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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

FMI desconfia da capacidade de Portugal para baixar impostos

Em todos os jornais - É um aviso ao PSD/CDS e ao PS. Embora a senhora Lagarde seja o que é - alguém sem legitimidade moral e autoridade politica para dizer o que quer que seja -  a verdade é que a sua opinião conta. Portanto, consideremos se estamos ou não em condições de baixar impostos depois da campanha eleitoral. A não ser assim, serão fintas clássicas, mas com uma gravidade sem precedentes!

"O FMI não acredita que Portugal consiga um défice abaixo de 3% este ano e considera "excessivamente otimista" as poupanças assumidas pelo Governo em Bruxelas para a próxima legislatura. 

Por isso, o Fundo pede cautela ao Executivo na hora de prometer descidas de impostos. O recado chega em plena campanha eleitoral, quando também o PS se compromete a baixar a carga fiscal, nomeadamente na sobretaxa de IRS, até de forma mais rápida".

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Magia: Sobretaxa de IRS e cortes salariais na F. Pública "expiram" no final de 2015, MAS ...

MAS vão ser reintroduzidos no OE para 2016. A sobretaxa do IRS vale 760 M€ e os cortes salariais 600 M€. A promessa do Governo é a de extinguir a sobretaxa que criou em 4 anos (190 M€ ano), bem como os cortes (150 M€ ano), um total de 340 M€ ano. 

Não revela a alternativa, mas a tentativa de cortar 600 M€ nas pensões já em pagamento explica tudo. À diminuição de 340 M€ ano realiza o Governo um encaixe de 600 M€ criando um superavit de 260 M€ ano. Tudo à custa do nosso poder de compra. Nada à custa do crescimento e desenvolvimento económico. Fica tudo claro!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Ministra das Finanças, afinal, admite "adaptar estratégia" ou seja: mais impostos!

A caminho acelerado das eleições, o Governo garante que tudo está bem com o défice e que fez o suficiente para o garantir sem aumentar impostos. 
O presidente do Eurogrupo tem “muita consideração” pelas avaliações do Governo, mas, no entanto, é muito mais elevada pela da CE. 
E Maria Luís, logo de seguida, admite "adaptação da estratégia orçamental" ou seja: aumento de impostos se necessário! 
Fica tudo dito, nem tão pouco recorrer ao património deste Governo que se resume a isto: até hoje, falhou todas as previsões!

"Maria Luís Albuquerque admitiu ontem, no final da reunião do Eurogrupo, uma "adaptação da estratégia orçamental" caso se confirmem as expetativas de Bruxelas - que o défice português vai ficar acima do limite de 3% do PIB.
Jeroen Dijsselbloem, presidente do Eurogrupo, garante que tem "total consideração" pelas avaliações do Governo português, mas concorda com a CE de que o objetivo orçamental de 2015 está "em risco". E quer que o Governo "prove" que adotou medidas "efetivas"." (Em todos os jornais)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O PS e a Hipocrisia fiscal da maioria

O Governo volta atrás e inclui na matéria dedutível ao IRS: 

Despesas com a habitação, PPRs, educação ou saúde, entre outras, voltam a ser consideradas. 

A maioria PSD/CDS rejeitou sempre, estas propostas do PS, mas agora, a pensar em 2015, vem repescar como suas as propostas do PS.

Ainda bem, mas ainda falta: introduzir a clausula de salvaguarda para o IMI e substituir o quociente familiar proposto pelo Governo pelas deduções fixas à coleta, de 500 euros por cada dependente e ascendente.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Combustíveis baixam na origem, mas Governo vai subi-los na chegada

Este Governo sem ideias no depósito -  Na viragem de 2014 para 2015, graças ao Orçamento do Estado e a outras decisões do Governo, o litro da gasolina vai subir cerca de 6,5 cêntimos e o do gasóleo 5,1 cêntimos da noite para o dia. 

De acordo com os níveis de consumo oficiais de 2013 registados pela Apetro para os três combustíveis mais comuns, aponta-se para um aumento de receita fiscal que vai superar os 127 milhões de euros (ME) no imposto sobre os produtos petrolíferos, contando com o IVA, e de 77,7 ME com a cobrança de mais 1,5 cêntimos por litro devido ao CO2.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Governo fora do prazo de validade toma medidas para 2016

Paranóia política, talvez seja a expressão que melhor define esta fase terminal do governo. 
Não reduz o IRS quando podia, ainda em 2015, e toma a decisão de o reduzir (se... e se... e se...) em 2016. 
Legisla, portanto, para outro governo. O ridículo na política também mata, mas Passos e Portas estão por tudo. O PR também!

