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sábado, 12 de dezembro de 2015

Viseu - Ranking (secundário) - Alves Martins no topo entre as 20 primeiras

"A recolha de ligações que encontrámos na imprensa com várias versões dos Ranking de Escolas 2014/2015 que têm por base fundamental informação veiculada pelo Ministério da Educação. 

Sublinhe-se "que as metodologias utilizadas ocultam e distorcem a análise podendo conduzir em erro comparações qualitativas entre escolas (...) Estes rankings ser encarados com cautela e com uma indicação apenas (...) (in Economia e Finanças - @EcoFint on Twitter | economiafinancas on Facebook)

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Nas vésperas de ... protocolo para as escolas Grão Vasco e Viriato em Viseu

Nuno Crato esteve em Viseu para homologar obras nas escolas Grão Vasco e Viriato. 
Os deputados socialistas José Junqueiro e Acácio Pinto foram os únicos a marcar presença. 
A solução agora encontrada e que envolve o pagamento pela câmara de Viseu da componente nacional (cerca de 300 mil euros), não mereceu o acolhimento do anterior executivo municipal para protocolo semelhante, facto que prejudicou a Grão Vasco durante todos estes anos. E convém lembrar que as obras já decididas - e com outra amplitude - para a Viriato foram impedidas, até agora, pelo mesmo ministro. O atual presidente da câmara demonstrou mais pragmatismo. Atuou bem.

"As escolas Grão Vasco e Viriato, ambas do concelho de Viseu, foram alvo da assinatura de um protocolo, no dia 17 de agosto, entre a Câmara de Viseu e o Ministério da Educação, no âmbito dos fundos comunitários, que irá permitir a realização das obras de requalificação há tantos anos reclamadas, sobretudo na primeira. Esta sessão, que decorreu no salão nobre dos paços do concelho, contou com a presença do Ministro da Educação.
Diga-se aliás que foram muitas as pessoas que não se cansaram de reclamar ao longo dos anos estas obras, a começar desde logo pelos pais e encarregados de educação, mas também os deputados do PS (AQUIAQUIAQUIAQUI...), entre muitos outros, que nunca deixaram que este assunto fosse colocado na gaveta, através de perguntas ao governo e de interpelações diretas ao ministro da educação na Assembleia da República.
Mas importa também dizer, nesta oportunidade, que a solução agora encontrada e que envolve o pagamento pela câmara de Viseu da componente nacional (cerca de 300 mil euros), não mereceu o acolhimento do anterior executivo municipal para protocolo semelhante, embora não deixa de ser curioso o facto de o governo atirar para o poder local as suas obrigações financeiras.
Bom, para não escalpelizar muito mais esta questão, agora que está resolvida, esperando-se que não vá para as calendas, termino com uma nota final.
Há no distrito outras escolas com graves problemas, que já haviam sido identificadas como tal, que não estão, que se saiba, na lista de obras a efetuar, como são os casos, entre outras, das escolas Latino Coelho (Lamego), de Moimenta da Beira e de Mangualde, e o caso mais paradigmático é mesmo o de São Pedro do Sul, em que o ministério ocupa uma escola (a básica 2,3) que vendeu ao município sem pagar qualquer renda pela sua utilização e o que é facto é que não quer fazer as obras na secundária, como lhe compete  e conforme o ministério se comprometeu. 

Estamos mesmo a ver que neste caso de São Pedro do Sul, obra estruturalmente profunda e de ampliação, na secundária para que possa receber também os mais de 400 alunos da básica, o ministério ainda irá dizer que a câmara deveria fazer a obras com 1 milhão dos fundos comunitários, 
quando as obras ascendem a vários milhões de euros! Neste caso, para começar, o que a câmara deveria fazer era pagar a renda ao município pela ocupação da escola básica! Isso é que era elementar.
Em suma: Requalificação das Escolas Grão Vasco e Viriato? Com certeza... mas não há muito mais a fazer! Há outras escolas a exigirem uma célere intervenção e que não podem ir para o rol do esquecimento! (Texto Acácio Pinto)"

