Mostrar mensagens com a etiqueta pib. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pib. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

BdP e FMI - revisão em baixa crescimento em Portugal: mais do mesmo!

O BdP reviu em baixa as estimativas de crescimento para este ano. O PIB deverá aumentar apenas 0,9%, quando era de 1,1% o estimado em junho por parte do banco central.

Trata-se de uma previsão mais pessimista que a do Governo, a qual aponta para o acréscimo de um ponto percentual do PIB no final do ano. O que se ficará a dever essencialmente à revisão em baixa do consumo público e das exportações.

Esta descida não é compensada pela revisão em alta do consumo privado e do investimento, ainda aquém das expetativas anteriores. A taxa de inflação deverá estabilizar no nível zero, ainda de acordo com o BdP.


O FMI reviu em baixa a sua previsão de crescimento para Portugal. Espera um crescimento de um ponto percentual este ano e de 1,5%, no próximo. São estimativas que estão alinhadas com as do Governo e traduz uma descida de 0,2%, face às perspetivas de julho passado. 
Quanto à taxa de desemprego, esta deverá encerrar o ano nos 14,2%, numa estimativa que também é coincidente

terça-feira, 1 de julho de 2014

Dívida pública sobe para os 132,9% no 1º trimestre - UTAO

A dívida pública no 1º trimestre deste ano ascendeu aos 132,9% do PIB, segundo as contas da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), que apontam para um rácio superior ao estimado pelo Banco de Portugal. 

De acordo com uma nota da UTAO, a que a Lusa teve acesso, em contas nacionais (a ótica que conta para Bruxelas), a dívida pública portuguesa atingiu os 132,9% do Produto Interno Bruto (PIB), valor que supera em quatro pontos percentuais o registado no final de 2013 e que "excede em 2,7 pontos percentuais o objetivo previsto para o final de 2014 no Documento de Estratégia Orçamental 2014-2018".

A estimativa dos técnicos independentes que apoiam o Parlamento é superior à que foi divulgada em maio pelo Banco de Portugal, que calculou que a dívida pública portuguesa tenha chegado aos 132,4% do PIB no final do1º trimestre do ano

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

PIB português recuou 1,5% em 2013

Apesar de todas as austeridades - "A economia portuguesa deverá ter recuado 1,5% em 2013, depois de no último trimestre do ano passado ter crescido 1,3% face a igual período de 2012, segundo as estimativas da Universidade Católica. 

A confirmarem-se estas previsões, a economia portuguesa terá recuado menos do que a última previsão do Governo, que apontava para uma queda da economia de 1,8% em 2013. 

Já em relação a 2014, tanto a Católica como o Governo apontam para um crescimento do PIB de 0,8%.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

As razões: Portugal está a crescer, mas produtividade voltou a cair


Aumento do emprego não foi acompanhado por crescimento equivalente no Produto. No terceiro trimestre, a procura interna compensou constributo negativo das exportações líquidas.
Apesar do crescimento de 0,2% conseguido pela economia, Portugal registou no terceiro trimestre de 2013 a maior quebra de produtividade dos últimos quatro anos e meio. 
Mais um sinal de alerta em relação à sustentabilidade da actual retoma na actividade económico e no mercado de trabalho.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou esta segunda-feira que a economia portuguesa manteve entre Julho e Setembro deste ano uma variação positiva da taxa de crescimento, prolongando a tendência que tinha iniciado no segundo trimestre do ano, altura em que saiu de uma recessão que durava já há 10 trimestres consecutivos. As taxas de variação do PIB já eram conhecidas desde o mês passado, quando o INE apresentou a sua estimativa rápida. Agora, passaram a ser conhecidos mais pormenores.

Um desses é a evolução da produtividade, medida neste caso como o valor do PIB por pessoa empregada. E este  indicador registou no terceiro trimestre uma queda de 1%, a maior descida desde o primeiro trimestre de 2009, aquele em que toda a economia mundial socumbiu aos efeitos da falência do Lehman Brothers alguns meses antes.

