Mostrar mensagens com a etiqueta Presidenciais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Presidenciais. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Guterres apoia Maria de Belém a "Belém"

Terminado o mandato como alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), António Guterres está livre para anunciar o apoio à candidatura presidencial de Maria de Belém Roseira. 
Ao que o Diário Económico apurou, esse anúncio deverá ser feito nos próximos dias. Maria de Belém foi por duas vezes ministra nos governos de António Guterres - primeiro na Saúde e depois na Igualdade (...)

No momento em que Guterres cessa o mandato como ACNUR, o PS manifestou “profundo orgulho” pela forma como o seu ex-líder desempenhou o cargo, considerando, numa nota pública, que aumentou de forma “assinalável” o prestígio de Portugal. “António Guterres deixa no fim deste seu mandato um importante legado na defesa dos refugiados e dos Direitos Humanos, com um nível de recursos e de protagonismo que até então o alto comissariado para os Refugiados não possuía”, reforça o PS. 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Presidenciais: Vera Jardim apoia Maria de Belém

Apoiante de António Costa, José Vera Jardim anunciou ontem que apoia a candidatura de Maria de Belém à Presidência da República.

E diz que só se pronunciou sobre o assunto porque a sua amiga de longa data foi acusada de ser uma "candidata de fação". 

De facto, os que se sentiram incomodados fizeram essa insinuação medíocre, muito própria de quem pretende ignorar que a iniciativa vem da sociedade civil e envolve pessoas de todos os quadrantes políticos.

Como lembrou Manuel Alegre "A candidatura de Maria de Belém é, em si mesma, um ato de coragem cívica, essencial a qualquer combate político. Partindo da esquerda socialista, terá a abrangência e transversalidade indispensáveis a uma candidatura vencedora".



.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Maria de Belém é candidata, mas a uma só voz com Costa na 1ª prioridade: legislativas

Marçal Grilo (ex-ministro da Educação), Joshua Ruah (médico), António Rendas (Reitor), Nuno Júdice (escritor), Fernando Correia (jornalista), Jorge Armindo (reitor), Marta Crawford (sexóloga), Manuel Alegre, Luís Reto (reitor), entre muitos outros nomes, são apoiantes da candidatura de Maria de Belém.

António Costa e Maria de Belém estão a uma só voz quanto à prioridade das legislativas e vão concentrar os seus esforços nesse sentido. 

Também militantes socialistas, de todo o continente e ilhas, que tiveram posições diferentes no apoio ao atual secretário-geral, estão juntos no apoio a Maria de Belém.

A direção do PS não exprimiu ainda apoio a qualquer das candidaturas e, segunda a mesma, até poderá não o fazer, deixando total liberdade na decisão aos militantes do PS.




segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Presidenciais: Henrique Neto continua impetuoso e ressabiado.

O às vezes socialista Henrique Neto, com a má educação que se lhe conhece (não é frontalidade), atacou Maria de Belém, num estilo bem ao contrário de Sampaio da Nóvoa que saudou a sua possível entrada na corrida presidencial. 
Ora, Henrique Neto nunca perdoou ao PS (António Guterres) não ter sido convidado para ministro e, a partir daí,  até hoje, não acertou uma, talvez porque utiliza sempre o mesmo molde. Não se estranha, pois, que nas sondagens os portugueses consideram mais Maria de Belém do que ao próprio.
A frustração turvou-lhe a lucidez e vai daí, possuído pela ira que o caracteriza,  tenta acusar - em estilo que não o ilustra  a ex-Presidente do PS de nunca ter feito alguma coisa "na política e na vida". Deve referir-se a moldes, certamente, porque Maria de Belém, goste-se ao não, candidata ou não, sempre teve vida própria, sempre foi uma mulher de causas e tem obra e serviço público reconhecidos em todo o país. 
Para discordar de Henrique Neto não é necessário desvalorizar o seu trabalho, não só pelo sucesso empresarial que se lhe reconhece ou pela inovação que sempre procurou e cultiva. Basta apenas dizer, no plano das ideias, o que o distingue ou aproxima dos outros.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

