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terça-feira, 7 de julho de 2015

Investigação RTP - "jobs for their boys" 75% são militantes do PSD e CDS

A CRESAP foi sempre uma falácia. 












O seu funcionamento já custou mais de 2 milhões ao Estado. Era suposto existir transparência. Foi tudo ao contrário. "Jobs for their boys: 75% dos dirigentes públicos nomeados pelo governo são militantes do PSD e CDS". Diz o povo que o que é demais é moléstia"
"Uma investigação da RTP descobriu que 3 em cada 4 dirigentes da administração pública nomeados nesta legislatura são militantes dos partidos do governo. Passos Coelho tinha prometido acabar com os jobs for the boys, mas aí estão os boys e as girls em força.
O caso mais badalado da reportagem envolve o Ministro da Segurança Social e vice presidente do CDS-PP Mota Soares, que nomeou 28 dirigentes públicos de uma assentada para os centros da Seg. Social de todo o país.
Mais tarde, já com a comissão de fiscalização dos processos de recrutamento na Administração Pública (CRESAP), Mota Soares ignora o processo de recrutamento de 13 dirigentes da Segurança Social para manter lá os seus, contra a lei e a Constituição. E ainda fez subir a dirigente máxima do Instituto da Segurança Social, órgão que gere todos os apoios sociais, uma antiga assessora de imprensa do CDS, licenciada em marketing.

Mota Soares e Paulo Portas são a ponta do iceberg de uma prática comum no governo e no Estado e que abre portas à corrupção.

Mota Soares mantém na gaveta 13 processos de seleção para cargos na administração pública

É um escândalo que está a paralisar o Instituto de Segurança Social e outras 12 direções do Ministério liderado pelo vice-presidente do CDS, Pedro Mota Soares. O ministro da segurança social mantém na gaveta 13 processos de seleção para cargos dirigentes na administração pública e é por isso mesmo o recordista do Governo nestes atrasos. 

O caso mais grave envolve a atual líder do Instituto da Segurança Social e ex-vice-presidente do CDS. Mariana Ribeiro Ferreira falhou o concurso público, mas mantém-se no cargo apesar da CRESAP já ter indicado três substitutos, em dezembro do ano passado. A sucessão está a provocar uma guerra de poder no Executivo. 

Pelo meio ficam centenas de candidatos sem respostas e uma comissão independente criada como bandeira eleitoral do PSD e que até hoje já custou mais de dois milhões de euros aos cofres do Estado". - (Sandra Felgueiras - RTP03 Jul, 2015, 21:58)


quinta-feira, 12 de março de 2015

RTP - A entrevista a António Costa - duas notas essenciais

Reafirma a apresentação do programa de governo, precisa que será a 6 de junho e justifica a estratégia, sublinhando que "Não se corre uma maratona como se correm 100 metros (...) e com a tranquilidade de quem sabe que está a fazer o caminho certo". 
Concentra-se nas questões do país e na recuperação remuneratória dos salários e pensões deixando o "caso" Passos Coelho ao juízo dos portugueses explicando que o PS não pediu a sua demissão por três razões: por ser matéria da consciência do próprio Passos Coelho, porque tendo a cobertura do PSD e CDS seria uma ato de eficácia inútil e porque, infelizmente, "o PR também entende que está tudo bem".
Enfatizou ainda a sua aversão "quase visceral quanto a esta política de casos" e distancia-se deste tipo de casos "onde o juízo dos políticos acrescenta pouco. O caso está bem entregue, nas mãos dos portugueses".



quinta-feira, 25 de setembro de 2014

(EXP) Primárias do PS - A pressão do fecho


(CRISTINA FIGUEIREDO) - O último dos três frente a frente entre António José Seguro e António Costa foi o melhor. A cinco dias das primárias que hão de ditar qual deles vai disputar as próximas legislativas, não houve tempo para "mas, mas"

No meio jornalístico todos conhecemos bem o significado da expressão "pressão do fecho". É quando se aproxima a hora de o jornal ir para a gráfica e deixa de haver tempo para continuar a "pentear a prosa", há que escrever à velocidade da luz e, ainda assim, alinhar ideias com nexo. Paradoxalmente, é desta pressa que, às vezes, resultam os melhores textos.

