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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Seis meses de Governo - participe na sondagem do blogue

Fotomontagem do site do PS
Completaram-se a 10 de maio de 2016. António Costa, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa e Heloísa Apolónia assinaram com o PS, individualmente, 3 textos com "posições comuns" que viabilizariam o governo minoritário apoiado por uma maioria à esquerda. Participe na sondagem do blogue Gota de Água.
Site do PS: “Cumprem-se hoje seis meses desde que o Partido Socialista assinou, a 10 de novembro de 2015, os acordos com o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista Português e o Partido Ecologista ‘Os Verdes’ que deram forma à atual governação de esquerda. Meio ano depois o vocabulário político inclui um novo conceito e com ele o País ganhou uma nova política: a ‘geringonça’ funciona, recomenda-se e está para ficar”.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

(Sond.Católica) - Ant1, RTP/JN/DN - Coligação (41%), PS (34%) BE (11%) e PAN (2%) sobem

PS e PàF estão a subir. O PCP continua a afundar-se. PS e BE já somam 45%, mais 4% do que a PàF. A decisão de Cavaco indigitar Costa foi considerada a melhor (...) 30% dos que votaram BE e PCP dariam liderança do governo a Passos Coelho.  A leitura política diz que há governo para 4 anos. PCP já perdeu as condições para fraturar. Seria muito penalizado.

"Coligação PSD/CDS reforça intenções de voto, mas sem maioria absoluta. Inquiridos dizem que Costa devia ter negociado à direita
Dois meses após as eleições legislativas e muita confusão política até se chegar a um governo do PS apoiado pela esquerda parlamentar, os eleitores continuam a colocar a coligação PSD/CDS à frente nas intenções de voto.
O resultado da aliança entre Pedro Passos Coelho e Paulo Portas até sobe para os 41%, mais 1,5% do que o resultado conseguido a 4 de outubro, mas não chega à maioria absoluta.
No barómetro do Centro de Sondagens da Universidade Católica para a Antena 1, RTP, JN e DN, o PS também sobe nas intenções de voto para os 34%, mais 1,7% do que em relação às últimas legislativas. As restantes forças políticas mantêm a mesma ordem, com o BE à frente do PCP e a subir ligeiramente nas intenções de voto. Só a CDU (PCP e Verdes) desce relativamente ao resultado obteve a 4 de outubro.
A maioria dos inquiridos nesta sondagem - que foi efetuada nos dias 5 e 6 de dezembro, ou seja já após a tomada de posse do governo de António Costa - considera que Pedro Passos Coelho deveria ter sido o primeiro-ministro a sair das eleições, com 52% a pronunciarem-se nesse sentido, contra 37% a escolherem o líder do PS para liderar o executivo e só 11% a não saberem ou quererem responder.
Obviamente que ao isolar a perguntas consoante as opções de voto as respostas variam substantivamente: Passos deveria ser primeiro-ministro para quase todos os eleitores da coligação Portugal à Frente (94%); já Costa é o nome escolhido por 75% dos eleitores socialistas e 55% para os do BE e 53% dos do PCP.
30% dos que votaram BE e PCP dariam liderança do governo a Passos Coelho
Curiosamente, nestes dois partidos de esquerda que suportam o executivo socialistas há ainda uma franja considerável de mais de 30% que dariam a liderança do governo a Passos Coelho. No PS essa margem é mais residual e fica-se nos 19%.
Cavaco fez a melhor solução
Confrontados com a decisão de Cavaco Silva em indigitar António Costa a 24 de novembro para primeiro-ministro - tendo em conta os resultados eleitorais e a composição do Parlamento (que dá uma maioria à esquerda) ¬¬- a maioria dos inquiridos acaba por a considerar a "melhor solução". Neste sentido pronunciam-se 49% da totalidade dos sondados, contra 35% que rejeitam a opção do Presidente da República. E só 16% não se quiseram pronunciar.
Uma vez mais, apenas os eleitores da PáF consideram, na sua maioria (64%), que a indicação de António Costa não foi a melhor solução, tendo em conta os resultados eleitorais. De resto, os eleitores dos partidos à esquerda, numa expressiva maioria entendem que Cavaco tomou a decisão adequada aos interesses do país.
44% preferiam que PS tivesse viabilizado governo PSD/CDS
Mas quando questionados sobre as opções do PS, entre ter escolhido viabilizar um governo PSD/CDS ou aliar-se ao BE, PCP e Verdes para formar um executivo de esquerda, 44% preferiam a primeira opção, contra 39% e 17% que não souberam ou quiseram responder. A decisão de Costa de se aliar a Jerónimo de Sousa e a Catarina Martins é legitimada pela maioria dos seus eleitores (71%), tal como pela maioria dos votam PCP e BE.
Os eleitores estão em geral satisfeitos com a sua opção de voto nas últimas legislativas. Apesar de tudo, é entre os eleitores da CDU que se encontra a maior percentagem de insatisfeitos (25%)."