(Sond) Presidenciais - Maria de Belém a candidata preferida à esquerda

Maria de Belém é a candidata presidencial preferida à Esquerda, segundo a sondagem da Aximage para o "Negócios" e "Correio da Manhã". 
A deputada do PS é escolhida por 32,4% dos inquiridos, ficando-se Sampaio da Nóvoa pelos 25,9%. Guilherme de Oliveira Martins, presidente do TdC, foi escolhido apenas por 18,1%. À Direita, Marcelo Rebelo de Sousa surge destacado, sendo o preferido de 46,2%.

"Maria de Belém é a preferida dos portugueses como candidata da esquerda às presidenciais, ficando à frente do ex-reitor da Universidade de Lisboa, Sampaio da Nóvoa. À direita, Marcelo Rebelo de Sousa não tem rival, batendo claramente a opção pelo ex-autarca Rui Rio. Veja quem vai à frente na corrida para as presidenciais A confirmarem-se as candidaturas, o duelo esquerda-direita será entre o ex-líder do PSD e a antiga presidente do PS. Segundo uma sondagem CM/Aximage, realizada entre os dias 12 e 16, de três possíveis candidatos da esquerda, a preferência vai para Maria de Belém (32,4%) contra 25,9% em Sampaio da Nóvoa e 18,1% de Guilherme d’Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas. 
Maria de Belém, que ainda não decidiu se avança e já leva 6,5 pontos de avanço em relação a Sampaio da Nóvoa, no terreno há quase três meses, e com o apoio dos três ex-Presidentes: Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio. A ainda deputada socialista recusou ontem comentar o resultado da sondagem ou confirmar se avança com uma candidatura. 
No entanto, o CM sabe que tem recebido muitos incentivos. Consolidado como candidato da direita está Marcelo, com 46,2% das preferências, contra 36,7% em Rui rio (uma diferença de 9,5 pontos), seguindo-se depois Durão Barroso, que recolhe apenas 6,5%. Marcelo já disse que só tomará uma decisão após as legislativas, mas Rui Rio poderá fazê-lo já em setembro". 

domingo, 19 de julho de 2015

Exp. Presidenciais - "Costa tentado a não apoiar ninguém à primeira volta"

Não deixa de ser curiosa a convicção intensa que levou a direção do PS a apoiar Sampaio da Nóvoa e, depois, tocar a campainha para o intervalo ... para ver como param as modas. A hipótese de uma mulher, socialista, Maria de Belém, ser candidata fez tremer tudo! Marcou pontos!

"PS. Costa enfrenta uma "pressão fortíssima". Há quem ache que nóvoa representa uma divisão brutal e empurre Maria de Belém par a corrida. Costa tentado a a não apoiar ninguém à primeira volta

A semana foi de alta pressão e a divisão no PS tornou-se “brutal”. Em menos de 24 horas, António Costa teve de repetir duas vezes que a prioridade são as legislativas, para evitar que as presidenciais “minassem (ainda mais) a discussão”. No início da semana, Carlos César, o presidente dos socialistas, encontrou-se com Sampaio da Nóvoa para lhe garantir o apoio do partido na corrida a Belém. E que um sinal seria dado depois de fechadas as listas para as legislativas, na reunião da comissão política da próxima terça-feira. A conversa foi reproduzida na comunicação social e provocou reação imediata nas hostes de Maria de Belém, que viram nesse encontro e na sua divulgação “uma tentativa de esvaziar uma candidatura alternativa”. Passaram ao contra-ataque e decidiram, mesmo, apostar na corrida.
Ao longo da semana, a ex-presidente do PS multiplicou-se em encontros com vários dos seus apoiantes, onde já se contam “além de muitos socialistas, gente da academia, da igreja e até do CDS e PSD”. O que reforça a ideia que Belém é mais abrangente do que Nóvoa, o candidato que muitos socialistas consideram estar a empurrar o PS perigosamente para a esquerda. “As maiorias ganham-se ao centro”, diz um apoiante da socialista. Basílio Horta lembra que Nóvoa, até agora, só tem o apoio oficial do Livre, e, por isso, “é claro que não o posso apoiar, não me insiro nessa linha”.
Além da ala ‘segurista’ — Álvaro Beleza, Eurico Brilhante Dias, João Ribeiro, João Proença, entre outros —, na lista de apoios de Belém já se contam outros destacados socialistas como Francisco Assis, Vera Jardim e o mais certo é que Manuel Alegre também se inclua no rol. São amigos de longa data, e Belém foi mandatária nacional da candidatura de Alegre à presidência. Todos têm mantido contactos regulares com a pré-candidata. Não existe ainda uma estrutura organizada, mas a máquina começa a rolar.

