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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

AUGUSTO SANTOS SILVA - ESQUECERAM-SE DE AVISAR O PM

Síntese -  A FONTE DAS FINANÇAS que começou a preparar (através da notícia de jornal) o país para o défice ser superior a 5% ESQUECEU-SE DE AVISAR O 1º MINISTRO , que voltou ontem a atravessar-se por essa meta...Vítor Gaspar tem plena consciência disto, já sobre o PM não tem uma certeza tão assertiva, parecendo-lhe que por vezes está a ler discursos em que não percebe o que lá está escrito...Até o CDS, a propósito da 6ª avaliação, avisou que temos que acabar com a negociação técnica e COMEÇAR A NEGOCIAÇÃO POLÍTICA...
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(Receita) - Este método, de que Vítor Gaspar é o executor e Merkel a inspiradora, não produz resultado; arriscamo-nos a ter um défice na ordem dos 6 e tal ou mesmo 7%, descontadas as medidas extraordinárias irrepetíveis, sendo o resultado final inferior ao valor apenas nos cortes nos salários e pensões.
A fonte nas finanças que começou a preparar (através da notícia de jornal) o país para o défice ser superior a 5% esqueceu-se de avisar o PM, que voltou ontem a atravessar-se por essa meta.
As posições das instituições europeias têm dias, a única pessoa que mantém posição inflexível é Angela Merkel; as instituições que nos estão a forçar a isto querem que empobreçamos, querendo impor-nos um objectivo economicamente absurdo de salários mais baixos; 
Vítor Gaspar tem plena consciência disto, já sobre o PM não tem uma certeza tão assertiva, parecendo-lhe que por vezes está a ler discursos em que não percebe o que lá está escrito. A solução passará por baixar os encargos com os juros da dívida, sermos a favor no quadro europeu das “euobonds” e de mecanismos de investimento público à escala europeia, os “projectbonds”.
Passos Coelho está a fazer de capataz, não da Alemanha, mas da senhora Merkel e mesmo da senhora Merkel, só até ás eleições, a partir das quais a posição alemã poderá mudar. 
Salienta que o CDS, a propósito da 6ª avaliação, avisou que temos que acabar com a negociação técnica e começar a negociação política, aproximando-se das posições do PR, do CES e do PS, mas nada disso está a ser feito.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

PS - João Galamba acusa MINISTRO DAS FINANÇAS - não estão a cumprir memorando

Síntese - "O senhor ministro das finanças está em incumprimento do memorando de entendimento",  o ajustamento devia ser feito 1/3 pelo aumento de receitas e 2/3 pela redução de gastos do Estado, mas a Unidade Técnica de Acompanhamento Orçamental (UTAO) diz que, com o Retificativo, o ajustamento passa a fazer-se ¾ do lado da receita. 
 TUDO AO CONTRÁRIO!

Socialistas acusam Governo de fazer ajustamento orçamental à base da receita e não pela redução da despesa - Se Vítor Gaspar tem justificado toda a austeridade com o imperativo de cumprir o Memorando de Entendimento, esta manhã o PS virou esse argumento contra o ministro das Finanças, acusando-o de estar a desrespeitar esse documento. 

"O senhor ministro das finanças está em incumprimento do memorando de entendimento", acusou o deputado socialista João Galamba, lembrando que, de acordo com o Orçamento Retificativo que vai ser votado amanhã, em 2012 a consolidação orçamental se vai fazer sobretudo pelo lado da despesa, e não tanto pelo lado da receita, como impõe o acordo com a troika.

Galamba citou a análise feita ao Orçamento Retificativo pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO - organismo ligado à Assembleia da República), segundo a qual o equilíbrio entre receitas e despesas é virado do avesso: o ajustamento devia ser feito um terço pelo aumento de receitas e dois terços pela redução de gastos do Estado, mas a UTAO diz que, com o Retificativo, o ajustamento passa a fazer-se ¾ do lado da receita.
"É a inversão completa de todo o seu discurso e daquilo que o senhor sempre disse que é obrigação cumprir do memorando", acusou o deputado socialista.

Para Galamba, esta viragem de agulha do corte nos gastos para o aumento da receita "é o falhanço clamoroso politica e discurso do ministro das Finanças".

