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domingo, 8 de junho de 2014

Song. PS cai de 38,7% para 30,6% - Cabe aos militantes do PS avaliar

Em legislativas, o PS, desde o último barómetro, cai 8%. Sai do caminho da maioria absoluta para o da minoria, a dois pontos do PSD. "Muito mudou em pouco tempo", diz o jornalista.

Este é um bom momento para os militantes do PS refletirem sobre estes resultados. Uma sondagem é uma consulta feita a todos, uma espécie de "primárias" mais alargadas. 
Consulta-se todo o povo e não apenas o "povo socialista". E, neste caso, não se trata de saber em que dirigente existe mais confiança, mas, em que partido votaria para governar Portugal.

Pela 1ª vez, PSD+CDS passam para a frente do PS 4%, apesar do CDS cair 5 pontos para um novo mínimo histórico, ligeiramente acima do BE (4,8%)

A CDU apresenta o resultado histórico de 14,4% que só é superado pelo da Aliança Povo Unido de 1980.

Marinho Pinto não desapareceu. Segue o texto do jornal.













segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Sond. I Pitagórica - Seguro e PS à frente reforçam a confiança com os portugueses

É o melhor resultado de sempre do PS no painel. Em 2011 o PS saiu do governo com apenas 28%. Em pouco mais de 2 anos o PS, nas intenções de voto, deixou de estar a trás do PSD 11% e passou para a frente com uma vantagem  média consolidada de 13%

"PS bate máximos, PSD desce aos mínimos: socialistas conseguem a maior diferença de sempre face aos sociais-democratas. BE em queda.

Pela quarta vez consecutiva, o PS sobe nas intenções de voto dos portugueses e já deixa o PSD a 13 pontos de distância. De acordo com o barómetro i/Pitagórica relativo ao mês de Outubro, o partido de António José Seguro recolhe agora 36,7% dos votos, uma subida de 2, 1 pontos percentuais face aos últimos dados, relativos a Julho.

Com este valor, o PS iguala o melhor resultado do ano - em Março, os socialistas tinham registado os mesmos 36,7%. Em sentido inverso, o PSD iguala a sua pior performance desde Janeiro, caindo - quatro décimas - para os 23,7% das intenções de voto dos inquiridos.

A sondagem da Pitagórica foi realizada entre 14 e 19 de Outubro, precisamente na altura em que foi conhecido o Orçamento do Estado para 2014. Mas se o PSD parece ressentir-se da nova vaga de más notícias para os bolsos dos portugueses, o mesmo não se pode dizer do parceiro mais pequeno da coligação. Este mês, o CDS quebra a tendência decrescente que vinha registando desde Abril e sobe cinco décimas, para os 8,6%. Ainda assim, longe dos 10 a 12% que chegou a registar nos primeiros meses do ano.

BE EM QUEDA Mas a maior queda nas intenções de voto dos inquiridos está na oposição. Pouco tempo depois do mau resultado nas eleições autárquicas, o barómetro i/Pitagórica dá o Bloco de Esquerda a cair também nas intenções de voto para as eleições legislativas. Os bloquistas descem 2,1%, registando agora 6,6%, o resultado mais baixo desde Janeiro. Coincidência ou não, a intenção de voto no Bloco de Esquerda cai exactamente na mesma proporção que sobe a projecção de voto nos socialistas.

Ainda à esquerda, o PCP mantém-se constante, ligeiramente acima dos 13%. Os comunistas sobem uma décima relativamente ao mês de Julho, contabilizando agora 13,2% do voto expresso pelos inquiridos.

COLIGAÇÕES À ESQUERDA E À DIREITA Os resultados do barómetro de Outubro permitem coligações para todos os gostos. Nesta altura, socialistas e comunistas somados alcançam uma claríssima maioria absoluta. PS e CDS conseguem juntos 45,3%, o que também pode dar maioria. Com o BE já é muito duvidoso, mas ainda pode chegar para obter uma maioria na Assembleia da República."

sábado, 30 de março de 2013

Sond. "I PItagótica" - "PR e Governo cada vez mais impopulares"


