Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Silva Pereira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Silva Pereira. Mostrar todas as mensagens

sábado, 5 de abril de 2014

Expresso - Pedro Silva Pereira - O Guterrismo e o Socratismo, não existem. Existe o PS

"A entrevista de Barroso ao Expresso foi uma entrevista de branqueamento e de falhanço da Troika"; 

O despesismo do PS é uma invenção politiqueira da direita. 

PS pode ter maioria absoluta

 O Guterrismo e o Socratismo, não existem. Existe o PS


segunda-feira, 31 de março de 2014

Pedro Silva Pereira - "Paulo Rangel está muito perturbado"

Pedro Silva Pereira respondeu que "Paulo Rangel está muito perturbado, quer desviar as atenções do facto de ser o candidato do Governo, o candidato responsável por uma política de empobrecimento e julga que com as acusações os portugueses se distraem"

Rangel ainda não percebeu  que como representante do Governo em Bruxelas e delegado sindical do mesmo em Portugal tem de, em relação ao PS e ao país, de dar explicações e não pedi-las.  

Rangel ainda não percebeu  que  que é coautor de uma política de empobrecimento e não vítima dessa mesma política. Concluo, pois, que o palavroso candidato do PSD sofre de claustrofobia da responsabilidade.

A origem - (Lusa) - "Depois de José Sócrates ter classificado a prestação de Durão Barroso na liderança da CE como "medíocre", Paulo Rangel, cabeça-de-lista da coligação PSD/CDS-PP ao PE, exortou o secretário-geral do PS a dar também a sua opinião.


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Pedro Silva Pereira (PS) falou e a maioria PSD/CDS descontrolou-se ...

(LUSA) "O deputado socialista Pedro Silva Pereira considerou hoje que o ajustamento estrutural da economia é "ilusão" e acusou o Governo de fazer "insultuosa" campanha, palavras que motivaram um duro debate, com o PSD a falar em "desfaçatez".
As intervenções do ex-ministro da Presidência dos governos de José Sócrates, no período de declarações políticas do plenário do parlamento, foram com frequência interrompidas ou por palmas da bancada socialista, ou por protestos veementes provenientes das bancadas da maioria PSD/CDS, o que motivou por duas vezes a intervenção da presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, para apelar à serenidade.
Pedro Silva Pereira pegou no mais recente relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a atual situação (e perspetivas de futuro) da economia portuguesa para atacar o Governo: "Os resultados obtidos no ajustamento externo, que mereceram tantos discursos e tantos elogios, não refletem nenhuma reforma estrutural que tenha sido empreendida nos últimos anos, mas traduzem, isso sim, a queda da procura interna provocada pelo empobrecimento", sustentou.
Antes, já Pedro Silva Pereira tinha caracterizado o ajustamento feito pelo executivo PSD/CDS como "uma ilusão e um frágil castelo de areia", precisamente ao contrário das ideias que disse terem sido alimentadas quer pelo Governo, quer pela "troika" (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia).
"Os números são absolutamente claros: Os combustíveis explicam quase 60 por cento do aumento das exportações de mercadorias. Se excluirmos os combustíveis das importações e das exportações, a balança comercial de mercadorias seria afinal negativa", argumentou ainda em reforço da sua tese.
Para Pedro Silva Pereira, "nesta súbita divergência entre o Governo e o FMI, é fácil perceber quem está e quem não está em campanha eleitoral". “É um insulto à inteligência dos portugueses o desfile de ministros nas televisões festejando não se sabe bem o quê", disse.
(...) Miguel Frasquilho (PSD) "O PS ainda não percebeu a realidade em que se insere, mas podia inspirar-se nos sociais-democratas da Alemanha (do SPD), nos socialistas franceses (de François Hollande) ou nos democratas de Itália. O PS está profundamente isolado no contexto europeu", declarou.
Pedro Silva Pereira contrapôs que "desfaçatez" foi o PSD, em abril de 2011, "contra os pareceres do Banco Central Europeu e da Comissão Europeia", abrir uma crise política em Portugal, o que "atirou para o lixo o ‘rating’ da República e precipitou a crise política" - uma alusão ao PEC IV que motivou protestos nas bancadas da maioria.
O presidente do Grupo Parlamentar do CDS, Nuno Magalhães, advertiu o ex-ministro de Sócrates que, ao contrariar a sustentabilidade dos resultados da economia portuguesa, se "pôs do lado errado" entre as "incorreções" do último relatório do FMI e o interesse nacional.
"O PS fala do crescimento das exportações de combustíveis. Mas é crime criar postos de trabalho em Sines? Esses combustíveis representam apenas 11 por cento do total das exportações nacionais", frisou Nuno Magalhães.
Pedro Silva Pereira respondeu sustentando a tese de que, tanto a refinaria da Galp em Sines, como o empreendimento da Portucel - ambos como uma quota relevante no aumento das exportações nacionais -, "foram projetos dos últimos governos socialistas".

