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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Paulo Portas sai e empurra Passos Coelho

Paulo Portas anunciou a saída no melhor momento. Não é governo, mas ganhou as eleições integrado na PàF. 
Portanto, sai de cena e tacitamente "sugere" a Passos o mesmo caminho. 
Se a direita pretende ser alternativa no futuro, então tem de começar a construí-lo com novos protagonistas. 
E isso significará muitas mudanças, que não o seu irrevogável abandono da vida política. 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

A "agência de rating" de Paulo Portas coloca no lixo a inteligência dos portugueses

O TC chumbou o corte aos pensionistas. Portas veio lamentar dizendo que o TC fez mal, porque este novo imposto era melhor do que o anterior, porque era "manifestamente mais vantajoso". 

Ou seja, na cabeça de Portas, pagar um imposto fora da lei, mesmo que mais "brandinho", é mais vantajoso do que respeitar a lei e do que não pagar o que não é devido. Estamos conversados!

A Contribuição de Sustentabilidade foi o nome com que o Governo batizou a CES (Contribuição Extraordinária de Solidariedade)

Num caso e noutro estamos a falar de uma coisa simples: mais impostos. O TC acabou de chumbar esta medida do Governo por violar a lei e constituir um ataque aos pensionistas. 

sábado, 28 de junho de 2014

Portas e Passos - o teatro no seu melhor!!!

Portas está a fazer-se caro. As notícias rimam com o murmúrio nos corredores da AR. Diz-se que que quer ir embora da liderança do CDS. 

E quanto à coligação, para o futuro, logo se verá. Nada depende do futuro de Portugal, apenas do IRS e do futuro de Paulo Portas. Enfim, uma miséria!!!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

José Junqueiro - responde à carta de Paulo Portas, o cobrador de pensões

(José Junqueiro) - Com desculpas de mau pagador, Paulo Portas, o cobrador de pensões, mandou enviar ao PS uma carta insultuosa que revela desnorte e consciência pesada. Como a sua credibilidade está pela ruas da amargura pediu que fosse assinada por terceiros.
"De uma forma objetiva, o dr. Paulo Portas já não engana ninguém. Todos perceberam que o Governo fez um aumento de impostos e um corte nas pensões" (...) "os comentadores políticos e da área do Governo também "já o reconheceram".
Repudiando o conteúdo da carta, sublinhou que o "corte nas pensões tem um carater definitivo" como prevê o Documento de Estratégia Orçamental (DEO) e que "isso é um facto incontornável".
"O dr. Portas, presidente do CDS-PP e vice-primeiro-ministro, que se quis apresentar como o provedor dos contribuintes e dos pensionistas ficará na história como o algoz desses contribuintes e desses pensionistas" (...) "Compreendemos pois que, quando um político entra em desespero, se sinta mais atraído pelo insulto do que pela grandeza de ter reconhecido que errou".
Quanto às críticas feitas ao anterior governo PS, lembrou que o mesmo "já transitou em julgado" e que "quem tem agora que responder ao país pelas medidas que está a tomar é o atual Governo".

sábado, 29 de março de 2014

PS questiona Governo - Paulo Portas e a conta bancária dos pobres!!!

Os deputados do PS questionam o Governo e exigem a Paulo Portas "jogo limpo". 

Disse o vice-primeiro-ministro, como justificação para a exclusão do RSI de mais de 100 mil pessoas, que "que as que deixaram de ter direito ao RSI ficaram excluídas dessa prestação social porque tinham mais de 100 mil euros na conta bancária". Os protesto não se fizeram esperar. Quantos são, os que têm 100 mil euros na conta?!

A afirmação denota a ideia de que a esta maioria tudo é permitido, mesmo o facto de fugir à verdade e de apoucar os pobres. No Governo, ninguém questiona outras coisas como fez, por exemplo o Prof Nuno Garoupa, Presidente da Fundação Manuel dos Santos:
E, assim, fica tudo dito, excepto a resposta que os deputados do PS ficam a aguardar. Quantos são os pobres que têm 100 mil euros na conta?!