"O PSD, pela voz do seu porta-voz Marco António Costa, elogiou ontem a possível redução do IRS nos reembolsos de 2016, consoante a eficiência fiscal de 2015, que considerou ser "um contrato de confiança", e insistiu num acordo com o PS sobre este imposto. Mas da parte dos socialistas a resposta vai em sentido contrário: o vice-presidente da bancada parlamentar, Vieira da Silva, disse desconhecer qualquer proposta do Governo para a reforma do IRS e considerou que, a existir, a iniciativa política para um acordo alargado parece "extemporânea" a menos de um ano de eleições legislativas.". 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Ilusionismo - Afinal, o corte no IRS é de 2,7€

E o Expresso deu-lhe destaque de uma 1ª página. Só pode ter sido uma infeliz distração O Governo quer fazer de nós tolos!!! O título dá logo a ideia de supressão da taxa.Depois, por dentro, percebe-se que não é assim. Corta 1% e vai buscar 150M€, um novo imposto, à fiscalidade verde.Ora, ora!!!

"O Governo está a analisar a possibilidade de reduzir, em 2015, a sobretaxa de IRS, de 3,5% para 2,5%. 
A perda anual para os cofres do Estado resultante dessa eventual redução rondará os 220 milhões de euros (ME), mas poderá ser compensada pelos 150 ME que poderão ser arrecadados com a reforma do imposto verde. 
Para o bolso dos contribuintes, a diminuição de um ponto percentual na sobretaxa será pouco significativa. Por exemplo, para um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto de mil euros, a poupança será de apenas 2,7 euros por mês, ou seja, 37,8 euros por ano." (CM)

domingo, 24 de agosto de 2014

Parece mentira, mas ... Governo considera a subida do IVA para 24%

Marques Mendes dá uma "espécie de" novidade, mais um "frete" a parte de um Governo que já decidiu uma subida  do IVA, para 2015, de 23% para 23,25%. 

Agora a intenção é elevá-lo até aos 24%. 

A desculpa é a tradicional: o Tribunal Constitucional. A questão é a de que, apesar de tantos aumentos de impostos, a dívida subiu mais 40 pontos, de 94% para 134%. Só Cavaco Silva pode explicar isto!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Reforma do IRS, mais do mesmo. Pode aumentar para 3,7 milhões de famílias

O Governo já não consegue criar soluções que não sejam mais do mesmo: aumento de impostos. Se competência é isto ... mais vale estar quieto.
Há cerca 3,7 milhões de agregados que não declaram qualquer dependente no seu IRS e que arriscam ver a sua fatura com o imposto agravar-se com a introdução de um quociente familiar e de deduções fixas. 
O anteprojeto da reforma do IRS prevê que a determinação do rendimento coletável passe a ter em conta o número de dependentes do agregado, atribuindo a cada um o valor de 0,3.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Carga Fiscal - OCDE e Bruxelas recomendam o que Seguro sempre propôs

Baixar a carga fiscal sobre o trabalho, foi uma luta de sempre de António Seguro que, agora, obtém apoio da OCDE e Bruxelas. 
É um lembrete para os que insistem em fazer passar a ideia de que o PS não tem alternativas. 
E, já agora, não deixo de lembrar que o Governo se esquecerá destas recomendações. 
Afinal, a crise interna no PS, desnecessária, tem um preço que estamos todos a pagar.

Síntese - "Em dois dias o Governo ouviu a mesma recomendação de dois organismos internacionais: Portugal deve baixar a carga fiscal sobre o trabalho. Ontem, o líder da OCDE, Angel Gurría, veio a Portugal apresentar um relatório e sugerir a redução da TSU e um corte no IRS. Na segunda-feira, o Eurogrupo já tinha recomendado a redução da carga fiscal sobre o trabalho para 11 países, onde se incluía Portugal". (transversal a toda a imprensa)

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Impostos: sobre as famílias subiu 9,4% nos 5 primeiros meses

As famílias são as que mais pagam - Para que se perceba melhor: o crescimento de toda a receita foi de 477M€ e destes 407 M€ vem das famílias. Assim se compreende a entrga de casas aos bancos as centenas de milhares de incumpridores. Pessoas honestas, que planearam as suas vidas responsavelmente, veem as suas vidas destruídas pela voragem governamental.