O deputado socialista insistiu ainda que a primeira retificação ao Orçamento do Estado confirma tudo o que o PS disse em outubro, quando foi discutido o documento original: havia de facto um empolamento de despesa e uma folga, que agora o governo usa para compensar a degradação da generalidade dos indicadores macroeconómicos
Filipe Santos Costa (http://www.expresso.pt/)


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

CRESCIMENTO EM BAIXA - BANCO DE PORTUGAL

Banco de Portugal revê crescimento em baixa

A queda prevista do PIB para 2012 era de 2,2% mas o Banco de Portugal garante que vai ser de 3,1%. Para 2013 já haverá crescimento, mas apenas apenas 0,3%, menos do que o governo esperava.
A instituição liderada por Carlos Costa é mais pessimista nas previsões do que o Governo
Mário Cruz/Lusa
O Banco de Portugal garante que em 2011 a queda do PIB vai ser ser menor do que o esperado - em vez de -1,95 será de  -1,6%.
Estas previsões correm o risco de piorarem, explicam ainda os analistas dos o Banco de Portugal.
Do exterior popdem vir ainda mais efeitos nefastos gerados pela crise da dívida soberana e por uma eventual recessão na Zona Euro.
Internamente, os dados agora apresentados podem variar devido e eventuais novas medidas de austeridade tomadas pelo governo.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

RUI RIO: PORTUGAL AFUNDA-SE SOCIALMENTE. O GOVERNO ESTÁ A ERRAR!

(Lusa)
"Rui Rio, criticou hoje a "ganancia" dos credores do pais e defende que, sem encontrar caminho para a competitividade e o emprego, Portugal "ira afundar-se socialmente".
"Se é certo que temos de sanear as contas do Estado e baixar drasticamente a brutal despesa publica, também não é menos verdade que se não encontrarmos um caminho para a competitividade e o emprego, o pais ira afundar-se socialmente".
O autarca lamentou ainda os cortes feitos pelo Governo apenas no sector publico, considerando que a opção em nada contribui para melhorar a produtividade. "Numa altura em que parte da opinião publica tem, de forma demasiado injusta e irrealista, dividido os trabalhadores em públicos e privados [...] não me parece que essa seja a via mais inteligente para melhorar a produtividade e fazer justiça a quem trabalha de forma séria e empenhada".
Na sua perspectiva, "a falta de emprego e o regresso da emigração como solução imediata para uma vida melhor são factores profundamente desagradáveis, que perturbam a nossa tranquilidade e assombram a nossa felicidade"
"Grande parte daqueles que não se cansaram de me chamar contabilista e economicista e que tanto criticaram a nossa opção de fortes cortes na despesa e de criação de superavites orçamentais estarão hoje mais conscientes de que este era o caminho que, como sempre disse, o próprio pais devia ter seguido".

GOVERNO ANUNCIA MAIS AUSTERIDADE PORQUE CONFESSA FALHAR DÉFICE

O 1º MINISTRO FALA MUITO, DIZ POUCO E GOVERNA MAL. Inicia 2012 confessando  - logo na 1ª semana - que FALHA O DÉFICE para 21012. Assim, o Executivo já está a trabalhar num cenário de mais 520 milhões de euros em NOVAS MEDIDAS DE AUSTERIDADE, o equivalente a 0,3% do PIB. E assim continuará a ser, empobrecer o povo e negar uma agenda para o crescimento e emprego!

O Governo de Passos Coelho admite que o défice para 2012 será de 5,4% do PIB, um valor 0,9% acima da meta acordada com a troika, e justificado, essencialmente, com o pagamento de dívidas aos hospitais e às pensões da Segurança Social, de acordo com uma nota interna a que o «Diário de Notícias» teve acesso.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

QUEM DEFENDEU O VOTO A FAVOR DO OE TEM LEGITIMIDADE PARA DEFENDER A SUA INCONSTITUCIONALIDADE?

PORTUGAL TEM UM OE 2012 feito pelo governo - à sua medida - e promulgado pelo Presidente da República sem pedir a verificação sucessiva da sua constitucionalidade.
A sua realização é da exclusiva responsabilidade do Executivo de Passos Coelho e ao Partido Socialista compete a fiscalização permanente e objetiva da sua execução.  O PS escolheu esse caminho e não desiste.
O país não poderia funcionar - ainda que mal - sem o OE 2012 e na sua ausência a violência dos mercados seria arrasadora para os portugueses.
Compreendo que o PCP e o BE entrem neste "estória" da constitucionalidade, mas não entendo que qualquer deputado do PS possa enveredar por esse caminho depois de se ter abstido e mesmo, no caso de um dos requerentes, ter defendido o voto a favor. QUEM DEFENDEU O VOTO A FAVOR DO OE 2012 tem legitimidade moral e autoridade política para, agora, pôr em causa a sua constitucionalidade? NÃO, NÃO TEM!

sábado, 31 de dezembro de 2011

EM 2012 TEREMOS O MESMO 1º MINISTRO E OUTRO GOVERNO?

