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segunda-feira, 5 de maio de 2014

José Junqueiro - responde à carta de Paulo Portas, o cobrador de pensões

(José Junqueiro) - Com desculpas de mau pagador, Paulo Portas, o cobrador de pensões, mandou enviar ao PS uma carta insultuosa que revela desnorte e consciência pesada. Como a sua credibilidade está pela ruas da amargura pediu que fosse assinada por terceiros.
"De uma forma objetiva, o dr. Paulo Portas já não engana ninguém. Todos perceberam que o Governo fez um aumento de impostos e um corte nas pensões" (...) "os comentadores políticos e da área do Governo também "já o reconheceram".
Repudiando o conteúdo da carta, sublinhou que o "corte nas pensões tem um carater definitivo" como prevê o Documento de Estratégia Orçamental (DEO) e que "isso é um facto incontornável".
"O dr. Portas, presidente do CDS-PP e vice-primeiro-ministro, que se quis apresentar como o provedor dos contribuintes e dos pensionistas ficará na história como o algoz desses contribuintes e desses pensionistas" (...) "Compreendemos pois que, quando um político entra em desespero, se sinta mais atraído pelo insulto do que pela grandeza de ter reconhecido que errou".
Quanto às críticas feitas ao anterior governo PS, lembrou que o mesmo "já transitou em julgado" e que "quem tem agora que responder ao país pelas medidas que está a tomar é o atual Governo".

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O Governo, a carta, o teatro e os cortes já decididos nas costyas de todos

António Seguro fez bem ao dizer NÃO! O Conselho de Ministros de ontem só terminou esta madrugada. 
A conferência de imprensa, marcada para o fim da tarde de ontem, só aconteceu hoje de manhã. 
A reunião foi tudo menos pacífica e, hoje, só foram ditas generalidades, mas que significam mais do mesmo: cortes na função pública, nos vencimentos, nas reformas e no possível prolongamento da idade de reforma. 
Tudo combinado entre o PM, Vítor Gaspar e a Troika, há bastante tempo. A carta do PS, mais do que encenação, foi número de circo!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Moção de Censura - A Carta à Troika que todos comentaram sem ler!!!


Todos comentaram uma carta que só ontem existiu. E apenas porque foi escrito: "António José Seguro, iria enviar "em breve" uma carta aos representantes políticos da 'troika". E enviou, mas só ontem.  E já toda a gente tinha comentado o que não existia. Ninguém quis fazer nota do " iria enviar "em breve" . Até Marcelo Rebelo de Sousa, principalmente ele, não resistiu à tentação e comentou o que nunca leu, porque pura e simplesmente não existia.  Mas comentou, tal como livros que publicita sem ler. E logo se disse que Segura apresentava a moção, mas que pedia desculpa. Um clássico dos que não leem e ampliam o que ouvem, mesmo que não exista. E, agora, que já conhecem a carta o que vão fazer? Uma fuga para a frente nos comentários?
No entanto, a Lusa lembrou: "Na edição de 23 de março, o semanário Expresso noticiou que, na sequência do anúncio da moção de censura do PS ao Governo, o secretário-geral socialista, António José Seguro, iria enviar "em breve" uma carta aos representantes políticos da 'troika' (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) a assegurar que Portugal cumpriria os compromissos internacionais assinados por Portugal." 
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O secretário-geral do PS enviou hoje uma carta dirigida aos representantes da "troika", incluindo o português Durão Barroso, apelando à renegociação do Programa de Assistência Económico-Financeira (PAEF), e defendendo a necessidade de eleições antecipadas.
Na edição de 23 de março, o semanário Expresso noticiou que, na sequência do anúncio da moção de censura do PS ao Governo, o secretário-geral socialista, António José Seguro, iria enviar "em breve" uma carta aos representantes políticos da 'troika' (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) a assegurar que Portugal cumpriria os compromissos internacionais assinados por Portugal. No mesmo dia, no Porto, Seguro confirmou essa carta, que justificou com a necessidade de garantir à 'troika' que “o PS honra os compromissos assumidos pelo Estado português”.
Esta tarde, durante o debate da moção de censura socialista ao Governo, Seguro anunciou a divulgação dessa carta, que foi hoje enviada aos representantes da 'troika'.
Na missiva, Seguro frisa a necessidade de "uma nova política" e de "um novo Governo", sugerindo eleições antecipadas, junto da Comissão Europeia (CE), do Banco Central Europeu (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI).
"Só uma nova política (crescimento económico e disciplina orçamental) executada por um novo Governo (com forte apoio popular e legitimado democraticamente) poderão retirar o meu país do labirinto em que está metido", lê-se na missiva.
O líder socialista, que já tinha comunicado da mesma forma com os parceiros internacionais em fevereiro e em março, afirma que, "para o PS, estar sob assistência financeira nunca significou submissão" já que a "dignidade" do povo português "não está à venda".
"O meu país necessita de renegociar as condições do nosso ajustamento. Digo-o e repito-o. Renegociar as condições de ajustamento com metas e prazos reais, do alargamento dos prazos de pagamento de parte da dívida pública, do diferimento do pagamento de juros dos empréstimos obtidos, dos juros a pagar pelos empréstimos obtidos e do reembolso dos lucros obtidos pelo BCE pelas operações de compra da dívida soberana", propôs hoje Seguro à "troika".
Para o deputado do PS, há um "novo consenso nacional", no sentido de uma "renegociação profunda" do PAEF e da "adoção de uma estratégia credível que dê sentido ao esforço dos portugueses e abra um horizonte de esperança".