(Lusa) "O PS anunciou hoje que vai questionar o Governo sobre o número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) que ficaram excluídos dessa prestação social porque tinham mais de 100 mil euros na conta.
"O PS ainda hoje fará uma pergunta ao Governo que vai ter que explicar ao país através do parlamento quantos desses 100 mil beneficiários do RSI tinham 100 mil euros no banco", disse o deputado socialista Pedro Marques.
Pedro Marques falava aos jornalistas no parlamento, no final de uma interpelação do Governo do BE sobre o ´pós-troika', onde o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas afirmou que as pessoas que deixaram de ter direito ao RSI ficaram excluídas dessa prestação social porque tinham mais de 100 mil euros na conta bancária, provocando o protesto da oposição.
Acusando Paulo Portas de populismo, o deputado do PS lembrou que o vice-primeiro-ministro falou das pessoas que tinham 100 mil euros na conta quando foi confrontado com a retirada do RSI a 100 mil beneficiários e a retirada do complemento solidário para idosos a 25 mil pessoas.
"O senhor [deputado socialista Pedro Marques] diz que uma série de pessoas saíram do RSI, esquece-se de dizer que essas pessoas deixaram de ter rendimento mínimo porque, por acaso, tinham mais de 100 mil euros na conta bancária", referiu Paulo Portas durante o debate, provocando uma ruidosa pateada de protesto.
Paulo Portas ainda disse que "quem precisa da ajuda do Estado continua a tê-la, o que há é uma condição de recursos para verificar se as pessoas além do RSI tinham outros rendimentos que significava, do ponto de vista da equidade, que devia deixar de o ter"

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Portas desmente Machete - governo aos encontrões internos


No governo ninguém se entende, porque, bem vistas as coisas, nunca se entenderam! O PR acha que está tudo bem!!! 
Portas desmente Machete ao dizer que regresso ao mercado não tem ainda taxa mas data O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, afirmou ontem que Portugal tem uma "data marcada para finalizar" o programa de assistência financeira, mas "não uma determinada taxa". Com esta declaração, Portas acabou por alimentar uma polémica durante todo o dia, levando a conferências de imprensa simultâneas do PS e do PSD, com troca de acusações. 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Politólogos arrasam "Guião" de Portas e alguns defendem eleições

Guião deve servir de base para programa eleitoral - Demasiado vago, desligado da realidade e, acima de tudo, um guião pelo qual o PSD ainda não deu a cara. Isto, apesar de a sua aprovação pelo Conselho de Ministros vincular os dois parceiros da coligação e de refletir a estratégia social-democrata para as funções sociais do Estado. É deste modo que politólogos encaram o documento apresentado pelo vice-primeiro-ministro, havendo quem defenda que uma reforma deste tipo não pode avançar sem eleições. 

Mantendo-se os atuais atores políticos nas legislativas, tendo o guião sido aprovado por um Executivo de coligação onde figuram os líderes do PSD e do CDS e sendo uma reforma para duas legislaturas  como disse Portas, pressupõe-se que tenha implicações em termos de programa eleitoral. (Jornal de Notícias) 

sábado, 26 de outubro de 2013

OE2014 Aumento nas pensões mínimas não chega aos três euros

O CDS de Paulo Portas não tem emenda. Ontem mais um número de televisão para anunciar o aumento das pensões mínimas. O DN fez as contas e vejamos em que se traduziu, novamente, o circo mediátido do governo:
"O ministro da tutela Pedro Mota Soares anunciou que as pensões mínimas vão ser actualizadas de acordo com a taxa de inflação. Acontece que, revela hoje o Diário de Notícias (DN), essa “salvaguarda”, que prevê “aumentar a sustentabilidade” deste mais de um milhão de portugueses, não vai além dos 2,57 euros."