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Sond. TVI (voto em urna) - PS (37,6%) ganha com +5% do que a coligação

Costa é o primeiro ministro escolhido pelos portugueses e o PS também com mais 5% do que a direita PSD/CDS juntos. O voto foi secreto, em urna, e mais fiável. Quase 75% dos portugueses dizem que o país está mal ou muito mal. Quase 45% acha que o PS vai ganhar as próximas eleições. 

Costa ganha em todas as Passos Coelho: "Quem é mais" Decidido, dialogante, capaz de liderar, trabalhador, capaz de ter um discurso de verdade, de confiança, competente, conhecedor dos problemas dos portugueses, sério, honesto, simpático e sensível socialmente? António Costa

"O PS fica em primeiro lugar com uma diferença de 4,9 pontos percentuais em relação à coligação PSD-CDS na projecção dos resultados sobre intenções de voto da sondagem em urna feita pela Intercampus para o PÚBLICO, a TVI e a TSF, cujo trabalho de campo decorreu entre 26 de Junho e 4 de Julho.
Os socialistas atingem assim os 37,6% de intenção de votos, ainda distante de uma maioria absoluta, enquanto a coligação fica com 32,7%. O que significa que se as eleições fossem hoje a vitória eleitoral caberia do PS, já que nesta sondagem a margem de erro máximo de amostragem considerado pela Intercampus é de mais ou menos 3,1%.
Por sua vez, a CDU surge com 11% de intenção de voto e o BE com 6%. Nos resultados trabalhados pela Intercampus, em que os dados foram projectados descontando os indecisos e os abstencionistas, os outros partidos somam 6,7% e os votos brancos ou nulos atingem os 5,9%.
Há quatro anos, a última sondagem feita pela Intercampus e editada pelo PÚBLICO, a TVI e a Rádio Comercial, colocava o PSD de Passos Coelho (36,5%), 5,4 pontos percentuais à frente do PS de José Sócrates (31,1%).

Governo de maioria
No que se refere à formação de Governo, os inquiridos são categóricos a preferirem uma solução com maioria absoluta, escolhendo esta resposta 65,7%, enquanto 25,4 % optam por um Governo sem maioria. Já no caso de não haver maioria absoluta, 36,4% preferem “um governo de coligação entre ‘os partidos de poder’” e 33,4% optam por um “governo de coligação de partidos de esquerda”. A Intercampus não inclui nesta pergunta a hipótese de os inquiridos escolherem a coligação de direita, pois como o PSD e o CDS já concorrem coligados a preferência por esta solução corresponde a um governo de maioria referida na pergunta que surge imediatamente antes no estudo.
A maioria dos inquiridos considera que o PS  ganhará as legislativas de Outubro
(45,9%) e que a coligação PSD-CDS as irá perder (31,4%). Acrescente-se que 30,9% dos inquiridos se afirma “mais próximo” do PS, enquanto 27,4% se diz “mais próximo” do PSD, 4,8% “mais próximo” do CDS, 10% “mais próximo” da CDU e 5,1% mais próximo do BE.
Quanto à apreciação de como deve actuar o ocupante do primeiro órgão de soberania,
84,6% dos inquiridos consideram que o próximo Presidente da República deve ter uma actuação diferente da que tem tido o actual Presidente, Aníbal Cavaco Silva.