sexta-feira, 9 de maio de 2014

(Opinião) - O Governo esqueceu as escolas em Viseu

O ministro da Educação foi à AR, nesta terça-feira, anunciar o levantamento da suspensão de obra – PARQUE ESCOLAR -  nas seguintes escolas: secundárias de Amarante, Pinhal Novo, Silves, Dr. Mário Sacramento, Mem Martins, Gago Coutinho, Marco de Canavezes, Soares Basto, Loulé Escola, Luís de Freitas, da Trofa, Branco, escola básicas e secundária de Anadia, Castelo de Paiva e Dr. Manuel Fernandes.
Este gesto, em plenas campanha para as europeias, não passou em claro. Afinal, a Parque Escolar serve para continuar a cumprir o seu objetivo. Ao fim de três anos, apesar de críticas duríssimas feitas pela maioria PSD/CDS à empresa, o Governo não concretizou nenhuma alternativa. Apenas disse mal e, agora, experimenta o seu próprio veneno.
Assim, o programa de recuperação ou construção de novas escolas é agora retomado por aqueles que o criticaram e pela empresa que o estava a concretizar.
No nosso caso, em Viseu, o atraso e o prejuízo causados por este Governo são inaceitáveis. Para além do caso da escola Grão Vasco, sobre a qual o ministro nada disse, estavam na Parque Escolar, com obras em curso ou com processo concluído, as escolas secundárias de Resende, Latino Coelho (Lamego), São Pedro do Sul, Viriato (Viseu), Moimenta da Beira e Mangualde, para já não falarmos no enorme atraso que já levam as obras, em curso, em Oliveira de Frades.
O deputado socialista, Acácio Pinto, igualmente eleito por Viseu, vice-presidente da comissão de Educação, durante a audição, interpelou o ministro sobre o facto de nenhuma escola do nosso distrito constar da listagem, mas não obteve qualquer resposta.
De facto, não tivessem sido os governos do PS, o distrito nunca teria registado os investimentos que hoje tem nas escolas, nos equipamentos de saúde, nomeadamente no novo hospital de Lamego, nas IPSS ou misericórdias, nas barragens, no abastecimento de gás natural em Viseu, nas energias renováveis ou nas estradas, entre tantos outros exemplos possíveis.
Até já ninguém se lembra que os magníficos acessos à cidade foram objeto de contrato-programa com a nossa autarquia, mas convém não esquecer o encerramento de tribunais, repartições de finanças, extensões de saúde e tantos outros serviços.
Confirma-se assim, com mais este rude golpe, que este governo abandona, de uma forma inadmissível o interior e o distrito de Viseu, reiterado com o silêncio do PSD e do CDS e dos seus deputados eleitos por este círculo eleitoral.
E isto acontece, porque o PSD e CDS acham que em Viseu as eleições são sempre favas contadas e, portanto, o distrito pode ficar sempre para último. O PS já ganhou as eleições no distrito e talvez não haja uma sem duas. Talvez o Governo tenha um cartão vermelho nas europeias.                    

 DV 2014-05-07

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Deputados PS Viseu - escolas - criticam ministro da Educação

Na audição que decorreu no dia 6 de maio na comissão de educação, ciência e cultura, da Assembleia da República, o ministro da educação, Nuno Crato, divulgou uma listagem de 14 escolas cujas obras, que estavam suspensas, iriam ser retomadas pela empresa Parque escolar.
Relembre-se que as obras destas escolas, e de muitas outras, tinham sido lançadas pelo anterior governo e o que é facto é que todas elas foram suspensas por Nuno Crato, pelo governo do PSD e do CDS.
Face a esta divulgação, os deputados do PS eleitos pelo distrito de Viseu, José Junqueiro, Acácio Pinto e Elza Pais, não podem deixar de manifestar a sua profunda indignação pelo facto de nenhuma obra do distrito de Viseu constar desta listagem, pese embora o facto de serem inúmeras as escolas que estavam em obras ou tinham todo o seu processo concluído.
Aliás, desde logo e ainda durante a audição o deputado do PS, Acácio Pinto, interpelou o ministro sobre o facto de nenhuma escola do distrito de Viseu constar da listagem, não tendo obtido qualquer resposta.
Do distrito de Viseu estavam na Parque Escolar, com obras em curso ou com processo concluído, as escolas secundárias de Resende, Latino Coelho (Lamego), São Pedro do Sul, Viriato (Viseu), Moimenta da Beira e Mangualde, para já não falarmos no enorme atraso que já levam as obras, em curso, em Oliveira de Frades. Para além destas existe ainda o caso da escola Grão Vasco (Viseu) sobre a qual este governo nada diz.
Confirma-se assim, com mais este rude golpe, que este governo abandona, de uma forma inadmissível o interior e o distrito de Viseu, reiterado com o silêncio do PSD e do CDS e dos seus deputados eleitos pelo círculo eleitoral de Viseu.
 2014.05.07 - José Junqueiro | Elza Pais | Acácio Pinto

terça-feira, 24 de julho de 2012

GOVERNO ENCERRA 239 ESCOLAS .... QUEM DIRIA?


Depois de tantas críticas ao PS pela substituição das velhas escolas, com poucos alunos e professores, por NOVOS CENTROS ESCOLARES, eis que o governo do PSD/CDS faz quase o mesmo: encerra as escolas, mas não faz novos centros escolares. E os autarcas do PSD também utilizarão oa dinheiros da autarquia para virem até Lisboa protestar contra Passos Coelho e Nuno Crato?