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

OE 2014 - Corte nas pensões da CGA, nas contributivas de sobrevivência, taxa extarordinária

Para quem gosta de ter uma ideia concreta sobre a MAIS austeridae que Portas negou existir. Corte nas pensões da CGA - A convergência do regime de proteção social da função pública com o regime geral da segurança social, que entra em vigor já em 2014, traduz-se num corte médio de 10% no valor ilíquido nas pensões do Estado, a partir dos 600€.
Corte nas pensões contributivas de sobrevivência pagas pela CGA a partir dos 419 €uros. Corte retroativo nas Pensões de Sobrevivência em geral a partir de 2000€, apesar de as mesmas serem igualmente de natureza contributiva.
Mantém-se a sobretaxa extraordinária, em sede de IRS, de 3,5% (enorme aumento de impostos).

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Paulo Portas escondeu tudo, de todos, em nome de mais 5m de vida para o Governo

Ontem, na RTP, no Prós e Contras, Paulo Portas foi arrasado por toda a gente, quero dizer, quase toda, porque o inefável Camilo Lourenço tentou desculpar as mentiras do governo e os cortes nas pensões. 
Vieira da Silva lembrou-lhes, e bem, que no memorando assinado pelo governo do PS e pelos partidos da oposição, PSD e CDS, nada disso constava no texto. Só a partir da 4ª avaliação, a quarta revisão do memorando, feita em segredo, tal como as que lhe sucederam, é que governo e Troika decidiram estas medidas. 
A assistência não poupou nas palavras para desqualificar o embuste do Governo, do PM , de Paulo Portas e do comentador do regime, Camilo Lourenço.
O que é mais deprimente é Paulo Portas ter falado ao país dizendo que não haveria mais austeridade e agora, como todos já sabemos, ela está aí muito mais forte do que em 2013.

sábado, 21 de setembro de 2013

Paulo Portas otimista com a economia, sobe o seu próprio rating!

O otimismo de Paulo Portas sobre a Economia é, no mínimo, extraordinário. Desde que Pires de Lima (CDS) substituiu Álvaro Santos Pereira, cuja demissão exigia, Paulo Portas acha que tudo vai bem, mesmo tudo aquilo que dizia ir mal no inicio do verão. Nem falo nos desacatos com a  senhora ministra das Finanças!!!

Mesmo com uma ameaça de corte de rating, tudo por uma crise política que originou, afirma que "agora é que é". Só que os resultados internos e os mercados não permitem confirmar, infelizmente, esse otimismo. 

O agora vice primeiro-ministro tenta apenas salvar a própria pele ou não tenha feito ele outra coisa desde que entrou no Governo. Nós é que não salvamos a nossa.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Acredite se quiser: Paulo Portas acabou de falar com o PR e reafirmou o “valor da estabilidade política"

É assim, a vida da maioria que nos desgoverna - Pela 1ª vez depois da crise, uma semana depois de ter decidido demitir-se, decisão que depois revogou, Paulo Portas falou à saída da reunião com Cavaco Silva. 

Paulo Portas afirmou que o “valor da estabilidade política é relevante não apenas para a governação, mas também para a conclusão do programa de assistência económica e financeira que Portugal negociou com a missão externa”; 

“O CDS empenhou-se juntamente com o PSD em encontrar uma solução governativa sólida e abrangente que significa a vontade dos dois partidos em assegurar essa estabilidade e contribuir positivamente para o interesse nacional”; 

“Aquilo que nos parece prioritário é evoluir para um ciclo que valorize a economia, as empresas, a criação de emprego, a concertação social, matérias que são muito importantes nesta segunda fase da legislatura”.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

PPortas: "Ao longo destes dois anos protegi até ao limite das minhas forças o valor da estabilidade"