"A cobrança de impostos, até maio, atingiu os 14,6 mil milhões de euros (ME), indicam os dados provisórios divulgados pela DGO. 
Do lado da receita - O "brilharete" assenta no crescimento dos impostos diretos, que aumentaram 4,4%, com destaque para o IRS. A receita do imposto sobre as famílias subiu 9,4%, cerca de mais 407 ME. Este valor é quase semelhante ao crescimento homólogo de toda a receita, que foi de 477 ME. 
Do lado da despesa - registou-se um aumento de 0,6% na Administração Central. O PS chama a atenção para o facto de a despesa do Estado ser superior em 200 ME, caso o Governo não tivesse avançado com os cortes nas remunerações dos funcionários públicos. 
Os socialistas realçam que as dívidas em atraso do Estado atingem os dois mil ME e o subfinanciamento dos hospitais EPE é particularmente preocupante, pois está a colocar em causa a prestação de cuidados de saúde em todo o país."

sábado, 12 de abril de 2014

DOIS em cada CINCO euros dos portugueses foram para pagar impostos


Síntese - "O país está bem, os portugueses é que estão mal". A catilinária do PSD, dita a cru pelo líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, é a melhor imagem da conta em que o governo nos tem, ou seja, abaixo de zero.

Espero que dentro de dias, a 25 de maio, o Governo perceba, finalmente, que quando a inteligência foi distribuída estávamos cá todos. 

É que entre o discurso festivo de Passos Coelho e a vida real há uma amargura que o governo esquece, mas que os portugueses sentem: 2 em cada 5 euros dos portugueses foram para pagar impostos
"Segundo o relatório da OCDE , 41,1% do salário bruto de um cidadão português com um vencimento médio de 1000 euros serviu em 2013 para pagar impostos ou contribuições para a Segurança Social. A média na OCDE fixou-se nos 35,9%. A OCDE conclui ainda que os contribuintes solteiros são os mais pressionados pela carga fiscal, uma vez que, por exemplo, uma família com dois filhos viu os  impostos descerem 0,4% para 29,8% em 2013.No total, Portugal é 12.º país com a carga fiscal mais elevada no conjunto dos 34 países da organização. A lista é liderada pela Bélgica (55,8%), Alemanha (49,3%), Áustria (49,1%) e Hungria (49,0%). Já as menores cargas fiscais dizem respeito ao Chile (7%), Nova Zelândia (16,9%) e México (19,2%)."
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/dois-em-cada-cinco-euros-dos-portugueses-foram-para-pagar-impostos=f865153#ixzz2yeaUG9O5

Portugal foi o país da OCDE com maior subida da carga fiscal em 2013

"No ano em que os portugueses pagaram a maior factura do IRS, a carga fiscal ultrapassou a barreira dos 40% do PIB."

