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domingo, 16 de agosto de 2015

A festa da direita no Pontal: o exercício do esquecimento e do medo!

A direita unida, uma espécie de partido único, juntou-se no Pontal. Quis dar a ideia de unidade e publicitar apenas as estatísticas com resultados positivos, ainda que longe das previsões. 
E junta, a direita, fez o exercício do esquecimento: sobre o PEC chumbado (cá) e que a Europa (lá) tinha aprovado, por unanimidade, ao Governo português. 
E esquecendo-se que daí resultou a entrada da Troika, a venda do país a retalho e os sacrifícios para as vítimas do costume.
E como coreografia de fundo agitaram o cenário do medo, uma espécie de "Depois de mim o dilúvio" esquecendo-se que de insubstituíveis estão as campas cheias.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Por onde anda o programa de Governo do PSD/CDS? É melhor perguntarem!

Uma pergunta sem resposta. Os dois partidos não apresentam propostas. Apenas conhecemos os resultados desta governação. E até o FMI acha que a coisa não correu bem. E aconselham mais do mesmo: 
  • "Deve ser dada prioridade à redução de funcionários pelas saídas para a reforma e cortes específicos em áreas com funcionários a mais. 
  • As medidas estruturais devem limitar os aumentos salariais automáticos e a progressão nas carreiras"
  • E, acrescento eu, os 600 milhões de euros de cortes definitivos nas pensões que o governo quer fazer .
Percebe-se, por isso, que Passos e Portas apenas falem das medidas do PS por nada de bom, nem de novo, terem para presentar. 

E, também por isso, o secretário-geral do PS lembrou"As recomendações [do FMI] vão no sentido oposto àquilo que nós propomos e nós faremos uma política contrária que permita alcançar os bons resultados que o país precisa, porque a prossecução das políticas de austeridade, que este Governo quer prosseguir, só tem dado maus resultados"

terça-feira, 1 de julho de 2014

Pedro e Paulo - os jogos de poder têm mais encanto na hora da despedida!

Os mesmos de sempre, Pedro e Paulo, aterrorizados com a proximidade eleitoral, sentem que os dois e respetivos partidos sofrerão um tsunami político. 
A consciência vai pesada. Só isso os obriga a disfarçar um divórcio anunciado. Tudo em nome do medo de se apresentarem sós!!! O PR sabe do que falo.

“Um ano depois de o Governo quase ter quebrado, PSD e CDS voltam a estar em ambiente de tensão, com os social-democratas suspensos de uma decisão de Paulo Portas sobre uma pré-coligação para 2015. 

O tabu criado pelo líder do CDS e vice-primeiro-ministro sobre esta pré-coligação - sobretudo depois de o PSD ter dito que está pronto para fechar o acordo - está a deixar os dirigentes da São Caetano à Lapa "apreensivos". 

O histórico do PSD Ângelo Correia expressa a tensão que se vive do lado dos social-democratas, deixando um aviso a Portas: "Se o CDS pensa que pode ser uma muleta do PS em 2015 que se lembre da experiência do segundo Governo constitucional". 

O silêncio do líder do CDS está a ser visto como estratégico pelo PSD. O facto de em outubro já estar clarificado quem será o próximo candidato a primeiro-ministro do PS leva o PSD a concluir que Portas está a adiar uma decisão também por este motivo.”

sábado, 20 de outubro de 2012

A FALÊNCIA DA DIREITA - PSD-CDS 1985-2012 (27 anos)

A DIREITA DEIXOU SEMPRE O PAÍS EM CRISE E PROVOCOU CRISES MAIORES - a maioria absoluta do PSD (1985-95) deixou o país em crise, com o défice em cerca de 7%, cerca de  meio milhão de desempregados, salários em atraso...tal como agora, o governo não podia sair à rua. O PS ganhou eleições e fez recuar o défice para menos de 3%. Em 2003-2005, a coligação PSD/CDS, com Durão Barroso, Paulo Portas e Santana Lopes, a direita repetia a crise anterior. O PS ganhou eleições e fez recuar o défice para menos de 3%. Em 2011 a direita provocou uma crise política em cima de uma crise económica internacional. Com o PS o país enfrentava dificuldades duras com a crise internacional. Com a coligação PSD/CDS Portugal  está pior, muito pior, vive uma crise dramática e a instabilidade do costume. O PS voltará a assumir RESPONSABILIDADES DE GOVERNO, DEPOIS DE ELEIÇÕES.