“Não pedi apoio a ninguém”

Se os apoios são já expressivos, a sondagem, publicada na semana passada, que a dava a oito pontos de Sampaio da Nóvoa, fez o resto. Maria de Belém, asseguravam várias fontes do seu núcleo duro ao Expresso, está “pronta a avançar”. Mas agora a prioridade é de apenas marcar terreno: “Ela deverá falar depois da comissão política de dia 21, para dar um sinal claro.” Não irá dizer que é candidata, mas vai manter a bola no ar, respeitando a “disciplina partidária: a prioridade são as legislativas”. Ou seja, o avanço formal ficará mesmo só para depois das eleições.
Ao Expresso, Maria de Belém confirma: “Quero empenhar-me muito nas legislativas.” E assegura que “está serenamente” a fazer o seu trabalho enquanto “há cada vez mais gente a abordar-me para ser candidata”.
E mostra sinais de incómodo com o que lhe chega do campo adversário. “A minha preocupação não é com as indiretas que me mandam”, diz, acrescentando que ao contrário de outros “não pedi o apoio a ninguém”. Garantindo que não está a “fazer fratura nenhuma no PS”, até porque o que quer é “contribuir para o interesse geral”, devolve a farpa aos que “estão mais concentrados no seu interesse individual”. O frisson é evidente. Entre as tropas de Belém já se fala de Sampaio da Nóvoa como um “candidato de fação”. “Está a haver uma divisão brutal por causa do professor”, garante ao Expresso um destacado socialista.

O que fará Costa?

No início da semana, Maria de Belém e António Costa tiveram uma longa conversa. Falaram sobre as listas e “sobre muita outras coisas”. Costa anunciou que Belém ficava como primeira suplente em Lisboa, desistindo de ser cabeça de lista pelo Porto com lugar garantido no Parlamento. Era o primeiro sinal de que a deputada queria ficar livre para assumir outros desafios políticos.
Nesse dia, Costa passou a ter não um, mas dois problemas. De um lado Sampaio da Nóvoa com o apoio, difícil de contornar (e confrontar) dos três ex-presidentes da República. E do outro, uma socialista, ex-presidente do partido, mulher, e que tem entrada natural no eleitorado do centro esquerda. “É a melhor candidata para bater no Marcelo”, acredita um apoiante. O líder, que continua a recusar tomar uma decisão sobre o apoio presidencial, estará a pensar numa outra via. “Ele pode estar inclinado para que o partido não apoie ninguém na primeira volta.” Costa, confirmam ao Expresso, disse-o esta semana a duas pessoas. E apesar de ser algo nunca visto no PS, como sublinha Ferro Rodrigues (ver entrevista pág. 12), Carlos César também já admitiu essa possibilidade.
Belém assume: “há cada vez mais gente a abordar-me para ser candidata” e que não está “a fazer fratura nenhuma”
Tudo vai depender do resultado das legislativas. Nos cenários traçados ao Expresso por dirigentes socialistas, se Costa tiver uma maioria absoluta, “pode até fazer um congresso para escolher o candidato. Ele estará forte e ninguém o vai questionar”. Mas se o resultado for frágil, e o deixar diminuído dentro do partido, “a última coisa que ele vai querer é que as presidenciais sejam mais um problema”. E, nesse caso, pode dar liberdade de voto.
Do lado de Sampaio da Nóvoa a campanha decorre e tenta passar a ideia de normalidade e que mesmo sendo independente conta com os trunfos mais fortes: Mário Soares, Jorge Sampaio e Ramalho Eanes. Mas também com inúmeros dirigentes e ex-governantes socialistas desde Ana Jorge a Augusto Santos Silva, passando por Gabriela Canavilhas e João Cravinho. O ex-ministro das Obras Públicas defende Nóvoa como “um bom candidato” e até como o “preferente em termos eleitorais”.
A principal crítica de que Nóvoa tem um discurso demasiado à esquerda e que continua a ser um desconhecido, apesar dos esforços de pôr a campanha no terreno, é rebatida pelas hostes do ex-reitor. Uma sondagem encomendada pela candidatura de Nóvoa — e dada a conhecer à direção do PS — deu ânimo, ao mostrar que o professor está apenas a cinco pontos dos seus potenciais adversários à direita. Sejam eles Rui Rio ou Marcelo Rebelo de Sousa. “Para quem é apresentado como um ilustre desconhecido, não parece nada mal”, diz ao Expresso fonte da candidatura.