"O que é necessário que aconteça de pior ao meu país, que sacrifícios é que faltam impor ainda mais aos portugueses para que o senhor (presidente da CE, Durão Barroso) e a organização a que preside reconheçam o tremendo erro que estão a cometer e parem com esta política de austeridade?", questiona o texto do PS, sublinhando 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

ANTÓNIO SEGURO - CARTA AO PRIMEIRO-MINISTRO

Síntese - E É AINDA...COM MUITA FRONTALIDADE  que digo ao Primeiro-Ministro que se considera, como destacados dirigentes da maioria o têm verbalizado, que o PS é um partido irresponsável e que não tem alternativas a apresentar ao país, então estamos a perder tempo precioso e a A REUNIÃO QUE PROPÕE NÃO PASSA DE UMA ENCENAÇÃO.
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Senhor Primeiro-Ministro
O diálogo político e institucional é uma das marcas identitárias do PS à qual permaneceremos fiéis e da qual não nos afastamos. Se o Primeiro-Ministro convida, formalmente, o PS para uma reunião, o PS não a recusa.
É esta conduta que temos adotado. Continuará a ser esta, em situações normais, a postura do PS no relacionamento com o senhor Presidente da República, como o Governo, com os partidos políticos e com os parceiros sociais. O diálogo é condição para o relacionamento institucional num regime democrático.
Por exclusiva responsabilidade do seu Governo, este diálogo foi praticamente inexistente, com claro prejuízo para o interesse nacional. O PS foi mantido à margem da condução de processos de enorme relevância para o interesse nacional, de que as cinco atualizações do Memorando de Entendimento, o envio para as instituições europeias do Documento de Estratégia Orçamental e o processo de privatizações são exemplos elucidativos.
O Primeiro-Ministro e o Governo adotaram uma conduta isolacionista e optaram por um caminho (da austeridade excessiva) profundamente errado, com os resultados conhecidos e com as consequências sociais e económicas desastrosas em que os portugueses vivem.
Por exclusiva responsabilidade do seu Governo, por ter ignorado as posições do PS (em defesa do crescimento e do emprego) e por ter aplicado a receita da austeridade excessivma, o país vive uma situação de enorme gravidade. Uma situação de pré-ruptura social. A situação mais grave em termos sociais, políticos e económicos desde a consolidação do nosso regime democrático.
O PS está aqui para assumir as suas responsabilidades e ouvirá o que o Primeiro- Ministro tiver para dizer, mas quero, com total clareza, reafirmar a oposição do PS a qualquer revisão da Constituição da República ou outra iniciativa que coloque em causa as funções sociais do Estado. E é ainda, com o respeito devido, mas com muita frontalidade que digo ao Primeiro- Ministro que se considera, como destacados dirigentes da maioria o têm verbalizado, que o PS é um partido irresponsável e que não tem alternativas a apresentar ao país, então estamos a perder tempo precioso e a reunião que propõe não passa de uma encenação.
Sugiro que os nossos dois gabinetes procedam ao acerto da hora e da data da reunião que o Primeiro-Ministro propõe e que da mesma seja dado conhecimento público.
Com a expressão dos meus melhores cumprimentos,
António José Seguro 
 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

GOVERNO E AUTARQUIAS - ACERTO DE CONTAS OU DESCONFIANÇ? O QUE DIRÁ AGORA A ANMP?

O GOVERNO ESCREVEU ÀS CÂMARAS A PEDIR CONTAS "REAIS", porque desconfia das que existem atualmente. Para um "resgate autárquico", como pretendem os municípios, o "estado da arte" é fundamental. O "Livro Branco" que o anterior governo mandou fazer ajudou muito, mas continua sem se perceber por que motivo a oposição PSD/CDS, hoje governo, CHUMBOU A NOVA LEI DA TUTELA ADMINISTRATIVA?