Resultados em bruto
Olhando para os resultados deste estudo da Intercampus em termos brutos, sem projecção, ou seja incluindo as respostas dos indecisos, dos abstencionistas e os votos em branco, o PS atinge 30,3% das intenções de voto, a coligação PSD-CDS 26,3%, a CDU 8,9%, o BE 4,8 %.

Já no ranking de partidos mais pequenos ou dos novos partidos temos o MRPP com 1,9%, o Partido pelos Animais com 0,8%, o Partido Democrático Republicano com 0,6%, o Livre/Tempo de Avançar com 0,5% e a coligação PTP/Agir com 0,2%. Os votos brancos atingem 4,7%. Já os inquiridos que se declaram indecisos são 9,7% e os abstencionistas são 9,9%, de uma amostra de 1014 inquiridos, dos quais 539 são mulheres e 475 são homens.

Quanto às prioridades do futuro Governo, à frente, com 83,3% das escolhas, surge a
“criação de emprego”, seguindo-se “baixar impostos” com 55,1%. Em terceiro lugar aparece a “recuperação do poder de compra” com 45,9%. Com 42,6% aparece o “garantir condições para o crescimento”. Em quinto, “repor os cortes feitos na função pública” (25,8%) e apenas 25,4% dos inquiridos consideram prioritário "reduzir o défice e manter a credibilidade”.

A avaliação do estado do país é, nesta sondagem, negativa. Numa escala de 0 a 10, a
média das respostas situa-se em 4,1, sendo que a categoria que mais respostas obtém é “muito mal” com 37,6%. Já na comparação do estado do país com o de há quatro anos a média desce para 3,4, numa escala igual. Sendo a resposta mais votada a de “pior” com 37,7 das respostas. E apenas 23,6% dos inquiridos respondem que está “melhor” ou “muito melhor”.
Já sobre se "a resposta do Governo à crise foi melhor", a média fica de novo negativa (3,5) sendo que a maioria (34,1%) considera que ela o foi “poucas vezes”. Mas é também negativa (3,7%) a apreciação sobre se “a oposição apresentou propostas e ideias melhores”, com 41,9% das respostas a caírem na categoria “poucas vezes”.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Sondagem: Syriza 20 pontos à frente nas intenções de voto

A sondagem ProRata divulgada hoje pela rádio Kokkino confirma o apoio dos eleitores gregos ao partido de Alexis Tsipras, com 33.5% das intenções de voto. 

A Nova Democracia, que liderou o anterior governo da troika, surge com apenas 13,5% na preferência dos eleitores. Apenas 7% dos eleitores aceitam as exigências dos credores e 59% querem que o governo prossiga as negociações.

A seguir ao Syriza e à Nova Democracia segue-se o partido To Potami com 6%, o mesmo valor que a Aurora Dourada. O KKE tem 4%, enquanto os Gregos Independentes, o PASOK e a União do Centro surgem com 3% das intenções de voto.
Questionados sobre algumas das exigências dos credores, a resposta dos inquiridos é esmagadora, com 89% a recusarem o aumento do IVA na alimentação, e 88% na eletricidade. Os cortes nas pensões são rejeitados por 83% dos inquiridos e 77% não aceitam mais liberalização das leis laborais.
A privatização dos aeroportos também é rejeitada por 56% dos inquiridos, enquanto 58% aceitam a privatização do porto do Pireu e 63% os limites às reformas antecipadas propostas pelo governo.
Quanto à atitude do governo na negociação com os credores, esta sondagem dá 52% de apoio à estratégia de Alexis Tsipras. O arrastar das negociações nas últimas semanas e a incerteza criada quanto ao desfecho final refletem-se na queda de 5 pontos em relação à sondagem ProRata do mês passado. Mas apesar disso, o primeiro-ministro é o único político com saldo positivo na opinião dos gregos, com um apoio de 60%.
Apesar do apoio ao governo, 53% dos inquiridos continuam pessimistas quanto ao resultado final das negociações. Questionados sobre a melhor solução de governo para o futuro do país, 37% desejam um governo de unidade nacional que inclua todos os partidos, enquanto 38% preferem um governo Syriza ou Syriza/Gregos Independentes. A prestação dos partidos da oposição é arrasada nesta sondagem, com o melhor desempenho a pertencer ao To Potami, com apenas 3.8 (numa escala de 0 a 10) de aprovação.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