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

MINISTÉRIO FECHA 297 ESCOLAS - ELOGIA QUALIDADE DAS ESCOLAS NOVAS QUE HERDOU DO PS

O Ministério da Educação e Ciência, através da Secretaria de Estado do Ensino e Administração Escolar, concluiu mais uma fase do processo de reorganização da rede escolar e vai encerrar 297 escolas do 1.º ciclo do Ensino Básico. A região Norte é a mais afectada.
Segundo o comunicado do Ministério da Educação, os alunos "destes estabelecimentos de ensino iniciam o novo ano lectivo em centros escolares ou escolas com infra-estruturas e recursos que permitem melhores condições de ensino. Nas escolas de destino, os alunos vão encontrar espaços educativos com mais qualidade e melhores condições para obterem sucesso escolar".
O ministério liderado por Nuno Crato garante que o processo de reorganização da rede vai prosseguir no próximo ano lectivo.
Das escolas que vão encerrar 131 localizam-se na região Norte. Em Penafiel vão encerrar 11 estabelecimentos de ensino, em Santo Tirso 10, em Gondomar e Paços de Ferreira vão fechar oito. No concelho do Porto não há escolas encerradas.
Na região centro vão encerrar 85 escolas, e o concelho de Viseu é o mais afectado, com 11 estabelecimentos de ensino a encerrar.
Na região de Lisboa e Vale do Tejo vão fechar, no próximo ano lectivo 67 escolas, com 12 estabelecimentos a encerrar no concelho de Alcobaça.
No Alentejo vão fechar apenas cinco escolas, quatro em Beja e uma no Redondo.
Finalmente no Algarve, o Ministério da Educação ordenou o encerramento de sete escolas, duas em Loulé e Vila do Bispo, respectivamente e uma em Lagoa, Vila Real de Santo António e Albufeira

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Nuno Crato vai fechar "de imediato" 266 escolas com menos de 21 alunos.

NUNO CRATO - MINISTRO DA EDUCAÇÃO
Bom, depois dos primeiros entusiasmos no debate do Programa do Governo, os Ministros, desta vez o da Educação, Nuno Crato, lá vão ao sítio. É que as cartas educativas foram propostas pelas autarquias e foi este o contexto em que foram aprovadas. Portanto .... "em Abrantes, tudo como dantes"

"O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, vai fechar, "de imediato", 266 escolas do 1º ciclo (1º ao 4º ano de escolaridade) com menos de 21 alunos.

Crato anunciou o encerramento em conferência de imprensa, onde explicou que a medida foi tomada "com o acordo das respectivas autarquias" e adiantando que são escolas para as quais existem centros escolares prontos a receber os estudantes "em condições adequadas".

Recorde-se que, no início deste mês, o ministro tinha dito que estava a reavaliar o plano de encerramento de 654 escolas do 1º ciclo com menos de 21 alunos, prevista pela anterior ministra, Isabel Alçada, para o final do mês de Julho.

No entanto, na altura, esclareceu que "a racionalização da rede escolar implicará necessariamente o encerramento de escolas"."

segunda-feira, 4 de julho de 2011

STOP NO ENCERRAMENTO DE ESCOLAS E AGRUPAMENTOS ESCOLARES?

O Governo vai reavaliar o encerramento de escolas e a constituição de agrupamentos.

É normal que assim seja, mas,no essencial, o processo vai avançar, porque foi bem pensado e é fundamental para optimizar as condições de ensino-aprendizagem das crianças e professores, bem comocontinuar a racionalizar e simplificar a gestão nas escolas.

Será um "flop" para a comunicação social por ter tratado caso como algo de inédito e de regresso ao passado.

Hoje, depois da contrução de centenas de novos centros escolares e recuperação de centenas de escolas secundárias, as crianças portugueses, tal como os professores e toda a comunidade educativa, têm condições físicas, didácticas e tecnológicas ao mesmo nível do que melhor se faz em todo o mundo.
É confrandedor, na reportagem, terem apanhado os testemunhos de quem na aldeia gostasse deste "stop" dizendo que as crianças, apesar de poucas, sempre "davam alegria" aos mais velhos, como do "chilrear dos passarinhos" se tratasse.

Pois, o que é que interessa lá isso de terem igualdade de oportunidades e do melhor que se faz no planeta? para alguns, nada, absolutamente nada!!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

JOSE JUNQUEIRO VISITOU 3ª FEIRA DE EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E EMPREGO.

