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sábado, 13 de abril de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
Já nem Gomes Ferreira desculpa Gaspar.Quem diria?
Comentário Gomes Ferreira (SIC): Recuo do governo cipriota tem a ver com a Europa ter percebido que fez uma grossa asneira - Gaspar e todo o Eurogrupo. Vítor Gaspar (ao dizer que o memorando estava mal desenhado) está a tentar culpar os outros pelas suas próprias fragilidades; este governo é o mesmo que andou a dizer que estava à frente da troika. Pergunta se estão com medo da decisão do TC e das eleições que aí vêm.
MF garantiu que taxa sobre depósitos está fora de questão em Portugal; Vítor Gaspar diz que a decisão foi do governo do Chipre (Gaspar também votou a favor da medida para o Chipre – nota da peça SIC).
MF garantiu que taxa sobre depósitos está fora de questão em Portugal; Vítor Gaspar diz que a decisão foi do governo do Chipre (Gaspar também votou a favor da medida para o Chipre – nota da peça SIC).
domingo, 17 de março de 2013
A doença, séria, de Vitor Gaspar: obessão intelectual
A doença de Vítor Gaspar chama-se "obessão intelectual". A medicina descreve esta patologia como "Estado do doente cuja consciência está ocupada por uma ideia que não pode expulsar". No seu caso, é a ideia de austeridade.
As consequências, aditivadas por um primeiro-ministro impreparado, é a destruição de um país, das pessoas, das famílias e da economia.
Esta 7ª avaliação da Troica revelam resultados politicamente demenciais: a recessão será 21 vezes superior ao previsto, com mais 350 mil desempregados para além do previsto. O que faz o Presidente da República? Prefácios?
As consequências, aditivadas por um primeiro-ministro impreparado, é a destruição de um país, das pessoas, das famílias e da economia.
Esta 7ª avaliação da Troica revelam resultados politicamente demenciais: a recessão será 21 vezes superior ao previsto, com mais 350 mil desempregados para além do previsto. O que faz o Presidente da República? Prefácios?
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Ministro das Finanças esconde vencimentos milionários do IGTCP
Carlos Zorrinho e José Junqueiro insistem com o ministro das Finanças em matéria de transparência nas remunerações dos gestores Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público. Pela 3ª vez perguntam ao ministro, entre outros esclarecimentos: Qual é o valor das remunerações de base e acessórias que cada um dos gestores em causa vai auferir? Quantos gestores beneficiam atualmente no nosso país deste regime remuneratório de exceção e qual a sua remuneração bruta e líquida? Quais as regalias complementares associadas ao estatuto dos gestores públicos por empresa e setor de atividade? Vítor Gaspar tem "fugido" à fiscalização da AR. Será verdade que há vencimentos e regalias individuais muito perto dos 20 mil euros? Tem o ministro vergonha de confessar o que só com a sua autorização pessoal poderá ser possível?
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Ex.ma Sr.ª Presidente da Assembleia da
República
No dia 28 de agosto de
2012, o Partido Socialista endereçou ao Ministério das Finanças e da Administração
Pública algumas questões que versavam sobre o estatuto remuneratório dos
gestores do Instituto
de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, mas também sobre a
atual aplicação do regime de exceção
à regra de que nenhum gestor público pode auferir mais do que o
Primeiro–Ministro (ao abrigo do n.º 8 do artigo 28.º do Estatuto do Gestor
Público) a outras empresas e institutos públicos.
Na resposta ao Partido
Socialista, o Ministério das Finanças não deu informação nem respondeu a algumas
das questões ali colocadas, e que o Partido Socialista considera, em nome da
transparência e do rigor, da maior importância serem respondidas.
Por esse motivo, no
passado dia 9 de novembro de 2012, o Partido Socialista voltou a colocar ao
Ministério das Finanças e da Administração Pública as questões que ficaram
por responder e que, ainda hoje, continuam sem resposta, situação que
evidencia um profundo e inaceitável
desprezo do Governo pela função fiscalizadora do Parlamento.
