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sábado, 6 de abril de 2013

O PSD está perplexo! Seguro: quem criou o problema que o resolva.

As pessoas são um incómodo para o PSD e o CDS. Os tribunais também. E a existência de leis e de uma Constituição nem se fala. O pior de tudo é a obrigatoriedade de eleições e o aborrecimento de vivermos em democracia. Manuel Ferreira Leite chegou mesmo a propor a sua suspensão. 
António José Seguro perguntado "e agora?" respondeu bem: "agora o governo que resolva". 
Relembro: sete revisões do memorando nas costas do PS e da AR, um Documento de Estratégia Orçamental (um PEC) feito da mesma maneira, na clandestinidade, e um corte secreto de 4 mil milhões combinado a sós com a Troika. O que quer agora o governo? Companhia? De facto, quem criou o problema que o resolva.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Portugal teve a maior queda do PIB na UE no 4º trimestre


A economia da zona euro voltou a encolher no quarto trimestre de 2012, com o PIB a cair 0,6% em relação aos três meses anteriores, mantendo-se em recessão, segundo dados do Eurostat. 
Entre os Estados-membros, Portugal registou a maior queda do PIB no quarto trimestre de 2012, em comparação com os três meses anteriores, com um recuo de 1,8%, um valor em linha com o divulgado pelo INE, na estimativa rápida de 14 de fevereiro.
Os juros da dívida soberana de Portugal estavam hoje a subir a dois anos e a descer a cinco e 10 anos face ao fecho de terça-feira, estando no prazo intermédio a atingir mínimos de dezembro de 2010.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Marques Mendes - Passos e Gaspar estamparam-se contra António Seguro


Passos e Gaspar estamparam-se contra Seguro - síntese -  Tudo o que o MF anunciou ontem, já acertou com a troika e veio dar razão a António José Seguro em muitas das questões que colocou na carta (boa iniciativa) e vai ter razão no futuro, no alargamento dos prazos. É política ao zigue-zague...Houve falhanço nas previsões...Houve recuo nos objectivos...Houve mudança na política económica...governo com algum desrespeito pelas pessoas, apresentando o dobro do empobrecimento de uma forma burocrática, com frieza e insensibilidade brutal.

É política ao zigue-zague. Deve haver quem dentro do governo ache que isto dá confiança às pessoas, quando é péssimo.Houve falhanço nas previsões (“apenas” se enganando o dobro na recessão), o que retira confiança à política económica e é falhar no OE, quando este ainda não tem 2 meses. Houve recuo nos objectivos (o corte de 4 mil milhões já é em 3 anos), colocando-se a questão de quem vai acreditar quando o ministro apresentar um objectivo. Houve mudança na política económica, sendo agora prioridade o investimento, o que é bom mas levanta a questão de porquê agora, sendo uma credibilidade ao zigue-zague...

Gaspar tem uma grande imagem de credibilidade no exterior mas no plano interno esta é preocupante; governo com algum desrespeito pelas pessoas, apresentando o dobro do empobrecimento de uma forma burocrática, com frieza e insensibilidade brutal, sem uma palavra de desculpa. Pergunta em que país andava o MF, bastando conversar com os empresários e os bancos para saber o que se passava; corre atrás dos acontecimentos em vez de antecipá-los.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Passos e Gaspar revistos em baixa


Passos  e Gaspar juntam-se a uma longa lista de irrecuperáveis, liderada por Miguel Relvas. Depois de um debate intenso do OE 2013, aprovado à força pelos zelotes da maioria, eis que 51 dias depois dessa aprovação, o Rei Mago Gaspar anuncia que  o mesmo, tal como os iogurtes, perdeu a validade 
A pressa de ir ao pote, de chumbar ao governo anterior o PEC, mesmo depois de ter sido aprovado por todos os Chefes de Estado e de Governo, do BCP e da Comissão Europeia, arrastou o país para a Troika  e para a ruína. Esgotaram-se e esgotaram a nossa paciência. Podem sair! 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Governo vai aos mercados, mas sem os portugueses