ESTE FOI UM ANO PARA "ESQUECER", mas creio que com esta equipa vamos"LEMBRAR 2012 PARA SEMPRE".
Se não me enganar - e oxalá me engane - teremos "problemas muito delicados" num Verão muito quente!
Em Dezembro de 2012 teremos o mesmo 1º Ministro, mas outro governo.Talvez!!!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

2012 - AS 10 MEDIDAS PSD/CDS PARA EMPOBRECER SEM RESOLVER

INSEGURANÇA - NINGUÉM QUER FALAR - o país mergulhou numa espiral de violência, a Justiça e Administração Interna não se entendem nas indefinições que introduziram nas polícias, no seu papel, estatuto e coordenação. As “rebarbadoras” e explosões arrasam as caixas multibanco, os ourives são diariamente assaltados, o mesmo começou a acontecer nos hotéis, nas estradas os pórticos são atacados a tiro, personalidades são sequestradas, aumenta o carjacking e o esticão, o crime violento, rompendo com todas as estatísticas e brandos costumes, fazendo acontecer as primeiras vítimas mortais. (JJ)
Margarida Peixoto e Paula Cravina de Sousa
2011 foi o ano das más notícias. Aumentos de impostos, cortes nos salários e nas pensões, aumentos nas taxas moderadoras - a lista é comprida. Mas muito do aperto será sentido só em 2012. Por isso, prepare-se.
1 - IVA MAIS ALTO NA ELECTRICIDADE E GÁS
Electricidade e gás já subiram de preço, com o agravamento do IVA de 6% para 23%. A medida era para ter efeito apenas em 2012, mas para tapar os desvios na execução orçamental, foi antecipada para Julho deste ano.
2 - SUBSÍDIO DE NATAL PELA METADE EM 2011
Todos os trabalhadores com salários acima da remuneração mínima (485 euros mensais), sejam do sector público ou privado, viram este ano o seu subsídio de Natal ser cortado para cerca de metade. No caso dos funcionários públicos, este corte soma-se à redução média de 5% que já foi aplicada a todos os salários superiores a 1.500 euros.
3 - FUNÇÃO PÚBLICA E PENSIONISTAS SEM SUBSÍDIOS EM 2012
Os funcionários públicos voltam a sofrer um corte nos seus rendimentos e os pensionistas tanto do público como do privado também vêem as suas reformas reduzidas. Na Função Pública, o corte médio nos salários mantém-se e todos os trabalhadores com vencimentos entre 600 e 1100 euros ficam, em média, sem um subsídio. Quem ganha mais de 1100 euros mensais não recebe nem o subsídio de Natal, nem o de férias.
4 - MENOS DEDUÇÕES NO IRS
Os contribuintes poder deduzir menos no IRS já a partir de Janeiro. Vão ser introduzidos tectos máximos às deduções que as famílias podem fazer com as despesas de saúde, educação, entre outros. A medida não é nova e já tinha sido apresentada pelo PS no PEC I, tendo sido chumbada pelo PSD. Os limites máximos vão variar consoante os rendimentos dos contribuintes. Será ainda introduzido um limite às deduções da saúde. Actualmente, só é possível deduzir 30% das despesas com a saúde, não havendo um montante máximo. No OE/12 o limite é de 10% com o limite de 840 euros.
5 - MAIS ENCARGOS COM A CASA
Os proprietários e inquilinos vão pagar mais pelas suas casas: as deduções de amortizações do empréstimo à habitação e das rendas da casa serão eliminadas. Já a dedução dos juros pagos no âmbito dos créditos contraídos vai ser progressivamente cortada. Além disso, a isenção de IMI a que muitos proprietários têm direito será encurtada e retirada progressivamente. Outro dos aumentos advém da avaliação das casas, que deverá agravar o montante pago pelos proprietários.
6 - SUBSÍDIO DE DESEMPREGO MENOS GENEROSO
A duração máxima do subsídio de desemprego vai ser reduzida para 18 meses. O montante máximo que pode ser recebido também leva um corte: não ultrapassará os 1.048 euros mensais. Além disso será introduzido um perfil decrescente de prestações após seis meses de desemprego, com uma redução de 10% do montante da prestação mensal. Aos cortes no subsídio, junta-se a maior facilidade em despedir por inadaptação e por extinção de posto de trabalho e indemnizações mais baixas.
9 - SALÁRIOS CONTIDOS
No sector privado é de esperar moderação salarial já que em 2012 o Governo compromete-se a não estender convenções colectivas e todos vão trabalhar mais meia hora por dia. O pagamento das horas extra será reduzido para metade e os bancos de horas poderão ser negociados directamente.
10 - UTENTES PAGAM MAIS PELOS CUIDADOS DE SAÚDE
Os utentes terão de pagar mais pelo acesso ao Serviço Nacional de Saúde. As taxas moderadoras vão passar para o dobro, com uma ida às urgências a custar 20 euros. Contudo, o Governo garantiu que o número de pessoas isentas vai aumentar, passando de 4,4 milhões, para 5,1 milhões.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