Presidente da República cada vez mais distante da popularidade - O Presidente da República bem pode dizer que a sua influência se exerce longe dos holofotes mediáticos – não basta.
Para 56,3% dos inquiridos, a actuação de Cavaco Silva não é digna de nota positiva, e são mais 2,7% a reprovar a acção do chefe de Estado que em Janeiro.
A média de classificações de todos os inquiridos não permite ao Presidente sair este mês da mancha negra de popularidade – recebe nota 6,4 na sua actuação. Do outro lado, 13,3% dos inquiridos dão nota alta a Cavaco – entre 14 e 20 valores – mas são, ainda assim, menos 1,1% que no início do ano.
O resultado deste barómetro fica muito próximo dos 6,1 de Dezembro do ano passado, quando o chefe de Estado atingiu o valor mais baixo desde Outubro de 2012. O momento de glória do Presidente da República aconteceu em Janeiro deste ano. No seu discurso de ano novo, o chefe de Estado alertou o país – e, obviamente, o governo – para a situação “socialmente insustentável” em que o país poderia afundar-se.
Governo nunca foi tão impopular para os portugueses como agora - O executivo de Pedro Passos Coelho leva nota 5,2 em 20 pontos possíveis e 68,3% dos portugueses não vão além do 8 na avaliação do governo.
É a nota mais baixa de sempre atribuída ao executivo, e agora são também mais os inquiridos a avaliar negativamente o governo do que aqueles que o faziam em Janeiro deste ano.
Longe, muito longe de alguma vez alcançar a margem de notas positivas da tabela, o actual executivo teve a sua melhor avaliação atribuída pelos inquiridos em Janeiro deste ano. Benesse de pouca dura, uma vez que, daí em diante, 2013 tem sido um ano de quebras reiteradas na popularidade do executivo.
Desta vez, apenas 23,4% dos inquiridos consideram que Passos Coelho merece uma nota entre os 8 e os 14 valores. No terço mais elevado da escala, já só 8,3% dão uma classificação acima de 14 ao executivo, menos um terço (4,4%) que em Janeiro deste ano. Publicamente são discutidos dois cenários: a  demissão ou remodelações de peso.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Sond - I Pitagórica - PS aumenta e PSD em mínimos históricos


PS consolida vantagem. sobe de forma sustentada. O PSD também, de forma coerente, continua a descer.  Compreende-se o nervosismo da maioria e de um PR que foi autor de uma crise política movido, apenas, por ódios pessoais. O país, de Cavaco e da direita, está pior, muito pior!
"O barómetro i/Pitagórica atribui um novo mínimo histórico ao PSD, com 25,7% das intenções de voto dos inquiridos, já longe dos 29,5% de Outubro de 2012. No momento em que o PS se prepara para apresentar uma moção de censura ao governo, os sociais-democratas perdem 0,7% em relação ao resultado alcançado em Fevereiro, quando igualaram os 26,4% do barómetro Novembro - à data, o valor mais baixo. Pelo meio, o PSD até tinha conseguido uma subida nas intenções de voto, ao reunir 29% das preferências dos eleitores, em Dezembro. Mas 2013 tem sido um ano de declínio permanente do partido de governo.
O CDS também desce em Março - é a escolha de 10,6% dos inquiridos -, mas mantém a cabeça acima da linha 8,3% de Dezembro do ano passado. A posição ds centristas tem sido tudo menos estável. Nos últimos três meses, o partido passou dos 10,2% em Janeiro para os 10,7% no mês seguinte, uma décima acima do resultado do barómetro mais recente.
Em maré ascendente, o PS consegue o melhor resultado do último meio ano, com 36,7% dos votos recolhidos - meio ponto acima do anterior máximo, em Novembro de 2012.
A CDU acompanha a subida dos socialistas, com 11,2% das preferências reveladas, mas ainda longe dos 12% de votos atribuídos pelos inquiridos em Janeiro deste ano. Desde Outubro de 2012, a coligação PCP/PEV não voltou a estar perto dos 9,1% de mínimos históricos registados nessa altura.
O mesmo não pode dizer o BE. Depois de alcançar em Fevereiro o seu melhor resultado, com 8,6% dos votos, surge agora uma décima abaixo da linha do 8% e a cinco décimas do seu mínimo."

