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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

As greves da CGTP são o maior equívoco do PCP

Escrevi, desde o início deste "ciclo novo", que não acreditava que Jerónimo e o Comité Central se quisessem suicidar com um apoio genuíno ao Governo minoritário do PS. 
Um rápido olhar sobre o fim dos partidos comunistas europeus permitiu-me pensar assim. E hoje estou mais convicto dessa realidade. 
A descer nas sondagens e com copiosa derrota nas presidenciais, o PCP está quase como um peixe fora do aquário. Esforça-se por respirar, mas cada vez com maiores dificuldades.Impressiona!
Este recurso às greves convocadas pela CGTP - como a que agora decorre -  ao arrepio de toda a opinião pública, para disfarçar o falacioso apoio parlamentar ao PS, faz crescer continuadamente o BE que, assim, quase naturalmente, se credibiliza junto do eleitorado mais à esquerda "petiscando" alegremente nas bases do PCP. Isto não vai dar coisa boa!

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Governo para 4 anos? Jerónimo responde: “Não faço futurologia”

Por isto é que entendo que a existir coligação deve ser comparticipação no governo.  E mais não digo! 
"Jerónimo de Sousa garante que PCP não vai subscrever "medidas negativas" para os trabalhadores e que o Presidente não precisa de garantia para quatro anos.
Sem avançar nada sobre o acordo por ser “desleal” para com o PS, Jerónimo de Sousa disse esta noite que não faz “futurologia” sobre se um Governo à esquerda aguentaria quatro anos no poder. O que se sabe é que medidas “positivas” de um Governo do PS serão passadas pelo PCP no Parlamento, mas medidas “negativas” não serão subscritas pelos comunistas". 

sábado, 31 de maio de 2014

José Junqueiro (2ª) intervenção - Moção de censura



Síntese - A intervenção final foi centrada nas incoerências e no falhanço das políticas do governo. Em matéria de oportunidade das moções de censura, por uma questão de coerência, só Paulo Portas poderia explicar por que motivo, em 2009, quando o PS perdeu as europeias com 26% o CDS apresentou uma para derrubar o governo do PS. 
Depois lembrou ao primeiro-ministro que os sucessivos memorandos, tal como o DEO, foram negociados nas costas da AR e a dita Reforma do Estado não passava, como hoje é público, de um programa de cortes. Sublinhou ainda, em matéria de Justiça, Finanças e Saúde, respetivamente, os avanços e recuos no encerramento de tribunais e repartições de finanças, na Reforma Hospitalar ou no código de ética para a Saúde, mais conhecido por "lei da rolha".
Finalmente, perguntou ao primeiro-ministro, caso o Tribunal Constitucional viesse, a considerar que atuação do governo foi à margem da lei, se iria aumentar os impostos, nomeadamente o IVA para 25%.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Moção de Censura - José Junqueiro questiona Jerónimo de Sousa



O vice-presidente da bancada do PS José Junqueiro reiterou hoje o "total desacordo" dos socialistas a alguns pontos da moção de censura ao Governo, mas sublinhou que o grupo parlamentar votará "o que tem de votar", a resolução regimental de censura que não o texto.
"Bem sei que o que votaremos é o que teremos de votar, mas quero dizer claramente que estamos em total desacordo com a questão das nacionalizações, com a saída do euro, com o incumprimento da dívida, porque nós somos a favor do cumprimento das nossa obrigações e do rigor orçamental", afirmou José Junqueiro, na primeira intervenção da bancada do PS no debate da moção de censura ao Governo apresentada pelo PCP.
Antes de se dirigir ao secretário-geral comunista, José Junqueiro não deixou passar a oportunidade de fazer alusão à "profunda derrota eleitoral" da coligação PSD/CDS-PP nas eleições europeias de domingo, sublinhando que a perda de meio milhão de votos tem razões.
(...) 

domingo, 2 de dezembro de 2012

JERÓNIMO QUER GOVERNO DE ESQUERDA, SEM O PS

JUNTOS, PCP E DIREITA, votaram juntos o derrube do governo do PS. Estenderam uma passadeira vermelha à atual maioria. Agora diz querer derrubar o monstro que criou. Quer uma alternativa à esquerda, mas sem o PS. Portanto, deve ser com o Bloco. Como os dois juntos apenas enchem um "minibus" esse governo não acontecerá em democracia. Era bom que Jerónimo de Sousa se explicasse, porque, enquanto se embrulha nestas "tiradas", há cá fora um país inteiro em dificuldades extremas, pessoas que precisa de respostas e não de DISCURSOS AVENTUREIROS.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

UMA MANIFESTAÇÃO ORGANIZADA PELO PCP OU CGTP?

NADA TEVE DE ESPONTÂNEO - em 15 de Setembro as pessoas saíram à rua, espontaneamente, sem tutela partidária e manifestaram o seu descontentamento - ontem foram apenas o PCP e radicais. Queriam prolongar para a tarde o encerramento do debate sobre o OE 2013, ao arrepio do que sempre se fez em anos anteriores - foi isso que os denunciou. Preventivamente - e vai ser confirmado - não tinham deixado os carros no estacionamento. Terão saído, portanto, como tinham planeado. O PCP não se pode esquecer que votou sempre ao lado da direita e foi foi o PCP um dos dois que, na esquerda radical, estendeu a passadeira vermelha ao atual governo. ENTALOU OS TRABALHADORES e se ontem queria ENTALAR OS COLEGAS -  CONSEGUIU! 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