Com mais de 15 anos esta lei não traduz os direitos e obrigações que se colocam às autarquias depois de uma evolução intensa das suas atribuições e competências. O "Livro Branco" foi o início fundamental para uma consolidação real das contas das autarquias, mas não chega, porque há muitas outras formas de participação que estão fora do alcance, por "invisíveis".
O objetivo de racionalização económica na adminsitração local está nas câmaras e não nas freguesias. Estas estão a ser o "elo mais fraco", porque se ignora o meu alerta em Abril do ano passado na conferência organizada pela OTOC, TSF e JN, no Porto:
"...cerca de um terço (municípios), enfrentam problemas que podem encontrar solução na austeridade e saneamento financeiro, desde que assumam esse caminho com espírito de rigor. E digo isto, porque algumas dezenas que já recorreram a este e outros instrumentos de regularização se encontram em desequilíbrio estrutural.
A estas resta o reequilíbrio financeiro, mas a experiência demonstra a existência de dificuldades INSUPERÁVEIS a que acresce, agora, uma maior dificuldade no acesso à banca.
Este facto pode levar à associação ou fusão de municípios, mas também à assumpção por parte dos eleitores que se uma avaliação eleitoral passa pela qualificação das suas vidas, pelos equipamentos, deve ter em conta a sustentabilidade do preço a pagar por tudo isso".

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

MARIANO RAJOY AO LADO DE ESPANHA - PASSOS COELHO AO LADO DE MERKEL

MARIANO RAJOY, ao lado de Espanha, patrioticamente, ASSINOU UMA CARTA, com 12 primeiro-ministros europeus (de dentro e fora do euro), na qual RECONHECEM que a AUSTERIDADE NÃO É O ÚNICO CAMINHO e PEDIRAM a Durão Barroso, mas também a Herman Von Rompuy, o presidente do Conselho Europeu, para PROMOVEREM O CRESCIMENTO E O EMPREGO. Apesar de chegarem tarde, TODOS estão de acordo com a TESE de A.SEGURO e do PS. O PM de Portugal NÃO ASSINOU, ficou do lado de MERKEL!
"Nesta carta, que conta com a assinatura do primeiro-ministro italiano, espanhol, britânico, não estão os nomes de Angela Merkel nem Nicolas Sarkozy. E também não conta o nome de Passos Coelho.
Até ao momento, não foi possível apurar o porquê de o primeiro-ministro português não constar na lista de nomes que, em carta."

sábado, 23 de abril de 2011

Carta de António Capucho ao PSD Cascais - Prefiro ficar de fora!

UMA NEGA A PEDRO PASSOS COELHO..........................................MAIS UMA
A PROPÓSITO DE FERNANDO NOBRE.........Consequentemente, não aceito a minha secundarização face a alguém que não tem curriculum político minimamente comparável, sem ignorar, porém, as qualidades pessoais e o resultado eleitoral que conseguiu, mas que não me parece transferível para o PSD em termos significativos …………………………………………………........................Serão provavelmente poucos os que vão acompanhar o candidato nesta transumância. Basta atentar nas redes sociais bem como nos fóruns das televisões e das rádios, para concluirmos sobre a hostilidade muito generalizada à candidatura legislativa. Não é por acaso que a página de Fernando Nobre no Facebook foi encerrada................................................................Mas, mais grave e chocante é o inexplicável compromisso de candidatar Fernando Nobre à Presidência da Assembleia (candidatura cujo desfecho está longe de ser garantido, mesmo com uma maioria parlamentar do PSD). Estamos a falar da segunda figura do Estado, que pode ser chamado em qualquer momento a substituir o Presidente da República, caso em que teríamos um político sem preparação e anti-europeísta no cargo cimeiro do Estado.....................................................................................................
Em suma, o PSD, preterindo militantes prestigiados e com perfil muito mais adequado para a Presidência da Assembleia, acolhe nas suas listas em lugar de destaque e com perspectivas de promoção a segunda figura do Estado, uma personalidade independente sem perfil adequado, muito polémica, sem consistência nem coerência política e de duvidosa atractividade eleitoral, tudo com o pretexto de alargar as listas a independentes e dar voz a um prestigiado representante da sociedade civil. ……………..............................................................................................................................................
Não posso pactuar com esta opção nem deixar-me subalternizar depois de tudo o que fiz nos passados 37 anos ao serviço do meu País e do PSD
Prefiro ficar de fora!