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

I Pitagórica - PS descola e tem 9% sobre um PSD em queda

O barómetro i/Pitagórica de Fevereiro regista mais uma descida do PSD nas intenções de voto. O partido do governo volta agora aos mínimos olímpicos já registados no barómetro de Novembro – em plena discussão e aprovação do Orçamento do Estado. 
Em Fevereiro, o PSD é contemplado com apenas 26,4% das intenções de voto, quando em Dezembro e Janeiro tinha conseguido aumentar para 29% e 28,6%. Agora volta a recuar, ao contrário do seu parceiro de coligação, o CDS, que sobe nas intenções de voto. 
O partido de Paulo Portas está agora com 10,7% das intenções de voto, subindo relativamente ao mês de Janeiro, em que obteve 10,2%. O CDS conseguiu recuperar devagarinho dos 8,3% registados em Outubro – o terrível mês da crise na coligação na sequência do desastre da taxa social única. De resto, ano e meio de coabitação governativa não parece estar a causar excessivos danos na intenção de voto do CDS, ao contrário do que acontece no PSD. Nas eleições legislativas de 2011, o CDS obteve 11,7%, agora apenas cai um ponto relativamente aos resultados eleitorais. Por muitos que tenham sido os esforços bem sucedidos de Paulo Portas para fazer o seu partido passar entre os pingos da chuva das responsabilidades governativas em relação à austeridade, a verdade é que nenhum comentador previu a possibilidade de a passagem pelo governo não beliscar as intenções de voto no CDS.
O Partido Socialista tem agora 35,1% das intenções de voto, quase 9 pontos à frente do PSD. Está a recuperar, depois de dois meses em que, apesar de nunca perder o lugar de partido mais votado, registou 33,8% e 34,6%. De qualquer forma, encontra-se já a uma distância considerável do resultado obtido por José Sócrates nas legislativas de 2011 – 28,1%.
Depois da turbulência que rodeou a sucessão de Francisco Louçã, o Bloco de Esquerda começa agora a recuperar nas sondagens. No barómetro de Fevereiro obtém o melhor resultado desde que se iniciou o barómetro i/Pitagórica – 8,6% das intenções de voto. Nas últimas legislativas, o Bloco de Esquerda conseguiu apenas 5,2% nas urnas.
Mesmo assim, a CDU continua a registar um melhor resultado que o Bloco de Esquerda no barómetro i/Pitagórica, embora tenha caído relativamente ao mês de Janeiro. Em Fevereiro, a CDU regista 10,7% das intenções de voto, enquanto no mês passado chegou aos 12% – um salto considerável tendo em conta que nas legislativas o resultado da coligação liderada pelo Partido Comunista se ficou pelos 7,9%.
Quanto à coligação “outros”, que agrupa os inquiridos que indicam ir votar em branco ou nulo, registou este mês uma subida relativamente a Janeiro. Está agora nos 8,4%, precisamente a percentagem obtida nas legislativas. Em Dezembro eram apenas 5,4% os inquiridos que se reconheciam neste grupo.
Ficha técnica
Objectivo:
Estudo de opinião realizada pela pitagórica – investigação e estudos de mercado SA, para o jornal i, entre 20 e 24 de Fevereiro de 2013. Foram realizadas entrevistas telefónicas - CATI por entrevistadores seleccionados e supervisionados, com o objectivo de conhecer a opinião sobre questões políticas e socais da actualidade nacional.
Universo:
O universo é constituído por indivíduos de ambos os sexos, com 18 ou mais anos de idade, recenseados em Portugal e com telefone fixo ou móvel.
Recolha de informação:
Foram validadas 503 entrevistas correspondendo a 76,33% das tentativas realizadas. Foi utilizada uma amostragem por quotas de sexo, idade e distrito: (homens- 234; mulheres – 269; 18-34 anos: 147; 35-54 anos: 186 e 55 ou mais anos:170; Norte: 174; Centro 114; Lisboa: 128; Alentejo: 41; Algarve: 20 e Ilhas: 26).
A geração dos números móveis a contactar foi aleatória e a dos números fixos seleccionada aleatoriamente por distrito nas listas telefónicas. Em ambos os casos o entrevistado foi seleccionado de acordo com as quotas estipuladas no caso da intenção de voto os indecisos foram distribuídos de forma proporcional.
Amostra e erro:
O erro máximo da amostra é de 4,5%, para um grau de probabilidade de 95,5%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na entidade reguladora para a comunicação social.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PS LIDERA intenções de voto


Numa semana desfavorável para o PS, nem por isso o PS deixa de reunir, de modo consolidado, a confiança maioritária dos eleitores PS: 33,8%; PSD: 28,6%; CDU: 12%; CDS: 10,2%; BE: 8%. 
Ontem, a Comissão Política Nacional clarificou. O PS sai reforçado na sua coesão interna. 
António Costa fará o importante combate pela capital e António Seguro, segue em frente, marca o Congresso já, antes das autárquicas, e recandidata-se à liderança  do PS. 
Depois, o confronto, a sua candidatura decisiva, será a primeiro-ministro