Desloquei-me ao concelho de Moimenta da Beira, a convite do Presidente do Agrupamento de Escolas e do Presidente da Câmara, José Eduardo, para participar na 3ª Feira de Educação, Formação, Qualificação e Emprego.
O Centro Novas Oportunidades do Agrupamento de Escolas de Moimenta da Beira vai realizou este evento dedicado à educação, à formação, à qualificação e ao emprego, procurando responder às necessidades de qualificação sentidas na região.
Esta mostra está organizada em temáticas diárias, tendo sido o dia 28 dedicado aos Centros Novas Oportunidades e Empresários, onde se vai tratar a temática “Melhor Qualificação Maior Empregabilidade”, e decorrerá uma cerimónia de entrega de Diplomas a formandos certificados pelo Centro Novas Oportunidades de Moimenta da Beira.
Foi o primeiro CNO a ser criado e desde então formou mais de cinco mil alunos. Todos eles viram aumentados e reconhecidos os seus conhecimentos, contribuindo desta forma para o robustecimento da sua auto-estima e para entrar no mercado de trabalho ou melhorar a sua situação profissional dentro deste.
Todos os que na oposição, sobretudo PSD e CDS, quiseram apoucar este esforço, a ousadia de voltar à escola para serem melhores cidadãos, mais informados e qualificados, cai por terra com esta realidade.
Salientei a evolução do ensino técnico-profissional na escola pública, a modernização física e tecnológica em todos os equipamentos escolares, colocando professores, alunos, funcionários e famílias ao nível dos melhores padrões dos países desenvolvidos.
Falei de uma Escola de qualidade, uma Escola com recursos tecnológicos, uma Escola para todos e uma Escola com bons resultados.
Dei o exemplo do reconhecimento internacional das escolhas da OCDE e do relatório PISA, sublinhando que os critérios de avaliação são internacionais e os mesmos para todos os países.
Estavam representados os Politécnicos de Viseu, Bragança, Vila Real, o Piaget, a Escola de Hotelaria e Turismo, produtores, comerciantes, e várias Escolas de Ensino Técnico-Profissional a par dos alunos das escolas públicas com trabalhos próprios e que passavam, entre outros, desde a saúde, restauração, física e química, robótica e informática até à astronomia.

Curiosamente nenhum destes alunos sente dificuldades no mercado de trabalho dizendo, com boa disposição, quando lhes perguntei, que não faziam parte da “geração à rasca”. E a explicação é simples: as suas áreas de formação têm procura no mercado de trabalho em que se inserem rapidamente.

Estiveram presentes os Deputados Acácio Pinto e Paulo Barradas, os responsáveis do CTOE de Lamego, da GNR, da Delegação Regional do IEFP, da Protecção Civil, autarcas e demais entidades locais e regionais.


 


























quinta-feira, 31 de março de 2011

ABERTURA DA 2ª FEIRA TECNOLÓGICA DA ESCOLA VIRIATO

Desloquei-me à Escola Viriato, a convite do seu Presidente, Eng. Carlos Alberto Oliveira, para a abertura da 2ª Feira Tecnológica. Alunos e professores, conjuntamente com expositores locais, responsáveis pela exploração comercial de áreas tecnológicas, participaram no evento.
Alguns dos alunos tinham realizações tecnológicas próprias que resultam da sua aprendizagem nas diferentes disciplinas do ensino técnico-profissional
Nas palavras que dirigi à comunidade educativa fiz uma síntese dos bons resultados decorrentes das políticas educativas do Governo com base nos relatórios internacionais, nomeadamente o PISA.
Sublinhei a boa notícia, por ocasião dos 25 anos da Escola, da intervenção que vai ser feita na reabilitação aprovada pelo Governo, no valor de superior a 10 milhões de euros, e que vai permitir aumentar a área de trabalho em 32% e, assim, o número de turmas. Depois recordei os compromissos do Governo para esta legislatura:

O actual Governo do PS anunciou, aquando do início deste ano lectivo, que iriam ser criadas 50 mil novas vagas em cursos profissionais, o que representa um aumento de 38 mil relativamente ao anterior ano lectivo.
Ao analisarmos o crescimento de cursos profissionais nos últimos quatro anos em Portugal, podemos retirar algumas conclusões que são ilustrativas da importância que este subsistema de ensino tem para o capitalismo:
1) Entre 2006/2007 e 2009/2010, o número de estudantes a frequentar cursos profissionais em Portugal passou de 44 466 para 126 723, representando um aumento de 185%;
2) Relativamente ao ano lectivo transacto, intensificou-se o crescimento da abertura de vagas para cursos profissionais nas escolas secundárias públicas em 46,7%, sendo que das cerca de 500 escolas secundárias, 472 têm oferta de cursos profissionais, o que representa uma cobertura de cerca de 90%;
3) Do ponto de vista das áreas de formação, nota-se que os cursos que mais cresceram correspondem às áreas da construção civil (160,9%), electricidade e energia (140%), ou hotelaria e restauração (115,2%);
4) É na região Norte do país onde se concentra o maior número de vagas em cursos profissionais (47 701), estando no extremo oposto a região do Algarve (3 934).