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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O discurso que Cavaco não fez no 5 de Outubro

Cavaco está no poder há 20 anos, como primeiro-ministro e presidente da república. 

Como PM saiu do poder com o país mergulhado numa crise profunda cuja origem foi o próprio Cavaco. 

Défice superior a 6,5%, desemprego no máximo, bandeiras negras nas ruas,  fome, salários em atraso e ruína de todo o sector agrícola e da frota pesqueira são algumas características que preenchem o estadista.

Como PR, é do domínio público a sua inaptidão para as funções. É, aliás, desde o 25 de Abril, o PR menos popular tendo ficado a negativos em momentos sucessivos. Para quem, no tempo do governo anterior, os sacrifícios tinham ultrapassado todos os limites, o PR deixa muito a desejar. 

Tudo está extraordinariamente pior e o discurso do 5 de Outubro ignorou toda a situação. Isso é grave, mas pior ainda é o PR não ter assumido com grandeza o seu protagonismo principal na decadência do país e na fragilização da democracia. Afinal trata-se do cidadão com mais tempo no poder, que mais tempo viveu do orçamento do Estado e com maiores gastos na história da democracia, maiores do que as casas de reais de Espanha ou Reino Unido, segundo a imprensa.

sábado, 6 de outubro de 2012

ANTÓNIO SEGURO REPÕE 5 DE OUTUBRO E REDUZ DEPUTADOS

Síntese - ANTÓNIO SEGURO APRESENTA NOVA LEI ELEITORAL, com redução de deputadospropõe a criação de um banco de fomento para “dar apoio ao investimento e para beneficiar dos próximos fundos comunitários em conjugação com os recursos do Banco Europeu de Investimentos e promete reintroduzir o feriado de 5 de outubro. E pergunta: “Podem os portugueses aceitar que o Governo tenha falhado?" 
------------------------------------------------O secretário-geral do PS revelou hoje durante um jantar de comemoração do 5 de Outubro que o PS vai entregar ainda este ano uma proposta para reduzir o número de deputados na Assembleida da República. Com essa alteração, Seguro quer alcançar uma “maior proximidade entre eleitos e eleitores e uma menor dependência dos eleitos face às direções partidárias”. Questionado sobre o número de deputados que o PS quer reduzir, a assessoria do PS escusou-se a avançar o número, remetendo mais pormenores para mais tarde. Outro dos objetivos apresentados pelo líder socialista no discurso desta noite passa por “introduzir maior transparência na vida pública e aumentar a exigência na prestação de contas”.

O secretário-geral do PS anunciou hoje que vai propor a criação de um banco de fomento destinado a apoiar investimentos em articulação com os fundos comunitários e o Banco Europeu de Investimentos. 

Sem detalhar pormenores, António José Seguro disse que pretende um banco de fomento semelhante ao que existe noutros países, para “dar apoio ao investimento e para beneficiar dos próximos fundos comunitários em conjugação com os recursos do Banco Europeu de Investimentos”. 

Trata-se de uma das cinco medidas que o socialista avançou, em alternativa às políticas de austeridade do Governo, durante um discurso em Alenquer, no qual lembrou os avisos que o PS fez há um ano ao Governo e os sacrifícios que os portugueses estão a fazer, questionando: 

“Podem os portugueses aceitar que o Governo tenha falhado?" O socialista continuou em tom de perguntas, criticando o facto de o Governo ter "falhado" o caminho e de, mesmo assim, "o primeiro-ministro insistir e querer aplicar a mesma receita de austeridade para o próximo ano". Para Seguro, “o limite da austeridade é a dignidade humana”.

5 DE OUTUBRO - TUDO CORRE MAL QUANDO NADA ESTÁ BEM

O DISCURSO DE ANTÓNIO COSTA SALVOU O DIA - Portugal não se rende à política de um governo resignado, ao elogio salazarista da pobreza, à substituição da solidariedade pela misericórdia e à negação do direito de construirmos o nosso próprio destino. "Não temos de ser os bons alunos da Troika". O Presidente da República tentou chamar os jovens que o governo mandou emigrar, não falou nos limites para os sacrifícios,  apenas referiu que estes têm de valer a pena. MAS NÃO TÊM VALIDO A PENA!