Esta quebra da produtividade acontece porque, durante o terceiro trimestre, o crescimento de 0,2% do PIB ficou longe de acompanhar o aumento de 1,2% que se verificou no número de empregos durante o mesmo período. Isto significa que os empregos criados criaram em média menos riqueza do que aqueles que já existiam. Isto pode acontecer, por exemplo, porque são empregos em sectores relativamente menos produtivos.
O que aconteceu no terceiro trimestre é o inverso daquilo que vinha ocorrendo em trimestres anteriores, quando aos empregos destruídos não correspondia uma queda do Produto tão grande. Nessa altura, as empresas reduziam o emprego conseguindo limitar as perdas em termos de bens e serviços produzidos. Agora, durante o terceiro trimestre, os empregos criados contribuíram relativamente menos para aumentar o Produto.
Este fenómeno, a manter-se, pode indiciar a existência de limitações para a continuação de uma retoma forte no futuro tanto na actividade económica como no mercado de trabalho. A queda da produtividade, sem a correspondente correcção salarial, conduz a uma perda de competitividade. O corte salarial, a manter-se, resulta no constrangimento do procura interna.
No programa da troika, a realização de reformas estruturais é defendida com o objectivo de aumentar a produtividade da economia. Contudo, assim que se chega a uma fase de criação de emprego, esta apresenta uma descida significativa.

Procura interna ajuda
Outro sinal de alerta para a sustentabilidade da retoma surge no contributo que as diversas componentes do PIB estão a dar para o crescimento. Contrariando a ideia de que é pelo comércio internacional que Portugal está a conseguir afastar-se da recessão, os dados do INE mostram que, no terceiro trimestre deste ano, o crescimento de 0,2% foi o resultado de um contributo positivo de 1,3 pontos percentuais da procura interna (consumo mais investimento) que compensou o contributo negativo de 1,1 pontos percentuais da procura externa líquida (exportações menos importações).
Entre Julho e Setembro, o consumo privado cresceu face ao trimestre anterior a uma taxa de 0,8%, o melhor resultado desde o final de 2010. Por sua vez, o investimento cresceu 4,8%, o melhor desde o início de 2012. No total, a procura interna cresceu 1,4%.
Na procura externa líquida as coisas correram pior. Por um lado, as exportações desceram 0,2% face ao trimestre anterior que tinha sido bastante forte. E por outro, as importações aumentaram 2,6%, um resultado que é uma consequência da subida do consumo e do investimento, que é ainda feito com uma elevada percentagem de bens e serviços importados.
Quando se analisa a evolução da economia em termos homólogos, o cenário é outro. A variação negativa do PIB de 1% registada no terceiro trimestre deste ano continua a ser explicada pela queda da procura interna e compensada por um contributo positivo da procura externa líquida. No entanto, a tendência está a ser, já há seis meses, para uma inversão destes efeitos.
Assim, no terceiro trimestre, o contributo positivo da procura externa líquida foi de 0,6 pontos percentuais, quando no segundo trimestre tinha sido de 0,8 pontos e no primeiro de dois pontos. Em contraponto, a procura interna teve um contributo negativo de 1,6 pontos percentuais no terceiro trimestre, o que representa uma melhoria face ao contributo negativo de 2,9 e 6,1 pontos no segundo e primeiro trimestres do ano.