Assim, os Deputados do Grupo Parlamentar do
Partido Socialista abaixo assinados, nos termos legais e constitucionais
aplicáveis, voltam a requerer que o Governo lhes preste, com caráter de
urgência, as seguintes informações:
- Algum dos
gestores do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público solicitou,
entretanto, a aplicação do regime de exceção que permite auferirem remunerações
superiores às do Primeiro-Ministro?
- Em caso
afirmativo qual é o valor das remunerações de base e acessórias que cada um
dos gestores em causa vai auferir?
- Quantos gestores
beneficiam atualmente no nosso país deste regime remuneratório de exceção, e
qual a sua remuneração bruta e líquida?
- Quais as regalias
complementares associadas ao estatuto dos gestores públicos por empresa e
setor de atividade?
- Qual a despesa
total agregada que o Estado tem com estes regimes salariais de exceção?
- Qual a despesa
total agregada do Estado com o pagamento de regalias complementares à renumeração
dos gestores públicos?
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Palácio de São Bento, 26 de fevereiro de 2013.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Marques Mendes - Passos e Gaspar estamparam-se contra António Seguro
Passos e Gaspar estamparam-se contra Seguro - síntese - Tudo o que o MF anunciou ontem, já acertou com a troika e veio dar razão a António José Seguro em muitas das questões que colocou na carta (boa iniciativa) e vai ter razão no futuro, no alargamento dos prazos. É política ao zigue-zague...Houve falhanço nas previsões...Houve recuo nos objectivos...Houve mudança na política económica...governo com algum desrespeito pelas pessoas, apresentando o dobro do empobrecimento de uma forma burocrática, com frieza e insensibilidade brutal.
É política ao zigue-zague. Deve haver quem dentro do governo ache que isto dá confiança às pessoas, quando é péssimo.Houve falhanço nas previsões (“apenas” se enganando o dobro na recessão), o que retira confiança à política económica e é falhar no OE, quando este ainda não tem 2 meses. Houve recuo nos objectivos (o corte de 4 mil milhões já é em 3 anos), colocando-se a questão de quem vai acreditar quando o ministro apresentar um objectivo. Houve mudança na política económica, sendo agora prioridade o investimento, o que é bom mas levanta a questão de porquê agora, sendo uma credibilidade ao zigue-zague...
Gaspar tem uma grande imagem de credibilidade no exterior mas no plano interno esta é preocupante; governo com algum desrespeito pelas pessoas, apresentando o dobro do empobrecimento de uma forma burocrática, com frieza e insensibilidade brutal, sem uma palavra de desculpa. Pergunta em que país andava o MF, bastando conversar com os empresários e os bancos para saber o que se passava; corre atrás dos acontecimentos em vez de antecipá-los.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
TVI - MARCELO ARRASA DÉFICE "MASCARADO" DO GOVERNO
E CRUCIFIXA O INEFÁVEL GASPAR - "Tenho duvidas que Vítor Gaspar esteja a controlar as despesas do Estado, ele controla no papel mas duvido que controle efetivamente as despesas do Estado. O défice é de 6,2% embora MASCARADO de 5%, o desemprego ultrapassa as previsões do Governo, a recessão já ultrapassa as previsões para 2013.... porque é que se insiste em fazer previsões rígidas e que são desmentidas em 2 semanas? TAMBÉM NÃO SEI!!!!
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Vítor Gaspar quando voltar para o BCE vai dizer que salvou o país com o modelo que tinha na cabeça ou mais provavelmente vai explicar que aplicou o modelo, que o modelo estava certo mas que a realidade lhe estragou o modelo.
O 1º Ministro agora em Cádis disse que o OE13 é exequível, tudo é exequível, os 5% deste ano são exequíveis com uma martelada nos 6,2% para irem para os 5%.