A sondagem revela ainda que características como a seriedade e a independência face a partidos políticos ou ao poder financeiro são os aspetos mais valorizados entre o eleitorado na escolha de um Presidente da República, características que são sublinhadas no perfil traçado pelos inquiridos a Sampaio da Nóvoa". (Bernardo Ferrão e Rosa Pedroso Lima)

sábado, 11 de abril de 2015

António Guterres desfaz a névoa: não é candidato a ser candidato às presidenciais de 2016

Em entrevista à Euronews, noticiada em exclusivo pelo Expresso, o antigo primeiro-ministro diz: "Não sou candidato a ser candidato". Reforça ainda que estar na ONU é o que gosta mais de fazer.

António Guterres colocou-se completamente de fora da corrida a Belém numa entrevista dada à televisão Euronews e noticiada em exclusivo pelo Expresso. “Não sou candidato a ser candidato. Sempre me interessei pelo serviço público e pretendo continuar a fazê-lo, mas o que gosto mais de fazer é o tipo de função que tenho atualmente, que permite ter uma ação permanente e direta a sobre o que se passa no terreno”, diz o antigo governante, dando a entender que pretende mesmo avançar para a liderança da ONU.

Em janeiro, Guterres tinha dito ao Expresso que era livre de decidir a sua vida e o Público adiantou que já teria recusado o convite três vezes. Agora, o socialista vem afirmar que não se vai candidatar à presidência, preferindo manter-se em funções similares às que ocupa atualmente na ONU, Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados – uma indicação que poderá estar a preparar a sua candidatura a secretário-geral a ONU.

Não sou candidato a ser candidato. Sempre me interessei pelo serviço público e pretendo continuar a fazê-lo, mas o que gosto mais de fazer é o tipo de função que tenho atualmente, que permite ter uma ação permanente e direta a sobre o que se passa no terreno. Isso não corresponde a outras funções, que são muito importantes do ponto de vista do equilíbrio de um país, de garantir a sua estabilidade, mas que não permitem a mesma ação diária para ajudar pessoas que precisam dramaticamente de ajuda, do nosso apoio”, afirma agora Guterres em entrevista ao canal de televisão Euronews e que foi esta tarde divulgada pelo jornal Expresso – a entrevista na íntegra será transmitia esta noite neste canal.

A entrevista foi concedida à Euronews esta semana, quando Guterres esteve reunido em Bruxelas com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker. Apesar de ter preferido evitar as perguntas dos meios e comunicação nacionais, Guterres respondeu perante as câmaras da Euronews. A afirmação surge numa altura em que vários candidatos estão a avançar com as suas intenções de suceder a Cavaco Silva e quando muitos socialistas pediam a António Guterres que também avançasse.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

António Guterres pode mesmo ser candidato a Presidente da República

António Guterres pode ser candidato à Presidência da República, segundo a imprensa.  Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, funções que desempenha desde 2005, deve terminar o seu mandato em meados de 2015. É um dos portugueses mais prestigiados e, como tal, é reconhecido em todas as organizações mundiais. Profundamente humanista, dedicou toda a sua vida ao serviço dos outros, sobretudo daqueles mais pobres e necessitados. A confirmação da sua candidatura seria uma excelente notícia para Portugal.