Foi o que aconteceu na noite desta terça-feira com os dois candidatos a candidatos a primeiro-ministro pelo PS. A cinco dias das primárias, sem mais nenhuma oportunidade para fazer passar a sua mensagem em simultâneo aos mais de duzentos mil potenciais eleitores que podem ir votar no domingo, António José Seguro e António Costa travaram na RTP o melhor (também porque o mais equilibrado) dos três frente a frente desta campanha interna.

A conversa começou amena. Sobre o país e os problemas aos quais é preciso atribuir prioridade na resolução, Seguro e Costa falam em uníssono: criar emprego, diz um, combater o desemprego, diz o outro; apostar na reindustrialização, garante o primeiro, resolver a asfixia das empresas, propõe o outro. Repor os cortes nos rendimentos de reformados e pensionistas: estamos em condições disso, afirma um, é possível e necessário, sublinha o outro.

As divergências mostraram-se apenas quando o debate, contra a vontade do moderador, se voltou para o passado e, num remake do primeiro debate, os resultados do PS nas europeias de junho vieram de novo à colação. Com o líder do PS a acusar novamente o adversário de ter provocado esta crise e este novamente a recorrer a um gráfico para sustentar a teoria de que, nas sondagens, é ele que os portugueses preferem.
A partir daí foi um verdadeiro frente a frente, com troca constante de argumentos que só demonstraram aos simpatizantes e militantes do PS, se dúvidas ainda houvesse, que o que está em causa nas primárias não é tanto uma opção entre os projetos, mas entre as pessoas. 

A crispação subiu de tom a propósito da redução do número de deputados que Seguro propôs na semana passada. Costa, repetindo na cara do advesário o que tem vindo a dizer em todos os comícios, acusou o secretário-geral do PS de ter "cedido à argumentação populista". Seguro devolveu o mimo: "Costa é o candidato do status quo, não quer a mudança".

E subiu ainda mais quando, a propósito do "partido invisível" que diz haver na sociedade, Seguro deu rosto, pela primeira vez, "às pessoas associadas a esses interesses que apoiam António Costa", identificando o ex-administrador do BES Nuno Godinho de Matos, porta-voz dos fundadoes do PS que apoiam Costa, como representando "a promiscuidade total entre o sistema financeiro e os partidos".

Costa não gostou: "Se tu tivesses tido com o Governo um décimo da agressividade que tens para comigo, este Governo já tinha caído". E questionou-o olhos nos olhos: "O que é que tu fizeste de concreto na vida para combater a corrupção?", antes de arrolar as várias iniciativas nesse sentido que tomou enquanto ministro da Justiça.

A escalada teria prosseguido, não fosse a "pressão" o moderador João Adelino Faria para "fechar" o programa. 

Domingo, a escolha é entre quem, segundo um, está "desde pequenino" a sonhar ser secretário-geral do PS e quem, segundo o outro, não teve "a coragem" de avançar quando "era difícil"; entre quem oferece "um projeto de mudança" e quem propõe "uma liderança renovada e mobilizadora".

terça-feira, 12 de março de 2013

RTP - Notas para Vitor Gaspar, António Borges e Cavaco Silva


No Termómetro Político RTP, Joao Marcelino, (DN) Pedro Santos Guerreiro (JNeg) Graça Franco (RR) deram as  notas da semana a Vitor Gaspar, António Borges e Cavaco Silva. 
Só o ministro das Finanças teve média positiva, um 10, à pele. 
A pior nota foi para o conhecido ministro sombra António Borges, o único capaz de ultrapassar, em disparates, com Fernando Ulrich.
 
Vítor Gaspar
·         Pedro Santos Guerreiro (nota 10): Parece haver uma nova relação do “bom aluno” com a troika; a nota traduz o esperar para ver de que lado a bola vai cair.
·         João Marcelino (nota 10): Há coisas positivas e coisas que têm estado a correr mal, nomeadamente na economia; faria sentido uma atitude muito mais pró-activa, estamos a ficar reféns de sermos o “bom aluno”.
·         Graça Franco (nota 12): Mais tempo para os cortes será um mínimo indispensável; se o fundo da recessão tiver sido atingido no último trimestre, é uma perspectiva positiva.
 