PS (37%) e coligação PSD/CDS (38%) em empate técnico

Contrariamente aos barómetros mensais da Aximage (CM/DE) e Eurosondagem (Sic/Exp), no estudo da Universidade Católica, regista-se um "empate técnico, embora as intenções de voto pendam pela primeira vez, desde março de 2013, para o lado da Maioria que suporta o Governo. Não foram distribuídos os indecisos e apenas foram considerados os que afirmaram ir votar. É, pois, uma metodologia diferente.
António Costa consolida uma avaliação muito positiva, superior a 50%, enquanto o primeiro-ministro e o Presidente da República continuam a negativos. Este facto, articulado com um crescimento forte dos indecisos, faz toda a diferença na +projeção que o barómetro não realizou. Mas fica o alerta!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Sond. Sic/Exp - PS(38,1%)tem + 4,5% do que a coligação PSD/CDS (33,6%)

O PS tem +11,4% do que o PSD. António Costa continua a ser o líder partidário com melhor saldo de popularidade em Portugal (+12),o PR está a negativos (-1,2%) solidariamente com Passos Coelho (-9,9%)

Sondagem. CDS é o que mais desce, Marinho o que mais sobe
Estudo da Eurosondagem para o Expresso/SIC revela que PSD e CDS ficam a 4,5 pontos do PS.
Se as sondagens forem a pedra de toque nas negociações para o acordo pré-eleitoral da coligação, o CDS não tem bons números para apresentar. 
No estudo da Eurosondagem, o partido de Paulo Portas cai um ponto percentual. Não é muito? Bem, se pensarmos que o partido vale nesta altura 6,9% (menos 4,8 pontos do que conseguiu nas legislativas), um ponto não é uma queda menor.
Neste estudo, o CDS puxa para baixo a soma dos dois partidos. A pergunta é se este resultado pode complicar a difícil distribuição dos lugares.

Juntos, PSD e CDS têm agora 33,6% (há um mês tinham 34,8%), ficando a 4,5 pontos do PS. Mas se compararmos PSD e PS, o fosso é de quase 12 pontos. É verdade que os socialistas não descolam, mas é também um facto que se mantêm com uma vantagem confortável sobre o principal adversário.

Pequenos crescem
Sinal importante deste estudo é o crescimento do PDR de Marinho e Pinto e do Livre de Rui Tavares, ambos sem assento parlamentar. 
A nova força política de Marinho e Pinto sobe meio ponto percentual, e o partido de Tavares duas décimas. Juntos já valem mais que o Bloco de Esquerda. Mas este mês também o BE ganha fôlego. Será o efeito "je suis Syriza"?
Nota final para os resultados da popularidade. 
Aos olhos dos portugueses, Cavaco Silva volta a piorar o seu saldo. É, aliás, o único a registar um saldo negativo de opiniões. 
António Costa continua a ser o líder partidário com melhor saldo de popularidade em Portugal.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/sondagem-cds-e-o-que-mais-desce-marinho-o-que-mais-sobe=f910672#ixzz3RefPMArD

sábado, 17 de janeiro de 2015

Son. Aximage/CM - PS lidera com mais votos que PSD/CDS juntos

O PS venceria as eleições (36,9%) com mais votos do que a direita (35,6%). O PS tem uma quebra ligeira, tal como a direita e o BE. PCP varia +0,1%. O partido de Marinho e Pinto (5,2%) e o Livre (3%), continuam a subir. Os dois têm 8,2%. António Costa sobe regista a melhor imagem, mas os líderes da coligação melhoram. Comparada com a Eurosondagem, confirma-se a tendência ganhadora do PS.