O papel do sector automóvel
Num ano em que se registou uma subida acentuada do IRS, em simultâneo com a devolução dos subsídios de férias e de Natal dos funcionários públicos e pensionistas, o regresso do consumo privado a taxas de variação em cadeia positivas e a taxas de variação homóloga cada vez menos negativas acontece sobretudo por via do aumento do consumo de bens duradouros.
De acordo com o INE, no terceiro trimestre do ano, o consumo de bens duradouros cresceu 4,1% face ao trimestre imediatamente anterior e 4,2% em relação a igual período do ano passado. Uma variação homóloga positiva já não acontecia desde o final de 2010.
Este tipo de consumo inclui bens como os automóveis e os electrodomésticos. E o papel do sector automóvel deverá estar a ser decisivo. Os dados das vendas de veículos que têm vindo a ser divulgados mostram que, depois de quedas muito acentuadas a partir de 2009 (apenas com uma interrupção em 2010), o sector parece ter já atingindo o fundo, começando agora uma recuperação ligeira. Esta retoma, dizem as empresas do sector, deve-se fundamentalmente ao facto de o envelhecimento da frota automóvel estar a atingir níveis insustentáveis.
Mais positiva para o crescimento futuro pode ser a subida do investimento, que se deu sobretudo através da compra de equipamento. O investimento, que registou quebras muito acentuadas durante os últimos anos, é uma componente essencial para aumentar a produtividade na economia. 10.12.2013 - Público

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

PIB 3º trimestre: INE confirma crescimento de 0,2% e queda homóloga de 1%

Sinais ainda muito fracos na economia - O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou hoje as previsões para a economia portuguesa no terceiro trimestre, apontando para um crescimento de 0,2% face ao trimestre anterior e uma queda de 1% face ao mesmo trimestre de 2012.
De acordo com relatório ‘Contas Nacionais Trimestrais’, publicado esta segunda-feira, a redução menos intensa do produto interno bruto (PIB) em termos homólogos no terceiro trimestre de 2013 «refletiu um contributo negativo menos acentuado da procura interna, que passou de -2,9 pontos percentuais (p.p.) no 2º trimestre para -1,6 p.p., devido sobretudo à diminuição menos significativa das Despesas de Consumo Final das Famílias Residentes». 

No entanto, segundo observa o documento do INE, «o contributo positivo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB diminuiu, situando-se em 0,6 p.p. (0,8 p.p. no trimestre anterior), em resultado da desaceleração das Exportações de Bens e Serviços».


Comparativamente com o trimestre anterior, o PIB registou um aumento de 0,2% no 3º trimestre de 2013 (variação de 1,1% no 2º trimestre), «refletindo um contributo positivo da procura interna que mais que compensou o contributo negativo da procura externa líquida», ressalva o relatório.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Crescimento da economia em 2013 ao nível de há 13 anos

É Preocupante olharmos para os valores do crescimento real da economia em 2013. Está ao nível do ano de 2000: teremos que recuar 13 anos, ao longínquo 3º semestre de 2000, para encontrarmos um valor do PIB semelhante ao deste 3º semestre de 2013. 

No próximo 4º trimestre a economia poderá crescer em termos homólogos, porque o PIB no 4º trimestre de 2012 caiu brutalmente.). De janeiro a Setembro (nos 3 trimestres) a economia retraiu 2,4%.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Eurostat - PIB per capita em Portugal baixa pelo 2º ano consecutivo


O PIB per capita em Portugal, em Paridades Poder Compra (PPC), baixou pelo 2º ano consecutivo, atingindo, em 2012, 75% da média da União Europeia. Este é o valor mais baixo da série.

Face ao ano anterior, Portugal apresenta o 2ª maior decréscimo no PIB per capita (a seguir à Grécia e juntamente com o Chipre e Holanda).

O PIB per capita português é o 2º mais baixo da zona euro (a seguir à Estónia e juntamente com o da Grécia e Eslováquia) e o 8º de toda a União Europeia. Na zona euro, o PIB per capita manteve-se, pelo 2ª ano consecutivo em 108% da UE27.

O PIB per capita português encontra-se, por exemplo, 42% abaixo do PIB per capita da Irlanda; 38% abaixo do PIB per capita da Alemanha; 31% abaixo do PIB per capita da França; 23% abaixo do PIB per capita de Espanha, ou 18% abaixo do PIB per capita do Chipre. (atualizado em 18 de junho 2013)

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Tal como a equipa governamental, a economia portuguesa cai ainda mais

Almeida Henriques e Álvaro Santos Pereira
A equipa da Economia diz que tomou muitas medidas. E é verdade. No entanto, o resultado dessas medidas é incompetente.  Vejamos o que diz o INE. 