António Borges
·         João Marcelino (nota 5): O que mais espanta nestes repetidos episódios é que alguém que é assessor do governo para as privatizações, crie tantos problemas com coisas que nada têm a ver com privatizações; não é verdade que esta receita, de diminuição dos rendimentos dos portugueses, faça sentido na sociedade portuguesa.
·         Graça Franco (nota 8): Mesmo em termos económicos, esta análise (relação entre SMN e emprego) não faz sentido.
·         Pedro Santos Guerreiro (nota 8): António Borges é o ego de si mesmo e o super-ego de Passos Coelho em termos económicos; estar a falar de descida de salários nesta altura é estar a brincar com o fogo, em termos sociais.
 
Cavaco Silva
·         João Marcelino (nota 9): Diz que o governo deve ouvir a manifestação, mas não sabemos o que pensa da manifestação; prefácio confirma que é um PR muito distante do país.
·         Pedro Santos Guerreiro (nota 7): Prefácio é uma justificação para o silêncio.
·         Graça Franco (nota 13): Para os 2 anos de mandato

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

TVI - Constança - RTP - Relvas deveria ter saído

(Decisão sobre RTP)-Foi aprovado em CM que a privatização ficava adiada e que se iria avançar para uma reestruturação mas o comunicado não tem uma linha e só ficámos a saber disto pela entrevista de Relvas à RTP, o que é uma vergonha, tratando-se de uma questão nacional. É demonstrativo da confusão reinante que Relvas diga que o que vai haver é uma reestruturação, enquanto António Borges vem dizer o contrário, que vamos ter o processo de privatização a avançar em breve.
É uma derrota rotunda de Relvas (e de Passos Coelho) e uma vitória de Portas, sendo estranho que só agora Relvas se lembre do programa de governo.
Os vários modelos mirabolantes e surrealistas (que foram sendo propostos) mostram que o governo não tem qualquer ideia sobre o serviço público, a única coisa que se discutiu nestes dois anos foi um negócio com um grupo privado; tendo Relvas, na entrevista, falado de critério meramente contabilísticos de cortes. Esta baralhada que o governo criou contribuiu e muito para a degradação da RTP.
Relvas devia ter saído antes do governo, por vários motivos, e também pela forma como geriu este dossier da RTP; o que queria fazer na RTP era muito mau.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

RTP - NUNO SANTOS CAI – MANIFESTAÇÃO, IMAGENS E PEDIDO INDEVIDOS


PSP PEDIU AS IMAGENS – TODAS - a redação entendeu que não deveriam ser entregues imagens em bruto, mas apenas aquelas que foram para o ar nos canais da estação do Estado ... não deu essas imagens à PSP. MAS FORAM ENTREGUES. É como a fuga do segredo de justiça, nunca se descobre, não foi ninguém ou, então, arranja-se ou “mexilhão” ou FOI MILAGRE.

sábado, 1 de setembro de 2012

RTP - PORTAS PERDE A PACIÊNCIA E O GOVERNO A DECÊNCIA

PAULO PORTAS VEIO À PRAÇA PÚBLICA dizer que "vai ser preciso um esforço para recuperar o sentido de compromisso que o PSD e o CDS demonstraram quando negociaram o programa do governo. Estamos cá para isso". Para isso e muito mais, digo eu. Só que Portas não tem apenas 10% de responsabilidade no governo. Tudo o que é a cultura Relvas, Catroga, António Borges ... só existe porque o CDS consente que exista ou é suficientemente fraco para que exista. A RTP vai por um caminho que é também o do CDS por mais que PORTAS pareça falar ao contrário.  Bruxelas estranha. Nós também. É preciso poupar nas palavras. VAMOS ÀS AÇÕES CONCRETAS.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A "ANEDOTA" DO DIA - MIGUEL RELVAS E ANTÓNIO BORGES

CRÓNICA DOS BONS MALANDROS - será que poderíamos chamar assim a esta próxima conversa entre Miguel Relvas e António Borges? Diz o jornal que os dois vão discutir o futuro da RTP. Depois do que é público e todos sabemos só pode ser anedota. Eu diria que vão é discutir o futuro deles. Seja lá o que for, em matéria de privatizações, concessões, reorganizações, vendas e nomeações, SÃO AMBOS CATEDRÁTICOS!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

ANTÓNIO SEGURO -RTP- SE DÁ PREJUÍZO, QUE PRIVADO A QUER COMPRAR?