"É a primeira sondagem publicada que integra já os efeitos da prisão de José Sócrates. E segundo a Aximage, o impacto no PS é para já diminuto. Quanto à imagem de António Costa, os dados parecem ser contraditórios.
Foi um dos primeiros prognósticos, e dos mais partilhados, logo que se soube do detenção de José Sócrates: era um terramoto para o Partido Socialista, recém conquistado por António Costa, eleito secretário-geral quase em simultâneo.
O primeiro estudo de opinião publicado depois da detenção do primeiro-ministro projecta agora alguma luz sobre o seu impacto eleitoral: segundo o barómetro mensal da Aximage, cujo trabalho de campo foi efectuado entre 1 e 4 de Dezembro, a intenção de voto no PS cai ligeiramente de 38,5% para 37,4%. Porém, esta descida de 1,1 pontos percentuais é inferior à registada no mês anterior, de 1,7 pontos. Por outro lado, o PSD e o CDS não parecem beneficiar do caso pois as intenções de voto mantêm-se praticamente inalteradas.
Quanto ao efeito deste caso judicial na imagem de António Costa, os dados da Aximage são menos claros. Se, por um lado, a confiança do eleitorado em António Costa enquanto eventual primeiro-ministro cai de forma expressiva, por outro lado, a avaliação que lhe é feita enquanto líder partidário não só não cai, como até sobe ligeiramente (0,2 pontos).
Já a imagem de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas melhora neste período, reforçando a tendência que vinha do mês anterior. Num intervalo de zero a 20, o eleitorado dá um 7 a Passos Coelho, o que compara com 5,8 no mês anterior. Paulo Portas, vice-primeiro-ministro e líder do CDS, passa de 6,3 para 7,2 valores. Ainda assim, continuam a ser os dois líderes partidários mais impopulares no barómetro da Aximage, com quase metade da nota que é dada ao líder do PS.

Marinho Pinto e Livre ganham força

Quem ganhou terreno no último mês foi o partido de Marinho Pinto (PDR) e o Livre, partidos novos que poderão ter beneficiado do descontentamento com o sistema político e partidos tradicionais. As intenções de voto no PDR duplicaram para 4,1%, ao passo que o Livre viu os "seus votos" subirem de 2,1% para 2,9%.

A subida destes dois partidos coincide com a descida acentuada do peso da abstenção. A percentagem de portugueses que tencionam abster-se nas legislativas caiu quatro pontos para 32,4%, o que indicia que estes partidos terão atraído sobretudo eleitorado descontente, que já não escolhia nenhum dos restantes partidos." 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

(Sond) SIC/EXP - PS venceria as eleições com mais de 11% de diferença do PSD

PS consolida a sua maioria e distancia-se do PSD. Todos os outros partidos caem, tal como a popularidade do Presidente da República e do primeiro-ministro. Governo e AR registam saldo negativos. O PS tem mais 11,6% do que o PSD e mais 3,9% do que a coligação de direita junta.

O PR desce, tal como o Passos Coelho, e regista os piores números de todos os outros presidentes da república 

Os líderes partidários do CDS e PCP sobem. Ainda não há sondagem para António Costa por não ser ainda formalmente líder do PS.

Governo e  Assembleia da República descem e continuam com saldo negativos

sábado, 18 de outubro de 2014

Sond. Católica (RTP/ANT1) - PS na Maioria Absoluta e Costa o mais popular

Hoje, o PS ganharia com 45%, mais 13% do que PSD(28%) e CDS(4%) juntos. CDU e BE descem.
Quase 70% das pessoas acham que o governo é mau ou muito mau
António Costa é o mais popular com 62%. 
O estudo realizado duas semanas após a vitória de António Costa nas Primárias do PS revela um desejo de mudança dos portugueses, que castigam os partidos do Governo com percentagens que são das piores já registadas, quer pelo PSD quer pelo CDS-PP.

