceber que já, há muito, não está a fazer oposição ao Governo, nem a José Sócrates. Está, isso sim, com a estratégia do "carteiro" a fazer oposição ao país e aos portugueses.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

PARA SALVAR A PRÓPRIA PELE, A DE PASSOS COELHO

A TROICA DA IRRESPONSABILIDADE
O PSD persiste no seu radicalismo. Desta vez foi Aguiar Branco, a rogo de Passos Coelho, que veio dizer, novamente, que com José Sócrates não há acordo possível.
E o próprio líder do PSD, tentando salvar a própria pele, vem ensaiar a ideia de que uma “ajuda externa”, pedida há mais tempo, pouparia dinheiro aos portugueses.
O que verdadeiramente pouparia mais sacrifícios aos portugueses era ter aprovado o PEC IV como agora todos já concluíram.
Portugal foi o único país europeu em que a oposição, liderada pelo PSD, na Assembleia da República, chumbou o Pacto de Estabilidade e Crescimento, sem qualquer alternativa e assinando a  ideia de que não estava disponível para acompanhar todos os outros paíse no esforço de consolidação orçamental.
Rápido a destruir e lento, muito lento, a construir, o PSD ainda não anunciou qualquer medida com duração superior a 48h.
Em completo desnorte e em plena descompensação política Passos Coelho entregou-se nos braços orçamentais de Eduardo Catroga, um “predador” da coisa pública, da sensatez e até da boa educação.

domingo, 1 de maio de 2011

CATROGA E A “GOLDEN SHARE” COR-DE-LARANJA

Eduardo Catroga falou às televisões contra os governos do PS e, de modo particular, contra José Sócrates, sem esquecer António Guterres. Transpirava uma raiva e um acinte incontidos. Transportava no olhar um brilho despeitado como há muito não via. Fez mal. As atitudes e as falhas de memória não perdoam.

Lembrou-se de António Guterres, mas esqueceu-se do “pai do monstro”, nome de baptismo com que Miguel Cadilhe imortalizou o telúrico aumento salarial de toda a administração pública, exactamente num governo do PSD. Foi o maior aumento da despesa pública que alguma vez aconteceu e que ficou “fixa” para todo o sempre. Mas valeu uma maioria absoluta!

Ele que foi ministro de um governo PSD esqueceu-se de quem inventou um subsídio de férias para os reformados. Toda a gente compreende que quem se reforma precisa de passar férias. E Catroga também compreendeu. E assim se entende que só Portugal e o Luxemburgo, no mundo, sejam os dois únicos países a pagá-lo. Não há dúvida que os alemães, os finlandeses, os americanos e quejandos sejam uns desalmados.

Esqueceu-se do seu companheiro de partido e de governo Oliveira e Costa ou do Conselheiro de Estado Dias Loureiro ou de toda a equipa que, desde tempos imemoriais, conduziu todos os negócios do Estado que incluíram a criação de uma SLN e de um BPN. Estas duas agências de negócio produziram multimilionários, sucessos estonteantes na bolsa, para alguns, e um desastre financeiro para Portugal de dimensões excêntricas.

Esqueceu-se de que a “juventude rasca” foi uma expressão adjectiva de um governo PSD e que ontem, na televisão, não deveria ter confundido com o que os “media” designaram por “juventude à rasca”, coisa bem diferente.

Incentivou mesmo, sempre esgrimindo as ofensas políticas e pessoais, que os jovens portugueses enviassem José Sócrates a tribunal, esquecendo-se de todos os seus companheiros das empresas e dos que lideraram as transformações na Banca e nos sucedâneos da CUF, desde os governos constitucionais.

Eduardo Catroga estava outro. Foi o que me pareceu na televisão. A fúria perturba as ideias e dificulta o fluir das palavras. Ficam sem se perceber. Não têm sentido. Perpassa por esta imagem uma impotência intelectual e ausência de pleno discernimento. Uma tragédia para um jovem líder que o apresenta como a “mãe de todas as soluções” e que se entregou nos seus braços orçamentais.

Tudo faz sentido, não há dúvida! Votaram contra um PEC IV, porque era “fraco” e queriam um PEC “forte”, com mais sacrifícios – e vamos tê-lo, com razões cor-de-laranja – e agora começam as promessas melífluas.

E Passos Coelho já começou a prometer: não haverá reduções salariais, nem despedimentos na administração pública, dizendo que, afinal, Marques Mendes, que preconizara a saída de duzentos mil funcionários com a ajuda dos dinheiros comunitários, é coisa do passado, tal como o IVA a 25%, a privatização da CGD, os contratos verbais ou os despedimentos sem justa causa, a somar à privatização da saúde e da segurança social.

Eduardo Catroga, no governo, continuou a engordar a máquina do Estado, como se sabe, e mais algumas personalidades foram tocadas por esta “dieta” de sinal contrário.

O que lhe queria dizer é que nas democracias, ao contrário das ditaduras, as eleições existem para avaliar a “acção dos escolhidos” e a justiça, ainda que lenta, é feita pelos tribunais, e está a acontecer.

Finalmente, deixo claro a Eduardo Catroga que todos sabemos quem na comunicação social, na administração, nas empresas e na banca detém a “golden share” cor-de-laranja.