Síntese - "COM O PS NO GOVERNO voltará a existir um serviço público que se seja prestado por uma televisão pública com uma gestão rigorosa e que sirva os interesses nacionais" .... "a intenção de concessionar a televisão ..."serve alguns interesses, mas não serve o pais"... SE DÁ PREJUÍZO, QUE PRIVADO A QUER COMPRAR? O serviço público é indispensável e é por isso que em todos os países da Europa há serviço público de televisão...“ESPERO QUE ESTA PROPOSTA DO GOVERNO NÃO PASSE no crivo do Presidente da República”.
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O secretário-geral do PS disse hoje, na Madeira, que quando o PS for governo voltará a existir um serviço público de televisão, considerando que a intenção de concessionar a televisão "serve alguns interesses, mas não serve o pais".
António José Seguro reagia assim à proposta governamental de concessão a privados do serviço público de televisão, anunciada pelo consultor do governo António Borges, na quinta-feira.
No final de uma visita às zonas que sofreram incêndios na freguesia de Gaula, em Santa Cruz, António José Seguro referiu que a proposta do Governo “pode servir alguns interesses, mas não serve o país nem o interesse nacional”.
“Eu quero ser muito claro: quando o PS for Governo voltará a existir um serviço público que se seja prestado por uma televisão pública com uma gestão rigorosa e que sirva os interesses nacionais”, disse.
António José Seguro manifestou ainda ter esperança que “esta proposta do Governo não passe no crivo do Presidente da República”.
Confrontado com o futuro dos centros regionais de televisão na Madeira e nos Açores, referiu que o serviço público "significa coesão nacional e esta passa também por coesão territorial e é importante que tanto na Madeira como nos Açores possa haver também um serviço público de televisão".
"Serviço público significa aumentar e afirmar a língua portuguesa no mundo e é muito importante que promova a língua e a cultura portuguesa e que não esteja dependente de critérios de mercado. O serviço público é indispensável e é por isso que em todos os países da Europa há serviço público de televisão", continuou.
Lembrou ainda que o serviço público de televisão em Portugal "pode e deve ser prestado sem que isso signifique prejuízo para a rádio e para a televisão que o presta".
"Neste momento há recursos muito claros que estão à disposição do serviço público de rádio e da RTP, as taxas que os portugueses pagam, cerca de 150 milhões de euros por ano e as receitas da publicidade, falamos de 200 milhões de euros", realçou.
"Há uma coisa que não compreendo, se a televisão e a rádio não dão lucros, acha que algum privado quer aceitar a concessão", perguntou.
António José Seguro, que se encontra na Madeira para participar na Festa da Liberdade, na Fonte do Bispo, promovida pelos socialistas madeirenses, apelou ao Governo Regional e as Câmaras Municipais para que apoiem as famílias na reconstrução das suas casas e haveres destruídos pelos incêndios.

sábado, 25 de agosto de 2012

PORTUGUESES FICAM SEM RTP, MAS VÃO PAGAR AO PRIVADO

 Síntese - O GOVERNO OFERECE RTP (A AMIGOS?) E AINDA PAGAMOS - todos os meses a taxa de audiovisual. Dizem o DN e o  SOL que serão 2,8 mil milhões durante 20 anos 140 milhões por ano. Como Relvas não pode falar, António Borges trata do assunto. Como o CDS não concorda, foi o último a saber. Ficaremos também sem a RTP 2. O POTE ESTÁ A FICAR VAZIO, MAS HÁ QUEM AINDA GOSTE!