Com dinheiro a mais, em 2011. Foi assim que terminámos o ano. O défice foi inferior ao acordado com a "Troika". Os 50% dos nossos subsídios de Natal e demais receitas extraordinárias explicam o "sucesso". 
Em 2012, o défice será mais elevado do que em 2011. Não se compreende? Sim, compreende. Não havendo economia tudo se explica. A Troika "fechou os olhos", porque as violentas medidas de austeridade faziam do governo um "bom aluno" que andava num "bom caminho". Afinal, as gorduras do Estado somos nós. O governo acha que os portugueses estão a mais. Por isso nos mandou emigrar.
Acontece que em 2012 não se cumpre o défice. As vendas, concessões e privatizações irrepetíveis hão-de disfarçar a "coisa", mas novamente sem economia. A sobretaxa de 2,5% aplicada sobre os nossos vencimentos não bastou, apesar de "grosso modo" ter correspondido aos "outros" 50% do subsídio de Natal. Os cortes nos salários, nas reformas ou o "brilho" de um IVA máximo também não, mesmo na restauração ou nas indústrias estratégicas.
Neste janeiro de 2013 soubemos que o governo renegociou a maturidade dos empréstimos e recebeu mais dinheiro, aumentando a dívida em mais 4,2 mil milhões, mas para pagar em mais tempo. Sem economia não poderia ser de outra forma. Fingiu nunca aceitar as propostas do PS, mas percebeu que não poderia disfarçar mais tempo.  Não será, no entanto, este atitude que vai impedir que em 2013 tenhamos mais 90 mil desempregados e uma recessão ainda maior. 
Vai, neste contexto, aos mercados e isso é bom, mas vai aos mercados sem os portugueses e isso é mau.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

INE - Junqueiro - Sublinha as críticas duríssimas do PR e Mota Amaral ao Governo


Síntese - José Junqueiro criticou depois que o Governo e o primeiro-ministro sejam "os únicos que não querem acreditar naquilo que disse Mota Amaral [deputado do PSD, ex-presidente da Assembleia da República e antigo presidente do Governo Regional dos Açores], quando advertiu que o executivo está a levar o país para uma tragédia política e para uma tragédia social"."Ao contrário do que o primeiro-ministro tentou desdizer, o senhor Presidente da República afirmou que estamos numa espiral recessiva e que só conseguiremos sair dela com uma verdadeira agenda para o crescimento e para o emprego, repetindo assim as convicções iniciais do PS"... os indicadores de confiança do consumidor "obtiveram mínimos históricos - situação particularmente grave quando se mantém um desemprego máximo e quando se conclui que há uma expetativa mínima em relação ao desenvolvimento da economia".

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O PS considerou hoje que os mais recentes indicadores do Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre a economia portuguesa confirmam a sua tese e a do Presidente da República de que o país está numa "espiral recessiva".
A posição foi transmitida aos jornalistas pelo vice-presidente da bancada socialista José Junqueiro, na Assembleia da República, depois de o INE ter divulgado indicadores sobre o clima económico e de confiança dos consumidores em Portugal.
Segundo o INE, estes indicadores continuaram a agravar-se em dezembro, embora a queda tenha sido menos intensa do que nos meses anteriores.
Para José Junqueiro, estes dados do INE "permitem concluir não só que o PS "tem razão, mas também o senhor Presidente da República [Cavaco Silva] teve razão ao chamar a atenção do Governo para a espiral recessiva".
"Conclui-se que atualmente só o Governo e o primeiro-ministro [Pedro Passos Coelho] são os únicos que não querem ver", afirmou o deputado socialista.
José Junqueiro criticou depois que o Governo e o primeiro-ministro sejam "os únicos que não querem acreditar naquilo que disse Mota Amaral [deputado do PSD, ex-presidente da Assembleia da República e antigo presidente do Governo Regional dos Açores], quando advertiu que o executivo está a levar o país para uma tragédia política e para uma tragédia social".
Ainda numa referência aos mais recentes dados do INE, o vice-presidente da bancada socialista salientou que os indicadores de confiança do consumidor "obtiveram mínimos históricos - situação particularmente grave quando se mantém um desemprego máximo e quando se conclui que há uma expetativa mínima em relação ao desenvolvimento da economia".
"Ao contrário do que o primeiro-ministro tentou desdizer, o senhor Presidente da República afirmou que estamos numa espiral recessiva e que só conseguiremos sair dela com uma verdadeira agenda para o crescimento e para o emprego, repetindo assim as convicções iniciais do PS", acrescentou.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