Esta negociações para descer 0,5% não fazem sentido, o OE2013 devia logo ter vindo com os 3,5% na sobretaxa e os cortes de 50% das fundações.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
GOVERNO - UM ESCÂNDALO DE 7,5 MIL MILHÕES DE EUROS
ENQUANTO SE "ESMIFRAM" OS SALÁRIOS DOS PORTUGUESES o governo não utiliza 7,5 mil milhões de euros PARADOS a uma taxa de juro próxima do zero. Esta "almofada" de Vitor Gaspar, reservada para os seus falhanços, é feita à custa dos nossos salários, de uma novo imposto de 6% lançado sobre o subsídio de desemprego, de 5% lançado sobre o subsídio de doença, do corte de 50% sobre o subsídio de funeral, do corte das pensões dos reformados ... do CORTE SOBRE A DECÊNCIA.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
MARÇO DE 2012 - VÍTOR GASPAR - "NÃO PREVEJO MAIS AUSTERIDADE ESTE ANO" - UMA NULIDADE!!!
Síntese - AS NÃO PREVISÕES DE VÍTOR GASPAR AO JORNALISTA - 1) Exclui liminarmente novas medidas de austeridade este ano? De acordo com as perspectivas que temos neste momento e de acordo com a nossa melhor avaliação, o objectivo para o défice em 2012 de 4,5% do PIB será atingido como previsto...2) Mas os últimos números da execução orçamental não são muito animadores…Procedendo à correcção destas situações, a despesa efectiva teria apresentado uma diminuição de 4,9% e a despesa primária apresentaria um decréscimo de 5,5%. Não existe, assim, qualquer indicação que aponte para menor contenção da despesa.COMO SE VÊ, UMA VERDADEIRA NULIDADE!
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Em vésperas de visitar Luanda, onde irá
discutir com o governo angolano as privatizações em Portugal e a eliminação de
dupla tributação entre os dois países, Vítor Gaspar concede uma entrevista ao
SOL. O ministro das Finanças sublinha que o cumprimento do programa da troika é
a única garantia para recuperar a credibilidade nos mercados.
Se fosse ministro na
altura, teria assumido este Memorando? O que faria diferente?
O programa foi essencial para evitar a
bancarrota em Junho do ano passado. Foi o programa possível e o programa
necessário. Sem ele, teríamos um ajustamento abrupto e desordenado. Um tal
processo seria muito custoso para o país e afectaria com particular violência
os mais vulneráveis e os mais desfavorecidos. Estou plenamente convicto de que
o programa de ajustamento é a melhor resposta à situação de crise e emergência
em que o país se encontra. O programa incorpora uma estratégia completa e
equilibrada que responde aos principais desequilíbrios e debilidades
estruturais acumulados ao longo da última década. O programa protege o
financiamento do Tesouro face a tensões nos mercados de obrigações, concedendo
tempo para mudar gradualmente expectativas e percepções.
Sente-se um mero
executor do Memorando da troika ou tem margem de autonomia?
O programa de ajustamento é o programa
de ajustamento de Portugal. Como já referi, a estratégia por detrás do programa
é aquela que responde efectivamente aos elementos fundamentais do diagnóstico
dos determinantes da actual situação de crise e emergência nacional. Estou
convencido de que é por isto que existe em Portugal um consenso social e
político alargado em torno da necessidade e do imperativo do ajustamento e uma
grande determinação em que este seja bem sucedido.
O programa tem limites quantitativos –
para a dívida e para o défice –, medidas estruturais de referência, prazos e
limites de financiamento que têm uma grande visibilidade e prioridade. Nos
detalhes, é um programa vivo que pode ser adaptado às circunstâncias no quadro
dos exames trimestrais.
Exclui liminarmente
novas medidas de austeridade este ano?
De acordo com as perspectivas que temos
neste momento e de acordo com a nossa melhor avaliação, o objectivo para o
défice em 2012 de 4,5% do PIB será atingido como previsto.
Mas os últimos números
da execução orçamental não são muito animadores…
Os dados de que dispomos nesta altura,
relativos a Janeiro e Fevereiro, não podem ser extrapolados para o conjunto do
ano. Regista-se um conjunto de factores especiais que justificam uma
interpretação cuidada.