JERÓNIMO DE SOUSA E PCP VOLTAM A DAR A MÃO À DIREITA

Síntese - HÁ UM ANO O PCP VOTAVA AO LADO DA DIREITA CONTRA O PS - hoje faz de conta que critica a direita, mas descontrola-se e apenas ataca o PS. Nem o BE foi por aí. O PCP está como em 1974/74: golpeia a democracia no coração da democracia. Divide a esquerda.  Jerónimo de Sousa não tem autoridade política, nem legitimidade moral para falar em nome dos trabalhadores. Foi  ele que os condenou ao desemprego e perda de direitos, tal como os demais portugueses. JERÓNIMO  TEM UMA ATRACÃO FATAL PELA DIREITA E DIVIDE A ESQUERDA.
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O PS acusou hoje o secretário-geral do PCP de andar de "mão dada com a direita" e invocou o "sentido de responsabilidade" para não definir já o seu voto face à moção de censura dos comunistas. Estas posições foram transmitidas pelo vice-presidente da bancada socialista José Junqueiro, em reação a críticas feitas pelo secretário-geral do PCP. Junqueiro referiu-se ao episódio de PCP, BE terem no ano passado votado ao lado do PSD e CDS a rejeição do PEC IV, o que conduziu à queda do segundo executivo liderado por José Sócrates. "O deputado Jerónimo de Sousa é um dos responsáveis por existir neste momento um Governo de direita em Portugal. Num passado recente, votou ao lado da direita". Junqueiro considerou depois que o líder comunista "tem uma obsessão com o PS" e que, "sob a falsa pretensão de atacar a direita, acaba sempre a atacar o PS". "Não se reconhece ao deputado Jerónimo de Sousa autoridade política para, numa conferência de imprensa dita para apresentar uma moção de censura ao Governo, acabar a atacar o PS. Significa que Jerónimo de Sousa, tal como há um ano atrás, está hoje de mão dada com a direita", acusou o dirigente da bancada socialista. Junqueiro invocou o "sentido de responsabilidade" para não definir já o voto dos deputados socialistas. "O PS tem sentido de responsabilidade e na altura adequada dirá qual é a sua posição. A vida política não tem que ser um frenesim. Para o PS, a vida política é um exercício de responsabilidade ao mais alto nível", contrapôs

segunda-feira, 19 de março de 2012

JERÓNIMO DE SOUSA - COM A DIREITA NO CORACÃO E PEDRAS NA MÃO CONTRA O PS!

JERÓNIMO DE SOUSA deu as mãos ao PSD/CDS para derrubar o governo do PS. De "cócoras" estendeu a passadeira vermelha a essa MINORIA PARA A TRANSFORMAR EM MAIORIA. Depois fala do ataque aos trabalhadores, mas quem "TRAFICOU OS VOTOS" à direita foi o PCP. Agora ataca SEGURO e o PS, com uma SAÚDE elogiada por todos - tudo para atacar o PS. ESTÁ DOENTE
O PCP, desde o início deste governo, em todas as intervenções na Assembleia da República gasta 75% do seu tempo a atacra o PS. o inimigo principal deste partido não é, como nunca foi a direita. Prfere-a no poder, porque pode signficar mais votos para o PCP, apesar de transformar, sempre, num pesadelo para os trabalhadores.

terça-feira, 19 de abril de 2011

PCP E BE CONVERGEM NO CINISMO POLÍTICO

O PCP e o BE recusaram-se a dialogar com os representantes do FMI. Afirmam ser uma ingerência nos assuntos portugueses a actuação deste Fundo.

O PCP e o BE fogem assim, sem coragem, de uma situação de indignidade política em que caíram como muletas da Direita em Portugal.

O PCP e o BE foram contribuintes líquidos para o chumbo do PEC IV, para a queda do Governo e para o lançamento da oportunidade da Direita chegar ao Governo, com maiores e mais radicais sacrifícios pedidos aos portugueses e a Portugal.

O PCP e o BE, como sempre, com grande cinismo político, dizem lutar pelos trabalhadores, por uma maior justiça na educação, saúde e segurança social, mas estenderam uma passadeira da sua cor, vermelha, para a Direita poder entrar.

Resta, mais uma vez, ao PS ser a esperança para que tal não aconteça.

domingo, 27 de março de 2011

ADEUS CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS - PASSOS COELHO PÕE À VENDA

Pedro Passos Coelho acaba de anunciar a intenção de privatizar a Caixa Geral de Depósitos, admitindo, imagine-se, que o Estado possa manter uma posição maioritária – DEVE INTERPRETAR ISSO COMO UM FAVOR!

Anuncia que em matéria de Saúde e Seguros a Caixa Geral de Depósitos deixará de ter qualquer poder e tudo será privatizado a 100%.Se nos lembrarmos que nesta crise que vivemos foi a Caixa que permitiu conferir estabilidade ao sistema financeiro perceberemos, rapidamente, o que o "privado" Eduardo Catroga - o suposto responsável pela elaboração do programa do PSD - está a fazer com um sorriso nos lábios.
Ir ao "pote" - essa infeliz imagem inventada por Passos Coelho - continua a ganhar sentido.
Sob a capa de "pequenos aforradores" poderem comprar "pequenas acções" tudo se prepara - com anúncio prévio, tudo "transparente"- tudo de prepara, repito, para ser alienado com a assinatura de Pedro Passos Coelho e do PSD.

Os mesmos que inventaram o BPN ou o BPP têm agora uma nova oportunidade com a Caixa Geral de Depósitos. Portanto, até 49% do capital da Caixa e 100% da sua Saúde e Seguros passam o seu destino para as mãos e canetas do PSD e de Pedro Passos Coelho.

OS PORTUGUESES É QUE VÃO DECIDIR! MAS VÃO MESMO!