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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Ministro tenta “passar” responsabilidades para a Gilead

Paulo Macedo está “inconseguinte”. Tentou virar as culpas da morte (mais mediatizada), por falha de medicamento inovador na Hepatite C, para a farmacêutica americana que, de imediato, lhe lembrou em poucas palavras: a Gilead disponibilizou - como é público -  "acesso "precoce e gratuito" a cerca de 100 pessoas". A questão é que não foi requisitado.

"Sob pressão dos doentes com hepatite C e da Oposição, que já pede a sua demissão, o ministro da Saúde tentou ontem virar as baterias para a farmacêutica Gilead, com quem está a negociar o preço de comercialização do medicamento mais inovador contra esta doença.

A empresa norte-americana reagiu de forma breve, lembrando que disponibilizou acesso "precoce e gratuito" a cerca de 100 pessoas. Paulo Macedo anunciou que todos os utentes do SNS com idade até aos 18 anos vão deixar de pagar taxas moderadoras. A isenção já tinha sido defendida pelo BE em 2013, com um projeto chumbado pelo PSD, CDS e PS."

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Paulo Macedo cede às razões do PS e liberta o medicamento para a hepatite

O PS sempre exigiu a Paulo Macedo na AR, na comissão de Saúde, no plenário ou por escrito, questionando-o, uma solução rápida sobre o medicamento para a hepatite C e sua imediata administração a todos os que dele precisavam. 

O ministro sempre se escudou no preço e o PS sempre lhe disse que a vida não tem preço. Muitos meses depois cedeu, mas para alguns doentes foi tarde demais. E, por isso, não está de parabéns!

terça-feira, 6 de maio de 2014

SIC - Especialista desmente ministro da Saúde,

O  ministro da Saúde acha natural morrer por falta de dinheiro?
"Um dos maiores especialistas em Hepatite C desmente o ministro da Saúde. 
Paulo Macedo tinha dito que são precisos 500 milhões de euros para curar os casos mais graves e que o país não tem esse dinheiro mas o médico Tato Marinho explica que 30 milhões já salvariam muitas vidas."

O que mais me espanta é o facto de estarmos a falar objetivamente de "vida ou morte" e termos um Governo e um ministro que acham normal os seus concidadãos terem de morrer por, supostamente, não haver dinheiro para os tratar. Fala em 500 milhões? Mas não foi já mais do que isso, muito mais, que o Governo gastou em consultorias?