Do lado da receita fiscal, que registou
uma quebra acumulada de 5.3% em termos homólogos, é preciso ter em conta que
estes dois meses não reflectem ainda os efeitos resultantes da reestruturação
das taxas de IVA introduzida no OE 2012. Estes só serão integralmente
registados a partir de Maio. De igual modo, as retenções na fonte para 2012
sobre o trabalho dependente e pensões também não estão reflectidas nesta
receita, o que só acontecerá em Abril. Adicionalmente, existem factores
atípicos que empolaram a receita fiscal no início de 2011, por exemplo os
associados à conhecida antecipação generalizada da distribuição de dividendos.
Do lado da despesa efectiva acumulada
nos primeiros dois meses de 2012 verificou-se um crescimento de 3,5%
relativamente ao período homólogo de 2011, estando este valor influenciado por
duas operações específicas: a transferência de 348 milhões de euros para a RTP
para pagamento de dívida e o pagamento, em Fevereiro, de juros referentes a uma
obrigação emitida em 2011, no valor de 225 milhões de euros. Este pagamento
reflecte um perfil intra-anual diferente dos pagamentos de juros e não altera o
valor previsto para o conjunto do ano.
Procedendo à correcção destas situações,
a despesa efectiva teria apresentado uma diminuição de 4,9% e a despesa
primária apresentaria um decréscimo de 5,5%. Não existe, assim, qualquer
indicação que aponte para menor contenção da despesa.
Os valores da execução orçamental nos
primeiros dois meses do ano são importantes. Não permitem conclusões
definitivas para o conjunto do ano. A preocupação que os resultados suscitaram
junto da opinião pública é um sinal saudável e bem vindo da atenção que merece
aos portugueses o cumprimento dos objectivos do programa de ajustamento. Esta
atenção é proporcional ao seu empenhamento em que o programa seja bem sucedido.
jas@sol.pt
23 de Março, 2012 por José António Saraiva, José António Lima e Luís Gonçalves
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
MEIO MILHÃO DE EUROS PARA TRÊS
AS FINANÇAS CONFIRMAM- o amigo de Vítor Gaspar - e companhia - podem ter vencimentos até 500 MIL EUROS. Serão três milhões em cinco anos. O felizardo João Moreira Rato, que substitui Alberto Soares (na foto) ganhará mais do que o primeiro-ministro. É por ser mais responsável? Também, mas o motivo principal é para oferecer a este técnico de 39 anos a oportunidade de exercer hábitos antigos. Afinal, sempre veio do falido Lehman Brothers, do Goldman Sachs que aldrabou as contas da Grécia em 20o2 e 2003 e por onde passou António Borges. ESCOLHIDOS A DEDO!
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
GOVERNO TEM ESTADO A GASTAR MAIS
O GOVERNO PERDEU O CONTROLO DAS "GORDURAS" - Globalmente o Estado está a gastar mais. Vítor Gaspar, logo no início, depois da campanha eleitoral, disse à televisão que quanto a "CORTES" era "mais fácil dizer do que fazer". Acontece que "finta"para fazer de conta que faz.. MAS única coisa que faz, mas tinha prometido que não, é CONTINUAR A IR AO BOLSO DAS FAMÍLIAS.
sábado, 28 de julho de 2012
VITOR GASPAR MANDA POR 15 DIAS! E EU A JULGAR QUE ERAM 365!
Vítor Gaspar manda no país por 15 dias. inA visita da delegação internacional da troika
a Lisboa – para a quinta avaliação ao programa de ajuda a Portugal – levou os
membros do Governo a concentrar as férias de Verão na primeira metade de Agosto.
A única excepção é mesmo Vitor Gaspar que já se encontra a gozar o curto período
de descanso a que teve direito (em parte incerta) depois de um ano atribulado.
O ministro das Finanças regressa já na segunda-feira para substituir Pedro
Passos Coelho quando o primeiro-ministro se refugiar com a família na Manta
Rota, no Algarve, nas primeiras duas semanas de Agosto. O número um e dois do
Governo coordenaram as agendas para um mês que acaba por ser atípico e que
pressupõe trabalho de casa para apresentar aos chefes da delegação da troika lá
para o final de Agosto – na última semana.
