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sábado, 10 de maio de 2014

Penalva - José Junqueiro nas II Jornadas da Misericórdia

Na Casa da Ínsua, a convite de Francisco Carvalho, presidente da autarquia de Penalva do Castelo, participei, ontem, no jantar conferência que encerrou as II Jornadas da Misericórdia deste concelho, subordinadas ao tema "Saúde e Bem-Estar". Esta misericórdia tem o Provedor mais jovem do país, com 31 anos, Michael Batista.
O padre José António moderou o painel constituído por Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias, Fernando Nobre, presidente da AMI, eTelmo Antunes, diretor da SS de Viseu. Rita Ferro Rodrigues, que se viu impedida de participar, enviou uma video.mensagem. 

As jornadas tiveram dois temas: "Envelhecer com qualidade" e "Metas e desafios nas instituições" com oradores de reconhecido mérito entre os quais destaco D. Manuel Felício, bispo da Guarda, Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa, José Ataíde, presidente da câmara da Figueira da Foz. 

José Júlio Norte, presidente da câmara de Mortágua, a Provedora da Misericórdia de Santar, o presidente da assembleia municipal de Penalva, José Lopes, presidente da junta de freguesia da Ínsua, e os responsáveis das estruturas locais dos partidos políticos contavam-se entre os 120 participantes.

No final, a solicitação do moderador, dei a minha opinião, enquadrada numa mensagem dedicada - e justificada -  às razões para elevarmos a nossa auto-estima e confiar na  na mudança e na esperança.


quarta-feira, 11 de julho de 2012

DÍVIDAS DO GOVERNO ÀS MISERICÓRDIAS PÕEM EM CAUSA POSTOS DE TRABALHO E ASSISTENCIA

Contactado pela Lusa, José Junqueiro clarificou que “os atrasos nos pagamentos se reportam efetivamente à ARS”, onde as Misericórdias “não têm sequer um interlocutor”, e não à Segurança Social.“No que diz respeito à Segurança Social, existe é uma falta de proporcionalidade entre o número de utentes e o número de acordos, à qual urge dar resposta”.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

CANDIDATOS DO PS VISEU COM MISERICÓRDIAS E IPSS DE TODO O DISTRITO

Depois das visitas a vários equipamentos sociais os candidatos do PS reuniram com dirigentes de cerca de 50 IPSS e Misericórdias do distrito de Viseu com o objectivo de fazer um balanço do modo como as políticas sociais estão a ser materializadas no terreno, bem como a adequação da componente financeira.
A reunião foi conduzida pela candidata Fernada Sobral, registando-se uma participação activa, com 16 intervenções, e o enquadramento final foi feito por Manuel João leitão e João Cruz, actuais dirigentes da Segurança Social no distrito, cabendo o encerramento ao cabeça de lista,José Junqueiro.
Preocupações: a actualização dos acordos de cooperação, a afirmação do voluntariado, as especiais necessidades dos deficientes, a evolução negativa da saúde das pessoas nos lares no sentidoda demência, a ausência de preparação no terreno para realidades como a doença de Alzheimer, a revisão das condições de segurança, o estatuto do IVA, a situação económica dos utentes, o abandono dos idosos nos hospitais  ou a concorrencia entre equipamentos sociais, bem como a diferenciação orçamental para os LIJs, marcaram as questões que importa enquadrar e solucionar.
Indice de satisfação: as unidades de cuidados continuados, os novos equipamentos, a sua modernidade, a evolução tecnológica, os programas Pares e Mases, a proximidade dos técnicos da Segurança Social, e o aumento do número de respostas sociais constituiram-se em indicadores positivos que avaliam positivamente a acção do Governo no distrito
Encerramento: referi que, tal como há dois anos, estavamos ali para assumir compromissos. Poderíamos voltar a fazê-lo de novo, com confiança, porque ultrapassámos as nossas próprias expectativas e o distrito conheceu a mais qualificada evolução de sempre em matéria de segurança social.
Lembrei, a esse propósito, o estado de degradção financeira em que encontrámos as instituições, por promessas não cumpridas e pelos cortes introduzidos pelos governos do PSD/CDS na Segurança Social. A nossa primeira preocupaçãp foi a de pagar as dívidas e restabelecer a normalidade. A seguir impulsionámos o vasto programa de cobertura e modernização referido.
Sublinhei que, no futuro, as cartas sociais terão de ser supramunicipais, aumentando a racionalização da cobertura e das respostas e potenciando as capacidades instaladas no terreno. Não estamos em tempo de concorrências inadequadas, sem sustentabilidade e com prejuízo das instituições, do estado e dos próprios utentes. As respostas ao nível da demencia deverão constituir um novo ciclo de preocupação que não pode envolver apenas o tratamento e internamentos, mas a sua profilaxia e uma educação para a saúde, sendo certo que esta é matéria distinta da dos deficientes profundos.
Com o nota final deixei uma síntese das responsabilidades financeiras assumidas e o papel fundamental do serviço público sem o qual este apoio não existiria: 219 acordos de cooperação com IPSS de 50 M€ (300 M€ em seis anos), 6000 postos de trabalho, 28 M€ em equipamentos sociais para 5000 novos utentes, 28 novas creches, 17 000 idosos com CSI no valor de 48,5M€, descida do RSI em 39% por efeito da fiscalização, são alguns dados, entre outros, que deixam uma marca muito positiva dos Governos do Primeiro Ministro José sócrates.