COLOSSAL: 690 M€ por ENGANO no OE 2012 - DETECTACTADO MAIS UM DE 390M€.

Juros de 390 milhões contabilizados duas vezes no Orçamento - Margarida Peixoto 
 
SÃO ENGANOS que somam já 690 milhões - Este é mais um erro no OE 2012, desta vez de 390 milhões de euros. O anterior foi de 300 milhões de euros. É UMA INCOMPETÊNCIA COLOSSAL que rima com o CORTE NO SUBSÍDIO DE NATAL. Quem votou nesta maioria PSD/CDS pode continuar a BATER PALMAS. A culpa destes enganos tembém é do GOVERNO ANTERIOR, DO PS?

"O Ministro das Finanças, Vítor Gaspar, entregou o Orçamento do Estado para 2012 à Assembleia da República a 17 de Outubro.
Erro de 390 milhões de euros prejudica um dos indicadores-chave para os potenciais investidores em dívida pública e para as agências de ‘rating’.
O Orçamento do Estado para 2012 tem um erro na contabilização dos juros a pagar pela dívida pública. A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) descobriu que foram registados mais 390 milhões de euros a pagar em juros da dívida pública do que o devido - uma falha que não tem impacto no défice, mas que penaliza um dos indicadores mais importantes para os mercados e as agências de ‘rating'.
A falha foi detectada pelos peritos do Parlamento e foi comunicada aos deputados através de uma nota de informação adicional sobre o OE/12. Este já é o segundo erro identificado no OE. O primeiro foi detectado pelo economista Paulo Trigo Pereira, e noticiado pelo Público, e dizia respeito a uma incorrecção de cerca de 300 milhões de euros na contabilização das receitas.
Conforme explicam os peritos da Assembleia da República, desta vez o problema está nos encargos com a dívida. Os juros a pagar pelas empresas públicas reclassificadas - por exemplo, a Refer, o Metro de Lisboa ou o Metro do Porto - não foram consolidados com os juros a receber por parte do Instituto de Tesouraria e Gestão do Crédito Público (IGCP).
Ou seja, como as empresas em causa e o IGCP já pertencem todos às administrações públicas, há que verificar que parte da dívida destas empresas é que está na posse do IGCP. Segundo os critérios do Eurostat, esta dívida não conta para o apuramento total da dívida pública, já que é um passivo de um subsector, mas é um activo do outro. Da mesma forma, também os encargos com esta dívida se anulam mutuamente."

domingo, 4 de dezembro de 2011

1º MINISTRO CONFIRMA QUE COBROU MAIS 2000 MILHÕES DO QUE ERA NECESSÁRIO

Em entrevista ao Público o 1º Ministro confirma que de toda a receita arrecadada (o nosso subsídio de Natal, o IVA máximo na electricidade, gás, restauraçã, alimentos para crianças .....) sobram mais de 2000 milhões de euros que, dizem agora, destinados ao investimento. Fica claro, portanto, que havia" folga orçamental" e que ENTRE a VERDADE e os NÚMEROS HÁ, AGORA SIM, UM DESVIO COLOSSAL!

Espero vivamente, os resultados do défice no final do ano, porque ou eu estou enganado ou vamos mesmo ter números abaixo das previsões do governo. Se for assim, confirma-se que a FOLGA É AINDA MAIOR" e que os nos rendimentos foram objecto de um ESBULHO, tal como insistentemente temos vindo a provar

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

CARLOS ZORRINHO ENCERRA O DEBATE NA AR EM NOME DO PS

Neste contexto “Com a abstenção do PS a maioria PSD/CDS e o seu Governo ficaram constituídos como os únicos responsáveis pela execução do OE, pelo cumprimento das metas orçamentais e pela salvaguarda da economia portuguesa.”