"Valor de contribuição audiovisual deverá manter-se. Os portugueses vão continuar a financiar o serviço público de televisão. Segundo avançou o consultor do Governo para as privatizações, António Borges, em entrevista à TVI, um dos modelos em análise para o futuro da RTP passa por concessionar a RTP1 a uma empresa ou entidade privada e fechar a RTP2.
O novo modelo prevê que deixem de ser pagas as dotações de capital e a indemnização compensatória à RTP - prevista no Orçamento do Estado -, mas continuará a ser paga pelos portugueses, todos os meses, o valor da taxa do audiovisual.
Assim, numa média de 20 anos - segundo o "Sol", as licenças de concessão serão negociadas entre 15 e 25 anos -, os portugueses irão entregar ao futuro dono da RTP 2,8 mil milhões de euros - 140 milhões por ano - pela execução das obrigações de serviço público." (Rebeca Venâncio)

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

CDS E OPOSIÇÃO CRITICAM GOVERNO DE COLIGAÇÃO


Síntese - ATÉ O CDS CRITICA O SEU PARCEIRO DE COLIGÇÃO - É o cúmulo! António Borges, o 12º ministro, o "leal conselheiro" do PSD para as privatizações, substitui-se ao governo e anuncia o fim da RTP. Pelos vistos o CDS foi o último a saber desta antecipação. Percebe-se que Miguel Relvas não possa aparecer, por motivos óbvios. Marcelo disse na TVI que o ministro já não tinha espaço para "tratar" da RTP. MAS TRATOU!

"Oposição critica o Governo por ter sido o seu consultor António Borges a avançar a notícia de que a RTP pode vir a ser concessionada a investidores privados. O Bloco de Esquerda quer mesmo esclarecimentos do ministro Miguel Relvas no Parlamento. Do CDS, parceiro da cvoligação no Executivo, o deputado João Almeida também deixou críticas a António Borges, na SIC Notícias"

RELVAS EO GOVERNO PASSAM A RTP A PATACOS

MIGUEL RELVAS AVANÇOU COM A VENDA/CONCESSÃO DA RTP - O serviço público de televisão passará para as mãos dos privados "escolhidos dolosamente" pelo PSD. Mais um negócio para os amigos e mais um passo para o controlo total da comunicação social. E uma boa parte ficará em mãos de amigos estrangeiros ou "estranhos". Só um analfabeto feito doutor era capaz de assinar por baixo a autoria de um "desfalque" em mais um setor estratégico nacional, de interesse público. A PÁTRIA DO GOVERNO É O DINHEIRO!

sábado, 7 de julho de 2012

HOJE - RTP 2 - DEBATE - CUMBO DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL

NA RTP2, às 14h, debato com Hugo Velosa (PSD), Telo Correia (CDS) e João Oliveira (PCP), o chumbo do TRIBUNAL CONSTITUCIONAL ao CORTE DE SUBSÍDIOS aos trabalhadores e pensionistas

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

PINTO BALSEMÃO (SIC) E PAIS DO AMARAL (TVI) CONTRA - TAMBÉM - PRIVATIZAÇÃO DA RTP

QUAIS SERÃO OS DESÍGNIOS DE MIGUEL RELVAS? Á voz do PS e demais partidos da oposição, de personalidades de diversos quadrantes, juntam-se agora Pinto Balsemão (SIC) e Pais do Amaral (TVI) contra a privatização da RTP, não só porque o momento é mau para fazer um bom negócio para o Estado, como também é mau para garantir a sustentabilidade no mercado das produções já existente. QUE DEVA HAVER "MAROSCA", LÁ ISSO DEVE!

"Francisco Pinto Balsemão considera que a alienação de um canal da RTP é um “mau negócio para o Estado”. O presidente do grupo Impresa defende que, no actual momento de dificuldades económicas, a decisão deve ser muito ponderada.

“Neste momento com a crise que atravessamos e a descida da publicidade, é evidente que o aparecimento de mais um concorrente vai provocar um excesso de oferta que, por sua vez, baixará os preços”, refere.

Também o presidente da Media Capital insiste que a privatização de um dos canais da RTP é uma ameaça para toda a comunicação social portuguesa. Miguel Pais do Amaral também alerta para dificuldades no mercado publicitário.

“Existem dois canais estabelecidos com marcas muito fortes, com capacidade de programação muito forte, com capacidade de produção muito forte e, por outro lado, existe uma procura em declínio rápido: o mercado publicitário vai cair dois dígitos este ano. A procura está em baixa e a oferta é bastante forte, não é o cenário ideal para lançar um novo player”, disse.
De recordar que o Governo quer avançar para a privatização de um canal da RTP. O que continuar como canal público, segundo o ministro Miguel Relvas, não vai ter publicidade."