"A carga fiscal em Portugal, tendo em conta os impostos sobre o rendimento mais as contribuições de trabalhadores e empregadores para a Segurança Social, foi a que mais subiu em 2013 entre os 34 países da Organização para a Cooperação e para o Desenvolvimento Económico (OCDE).
No ano em que os portugueses sentiram no bolso o “enorme aumento de impostos” anunciado pelo ex-ministro das Finanças Vítor Gaspar, a carga fiscal ascendeu a 41,1% do produto interno bruto (PIB) do país, mais 3,5 pontos percentuais do que em 2012. Recuando até 2009, a diferença é ainda maior: em quatro anos, houve um aumento de 4,6 pontos percentuais.
A carga fiscal associada a contribuições pagas pelos empregadores representou 19,2% do PIB, enquanto 13% correspondem aos impostos sobre o rendimento e os restantes 8,9% às contribuições dos trabalhadores.
A média da OCDE está nos 35,9%, segundo um relatório publicado nesta sexta-feira pela organização. Há 20 países onde a carga fiscal está acima deste patamar. Na Bélgica, os impostos sobre o rendimento e as contribuições para a Segurança Social representam 55,8% do PIB, seguindo-se a Alemanha, Áustria, Hungria e França, onde esta percentagem ronda os 49%.
Portugal surge em 12.º na lista dos países com a maior carga fiscal em relação à riqueza produzida no país, ao mesmo nível da Eslováquia e praticamente com a mesma percentagem registada na Grécia (41,6%). Em 11 países, pelo contrário, assistiu-se a um decréscimo. Foi o caso da Grécia, que viu a percentagem baixar 1,3 pontos percentuais, embora o nível da carga fiscal se mantenha mais alto do que no início da crise.
No ano passado, os portugueses pagaram a maior factura de sempre de IRS, com o agravamento dos impostos a fazer-se sentir não só pelas alterações dos escalões (reduzidos de oito para cinco, com um agravamento das taxas), mas também pela introdução da sobretaxa de 3,5%.
Para os cofres do Estado entraram, no ano passado, 12.308 milhões de euros em receita arrecadada com o IRS, montante que disparou 35,5% em relação ao ano anterior, ou seja, um encaixe de 3223 milhões de euros acima do valor de 2012. O montante arrecadado com o imposto sobre os contribuintes singulares foi, de resto, determinante para o conjunto da receita fiscal, representando 34,1% do total, quando no ano anterior o seu peso estava abaixo dos 29%.
A carga fiscal já estava nos 38% do PIB em 2011, ano em que o Governo, ainda com Vítor Gaspar à frente do Ministério das Finanças, introduziu a sobretaxa de IRS sobre o subsídio de Natal. No ano seguinte, houve uma ligeira diminuição desta percentagem para 37,6%.
Em 2012, ano em que não foi aplicada a sobretaxa sobre o subsídio de Natal (vigorando os cortes nos subsídios de férias e Natal), a carga fiscal sobre o custo do factor trabalho reduziu-se ligeiramente para 37,6%. Voltou a aumentar de novo, ultrapassando pela primeira vez a barreira dos 40% do PIB desde 2000, ano em que se inicia a análise da OCDE.
A referência utilizada pela OCDE para medir a carga fiscal tem em conta um trabalhador solteiro sem filhos com um “salário médio” no sector privado. Mas são traçados outros cenários: no caso de um trabalhador solteiro que recebe 67% de um salário médio, a percentagem é de 34,7% do PIB; e chega aos 47,4%, se a análise for a de um trabalhador que receba 167% de um salário médio.
Para famílias com dois filhos em que apenas um dos membros do casal tem rendimentos de trabalho, a percentagem baixa para os 29,8%. E neste indicador Portugal e a Nova Zelândia registaram o maior aumento de 2012 para 2013. Considerando os rendimentos dos dois membros de um casal, também com dois filhos, em que um dos cônjuges receba um salário médio e o outro um valor mais baixo (de apenas 33% do salário médio), o peso da carga fiscal baixa representa 30,9% do PIB. Na mesma situação de rendimentos, mas num casal sem filhos, a percentagem chega aos 34,7%.

Com excepção do México e do Chile, a carga fiscal das famílias com filhos é mais baixa do que a de contribuintes solteiros sem filhos." (Público)

terça-feira, 25 de março de 2014

PSD - Jornadas - Teodora Cardoso propõe novo imposto sobre a poupança

Luís Montenegro e Passos concordam com Teodora Cardoso?  
A presidente do Conselho de Finanças Públicas nas jornadas do PSD, defendeu um novo imposto. Seria aplicado  o levantamento das contas poupança! 
Isto vai ao ponto de, na vida, um cidadão, remediado, com sacrifício, que conseguir colocar de lado alguns euros em poupança, para qualquer eventualidade, uma doença, por exemplo, quando esta surgir terá de pagar imposto sobre o seu próprio esforço. 
Seria, ironizando, uma espécie de nova taxa moderadora, um castigo. O curioso é não ter proposto que os dirigentes do novo Banco do Fomento que ganham até 13500 euros, durante catorze meses, ficassem subordinados aos vencimentos dos quadros da administração e que nenhum deles pudesse ganhar mais do que o primeiro-ministro. 




sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O Governo e a hipocrisia - Mais impostos para "evitar" impostos

O aumento do CES (Contribuição Extraordinária de Solidariedade), o aumento do desconto para a ADSE e a diminuição da comparticipação desta nas despesas de saúde, aumentando a sobrecarga sobre as pessoas e famílias, são os novos impostos que o governo lança sobre, novamente, os mais fracos. 