Photo: Angelina JolieAntonio Guterres em Lampedusa
Licenciado em Engenharia Electrotécnica, pelo Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, com média final de 19 valores, foi Secretário-geral do Partido Socialista entre 1992 e 2002, tendo sido deputado à Assembleia da República, pela circunscrição eleitoral de Castelo Branco; foi Presidente da Comissão Parlamentar de Demografia, Migrações e refugiados da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa em 1983, Primeiro-ministro dos XIII e XIV governos constitucionais, entre Outubro de 1995 e Abril de 2002. Entre Novembro de 1999 e Junho de 2005 Presidente da Internacional Socialista. Desde Junho de 2005 é Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, devendo exercer funções até 2015. Doutoramento Honoris Causa na área das Ciências Sociais e Humanas pela Universidade da Beira Interior.”

Foi distinguido com:
Grã-Cruz da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul do Brasil (23 de Julho de 1996)
Grã-Cruz da Ordem do Mérito da Polónia (22 de Setembro de 1997)
Grande-Oficial da Ordem da República Oriental do Uruguai (10 de Dezembro de 1998)
Banda de 1.ª Classe da Ordem da Águia Azteca do México (2 de Julho de 1999)
Grã-Cruz da Ordem de Honra da Grécia (17 de Março de 2000)
Grã-Cruz da Ordem de Leopoldo I da Bélgica (9 de Outubro de 2000)
1.º Grau da Ordem de Amílcar Cabral de Cabo Verde (27 de Abril de 2001)
Grã-Cruz da Ordem de Mérito do Chile (30 de Setembro de 2001)
Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito de França (4 de Fevereiro de 2002)
Grã-Cruz da Ordem de Mérito de Itália (1 de Abril de 2002)
Grande-Colar da Ordem de Mérito do Grão-Pará do Brasil (4 de Abril de 2002)
Grã-Cruz da Ordem do Príncipe Jaroslav o Sábio da Ucrânia (4 de Abril de 2002)
Grã-Cruz da Ordem do Sol Nascente do Japão (4 de Abril de 2002)
Grã-Cruz da Ordem da República da Tunísia (4 de Abril de 2002)
Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo de Portugal (9 de Junho de 2002)

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Sondagens: Marina Silva, tecnicamente empatada, ensombra Dilma Rousseff

Marina da Silva, antiga ministra do Ambiente do Governo de Lula da Silva, do movimento político Rede de Sustentabilidade, foi anunciada para liderar a candidatura da coligação "Unidos pelo Brasil" à presidência do Brasil - um lugar que antes pertencia ao malogrado presidente do Partido Socialista Brasileiro (PBS), Eduardo Campos. 

Numa segunda volta as sondagens já vaticinam um empate técnico com Dilma Rousseff. Quem diria?

terça-feira, 22 de julho de 2014

Presidenciais: PSD cada vez mais dividido

"A revelação feita por Marques Mendes de que Pedro Santana Lopes é "claramente o preferido da direção de Passos Coelho" para as presidenciais veio lançar a confusão dentro da Maioria. 

No PSD, o nome do ex-primeiro-ministro está longe de ser pacífico e, no CDS, a preferência vai para Marcelo Rebelo de Sousa ou Rui Rio. 

A mais de um ano das eleições, o PS está unido à volta de António Guterres, mas os sociais-democratas ainda andam à procura de um nome, ou melhor, à espera que os nomes que estão em cima da mesa abram o jogo." 

O PS ao envolver-se numa disputa interna, tão perto das eleições, não escolheu a melhor oportunidade, nem o melhor caminho. Contrariamnete a outros, pode ser que me engane