PMF // SMA

sábado, 26 de outubro de 2013

Opinião - Pedro Silva Pereira - Fumo Negro



Os últimos fiéis certamente contavam, na sua boa-fé, com o prometido fumo branco mas a verdade é que o fumo voltou a sair negro, muito negro, no final do Conselho de Ministros desta semana: ainda não foi desta que o Governo aprovou o famoso guião da reforma do Estado.

Os últimos fiéis certamente contavam, na sua boa-fé, com o prometido fumo branco mas a verdade é que o fumo voltou a sair negro, muito negro, no final do Conselho de Ministros desta semana: ainda não foi desta que o Governo aprovou o famoso guião da reforma do Estado.

A história do guião da reforma do Estado, que o primeiro-ministro começou por prometer para Fevereiro e desde então promete sempre para o mês seguinte, tornou-se já motivo do anedotário nacional e, como não podia deixar de ser, atinge profundamente a credibilidade do Governo, para além de expor à evidência toda a impreparação de quem tanta pressa teve de chegar ao poder. 
Ainda houve quem acreditasse, é certo, que o enguiço seria finalmente quebrado pela entrega da tarefa ao novo vice-primeiro-ministro mas o resultado está à vista - e é um absoluto fiasco. Depois de diversos conselhos de ministros extraordinários e ordinários sobre o tema e múltiplas promessas de novas datas (na última das quais o primeiro-ministro prometeu a aprovação do guião da reforma do Estado para o Conselho de Ministros desta semana), nada aconteceu. Nada, é claro, a não ser a continuação dos cortes cegos no Estado e nos serviços públicos, a par dos enormes cortes nos salários e nas pensões decididos nas últimas revisões do Memorando da ‘troika' e no Orçamento que o Governo propõe para 2014.
A manifesta incapacidade do Governo para, mais de dois anos depois de chegar ao poder, produzir sequer um guião da reforma do Estado - desde sempre considerada a chave da proposta de governação da direita - diz mais do que mil palavras sobre a total inconsistência e impreparação de quem nos governa. Mas revela, acima de tudo, o grau de mistificação em que assentou a vergonhosa burla política que foi a proposta política que o PSD levou às últimas eleições legislativas e que, convém lembrar, resumia o esforço de consolidação orçamental ao corte nas chamadas "gorduras do Estado". Aliás, o que faria sentido é que o Governo mandasse chamar, a custo zero, um tal professor Catroga para que ele, na sua qualidade de autor do programa eleitoral do PSD, fosse obrigado a explicar aos ministros, ao País, à ‘troika' e ao Mundo, no intervalo entre duas reuniões do Conselho de Supervisão da EDP, como é que é possível fazer um guião da reforma do Estado assente apenas no corte das "gorduras" e cumprindo a promessa eleitoral de não agravar os sacrifícios sobre as pessoas e as famílias.
Fosse a reforma do Estado, como foi prometido, um mero exercício contra as "gorduras" e o "Estado paralelo" e já estaria feita. A dificuldade na elaboração de um guião apresentável para a reforma do Estado não é outra senão esta: a frontal contradição entre a reforma do Estado que a direita quer e o que foi prometido aos portugueses. É só por isso que é mais fácil fazê-la do que escrevê-la.
Seja como for, agora já é tarde. Assumidos que foram novos compromissos concretos com a ‘troika', apresentadas que foram as Grandes Opções do Plano e feito que está o Orçamento de Estado para 2014, é óbvio que o Governo falhou o compromisso de promover, desta vez à porta aberta, um prévio e verdadeiro debate nacional sobre os desígnios e os caminhos da reforma do Estado. Decididas que estão as medidas, não pode aprovar-se agora, "a posteriori", um guião que seja verdadeiramente digno desse nome - há limites para a mistificação!