OE 2013 - TODOS ACHAM QUE É INCONSTITUCIONAL

NÃO FOI SÓ O PS - Juízes, Provedor ou o próprio Presidente da República têm dúvidas sobre a fuga do governo à legalidade Constitucional. Passos Coelho, Paulo Portas, Miguel Relvas e Vítor Gaspar olham para o dinheiro dos trabalhadores ou dos reformados como fonte de financiamento dos erros da governação. O despudor é enorme e já não existe no Executivo ou nos foliões do Brasil uma réstia de decência.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

PS ENTREGA AMANHÃ, NO TC, PEDIDO DE FISCALIZAÇÃO DO OE 2013

Subscrevi, com deputados do PS, um pedido de fiscalização sucessiva de algumas normas do Orçamento que  vai entregar amanhã no Tribunal Constitucional
"O deputado Vitalino Canas não quis adiantar ao Económico quais são os artigos que os socialistas querem ver analisados pelos juízes, mas ao que foi possível apurar deverão ser as mesmas normas que o Presidente da República suscitou: a suspensão dos subsídios de férias dos funcionários públicos e dos reformados (artigos 29º e 77º) e da contribuição extraordinária de solidariedade (artigo 78º).
O requerimento será entregue às 10h30, tem o apoio da direcção do PS e será exclusivo do partido, sem apoio do BE e do PCP. Estes partidos estão ainda a preparar o seu próprio pedido, devendo esse sim incluir normas adicionais às da solicitação presidencial: sobretaxa de IRS de 3,5% e progressividade das tabelas de IRS." Márcia Galrão

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

PR promulga OE 2013, sem SURPRESA

O PR promulgou o OE 2013, como se esperava. Tem agora a oportunidade de suscitar ao TC a fiscalização de dúvidas em concreto. Penso que o PR pode fazê-lo em tempo breve, muito breve. A não ser assim, os deputados socialistas, no número suficiente definido pela lei, pedirão ao TC a fiscalização de normas que julga inconstitucionais, relativas à quebra de confiança entre o Estado e os cidadãos ( corte de subsídios, reformas e penalização assente na iniquidade fiscal...). Uma coisa é certa: não será fácil ao governo cobrir as suas derrapagens com o produto do trabalho dos cidadãos ou a alienação "clandestina" de setores estratégicos do Estado.

domingo, 16 de dezembro de 2012

O QUE O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL PODE CHUMBAR NO OE2013

AS INCONSTITUCIONALIDADES - OE 2013. Podem ser objeto de decisão: A desigualdade na distribuição dos sacrifícios, o possível desrespeito do novo OE pelo acórdão que chumbou os cortes nos subsídios dos funcionários públicos, os excessos aos limites da carga fiscal, uma protecção social mínima, a demolição do princípio da confiança (sobretudo nas reformas), entre outras. Se o PR não solicitar a verificação da constitucionalidade os deputados vão fazê-lo.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Porta-voz do CDS ARRASA Orçamento - as 5 razões

João de Almeida e Paulo Portas

Síntese - CDS APROVA, MAS ARRASA - "Na sua versão final, este Orçamento mesmo que funcione como exercício académico, terá graves problemas de aplicação prática, em resultado das enormes dificuldades que vai criar às pessoas" "CINCO RISCOS muito significativos" deste OE: 1- "a carência de justificação clara para a dimensão do ajustamento necessário; 2- a difícil sustentação do cenário macroeconómico; 3- a desproporção entre o esforço do estado e o esforço solicitado às famílias; 4- a insuficiência das alterações introduzidas, em sede de especialidade; 5- e a introdução de MEDIDAS QUE COMPROMETEM REFORMAS FUTURAS".
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"Na sua versão final, este Orçamento mesmo que funcione como exercício académico, terá graves problemas de aplicação prática", considera João Almeida

