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domingo, 2 de março de 2014

Ucrânia: sente-se o som de uma tragédia maior!

O que fez a Europa para evitar que a Ucrânia viesse a ser palco de um conflito de dimensões ainda desconhecidas? E o que fez a Rússia para alimentar esse conflito? A Europa fez os mínimos  e a Rússia os máximos. Tudo errado.

O poder (des) instalado (?) na Ucrânia fez o "impensável" para alimentar um conflito interno. A senhora Timoshenko conhece a liberdade que nunca deveria ter perdido. Uma liberdade que o governo teimou sempre em negar-lhe

As preocupações vão, em primeiro lugar, para os ucranianos e para as provações acrescidas que temo poderem vir a sofrer duramente. 

Depois para uma extrema direita que tudo faz para desacreditar as instituições e prejudicar o combate político genuíno pela mudança. 

Por último, para uma constatação: na Europa continua a não haver capacidade de decisão e na Rússia há um que manda ... em condições singulares, como se sabe! 

Convém não esquecer Holodomor

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

José Junqueiro recebeu o Embaixador da Ucrânia

Na qualidade de deputado e presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Ucrânia,  José Junqueiro recebeu na AR o embaixador daquele país, Oleksandr Nykonenko, com vista à atualização da informação sobre a evolução do processo de adesão da Ucrânia à União Europeia. 
Na ocasião o embaixador convidou José Junqueiro para a missa do 80º aniversário da Grande Fome na Ucrânia  de 1932.1933, Holodomor, que causou a morte de  7 milhões de ucranianos. 
O que é Holodomor? No início dos anos 30, no coração do território considerado como celeiro da Europa o regime estalinista cometeu um terrível ato de genocídio contra milhares de ucranianos. Um antiga nação de camponeses foi condenada à fome, um das mais brutais formas de tortura e morte. 
A resolução do Parlamento Europeu, de 23 de outubro de 2008, "reconhece o Holodomar (a fome programada de 1932-1933 na Ucrânia) como um terrível crime contra a humanidade