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terça-feira, 10 de novembro de 2015

INE: Exportações sobem 3,2% no 3º trimestre; défice comercial baixa

Boas notícias para o país - "As exportações aumentaram 3,2% e as importações diminuíram 0,3% no terceiro trimestre face ao período homólogo, tendo o défice da balança comercial recuado para 2.628,7 milhões de euros, revelam os dados divulgados ontem pelo INE. 
O défice da balança comercial diminuiu, assim, 415,8 ME em relação ao período homólogo, enquanto a taxa de cobertura aumentou 2,7 pontos percentuais face ao período homólogo, para 82,2%. 
No conjunto dos três primeiros trimestres de 2015, relativamente ao mesmo período do ano anterior, as exportações aumentaram 4,9% e as importações cresceram 2,8%, determinando uma taxa de cobertura de 83,1%." (I e Público)

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Espanha vale metade da subida das exportações até junho

"Este semestre registámos uma faturação muito maior em Espanha. A Inditex, que é nosso cliente já há 30 anos, aumentou as compras". É assim que a administradora da Crispim Abreu, uma empresa têxtil que tem o dono da Zara como cliente, fala sobre o interesse espanhol nos produtos nacionais. 
A descrição de Virgínia Abreu dá corpo aos números revelados ontem pelo INE: Espanha é responsável por 48,7% do aumento das exportações verificado na primeira metade do ano. 
O PS e a coligação PSD/CDS apresentam várias propostas para aumentar as exportações nos seus programas eleitorais. Entre elas, os socialistas propõem introduzir mecanismos que permitam privilegiar, nos apoios públicos, as empresas exportadoras, ou com atividade fora do país, cujo processo produtivo incorpore maiores recursos nacionais.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

INE - Mais importações, mais défice 527 milhões

Segundo o INE, as "exportações aumentaram 1,5% e as importações 4,9% no trimestre terminado em julho, face ao período homólogo, motivando um aumento do défice da balança comercial para 527 milhões de euros." 

O discurso do governo mantém-se: está tudo a correr bem! Não tenho essa opinião, nem aqueles que, em nome de nada, sofrem mais uns cortes no produto do seu trabalho ou nas suas reformas. Para isto?

quarta-feira, 9 de abril de 2014

INE - saldo negativo: mais importações do que exportações

O maior problema do modelo de crescimento é o da sua sustentabilidade. Não reformar e transformar apenas nos conduz a episódios de crescimento. O que o INE nos revela este mês é o seguinte: 
Há uma desaceleração das exportações e que o ritmo de crescimento das importações já é superior ao das exportações. Um dos dados mais relevantes deste destaque é que o INE revê os valores do último trimestre: 
Face a estes dados, comprova-se que as importações estavam subavaliadas e que, de facto, estão a crescer mais do que as importações. Lamentavelmente, confirma-se que não houve alteração de perfil da economia do pais e que a política do Governo apenas conteve pontualmente as importações pela quebra brutal do rendimento dos portugueses (cortes de salário, pensões e aumento de impostos). 


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A Comissão Europeia confirma a opinião do PS e do FMI

Mais de 60% das exportações reportam-se a combustíveis. Para um país que não tem o "ouro negro" facilmente de deduz que precisa de importar este produto natura; e quem está ao corrente do negócio sabe que a faturação é elevada, mas o lucro é mínimo. Fraco negócio, portanto.
"A CE alertou que o modelo de crescimento de Portugal assenta no aumento das importações, que vai reduzir a contribuição das exportações em termos líquidos para o crescimento económico do país". 
Esta nota de Durão Barroso é avisada e confirma as observações críticas do PS e, agora, do FMI. A "receita" falhou, mas o governo insiste no mesmo caminho. E, como solução, temos o empobrecimento e não o crescimento. 
Assim se compreende, como agora é público, que o governo vá cortar mais  3 mil milhões em salários e pensões e defina como permanente esse confisco dos nossos rendimentos. Neste caso Durão Barroso concorda e o FMI também. A direita europeia tem esta marca. É por isso que o PS se opõe e constitui como alternativa.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

INE. Exportações atingem segundo maior valor de sempre


O abrandamento das importações só seria positivo se decorresse de uma capacidade produtiva nacional que substituísse os bens que só encontramos no estrangeiro. Não sendo assim, teme-se a tal ausência de sustentabilidades de indicadores positivos que, apesar de tudo, importa serem divulgados. A esperança na recuperação é fundamental.
"Apesar das exportações nacionais terem crescido apenas 4,2% em outubro face ao mesmo mês do ano passado, em termos de valor o mês foi o segundo melhor de sempre, com 4,212 mil milhões de euros (ME), montante só ultrapassado em maio, quando se chegou aos 4,246 mil ME. 
Os números divulgados ontem pelo INE mostram também que as importações registaram um abrandamento acentuado face a setembro, tendo crescido 9,9% quando comparados com os 14,4% em termos homólogos." (i- 11-12-2013)

sábado, 10 de agosto de 2013

Exportações cresceram no 2º trimestre e diminuíram em junho

Síntese -  Boas notícias e más notícias - As exportações portuguesas aumentaram 6,3% e as importações cresceram 2,1% no segundo trimestre, face ao mesmo período de 2012 (...) Considerando apenas o mês de junho, as exportações diminuíram 1,2% e as importações aumentaram 0,9% face a junho de 2012 (respetivamente, mais 5,1% e menos 3,1% em maio de 2013
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Lusa -  As exportações portuguesas aumentaram 6,3% e as importações cresceram 2,1% no segundo trimestre, face ao mesmo período de 2012, permitindo uma redução do défice da balança comercial em 424,2 milhões de euros, divulgou hoje o INE. 