O Partido Socialista está à beira de uma maioria absoluta nas legislativas do próximo ano, aponta o barómetro realizado pela Universidade Católica para a RTP, Antena 1, Jornal de Notícias eDiário de Notícias. O estudo realizado duas semanas após a vitória de António Costa nas Primárias do PS revela um desejo de mudança dos portugueses, que castigam os partidos do Governo com percentagens que são das piores já registadas, quer pelo PSD quer pelo CDS-PP.
Estes números foram obtidos calculando a percentagem de intenções diretas de voto em cada partido em relação ao total de votos válidos (excluindo abstenção e não respostas) e redistribuindo indecisos com base numa segunda pergunta sobre intenção de voto. São apenas consideradas intenções e inclinações de voto de inquiridos que dizem ter a certeza que vão votar ou que dizem que em princípio vão votar.O estudo da Universidade Católica para a RTP e Antena 1 revela uma clara intenção de mudança do universo eleitoral português, que ganha força na resposta sobre a abstenção: 70% dos inquiridos manifestam a intenção de votar (15% “em princípio” e 55% “de certeza”). Dados que quebram o ciclo de crescimento da abstenção dos últimos atos eleitorais.
Assim, se as eleições fossem hoje - e respondendo já depois de António Costa assumir a liderança do PS – 45% dos inquiridos votariam no PS, percentagem que em anteriores cenários eleitorais já valeu ao PS uma maioria absoluta. No PSD votariam 28% da amostra e 4% no CDS-PP, o que representa para a atual coligação uma queda superior aos 10 pontos percentuais, face à última sondagem.
À esquerda, a CDU (coligação do PCP com os Verdes) garante 10% de intenção de voto (desce 2 pontos) e o BE prossegue a curva descendente com apenas 4% da preferência da amostra. O Bloco é o partido que mais cai desde o barómetro anterior (tinha 7%).
Estes dados revelam ainda que, desde o barómetro realizado em abril, a diferença entre PS e PSD alargou-se de 6 para 17 pontos percentuais. Os socialistas são aliás o partido que mais sobe desde o estudo anterior, com mais 9 pontos.Efeito Costa
Os números da sondagem vão no sentido de um novo ciclo sob a liderança de António Costa como candidato do PS a primeiro-ministro. Quando questionados acerca das personalidades mais influentes da vida política portuguesa, é António Costa que merece mais avaliações positivas (62%), seguido a uma larga distância por Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP (53%). Todos os outros líderes partidários e o Presidente Cavaco Silva têm avaliações abaixo dos 50%.
António Costa consegue uma preferência pouco inferior àquela de Passos Coelho e Paulo Portas em conjunto (respectivamente 36% e 33% para uma soma de 69%). Os líderes dos partidos que compõem a coligação do Governo são as figuras políticas mais penalizados nesta avaliação.
De referir ainda a entrada para esta tabela de Marinho e Pinto, que recolhe para já 47% de avaliações positivas. Cavaco Silva, que em abril obteve 48% de avaliações positivas, fica-se agora pelos 46%.

Apenas 22% dão nota positiva ao Governo
À semelhança do barómetro realizado há seis meses, o desempenho do Governo continua a colher uma avaliação esmagadoramente negativa (37% Mau e 33% Muito Mau).
Face a estes dados penalizadores para o Executivo Passos-Portas, as pessoas que respondem à sondagem manifestam-se contudo descrentes (54%) na capacidade de qualquer dos outros partidos para fazer melhor.
Apenas 26% dos inquiridos acreditam nas capacidades dos partidos da oposição. Destes, 61% apontam o PS como a melhor alternativa à coligação PSD-CDS. A CDU mereceu 16% e o BE 7%.

Coligações sim… mas à esquerda
 A Universidade Católica questionou ainda a amostra do Barómetro quanto aos cenários eleitorais do próximo ano (caso se mantenha o calendário eleitoral previsto).
A ideia que fica das respostas é que a maior parte dos inquiridos que votam PSD ou CDS-PP defendem que devem concorrer coligados (PSD: 60% contra 33%; CDS: 62% contra 32%).
Já os eleitores identificados com a esquerda parlamentar (PS, CDU e BE) consideram que a coligação deve dissolver-se para as próximas Legislativas.
Colocados perante o cenário de uma vitória do PS no próximo escrutínio, os eleitores de direita preferem um executivo de coligação do PS com um partido da direita a um Governo apenas socialista. O mesmo sucede com os partidos à esquerda do PS, que manifestam igualmente a preferência por um executivo de coligação, neste caso com um partido de esquerda.
Os eleitores do PS prererem um governo de partido único, o Partido Socialista (46%, contra 32% de eleitores socialistas que aceitariam de bom grado uma coligação à esquerda).