Por isso, se houvesse respeito pela inteligência dos portugueses e sentido de companheirismo no Governo, alguém devia poupar ao dr. Paulo Portas mais uma semana de azáfama na produção de rascunhos desse famoso guião da reforma do Estado. Bastava ter a franqueza de lhe dizer o que toda a gente já percebeu: agora já não vale a pena. 

sábado, 19 de outubro de 2013

Pedro Silva Pereira - A oitava tentativa do Governo para ver se acerta.



quarta-feira, 3 de julho de 2013

Pedro Silva Pereira: PSD e CDS estão a tentar gerir politicamente a responsabilidade do falhanço

O discurso de Passos Coelho é um discurso patético. Numa altura em que o país assiste a dias alucinantes e caos instalado no governo, vem dizer que também já não tem a certeza que tenha governo e que vai mesmo investigar se a coligação que dá suporte ao governo ainda existe. 
O PM fez uma gestão totalmente incapaz e incompetente desta crise política e não pode ser surpreendido com a reacção à solução que teve de substituto do MF.

Há um problema político para os partidos do governo: o governo falhou e não tem coesão para cumprir as metas que definiu com a troika. PSD e CDS estão a tentar gerir politicamente a responsabilidade do falhanço.
O PS é um grande partido e está preparado para ser governo. O que precisamos neste momento não é apenas de mudar de governantes, é uma mudança de estratégia, que supõe capacidade de negociar com a troika e no plano europeu.Não vê solução melhor, que os portugueses escolherem o seu futuro governativo, se o PR evoluir nesse sentido.
Há uma ruptura definitiva de Passos Coelho com o país; Portas imagina que um bater de portas sonoro lhe dá uma outra relação de confiança com os portugueses. O cenário mais provável é o CDS dizer que não quer ficar no governo e Passos Coelho dizer que fica ele.

terça-feira, 26 de junho de 2012

PEDRO SILVA PEREIRA "MOSTRA O PCP" TAL COMO É

O PS acusou hoje o PCP de há um ano ter aberto as “portas à direita” e de agora vir de “moção de censura na mão dizer que o país está pior”, como se não fosse responsável por isso.
“Há pouco mais de um ano, o PCP, este mesmo Partido Comunista, optou por aliar-se à direita para derrubar um Governo do Partido Socialista. Aceitou prestar esse serviço no dia e na hora que a direita escolheu.
Colaborou portanto na abertura de uma crise política, no momento mais conveniente para os interesses da direita e mais inconveniente para os interesses de Portugal e dos trabalhadores portugueses”, afirmou o deputado Pedro Silva Pereira.
O ex-ministro do Governo socialista anterior falava no debate da moção de censura ao Governo apresentado pelo PCP, que decorre na Assembleia da República.
Numa intervenção constantemente aplaudida pela bancada socialista, e que no final aplaudiu o deputado de pé durante alguns minutos, Pedro Silva Pereira considerou que o PCP esteve no “seu direito” quando se aliou à direita, “mas o que não pode é vir aqui um ano depois de moção censura na mão dizer que o país está pior do que estava como se não tivesse nenhuma responsabilidade no assunto”.
O deputado justificou assim que o PS não apoie a moção apresentada pelo PCP, apesar de o PS não apoiar a política de “austeridade além da ‘troika’” do Governo, razão porque optará pela abstenção, para não ficar “ao lado” das bancadas da maioria PSD/CDS.