A declaração de voto de João Almeida sobre o Orçamento do Estado (OE) é um arraso às contas do Estado aprovadas hoje no Parlamento. 
No texto, a que o Expresso teve acesso, o porta-voz do CDS escreve que o documento "não é um bom Orçamento" e explica que o seu voto favorável "não se justifica pelo conteúdo do Orçamento, mas antes pelas implicações que teria a sua não aprovação".
"Na sua versão final, este Orçamento mesmo que funcione como exercício académico, terá graves problemas de aplicação prática, em resultado das enormes dificuldades que vai criar às pessoas", escreve o dirigente centrista, que, no entanto, não chumbou o documento. E explica porquê: "Se há coisa que o passado recente nos mostra claramente, é que a uma má solução, ainda que rejeitada, sucede uma pior. (...) Tenho a profunda convicção que a rejeição do Orçamento apenas agravaria a situação dos portugueses, principalmente dos que atravessam maiores dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, com estes ou outros protagonistas, viria uma nova proposta com medidas idênticas em dose reforçada."
Apesar de ter optado por "excluir o mal maior", João Almeida elenca os "cinco riscos muito significativos" deste OE: "a carência de justificação clara para a dimensão do ajustamento necessário; a difícil sustentação do cenário macroeconómico; a desproporção entre o esforço do estado e o esforço solicitado às famílias; a insuficiência das alterações introduzidas, em sede de especialidade; e a introdução de medidas que comprometem reformas futuras".
Para o dirigente centrista, "o valor do ajustamento necessário em 2013 não foi claramente justificado até à votação final", de onde decorre "um primeiro risco de credibilidade, acrescido de um problema de aceitabilidade, uma vez que, numa situação tão difícil não se podem aceitar esforços cuja necessidade não está devidamente justificada". Por outro lado, Almeida lembra que "foi unânime a desconfiança" em relação ao cenário macroeconómico que sustenta o exercício orçamental para 2013.
João Almeida lembra ainda "a desproporção do esforço entre o corte na despesa e aumento da receita", considerando que "constitui uma opção errada e um problema acrescido", pois "será muito mais difícil controlar uma execução orçamental cujo sucesso não depende da eficiência do Estado, mas da capacidade da economia gerar receitas de acordo com o previsto, num clima tão adverso"
Filipe Santos Costa: 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

MIguel Sousa Tavares - OE 2013 LAMENTÁVEL - 1º MINISTRO SEM HUMILDADE


Discussão OE- Orçamento mantém claramente a progressividade (fiscal). É um orçamento lamentável por 3 razões: não se lembra de ver discutir 3 orçamentos ao mesmo tempo, de ver a maioria apresentar alterações depois de passado o prazo e sendo recordado como um assalto fiscal ao contribuinte. 

Os 18 deputados do PSD (que ameaçaram declaração de voto) recuaram e meteram a viola no saco. A maioria fez tudo o que prometeu que não seria feito e o CDS sai completamente esmagado.

Declarações de Passos Coelho - Falta ao PM um pouco de humildade para ouvir as pessoas, havendo tanta gente dentro e fora do seu partido a dizer que este caminho está errado; pergunta qual a experiência de gestão de Passos Coelho e de onde vêm tantos conhecimentos para saber que este caminho está certo. Pergunta também qual a esperança (do país) quando a juventude só se quer ir embora. O serviço da dívida é brutal e a sua diluição ao longo dos anos seria melhor; sem crescimento o Estado não tem onde ir buscar mais impostos

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

PSD/CDS - CORTES NOS SUBSÍDIO DE DESEMPREGO E DOENÇA


TAXAR DESEMPREGADOS E DOENTES -  a maioria acaba aprovar na AR, contra todas as oposições, novos impostos - Sónia Fertuzinhos do PS disse: "Perante um cenário de subida galopante de desemprego, este Governo e esta maioria escolhem taxar o subsídio de desemprego e o subsídio por doença, não faz qualquer sentido, tanto não faz senhores e senhoras deputadas, que as pessoas que estão desempregadas hoje têm muita dificuldade em encontrar emprego"
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Os deputados da maioria PSD/CDS-PP voltaram hoje a aprovar o corte de 5% nos subsídios por doença e de 6% no subsídio de desemprego, após o PS ter exigido nova discussão e votação.
Sónia Fertuzinhos do PS considerou que esta proposta não faz qualquer sentido na atual conjuntura e que o Governo está com esta opção a "fragilizar a situação de quem tem muita dificuldade em encontrar alternativas".
"Perante um cenário de subida galopante de desemprego, este Governo e esta maioria escolhem taxar o subsídio de desemprego e o subsídio por doença, não faz qualquer sentido, tanto não faz senhores e senhoras deputadas, que as pessoas que estão desempregadas hoje têm muita dificuldade em encontrar emprego", afirmou a deputada.
Quanto ao subsídio por doença, que sofre um corte de 5% após os primeiros 30 dias, que esta despesa "tem vindo a diminuir consistentemente", que "não é uma despesa que esteja descontrolada, ou que tenha vindo a aumentar nos últimos anos" e que também aqui "são as pessoas mais frágeis, mais vulneráveis que são afetadas em nome de uma ética na austeridade", disse a deputada.
Esta proposta já tinha sido alvo de um aceso debate entre a oposição, em especial o PS, e o secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Marco António Costa, na sexta-feira, mas a votação acabou por ser a mesma. PSD e CDS-PP mantiveram a proposta do orçamento e votaram a favor, com toda a oposição a chumbar este corte.
Assim, estes subsídios serão sujeitos a uma "contribuição" como diz a lei de 5% no caso dos subsídios por doença, que não é aplicada nos primeiros 30 dias, e de 6% no caso do subsídio de desemprego.