Segundo as estatísticas do comércio internacional do Instituto Nacional de Estatística (INE), de abril a junho, o saldo da balança comercial portuguesa foi negativo em 2.015 milhões de euros, correspondente a uma taxa de cobertura de 85,9% (mais 3,3 pontos percentuais do que no segundo trimestre de 2012). 


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

É OFICIAL - A CRISE CHEGOU À ALEMANHA

Público - "Continuam os apelos para as políticas expansionistas na Alemanha, mas de Berlim o que veio foi uma revisão em baixa das previsões para este ano. Mais uma ajuda para a quebra das exportações portuguesas." Não sei o que mais será preciso fazer para que se reconheça que a Europa se pode desconstruir a si própria. As exportações portuguesas têm ficado aquém dos objetivos do governo e as importações descem para além das previsões. É isto que prova que o saldo positivo da balança, que tanto entusiasma o governo, é a prova real de que isso acontece à custa do empobrecimento dos portugueses.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

SALDO POSITIVO NA BALANÇA COMERCIAL NO 1º TRIMESTRE

A Balança Comercial portuguesa, segundo o INE, viu o seu défice diminuir no 1º trimestre porque a taxa de cobertura pelass exportações foi francamente positiva.

As exportações aumentaram 17% e as importações apenas 8,5%.

Este bom desempenho está em linha com a boa execução orçamental do primeiro trimestre que, tal como foi divulgado, ultrapassou as melhores expectativas.

Consolida-se, portanto, a ideia de que a crise aberta pela oposição, liderada pelo PSD, foi claramente extemporânea, por desnecessária e injustificada.

Chumbaram o PEC IV, porque, diziam, era injusto.

Agora aprovaram o mesmo PEC V, com as mesmas medidas do PEC IV, mas de forma muito mais agravada, com prejuízo para Portugal e para os Portugueses.

sábado, 9 de abril de 2011

EXPORTAÇÕES EM FORÇA - O QUE PASSOS COELHO TAMBÉM DESTRÓI

RTP:
O saldo comercial português melhorou em 31 milhões de euros depois das exportações nacionais terem aumentado 21,7 por cento, no trimestre que decorreu entre os meses de desmembro de 2010 e Fevereiro de 2011, e a importações terem subido 13,4 por cento
Só em Fevereiro as exportações aumentaram 21,1 por cento face ao mês homologo.

COMO SE RESPONDE A ISTO? COM O DESTAQUE DA RR
Rádios: (RR faz 75 anos)
Aberturas centradas no congresso do PS - Três vivos do Secretário Geral:

1º Motivação: " Só preciso de uma resposta vossa – O PS está comigo?
2º CINCO Líderes do PSD: " e não sei se fica por aqui";
3º Sobre Ganhar eleições: "Para ganhar eleições é preciso merecer ganhá-las esta direcção do PSD merece tudo menos ganhar eleições"

sexta-feira, 8 de abril de 2011

BASÍLO HORTA: EXPORTAÇÕES AUMENTARAM 28% EM FEVEREIRO

Para o presidente da para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o recurso à ajuda da União Europeia "será uma das soluções se for realmente necessário" já que "o que é importante é que a economia não deixe de ser financiada a níveis adequados".
Basílio Horta mostrou-se confiante de que Portugal será capaz de ultrapassar a crise "com ou sem FMI", mas preocupado com a possibilidade de uma "convulsão social" se não houver "níveis adequados de financiamento à economia".
O líder da AICEP admitiu que "em condições normais" nunca estaria favorável a uma entrada do FMI em Portugal até porque "empresas não merecem".

O presidente da agência para o investimento considerou existir uma "janela de esperança" para o futuro do país, recordando os números "extremamente animadores" de Fevereiro em que o volume de negócios no mercado externo aumentou 28,8 por cento, representando um acréscimo de 14 por cento face ao mês anterior.

"Isso não é uma janela de esperança? Não é uma abstracção. Isso é fábricas a trabalhar, a produzir e a vender e isso é muito importante", vincou.
Basílio Horta referiu que "é preciso perceber que no meio desta crise brutal em que todos estamos, há quem trabalhe, há o mundo do trabalho, do risco, da dedicação, da inovação".

"Temos de ter uma fé modesta e fazer o que nos compete e cada um de nós tem de trabalhar e fazer o que lhe compete. Aqui não há pessimismo nem nada. Há ondas lá fora mas o trabalho continua na nossa agência, com a nossa gente", sublinhou.
Por isso mesmo, Basílio Horta defendeu a necessidade de no país existirem "mais empresas a exportar, com mais qualificação, mais valor acrescentado, mais Portugal no mundo e mais mundo em Portugal".
"Sem crescimento, sem produção e sem exportação é muito difícil que a dívida pública diminua e que o orçamento se equilibre", realçou.

O objectivo é mesmo "fazer tudo para que em 2014 as exportações representem 40% do PIB", metade do que apresenta actualmente a Irlanda com 80% que não convencem Basílio Horta para quem este valor é "excessivo".

Apelou por fim a um encontro entre empresas portuguesas onde digam "que janelas de esperança vêem", recordando que "são os empresários que estão a sustentar o País".