Mostrar mensagens com a etiqueta Ministra das Finanças. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ministra das Finanças. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Governo e ministra das Finanças apresentam emendas. Enganaram-se: o costume

Neste Governo nenhum indicador dura mais do que 48h. Há dias foi o primeiro-ministro a dizer que não haveria mais aumento de impostos. 
Imediatamente a seguir, em apenas alguns dias, apresentou este DEO /Documento de Estratégia Orçamental) não só com mais aumento de impostos, como, também, decidiu transformar os seus cortes provisórios em definitivos.

Agora, tudo em base em estimativas que nunca se cumpriram, "a ministra das Finanças apresentou ao Parlamento uma errata ao DEO, em que revê em alta o valor das receitas e das despesas do Estado sobre o PIB até 2018. O peso da receita total passará dos 43,2% do PIB em 2014 para os 43% em 2018, contra a estimativa inicial, que antecipava que as receitas totais se ficassem pelos 42,6% em 2018. 
Também a previsão do peso da despesa total foi revista, passando dos 47,1% do PIB em 2014 para os 43,1% do P18 em 2018, sendo que o cálculo no documento original era inferior, de 42,7% no último ano da previsão."


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Finanças (em causa própria) - Assessoria aos swaps custa mais 418 mil ao Estado

Os cortes nos salários e pensões dão para tudo - Os cofres do Estado dispensaram mais de 400 mil euros no âmbito de um contrato de aconselhamento jurídico com o escritório de advogados Morais Leitão, Galvão Teles da Silva e Associados. Em causa está a assessoria aos swaps contraídos por empresas públicas, adianta a edição desta quinta-feira do jornal i.
Os polémicos swaps custaram ao Estado mais 418 mil euros, quantia empregue, desta vez, em assessoria jurídica contratada, pela Direcção-Geral do Tesouro e Finanças, à Morais Leitão, Galvão Teles da Silva e Associados, indica o jornal i.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

PGR desmente ministra das Finanças sobre as swaps


E,portanto, a acusação da ministra das Finanças era falsa - PGR desmente falsificação de documentos de swapsO anterior secretário de Estado do Tesouro, Pais Jorge, esteve presente, pelo menos em duas reuniões, como diretor do Citigroup a tentar vender contratos swaps ao Estado português em 2005. 
Nessas reuniões, os representantes da instituição financeira apresentaram três versões de um mesmo documento que esteve na origem do caso que, em agosto passado, levou à demissão de Pais Jorge da equipa de Maria Luís Albuquerque nas Finanças. (Correio da Manhã, Diário de Notícias, i, Público) 

terça-feira, 30 de julho de 2013

SIC - Miguel Sousa Tavares - Ministra das Finanças em posição insustentável

 Polémica swap - Os indícios são fortemente contra a MF, vão-se acumulando documentos, factos e testemunhos contra Maria Luís Albuquerque. 

Colocou-se a si própria numa situação insustentável por razões políticas, não tendo resistido a mandar isto para cima do anterior governo.

Pergunta, como pode a MF dizer que nada lhe foi dito quando esteve em duas reuniões e como demorou ano e meio a reagir. 

O PS foi directamente posto em causa pelas suas declarações e se isso não corresponde à verdade, é evidente que tem que reagir.