PSD/CDS ACABAM DE VOTAR NA AR IDADE DE REFORMA AOS 65 ANOS

REFORMA AOS 65 - OE 2013 - NESTE MOMENTO acaba de ser eliminado na AR o período de transição de 6 meses por cada ano. O governo volta a "rasgar" o contrato social e apanha desprevenidos os trabalhadores. Portanto, aqueles que haviam redefinido as suas vidas em função da legislação anterior, que subiu a idade de reforma, mas com período de transição, perdem mais um direito e os 40% de JOVENS desempregados veem mais diminuídas as possibilidades de entrada no mercado de trabalho. O que diz o CDS, o tal PARTIDO DOS REFORMADOS?

sábado, 24 de novembro de 2012

(RR) EMPRESÁRIOS E ECONOMISTAS DÃO NOTA NEGATIVA AO OE 2013


(RR) - "BUDGET WATCH" CÉTICO COM OE 2013No projecto Budget Watch, que junta economistas inquiridos pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) e empresários escolhidos pela consultora Deloitte, foram analisadas 10 dimensões e indicadores, e os inquiridos encontraram FALTA DE TRANSPARÊNCIA E RIGOR. O documento vai ser apresentado na segunda-feira numa conferência, numa parceria com a Renascença, jornal “Público” e “Expresso"

No projecto Budget Watch, que junta economistas inquiridos pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) e empresários escolhidos pela consultora Deloitte, foram analisadas 10 dimensões e indicadores, e os inquiridos encontraram falta de transparência e rigor.
Um cenário macroeconómico pouco credível e um optimismo pouco desejável nesta altura de crise profunda. É uma das críticas apontadas pelos economistas que analisaram o Orçamento do Estado para o próximo ano. 
Paulo Trigo Pereira, professor no ISEG, diz por isso que a sustentabilidade da dívida pública pode estar em causa no futuro. “Consideramos que a recessão vai ser mais profunda do que anunciada pelo Governo, o que significa que a trajectória da dívida que o Governo apresenta é claramente optimista.”
“Neste campo há um claro cepticismo do painel de académicos em relação à sustentabilidade da dívida. No fundo, basicamente é medida por um indicador, que é o rácio da dívida no PIB, e esse indicador não é muito sustentável no futuro”, considera o professor.
O estudo do ISEG sobre o Orçamento para 2013 alerta também para a ausência de uma explicação fundamentada para os encargos futuros com o sector empresarial do Estado e para um controlo pouco credível da dívida dos hospitais públicos. 
O documento vai ser apresentado na segunda-feira numa conferência a decorrer no ISEG, numa parceria com a Renascença, jornal “Público” e semanário “Expresso”.

