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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Bruxelas: Sanções "simbólicas" a Portugal? Era só o que faltava!

Jean Claude Juncker.
Simbólico é, infelizmente, o funcionamento da União Europeia. Perderam-se os valores matriciais do seu ideário. 
Está democraticamente debilitada pela proliferação de eurocratas que querem mandar em tudo, sem mandato legitimado pelo voto popular. 
As lideranças da generalidade dos chefes de estado e de governo mostram-se pífias e deslustram nomes fundadores como Konrad Adenauer,  Winston Churchill,  Jean Monnet, Robert Schuman entre outros. 
Com esta espécie de ameaça que não é feita, por exemplo, à França, "porque é a França", como verberou Junker, o Presidente da Comissão, a Europa derrama gasolina sobre o fogo que neste momento já a consome. 

quarta-feira, 26 de março de 2014

Sondagem - (PE/TNS Opinion,) Previsão europeia dá vitória ao PS em Portugal, 10 deputados

 "O Partido Socialista vencerá as eleições europeias em Portugal, de acordo com uma projeção divulgada hoje pelo Parlamento Europeu/TNS Opinion, obtendo 10 deputados (43% dos votos) contra oito da coligação Aliança Portugal (33%).

A projeção indica ainda que a CDU elegerá dois deputados (9,3%) e o Bloco de Esquerda um (4,7%).
O estudo baseia-se numa média obtida a partir das sondagens nacionais realizadas pela Aximage e a Pitagorica, respetivamente a 3 e a 7 de março de 2014.
Na sondagem especificamente para as eleições europeias, publicada pelo Expresso na semana passada , a vitória é igualmente atribuída aos PS, com nove eurodeputados, seguido da Aliança Portugal (PSD/CDS) com oito, a CDU com três e o Bloco com um.
Ao todo, Portugal elege 21 deputados, menos um do que em 2009. Nesta data, o PSD venceu as eleições com oito deputados, seguido do PS com sete, três do Bloco de Esquerda, dois da CDU e dois do CDS."

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

SEGURO EM BERLIM - COLIGAÇÃO GOVERNAMENTAL NO FIM

ANTÓNIO SEGURO DEFENDE EM BERLIM MUDANÇA DE ATITUDE da Europa. 
Insiste na diplomacia política, tal como fez com François Hollande no Eliseu,  onde foi recebido com excecionais deferências, em regra reservadas aos chefes de estado e de governo. O Presidente francês, em consequência, propõe uma flexibilização para Portugal que Seguro entende que deve incluir mais tempo e juros mais baixos para viabilizar o crescimento e suavizar os sacrifícios. Na Alemanha tentará o mesmo. 
Enquanto isto, os partidos da coligação  travam guerras de alecrim e manjerona na praça pública, indiferentes ao sofrimento dos portugueses e das suas famílias. E o ridículo acontece. Paulo Portas, parceiro de coligação, declara que vai votar o OE 2013, como se o CDS fosse estranho ao governo e não fosse atingido pela PATERNIDADE REPARTIDA DO DESCALABRO NACIONAL. 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Juros de curto prazo dos periféricos caem a pique

As ‘yields’ das obrigações de Portugal, da Grécia e da Irlanda estão em forte queda, com as condições mais vantajosas do fundo europeu.

A cimeira de líderes da zona euro prepara-se para adoptar um corte de juros aos países intervencionados como Portugal, Irlanda e Grécia, que pode chegar a 3,5%, e a aumentar a média das maturidades dos empréstimos de 7,5 para 15 anos.

Além disso, o fundo europeu de estabilização financeira (FEEF) vai poder comprar dívida no mercado secundário a título excepcional e com base numa avaliação do Banco Central Europeu (BCE).

As novas novidades, que constam do projecto de conclusões da cimeira extraordinária do euro, a que o Económico teve acesso, estão a provocar uma forte queda nos indicadores de risco de Portugal, da Grécia e da Irlanda.

O juro das obrigações do Tesouro (OT) gregas a dois anos, por exemplo, afunda mais de 400 pontos para 34,005%, depois de ontem ter superado os 40%, um novo recorde desde a entrada na zona euro.

A taxa a cinco anos alivia mais de 100 pontos para 19,775%. Com uma descida menos acentuada, o juro das OT a dez anos recua 84 pontos para 16,492%.

Na mesma linha, a 'yield' dos títulos de dívida da Irlanda a um ano desce mais de 200 pontos para 12,277%, ao mesmo tempo que as taxas das maturidades a dois e três anos recuam mais de 160 pontos para 20,180% e 18,774%, respectivamente.

António Seguro no CCB coordenou debate sobre a Europa

José Lamego, Stuar Holland, António Seguro
Hoje, no CCB, na sala Sofia de Melo Bryner, à mesma hora em que começavam os trabalhos do Conselho Europeu, António José Seguro coordenou um dabate sobre a Europa.

José Lamego, Basílio Horta, Stuart Hollan (subscritor com Jorge Sampaio e personalidades europeias do documento New Deal) Ferreira do Amaral e João Proença fizeram intervenções iniciais que introduziram um debate muito participado.

As sugestões feitas pelos oradores convidados e as muitas questões colocadas pelo público traduziram uma preocupação comum: a Europa sem grandes mudanças, imediatas, que vão ao encontro dos seus valores fundadores, que combatem uma "agiotagem financeira" que não reconhece nada nem ninguém, não terá oportunidade de sobreviver.

Pessoas como Ferreira do Amaral insistem na ideia da preparação do país para a saída do Euro, porque já não vê por parte da liderança europeia vontade, alcance e determinação que contrarie os problemas actuais. Esta posição não foi partilhada, mas a preocupação é dominante.

No final, António Seguro reiterou as suas teses sobre a mobilização das lideranças europeias, dos Chefes de Estado e de Governo numa perpectiva proactiva e não reactiva como aquela em que o Governo caíu.

 José Lamego, Basílo Horta, Stuart Holland

 Stuart Holland, António Seguro, Ferreira do Amaral, João Proença
 
José Lamego e Basílio Horta


sexta-feira, 8 de julho de 2011

FINALMENTE, O PAÍS PARECE TER ACORDADO E ERGUEU-SE!


ACORDA, PORTUGAL!
Há males que vêm por "bem"! A atitude usurária da Moody's enfrenta uma barreira de protestos. Finalmente, o país ergueu-se, a europa mostrou-se e o BCE teve uma atitude decente, que já praticara com a Grécia e a Irlanda: passou ao lado desta notação.Todos os partidos, instituições, entidades diversas - e até a Igreja - estão ao lado de Portugal. Ainda bem. Tardava este momento!

Perceberam que fazer oposição ao Governo não se pode confundir com oposição ao país.O tempo é bom conselheiro e agora compreendemos o esforço do PS e do Eng. Sócrates no combate contra as notações das agências de rating. O Presidente da República, PSD, CDS e os demais que agora falam, há dois meses desculpabilizavam as mesmíssimas agências.

Espero, agora, que este entusiasmo não esmoreça. Portugal merece mais e melhor.

A europa precisa de acordar e nós podemos ajudar a colmatar esta inércia que nos aponta para inexistência de lideranças fortes e, sobretudo, para inexistência dos valores que nos levaram à sua "construção", sempre a pensar nas pessoas e na paz.