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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Marques Mendes - Vitor Gaspar faz dos portugueses parvos


O QUE O PSD DIZ DO PSD - (Condições do Eurogrupo) - "Houve uma reviravolta (após o que disseram Juncker e Gaspar) em que saem todos mal na fotografia: a UE deu o dito pelo não dito - o governo saiu-se mal ... passando a sensação de subserviência em relação à Alemanha - Vítor Gaspar, que em vez de uma atitude de humildade e verdade, insinuou um equívoco, fazendo dos PORTUGUESES PARVOS OU ATRASADOS MENTAIS".
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É uma grande confusão e uma questão mais séria do que se pensa. Houve uma reviravolta (após o que disseram Juncker e Gaspar) em que saem todos mal na fotografia: a UE deu o dito pelo não dito e passou uma mensagem profundamente errada de só ajudar os países que não cumprem (a Grécia); o governo saiu-se mal no plano da atitude, passando a sensação de subserviência em relação à Alemanha, e no plano da explicação do MF, que em vez de uma atitude de humildade e verdade, insinuou um equívoco, fazendo dos portugueses parvos ou atrasados mentais; se houve confusão foi o MF que a criou e é assim que os ministros perdem credibilidade e as pessoas perdem confiança nos ministros.
O PR quis fazer demarcação hábil e cuidadosa do governo, vindo dizer que não é por a Alemanha ter dito isto que não devemos negociar; o governo percebeu a necessidade de arrepiar caminho em função da posição do PR.
Pensa que vamos ter várias destas condições (acordadas para a Grécia), não agora mas mais tarde.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

PS quer Eurogrupo a ajudar Portugal, aliviando os sacrifícios dos portugueses

O PS considerou hoje "completamente descabido" que o Eurogrupo não aprove "medidas de alívio dos sacrifícios" para Portugal, sublinhando que o país "tem cumprido" e os credores e os mercados não podem ter menos "confiança" por causa disso. Em declarações aos jornalistas após uma reunião do secretariado nacional do PS, o dirigente do partido Eurico Brilhante Dias sublinhou que em Portugal está a ser aplicado um programa de austeridade "custe o que custar" e que "tudo tem sido feito" para cumprir uma meta, a do défice, que hoje se sabe que não será cumprida. O PS, sublinhou, não defende que "todas as medidas que têm vindo a ser debatidas sejam aplicadas ao caso português": os socialistas defendem que "há medidas que podem ser úteis e não esperam dos parceiros europeus outra atitude que não seja a de olhar para uma economia, para uma sociedade que em esforço em grande esforço, vem implementando medidas de austeridade e, olhando para esse sacrifício, diga que uma medida de alívio possa fazer com que os seus credores tenham menos confiança em Portugal". "Os portugueses têm cumprido, é pena que o Governo tenha falhado, quer no défice, quer na dívida, mas os portugueses têm cumprido e merecem um sinal claro do Eurogrupo", acrescentou. No início da sua declaração, Eurico Brilhante Dias referiu-se aos dados conhecidos hoje do Eurostat sobre a pobreza e sobre insolvências de empresas e ao relatório da Unidade Técnica de Apoio Orçamental sobre a execução orçamental até outubro para concluir que Portugal “vive à beira de uma pré-rutura económica e social