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Francisco Pinto Balsemão VOLTA A ATACAR PRIVATIZAÇÃO da RTP

Francisco Pinto Balsemão voltou a atacar os moldes de privatização da RTP, anunciados esta semana pela administração da estação e pelo ministro Miguel Relvas.
"Se a ideia não é acabar connosco, operadores privados, jornais e rádios, parece. Se é, arrisca-se a conseguir", afirmou numa conferência sobre Media de Futuro, organizado pela Sic Notícias e Expresso.

O fundador do grupo Impresa classificou a privatização de um canal do grupo como "apressado", e que "não maximizando os benefícios potenciais para o Estado, lançará o sector para uma crise que será impeditiva da indispensável transformação em curso", disse.

Para o empresário, o aumento de 40% da oferta de espaço publicitário, a par da queda que o mercado já evidencia, vai provocar "uma queda potencial de receita em torno dos 60% para os operadores privados existentes, com dramáticos efeitos em cascata sobre a Imprensa, a Rádio, a Internet", afirmou.

Para o social-democrata, quando se fala de privatizar a RTP e por em causa o sector, "é o funcionamento da democracia portuguesa que está em causa".

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O QUE O 1º MINISTRO DISSE "SEM DIZER" E NINGUÉM SUBLINHOU

O que Pedro Passos Coelho disse -"sem dizer" - é que com Grécia ou sem ela, mais cedo do que tarde, vai mesmo ter de solicitar um reforço da assistência internacional, com mais FMI e mais Troika.

É o falhanço total das suas políticas e, agora, não sendo do PS vai pendurá-las numa crise internacional que há 3 meses "fazia de conta" não existir.

Assim se compreende que tendo renegociado e assinado no início deste mês um novo memorando, nada tivesse dito à oposição em geral e ao PS em particular sobre este novo PEC.

Marcelo, no Domingo, disse que o Governo fez mal!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O ESTADO FICA SEM A RTP - UMA COMBINATA COM OS DO COSTUME

O Governo vai "oferecer" a RTP a terceiros.

A ideia será a sua aquisição por um grupo de comunicação da confiança da Direita.

Trata-se de subtrair ao Estado um meio televisivo - o único - que presta serviço público.

Claro que 1º, tal como no BPN, o Governo, com os nossos descontos, injecta dinheiro e, a seguir, oferece "limpinho". Tudo legitimado pela vontade popular!!!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O PRIMEIRO MINISTRO NA ENTREVISTA À RTP DEIXOU CLARO QUE:

Portugal foi o único país na Europa onde o PEC foi chumbado
As Oposições lideradas pelo PSD não apresentaram alternativa
As Oposições, por calculismo mesquinho, continuam a não apresentar alternativas
José Sócrates foi o ÚNICO político a apelar e lutar pelo entendimento e concertação

Portugal e os portugueses ficaram fragilizados e vulneráveis aos ataques dos sistemas financeiros internacionais
Os "ratings" do país, banca e empresas baixaram todos vários níveis
Os juros subiram para níveis perigosos e insuportáveis
O PSD tentará decapitar as "resistências" nacionais privatizando a Caixa Geral de Depósitos

Passos Coelho disse em Portugal e aos portugueses que chumbou o PEC por exigir sacrifícios excessivos
Passos Coelho, internacionalmente, disse em entrevista ter votado contra por o PEC ser Fraco e ele querer aplicar um PEC Forte, portanto com mais sacrifícios para os portugueses
A direita quer o FMI e não explica aos portugueses o que isso significa: despedimentos, sacrifícios insuportáveis e convulsões sociais.

O Presidente da República não fez o que devia e podia para evitar a crise
O Presidente da República não acompanhou o Primeiro Ministro nos apelos ao diálogo e entendimento.

E é unânime que a coligação negativa, liderada pelo PSD, para acabar com a avaliação nas escolas é um oportunismo eleitoral irresponsável e constitui uma derrota para todo o sistema educativo e um ultraje para todos os professores que deram o seu melhor e em função disso tiveram as melhores classificações.

Mesmo na RTP N, no curioso painel de comentadores, criteriosamente escolhido, esse gesto irresponsável - o fim da avaliação -  foi criticado ....

E também ficou claro que, apesar dos comentários sem possibilidade de réplica, os comentadores " temem" que o PS ganhe as eleições e a Direita as perca.