Se a hipocrisia pagasse imposto este comunicado seria uma enorme fonte de receita. Vejamos:
 "1. Apresentei hoje de manhã a minha demissão do Governo ao Primeiro-Ministro.
 2. Com a apresentação do pedido de demissão, que é irrevogável, obedeço à minha consciência e mais não posso fazer.
 3. São conhecidas as diferenças políticas que tive com o Ministro das Finanças. A sua decisão pessoal de sair permitia abrir um ciclo político e económico diferente. A escolha feita pelo Primeiro-Ministro teria, por isso, de ser especialmente cuidadosa e consensual.
 4. O Primeiro-Ministro entendeu seguir o caminho da mera continuidade no Ministério das Finanças. Respeito mas discordo.
 5. Expressei, atempadamente, este ponto de vista ao Primeiro-Ministro que, ainda assim, confirmou a sua escolha. Em consequência, e tendo em atenção a importância decisiva do Ministério das Finanças, ficar no Governo seria um acto de dissimulação. Não é politicamente sustentável, nem é pessoalmente exigível.
 6. Ao longo destes dois anos protegi até ao limite das minhas forças o valor da estabilidade. Porém, a forma como, reiteradamente, as decisões são tomadas no Governo torna, efetivamente, dispensável o meu contributo.
 7. Agradeço a todos os meus colaboradores no Ministério dos Negócios Estrangeiros a sua ajuda inestimável que não esquecerei. Agradeço aos meus colegas de Governo, sem distinção partidária, toda a amizade e cooperação."
Paulo Portas
Lisboa, 2 de julho de 2013


terça-feira, 2 de julho de 2013

Tudo em Cacos: Paulo Portas pede a demissão. E agora, senhor Presidente?

Paulo Portas diz que Maria Luís  Albuquerque é "uma escolha na continuidade". Discorda do PM e dos processos de decisão. A maioria, um governo e um Presidente acabaram agora. 
O senhor Presidente da República tem muito que explicar. Não bastou derrubar o governo anterior. Era preciso ter uma alternativa credível. 
Perderam a cabeça e o país que aparecia na lapela dos governantes  nunca contou para o PSD e o CDS. Acabadas as privatizações, esvaziado o pote, a direita sai ... cheia, mas com o país vazio.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Discurso de Portas visto por Pacheco Pereira, António Costa e Lobo Xavier

Quando na palavra a "habilidade"  se substitui à "verdade", ninguém, acrediita

Pacheco Pereira: O discurso de Portas é profundamente enganador, sendo o homem que vai estar à frente dos cortes de 4 mil milhões, que vai assinar por baixo muitos dos cortes na FP e reformados, que vai validar todas as decisões do governo hoje, contra as pessoas que diz defender no seu discurso.

António Costa: A cabeça de Portas já está fora do governo e já está a fazer o discurso justificativo, a anunciar o programa próprio e a justificação que vai ter para a ruptura no momento certo. É o roteiro para o próximo episódio. O discurso vai ser-lhe cobrado caro, o PSD já lhe respondeu anteriormente com humilhação na esquina seguinte.

António Lobo Xavier: A novidade no discurso de Portas foi falar na possibilidade da baixa dos impostos, de uma forma que se torna difícil de aceitar ou aderir. Se um membro do governo diz que é possível, deixa de poder criticar as oposições que falam do fim da austeridade. Admite que não haja eleições até ao fim do programa, mas depois acha natural que haja.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

PAULO PORTAS - Cheque-mate ao PSD, moção de censura ao governo de Vítor Gaspar!