Assim, o Partido Socialista "reafirma que no plano das políticas concretas continuará a bater-se pela justiça social, pela dinamização da economia, por uma agenda para o crescimento e emprego, por uma repartição mais justa dos sacrifícios, opondo-se vigorosamente a qualquer tentativa de uso da crise como pretexto para destruir o papel inalienável do Estado na regulação da economia ou desmantelar o Estado Social".

Convém, então, reter que O GOVERNO ESCOLHEU "A SOLIDÃO" NO OE 2012.

MÁRIO SOARES: ABSTENÇÃO DO PS É SINAL DE RESPEITO PARA SÓCRATES

Mário Soares concorda com a abstenção do PS na votação do Orçamento do Estado (OE) para 2012. O antigo Presidente da República considerou, numa entrevista ao programa da SIC Notícias “Portugal 2011”, que António José Seguro está a gerir bem a liderança do partido. Para Soares, a abstenção é sinal de que o PS segue uma linha e demonstra respeito por José Sócrates.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

CARLOS ZORRINHO COM A JOVEM EQUIPA PS DO ORÇAMENTO

Hoje de manhã, na AR, antes do reinício do debate na especialidade, Carlos Zorrinho, com Pedro Marques, João Galamba e Pedro Nuno.


Uma equipa que conta  com Basílio Horta e Fernando Medina entre outros dedicados deputados eleitos pelo PS.

OE 2012 - O "ROLO COMPRESSOR" PSD/CDS APROVOU OS CORTES A 100% DOS SUBSÍDIOS: FÉRIAS E NATAL

Continua a discussão do OE 2012. Não há novidades. A maioria PSD/CDS não aceita as propostas do PS, tentando disfarçar esse radicalismo com "pequenas nuances"sem impacto relevante. 

O 1º Ministro não terá desculpas. Com uma maioria, um governo e um Presidente tem, agora, um OE 2012 da sua inteira responsabilidade e uma responsabilidade que lhe tocará por inteiro na sua execução.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

AFINAL HAVIA OUTRO - OE 2012 - UM NA AR, OUTRO NAS FINANÇAS

HÁ DUAS VERSÕES DO OE, uma nas Finanças, outra na AR.

O PSD DIZ QUE O OE 2012 VERDADEIRO é o que foi aprovado na Assembleia da República.

O que está no site das Finanças é, por tanto, FALSO.

Ou é desorientação total ou VÍTOR GASPAR DEDICA-SE À CONTRAFAÇÃO!!!

MANUELA FERREIRA LEITE ACUSA OE 2012 DE INSENSIBILIDADE SOCIAL

Manuela Ferreira Leite critica, novamente o OE 2012.

Diz que está feito exclusivamente pelo lado da receita e refere que neste momento mais impostos não vão significar mais dinheiro, porque o poder de compra das pessoas diminuiu drasticamente e as empresas estão a para e o sedemprego a aumentar.

Diz que o OE não se preocupa com as pessoas. QUEM DIRIA?

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

DEBATE DO OE - RELEVAM AS PROPOSTAS DO PS - GOVERNO TEM MEDO POLÍTICO EM ACEITAR

António Seguro reafirma que o PS respeitará os compromissos assumidos, mas que este orçamento não é o do PS e que a sua execução pertence por inteiro à maioria PSD/CDS.

Reitera que tem soluções para evitar o corte de um salário aos pensionistas e aos funcionários públicos, para moderar o IVA na restauração, para facilitar o acesso das empresas ao financiamento.

O 1º Ministro elogia a responsabilidade do PS, mas nega alterações orçamentais! Boas palavras, MAS ASSIM NÃO NAO TEM SENTIDO!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O GOVERNO RECUA E NÃO ACEITA AS PROPOSTAS DO PS.

A boa vontade do governo em receber e estudar propostas alternativas do PS acabou no preciso momento em que começaram a ser apresentadas.
A desorientação é grande! Ficou claro que em 2011 não era necessário cortar 50% do subsídio de Natal.
E mais claro ficou que para 2012 há uma folga de 900 milhões que permite reduzir a metade os cortes que o governo do dr. Passos Coelho e do dr. Paulo Portas vai fazer aos pensionistas e funcionários da administração.
Desde o o Presidente da República, passando por Rui Rio e acabando no Cardeal Patriarca, todos convergem num sentido: o governo só não aplica mais equidade fiscal porque não quer dar o dito por não dito. Erro fatal, como se verá!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A.SEGURO e F.ASSIS JUNTOS NA DECISÃO - A CPN do PS APROVA, a 75%, ABSTENÇÃO NO OE PSD/CDS

A Comissão Política Nacional do PS, a 100%, critica duramente a renegociação secreta do governo com a TroiKa, em Setembro, a elaboração unilateral e escondida do OE 2012, que classifica como iníquo e ultra liberal, apresentado pelo PSD/CDS .