"A economia portuguesa registou uma queda de 3,9% no primeiro trimestre de 2013 em relação a igual período do ano passado, segundo a primeira estimativa das contas nacionais trimestrais divulgadas hoje pelo INE

Esta queda do PIB revela uma aceleração da degradação da economia já que no último trimestre de 2012 a economia tinha registado uma queda de 3,8% face aos últimos três meses de 2011."

segunda-feira, 9 de abril de 2012

4,6% do PIB MUNDIAL FALA PORTUGUÊS - Português, um facilitador de negócios

SÍNTESE - A actividade económica gerada no mundo de expressão portuguesa representa 4,6% do (PIB) mundial. A Economia Portuguesa e a Lusofonia, elaborado este ano pela Espírito Santo Research (ES Research)...dados de 2010, indicam que a expressão mundial da língua portuguesa corresponde a 1,979 biliões de euros, ou seja, 4,6% do PIB mundial. E é falada por 253,7 milhões de pessoas, o equivalente a 3,6% da população do globo.
 
"E a tendência é que o peso da lusofonia na economia global venha a aumentar, sobretudo graças aos contributos de Angola e Brasil, que vivem tempos de pujança económica, em contraponto à ‘deprimida’ Europa.
O indicador do peso no PIB «deverá evoluir positivamente porque são zonas da geografia mundial que estão a crescer acima do crescimento mundial», explicam ao SOL os analistas do ES Research.
Recorrendo a dados de 2010, os mais recentes até agora disponíveis, o estudo indica que a expressão mundial da língua portuguesa corresponde a 1,979 biliões de euros, ou seja, 4,6% do PIB mundial. E é falada por 253,7 milhões de pessoas, o equivalente a 3,6% da população do globo.
Neste total, são tidos em conta, por exemplo, os PIB dos países que constituem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), bem como o da Guiné Equatorial (cuja adesão está em estudo) e de Macau. Só a CPLP contribui com 1,857 biliões de euros para o PIB mundial (4,3% do total), havendo 249,9 milhões de pessoas falantes da língua de Camões (3,57% da população no mundo).
«A língua, como característica unificadora, exerce um forte impacto nas economias a vários níveis, nomeadamente na dinamização das trocas comerciais, na promoção da globalização empresarial, no desenvolvimento das relações políticas e sociais, no intercâmbio de ideias, e no fluxo de pessoas», justifica-se no estudo.
Português, um facilitador de negócios
Assim, outro dos aspectos evidenciados no documento é o impacto das comunidades portuguesas fixadas em vários países, que ascendem a 4,9 milhões de pessoas, entre portugueses emigrantes e luso-descendentes, e às quais é atribuível um PIB de 133 mil milhões de euros. Juntos, tanto os países da CPLP como as comunidades de várias nacionalidades existentes no universo lusófono – veja-se o caso dos brasileiros e africanos em Portugal, ou dos expatriados em Angola – trazem oportunidades de negócio, consideram os analistas do ES Research.
Partilhar a mesma língua «é um facilitador de negócios». E «as presenças cruzadas [facilitam as relações] e esta lógica funciona para todos os países da lusofonia: tanto para portugueses no estrangeiro, como para outras nacionalidades lusófonas nos vários países», detalham.
A língua portuguesa e a presença de comunidades portuguesas no exterior «constituem importantes activos ao dispor do tecido empresarial português, conferindo-lhe vantagens comparativas muito relevantes na abordagem a mercados que hoje beneficiam de forte crescimento e potencial de projecção sobre áreas regionais adjacentes», reforça ainda o estudo."