A quinta avaliação da troika é considerada no núcleo duro do Governo como a
mais sensível até ao momento – pela derrapagem nas contas deste ano, pela
preparação do Orçamento de 2013 e agora também pela evolução da crise em
Espanha.
De resto, a ordem do primeiro-ministro para que todos no Governo fizessem
férias no país foi inteiramente respeitada.
Portas: férias em campanha
As ‘férias’ mais originais serão as do ministro dos Negócios Estrangeiros e
líder do CDS-PP, Paulo Portas: vai ficar nos Açores até meio de Agosto, em plena
época de campanha eleitoral para as regionais de 14 de Outubro. O partido fez
até um comunicado: Portas vai ficar na ilha de São Miguel, «mas não exclui a
hipótese de visitar outras ilhas».
O sul do país é a opção maioritária dos ministros: José Pedro Aguiar-Branco,
Paula Teixeira da Cruz e Pedro Mota Soares vão todos para o Algarve. Miguel
Macedo deverá ser o único membro do Governo a adiar as férias. O Ministério da
Administração Interna quer concentração máxima nos incêndios, pelo que férias
são palavra adiada naquela ala do Terreiro do Paço.
Na oposição socialista, Seguro vai para a Costa Vicentina – um pouco acima,
territorialmente, dos membros do Executivo. O seu líder parlamentar, Carlos
Zorrinho, é o único entre os que responderam ao SOL a fazer viagem ao
estrangeiro, passando uma semana em Marrocos, outra em Portugal. No Algarve
podem encontrar-se os chefes das bancadas do PSD, CDS e Bloco, sendo que só Luís
Fazenda deve levar como leitura o último livro do Nobel da Economia, Paul
Krugman
domingo, 27 de novembro de 2011
VITOR GASPAR DIZ QUE ESTADO SOCIAL É UM SUCESSO!
O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, defendeu hoje que o Estado Social português «é um sucesso», com «muito mais benefícios» do que custos, anunciando o objectivo de assegurar «uma transição bem conseguida para um Estado social mais forte».
Vítor Gaspar esteve hoje numa conferência sobre o Orçamento do Estado 2012, organizado pela Distrital do PSD do Porto, tendo respondido a várias questões dos militantes sociais-democratas, uma das quais sobre a capacidade de sustentabilidade do Estado social na Europa e Portugal, que o ministro das Finanças considerou ser possível.
domingo, 25 de setembro de 2011
DIZ O GOVERNO: AS MAIORES DIFICULDADES AINDA ESTÃO PARA VIR
“As maiores dificuldades ainda estão para vir”, diz Vítor Gaspar
Também na reunião anual do Banco Mundial e do FMI, o comissário europeu dos assuntos económicos, Olli Rehn, afirmou que Portugal está no bom caminho.
O ministro das Finanças avisa que o pior das dificuldades ainda está para vir. Na reunião anual do Banco Mundial e do FMI, Vítor Gaspar admitiu que ainda há muito trabalho a fazer para estabilizar a economia portuguesa.
“Este processo de ajustamento é um grande desafio e as maiores dificuldades ainda estão para vir. Quanto à possibilidade de um segundo empréstimo, caso a Grécia entre em incumprimento, os líderes europeus estão comprometidos a disponibilizarem apoio financeiro na medida do que for necessário, assumindo que os programas que estão a ser intervencionados, ou seja, Irlanda e Portugal, continuarão a cumprir com a sua parte do acordo”, afirmou Vítor Gaspar.
Na resposta, o comissário europeu dos assuntos económicos afirma que Portugal está no bom caminho. Já quanto à crise da dívida grega, Olli Rehn acredita que o programa de reformas em curso afasta o país de um cenário de incumprimento.
“É um assunto muito sério, estou confiante que a Grécia não cairá na bancarrota, estamos a trabalhar com a Grécia de modo a ajudar o país a reformar a sua economia e sociedade”, disse Olli Rehn, este sábado, em Washington durante a reunião do Banco Mundial e do FMI.
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