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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Os nomes no novo secretariado nacional do PS

Inclusivo na Comissão Nacional e na Comissão Política fez a opção legítima - e acertada - de escolher um Secretariado Nacional de pessoas próximas e experientes: 

Fernando Medina, Luís Patrão, Maria do Céu Albuquerque, João Galamba, Maria da Luz Rosinha, Bernardo Trindade, Sérgio Sousa Pinto, Fernando Rocha Andrade, Pedro Bacelar de Vasconcelos, Graça Fonseca, Wanda Guimarães, Isilda Gomes, Porfírio Silva, Manuel Pizarro e Jorge Gomes.

O secretariado nacional, núcleo duro da direção, registou 90,7% de votos favoráveis entre os membros da comissão 

O Congresso provou que tinha agenda própria e António Costa subtraiu o debate às pressões e conotações mediáticas que pretendiam condicionar os trabalhos. 

A direita ficou preocupada, tanto como os partidos  à esquerda do PS, a quem o Secretário-Geral prometeu retirar da zona de conforto, assente no "protesto" permanente, chamando-os à responsabilidade das soluções. 

Novas preocupações, pois, para o PCP e o BE e os seus "seis coordenadores".







quinta-feira, 19 de abril de 2012

RESENDE - S. NACIONAL DO PS - REUNE com DIRIGENTES, AUTARCAS E DEPUTADOS

António Galamba, António Serrano, Óscar Gaspar, do Secretariado Nacional do PS, vieram a Resende reunir com a Federação Distrital do PS, deputados e presidentes das concelhias, iniciativa muito saudada pelos presentes.

Estiveram presentes o presidente da Federação, João Azevedo, os deputados José Junqueiro e Acácio Pinto, a presidente do Departamento das Mulheres Socialistas, os presidentes da câmara de Resende, Cinfães e Vila Nova de Paiva, bem como os presidentes das concelhias de Resende, Cinfães, Vila Nova de Paiva, Sátão, Viseu, Lamego, S. João da Pesqueira, Vouzela, Mangualde, Nelas e Tabuaço.

A organização interna do PS, a situação política e económica, bem como a situação em concreto vivida pelas autarquias locais, sobretudo por causa da "leizinha" do governo para a extinção das freguesias,  foram pontos chaves de um debate muito participado.

O contributo de todos, de várias zonas do distrito, permitem perceber que o desnorte do governo é cada vez mais sentido no terreno, sobretudo pelas famílias e pelas PMEs. As famílias vivem o drama do desemprego e as empresas o da falta de obras e financiamento.

Também o IVA e o fim das medidas fiscais que os governos socialistas tinham dedicado ao interior. Acresce ainda às dificuldades a "lei dos compromissos" que foi classificada como "lei cega" que vai paralisar, ainda mais, o funcionamento das autarquias.