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

REVISÃO EM BAIXA DO PIB; SÃO -3,3% EM 2012; GOVERNO FALHA METAS, PORQUE ERRA NA AUSTERIDADE

TUDO PIOR QUE O PEC IV - A Comissão Europeia REVÊ EM BAIXA as suas previsões para a evolução da economia portuguesa, e espera agora que o Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal DIMINUA 3,3 % em 2012. Portugal recebeu até ao mês passado quase 40 mil milhões de euros do empréstimo do FMIe da UE, mais de metade do valor total acordado com as instituições em maio do ano passado. E AGORA? 

"Ajustamento económico português é "difícil e doloroso", reconhece Olli Rehn
O comissário europeu dos Assuntos Económicos, Olli Rehn, admitiu hoje que o processo de ajustamento da economia portuguesa é "difícil e doloroso", embora necessário para o país recuperar competitividade. Disse ainda que a terceira avaliação da 'troika' da aplicação do programa de assistência financeira em Portugal permitirá a Bruxelas ter uma "visão mais clara" do panorama económico do país.
"Nas últimas duas décadas, Portugal perdeu competitividade estrutural", sublinhou o comissário, lembrando que as dificuldades da economia portuguesa começaram antes da entrada em vigor do programa de ajustamento acordado com a 'troika'.
Olli Rehn falava aos jornalistas em Bruxelas, na conferência de imprensa de apresentação das previsões intercalares do executivo comunitário para o período que separa o inverno da primavera.
No documento, a Comissão Europeia revê em baixa as suas previsões para a evolução da economia portuguesa, e espera agora que o Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal diminua 3,3 por cento em 2012.
Avaliação da 'troika' permitirá "visão mais clara" da situação portuguesa
"Espero que [a avaliação da 'troika'] esteja concluída na próxima semana. Estas análises são muito importantes porque permitem-nos ir mais além e compreender a fundo as perspetivas" do país, declarou Rehn.
O comissário falava na conferência de imprensa de apresentação das previsões intercalares do executivo comunitário para o período que separa o inverno da primavera, nas quais a Comissão Europeia revê em baixa as suas previsões para a evolução da economia portuguesa, e espera agora que o Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal diminua 3,3 por cento em 2012.
A missão conjunta do Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu iniciou há uma semana a terceira avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira de Portugal.
Os técnicos liderados por Poul Thomsen (FMI), Jrgen Krger (CE) e Rasmus Rffer (BCE) deverão permanecer em território nacional, a avaliar as metas do programa português, durante cerca de duas semanas, para decidir se recomendam ou não o desembolso da quarta tranche do empréstimo a Portugal.
Portugal recebeu até ao mês passado quase 40 mil milhões de euros do empréstimo do Fundo Monetário Internacional e da União Europeia, mais de metade do valor total acordado com as instituições em maio do ano passado.
A 'troika' irá analisar de perto as reformas estruturais, a reestruturação do Setor Empresarial do Estado, as dívidas por pagar há mais de 90 dias e o panorama macroeconómico, entre muitos outros aspetos. "
Com Lusa

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

CRESCIMENTO EM BAIXA - BANCO DE PORTUGAL

Banco de Portugal revê crescimento em baixa

A queda prevista do PIB para 2012 era de 2,2% mas o Banco de Portugal garante que vai ser de 3,1%. Para 2013 já haverá crescimento, mas apenas apenas 0,3%, menos do que o governo esperava.
A instituição liderada por Carlos Costa é mais pessimista nas previsões do que o Governo
Mário Cruz/Lusa
O Banco de Portugal garante que em 2011 a queda do PIB vai ser ser menor do que o esperado - em vez de -1,95 será de  -1,6%.
Estas previsões correm o risco de piorarem, explicam ainda os analistas dos o Banco de Portugal.
Do exterior popdem vir ainda mais efeitos nefastos gerados pela crise da dívida soberana e por uma eventual recessão na Zona Euro.
Internamente, os dados agora apresentados podem variar devido e eventuais novas medidas de austeridade tomadas pelo governo.