2012 - PASSOS COELHO - DESASTRE NA EXECUÇÃO ORÇAMENTAL


JUNQUEIRO - "O QUE AS PESSOAS PODEM E DEVEM SABER é que de todos os seus sacrifícios, de todos os seus salários, de tudo o que está a ser vendido, de tudo o que está a ser concessionado, não há nenhum cêntimo para a abater à dívida, não há nenhuma consolidação estrutural". "HÁ UM AUMENTO DO DÉFICE, todos os impostos caem, menos o IRS que corresponde aos nossos salários ou a despesa com pessoal que cai é a que corresponde aos subsídios de férias... "espantoso que no subsetor Estado - direções-gerais, ministérios - NÃO TENHA DIMINUIDO A DESPESA. TUDO FALHOU
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José Junqueiro defendeu que os dados da execução orçamental hoje divulgados confirmam "as piores previsões e o falhanço do Governo", sem "nenhuma consolidação estrutural" mas apenas "um disfarce conjuntural".
 "Só no final do ano é que poderemos dizer com verdade qual foi o défice real", afirmou José Junqueiro, que considerou, no entanto, que não será atingido o défice de 5% já corrigido em alta. Para o deputado socialista, "atualmente, o que as pessoas podem e devem saber é que de todos os seus sacrifícios, de todos os seus salários, de tudo o que está a ser vendido, de tudo o que está a ser concessionado, não há nenhum cêntimo para a abater à dívida, não há nenhuma consolidação estrutural". "Há um aumento do défice, todos os impostos caem, menos o IRS que corresponde aos nossos salários, a despesa com pessoal que cai é a que corresponde aos subsídios de férias que também não recebemos, há menos 800 milhões de euros na Segurança Social", apontou. José Junqueiro considerou "espantoso que no subsetor Estado - direções-gerais, ministérios - tenha existido uma execução em linha com a do ano anterior". "Ou seja, nada disto serviu para coisa nenhuma porque a despesa acaba por aumentar. É uma leitura que se faz, factual, sem nenhum tipo de contestação. O Governo falhou nesta execução orçamental", defendeu.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

TVI -. CONSTANÇA - O MANUAL DE ETIQUETA DO CDS NA AR


Síntese -  GRAVE, É DIZER UMA COISA NA OPOSIÇÃO e fazer outra no governo...isso é que é desprestigiante para o parlamento -  é uma tentativa muito canhestra do CDS em FAZER ESQUECER o papel que teve  neste orçamento.
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Achou-o lamentável. Parece que o CDS quer impor um manual de etiqueta na AR (sobre expressões utilizadas pelo PCP), quando muito mais grave que expressões de linguagem são partidos que dizem uma coisa na oposição e fazem outra no governo, sendo que isso é que é desprestigiante para o parlamento; é uma tentativa muito canhestra do CDS em fazer esquecer o papel que teve  neste orçamento. O que prestigia o parlamento são grupos parlamentares com liberdade e espírito crítico, Ninguém acreditar neste orçamento e toda a gente estar disponível apara aprová-lo, isso é que desprestigia o parlamento.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

GOVERNO CORTA AINDA MAIS NA FUNÇÃO PÚBLICA

TRABALHAR MAIS E RECEBER MENOS, NO SALÁRIO E NA PENSÃO - é a nova fórmula proposta. O governo pediu ao FMI para dizer e o FMI disse, de modo a pensar que é uma inevitabilidade e, coitados, Passos Coelho e Portas nada teriam a ver com isso. Os "Catroga" batem palmas, o pequenino diz que se trata de um assalto fiscal, mas que o governo é corajoso. O PR vai certamente dizer que está preocupado e cada família, cada português, cada reformado, VAI SENDO ESPOLIADO, TODOS OS DIAS!

COMPRA DE VOTOS NO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

QUATRO VOTOS DE 4 DEPUTADOS VALEM 1100 MILHÕES DE EUROS - esta é a receita que todos temos de pagar para a maioria aprovar um OE 2013 imoral. Alberto João Jardim não tem limites e o 1º ministro não tem pudor. Neste governo TUDO SE COMPRA (votos e caráter) com a mesma facilidade com que TUDO SE VENDE (o nosso património).

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

GOVERNO ENSAIA RECUO NA RESTAURAÇÃO

RESTAURAÇÃO - DEPOIS DAS INFELIZES INTERVENÇÕES PSD/CDS NA AR aquando do debate das iniciativas do PS e oposições para repor o IVA da restauração em 13%, o governo ensaia, agora, a constituição de um grupo para estudar essa mesma redução.
Mais estudantes. Não sei de todos os ministros gostarão de estudar.
Lembro que o CDS, tal como o PSD, pela voz de Hélder Amaral, ao mesmo tempo que defendia teimosamente os 23% no IVA, prometia subsídios de desemprego para quem fosse à falência. POIS, INÉDITO! Os empresários sentiram-se insultados, porque queriam as suas empresasa trabalhar E NÃO RECEBER SUBSÍDIOS.