Paulo Portas tem uma mensagem simples: no governo só tem 12% de representatividade, a necessária para corrigir o PSD em tudo que de mau tem feito: aplicar a TSU, cortar mais reformas, privatização da RTP ... sim, porque de bom só mesmo o CDS/PP conseguiu ... foi um encanto ouvi-lo falar -:))-:))
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"O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje que o "desagravamento fiscal em sede de IRS" deve começar na atual legislatura governamental.
"É condição para esse desagravamento o equilíbrio com a disciplina orçamental e daí decorre a necessidade de redução da despesa ser consistente. 
Porém, a própria moderação fiscal é um instrumento de crescimento", sustentou. A moção de estratégia global "Responsabilidade e identidade", que formaliza a recandidatura de Portas à liderança do CDS-PP, foi lida na íntegra durante mais de uma hora, não tendo o presidente democrata-cristão respondido a perguntas dos jornalistas no final. Paulo Portas disse que o CDS-PP foi "obrigado a governar contra as suas convicções" nas medidas do OE para 2013, o que "causou e causa justificada deceção no eleitorado da maioria". O líder democrata-cristão disse, contudo, que "o aumento do IRS também aconteceu em consequência das decisões negativas do Tribunal Constitucional quanto a elementos importantes de redução da despesa pública". "O facto é que o CDS-PP, em nome da estabilidade governativa e da situação de emergência nacional em que nos encontramos, teve de ceder no compromisso de não aumentar o IRS; e aceitar uma reforma dos escalões e das taxas, que, ao invés de incentivar a mobilidade social, acentuou a penalização dos rendimentos", afirmou. Portas apontou como "obrigação do CDS-PP trabalhar, no quadro da maioria, para tornar possível, nesta legislatura, uma inversão de tendência no IRS, como de resto começa a fazer-se no IRC". Para o presidente do CDS, "a segunda metade da legislatura tem de corresponder a um segundo ciclo político". "Não apenas pelo horizonte visível da saída da 'troika' - que não é o fim dos constrangimentos, mas também pela absoluta prioridade de acelerar, no que de nós depende, a chegada a um ciclo de crescimento económico e a um ponto de viragem quanto à criação de emprego", declarou. Esta ideia é igualmente defendida na moção de que António Pires de Lima, gestor e presidente do Conselho Nacional do CDS-PP, é o primeiro subscritor."

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Paulo Portas - O cobrador de impostos, dos mais fracos

Paulo Portas desistiu dos reformados. Fez a campanha e foi eleito com os seus votos. Enganou-os, mais uma vez!
Depois de 2 anos de governo e de cortes sucessivos, permitiu que o seu parceiro de coligação, o PSD, aplicasse mais um corte nas suas reformas - 10% - mesmo sabendo que tinha prometido o contrário. 
Não acompanhou o PS na defesa dos reformados e, mais grave ainda, aceitou que isso fosse feito, mesmo contra a constituição. Assim, tal como Passos Coelho, é forte com os fracos e fraco com os fortes.

terça-feira, 7 de maio de 2013

SIC - Crise de unanimidade no Governo

Comentário António José Teixeira (SIC): Intervenção de Portas revela crise de unanimidade no governo, não sendo isto apenas uma divergência de opinião; rejeição da taxa sobre pensões não é uma contradição total com Passos Coelho, que apresentou esta medida dizendo que se “precisava de equacionar”, deixando margem; esta medida caiu e não vai acontecer, o que não sabemos é porque Passos Coelho a manteve, se para agradar à troika, se para agradar a Gaspar; isto não é apenas um problema da coligação, Portas começa a estar mais acompanhado dentro do próprio governo

Governo - imita BE e tem liderança bicéfala

BicéfalosÉ assim, Passos fala primeiro e Portas acerta-lhe o "passo", a seguir. 
PP reconhece a austeridade, a dureza de condições, os excessos da Troika, mas depois deixa a mensagem: isto é mau, mas se não fosse eu estaria bem pior... Sou que, ainda assim, tenho a sensibilidade que falta a Gaspar e a força má me impor que falta ao PM. Concluo que PP, tal como o PM, tem em pouca consideração a nossa inteligência.

terça-feira, 16 de abril de 2013

RTP - Termómetro Político - Paulo Portas a negativos

Os jornalistas, no Termómetro político, na RTP 1 dá nota negativa a Paulo Portas...
Pedro Santos Guerreiro (nota 8): Ausência na tomada de posse dos novos ministros foi gesto de deslealdade e de calculismo, dando a ideia de que a coligação vai ruir, não na primeira mas na última oportunidade
Graça Franco (nota 9): O país começa a estar farto de governos de coligação em que esta está em crise; Passos Coelho não passa cavaco a ninguém, tendo um jeito socrático de governar; Portas tem um problema de pressionar uma alternativa política e de manter a identidade do CDS, mas não vai lá com birras e sim com clareza.
João Marcelino (nota 9): Foi uma deslealdade, mas Passos comporta-se por vezes como se fosse PM de um governo maioritário só do seu partido.