E mandou dizer, Passos Coelho, que recusou aumentar os impostos. Hipocrisia sem limites! Então o que são estes aumentos? Não são impostos? São o quê? Donativos? 

Esta atitude demonstra que o governo quer apenas resolver um problema orçamental, porque, como se vê com toda a clareza, não há nenhuma reestruturação de coisa nenhuma. E o aperto recai sempre sobre os mesmos. A aversão aos reformados e à administração pública ultrapassaram todos os limites da decência.

O PS tinha avisado que o défice de 4% era inatingível. O que está em causa são duas décimas, percentagem que, como se sabe, é absolutamente marginal. O Governo deveria ter falado com a Troika. A Irlanda sai do programa de ajustamento com 4,8% de défice. O que o Governo quer, portanto, ensaia é uma desculpa para aumentar impostos absolutamente injustificáveis e que o PS não aceita.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Os outros interesses: Imposto sobre PPP permitia evitar corte nas pensões de sobrevivência

À procura de cem milhões de euros, o Governo anunciou cortes nas pensões de sobrevivência. 
Esse mesmo valor tem levado Pedro Passos Coelho, a hesitar na redução do IVA da restauração. 
Ora, os tais cem milhões podem ser arrecadados pelo Estado através de um imposto sobre as PPP, segundo defendem Joaquim Miranda Sarmento, professor no ISEG e na Faculdade de Economia da Universidade Católica, e Paulo Marques, inspetor tributário. (Diário de Notícias) 

sábado, 17 de novembro de 2012

O CIRCO: GASPAR, PSD/CDS - PASSOS - PORTAS

DIÁRIO DE NOTÍCIAS
SOBRETAXA AUMENTA de 2,5% para 3,5% - TIRAM-NOS mais de 1 SALÁRIO - pela conversa, no circo da maioria, até parecia que em 2013 nos baixavam a sobretaxa de 4 para 3,5%. E a imprensa menos atenta deu gás. MAS NÃO, a sobretaxa AUMENTA de 2,5 para 3,5%. E, então, fecharam-se todos numa sala com Vitor Garpar, a fingir "duríssimas negociações". E o que resultou da COMBINATA da maioria? MAIS 1 AUMENTO e MENOS 1 VENCIMENTO!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

SALÁRIOS MILIONÁRIOS E CORTES IMORAIS NOS REFORMADOS

TRABALHADORES EM GERAL E REFORMADOS EM PARTICULAR vão contribuir com os seus salários para a redução de 75% da despesa. Caiu o mito, há muito que caiu, de que o corte na despesa se faria apenas em 1/3 por parte dos salários. Mais de 40% dos reformados da função pública serão "esmifrados". O corte real dos salários em geral andará entre dois e três meses de trabalho. Até os mais desfavorecidos, a partir de 583€, veem o IRS aumentado para 14,5%.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

GOVERNO ATACA NOVAMENTE AS REFORMAS, NO TEMPO E NO PAGAMENTO

O GOVERNO NÃO RESPEITA NINGUÉM - começámos a pagar duramente os erros de política e os erros de todas as previsões do governo PSD/CDS. Aumenta a idade de reforma, diminui a percentagem a que temos direito e aumenta o desconto para a Caixa Geral de Aposentações. Cerca de 80% dos novos desempregados que aí vêm resultam resultam do despedimento de funcionários contratados a prazo pelo Estado. QUEM CONFIOU NELES SABE QUE FOI ENGANADO!

PORTUGAL Nº 2 DO MUNDO NA SUBIDA DE IMPOSTOS

ISTO PASSOS COELHO SABE QUE TAMBÉM NÃO ESTAVA NO MEMORANDO - o brutal aumento de impostos dá-nos este triste recorde. Caiu o mito de que apenas 1/3 das receitas vinham do nosso salário. Afinal, tudo vem daí, do nosso trabalho. As outras receitas fiscais não existem, porque a economia também deixou de existir.E tem sido a classe média, agora em quase exclusivo, que tem vindo a pagar. E é público, que a dívida aumenta 30 milhões de euros por dia. Não, agora não é por causa do passado. É POR CAUSA DA INCOMPETÊNCIA DO GOVERNO.