Por quê, então, a abstenção? Porque pretende dar combate total com propostas alternativas concretas (diminuição dos cortes na função pública, apoio à economia e ao emprego, com uma linha de crédito de 5 000M€ às PMEs, redefinição da aplicação das taxas máximas de IVA ou renegociação da sua aplicação na restauração, por exemplo).

Isso não se faz com voto contra primeiro e propostas depois. Esse é o método do PCP e do BE, os mesmos que se abraçaram à direita para derrubar o PS e hoje choram lágrimas de crocodilo em nome dos trabalhadores e das políticas sociais.

E um voto final de abstenção que evitará qualquer desculpa do governo com a agitação dos mercados, que o responsabilizará a 100% pela execução orçamental, que o fará responder pelas alternativas do PS que venha a rejeitar, porque fica claro que não nos confundimos, nem nos métodos, nem nos conteúdos, com o que a direita fez a Portugal, nem com o abraço promíscuo com a esquerda radical.

Com 100% de acordo nas críticas, 75% definiram uma estratégia distinta que, no entanto, alcança a 100% os objectivos que todos querem ver consagrados: um PS credível, apresentando-se como parte da solução, e uma direita PSD/CDS totalmente responsável pela execução do OE 2012.
(José Junqueiro)

LUSA
"António José Seguro propõe abstenção do PS na votação do Orçamento do Estado
O secretário-geral do Partido Socialista, António José Seguro, propôs hoje aos socialistas a abstenção na generalidade na votação da proposta do Governo de Orçamento de Estado para 2012.
Segundo fonte oficial, a posição de António José Seguro foi transmitida na abertura da reunião da Comissão Política Nacional do PS.

Na mesma reunião, o secretário-geral do PS defendeu uma demarcação dos socialistas face ao Bloco de Esquerda e ao PCP na linha de oposição ao Governo. "Não será comigo à frente do PS que o partido romperá o acordo com a 'troika'", disse, embora distanciando-se também das políticas até agora seguidas pelo Executivo PSD/CDS.

"Eu declinarei qualquer responsabilidade do PS na execução do Orçamento do Estado para 2012. Este não é o meu Orçamento, mas Portugal é o meu País. O futuro dar-me-á razão na proposta que apresento", considerou.

António José Seguro deixou também avisos de ordem interna: "A partir de hoje há uma única voz" no PS, afirmou, numa alusão à exigência de disciplina de voto interna na votação do Orçamento do Estado para 2012.

Na sua intervenção, o líder socialista disse ainda que recebeu com "choque" a proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2012.

Depois, referiu que no último debate quinzenal, na Assembleia da República, considerou que as medidas anunciadas pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, eram "injustas e violentas".

 
 
 
 









quinta-feira, 3 de novembro de 2011

LARGO DO RATO: o OE 2012, QUE A DIREITA ELABOROU SECRETAMENTE, ESTARÁ EM DEBATE

O PS ASSUMIRÁ A SUA DECISÃO COM SENTIDO DE RESPONSABILIDADE - António José Seguro reúne a Comissão Política Nacional e o Grupo Parlamentar do PS no Largo do Rato, com o objectivo de analisar e decidir sobre o sentido de voto no OE 2012 que a direita, PSD/CDS, elaborou SECRETAMENTE com a ideia ultra liberal de que a "iniquidade fiscal é um bem" e as pessoas são um "mal necessário". O PS PENSARÁ PRIMEIRO NAS PESSOAS E NO PAÍS.

A DIREITA renegociou o memorando da Troika sem dizer nada a ninguém, elaborou o OE sem dizer nada a ninguém, "inventou" um buraco que não consegue explicar, voou sobre a tragédia financeira da Madeira e aterrou no estrangeiro, no Paraguai, para daí anunciar ao seu país que "certamente" quer pedir mais 25 000 milhões de euros. SÓ NÃO DISSE QUE A DERIVA ULTRA LIBERAL FALHOU!