Ficha Técnica

Esta sondagem foi realizada pelo CESOP–Universidade Católica Portuguesa para a Antena 1, a RTP, o Jornal de Notícias e o Diário de Notícias nos dias 11, 12 e 13 de outubro de 2014. O universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos recenseados eleitoralmente e residentes em Portugal Continental. Foram selecionadas aleatoriamente dezanove freguesias do país, tendo em conta a distribuição da população recenseada eleitoralmente por regiões NUT II e por freguesias com mais e menos de 3200 recenseados. A seleção aleatória das freguesias foi sistematicamente repetida até que os resultados eleitorais das últimas eleições legislativas nesse conjunto de freguesias (ponderado o número de inquéritos a realizar em cada uma) estivessem a menos de 1% dos resultados nacionais dos cinco maiores partidos. Os domicílios em cada freguesia foram selecionados por caminho aleatório e foi inquirido em cada domicílio o mais recente aniversariante recenseado eleitoralmente na freguesia. Foram obtidos 1064 inquéritos válidos, sendo 62% dos inquiridos do sexo feminino, 36% da região Norte, 18% do Centro, 31% de Lisboa, 8% do Alentejo e 7% do Algarve. Todos os resultados obtidos foram depois ponderados de acordo com a distribuição de eleitores residentes no Continente por sexo, escalões etários, região e habitat na base dos dados do recenseamento eleitoral e do Censos 2011. A taxa de resposta foi de 66%*. A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 1064 inquiridos é de 3%, com um nível de confiança de 95%.

sábado, 11 de outubro de 2014

(Sic/Exp) Confirma António Costa e recuperação do PS - 12 meses de sondagens (Quadro)

António Costa (54%) é o mais preferido dos portugueses para primeiro-ministro do que Passos Coelho (28%),  na sondagem sondagem Sic/Expresso deste mês de outubro.

O PS sobe 1,8% atingindo os 35% e consegue novamente mais votos do que a direita, tal como acontecia em maio. 

Destaque para a subida do número de indecisos e para o facto do CDS se aguentar apesar da queda do PSD. Há uma ligeira descida dos restantes partidos (PCP, BE, MPT e Livre).

Ainda que com números diferentes da sondagem desta semana do CM (Aximage), o PS retoma o caminho de subida e consolida~se como alternativa

Quadro da Eurosondagem com os estudos de opinião dos últimos doze meses
SIC-Expresso

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Análise do Público - "PS continua a descer nas sondagens"

NUNO FERREIRA SANTOS
"Os dois partidos da direita já valem mais do que o principal partido da oposição. 

A disputa interna socialista continua a fazer estragos na imagem socialista. Duas sondagens publicadas neste sábado revelam que se mantém a tendência decrescente, verificada desde que António Costa e António José Seguro se envolveram no processo das eleições primárias.
O semanário Expresso divulgou a sua projecção destacando o facto de os dois partidos da maioria valerem já, juntos, mais do que o principal partido da oposição. Nas intenções de voto calculadas pela Eurosondagem, PSD e CDS somam 34,8%. O PS fica nos 32,1, quando há poucos meses havia chegado aos 38%. Nesta sondagem, o PSD subiu 0,3 pontos percentuais, até aos 27,8%. O CDS trepou 0,4 pontos percentuais, até aos 7%. O PS desceu 0,4 pontos percentuais.
Da mesma forma, o retrato apresentado pela Pitagórica, e publicado no jornal i, coloca os dois partidos da direita nos 35%, contra os 30% do PS. No anterior barómetro, já se havia registado uma queda que cerca de nove pontos percentuais. 
Antes da disputa interna, em Abril, o PS ultrapassara os 38%, fazendo o principal partido da oposição aspirar à maioria. O PS estagnou nos 28%, enquanto que o CDS subiu três décimas para os 6,9%.
Ambas as sondagens revelam ainda a ligeira queda dos dois partidos à esquerda do PS. O PCP ficou entre os 13 e os 11% nos barómetros, enquanto o resultado do Bloco de Esquerda se cifrou entre os 4,5 e os 4,2%.
Nas últimas eleições legislativas, o PSD atingiu os 38,7% que, com os 11,7% do CDS, lhe permitiram uma maioria absoluta confortável. Nessas mesmas eleições de 2011, que levaram ao fim do Governo do socialista José Sócrates, o PS ficou nos 28,1%. A CDU registou um resultado de 7,9%, enquanto o BE chegou aos 5,2%."

domingo, 8 de junho de 2014

Song. PS cai de 38,7% para 30,6% - Cabe aos militantes do PS avaliar

Em legislativas, o PS, desde o último barómetro, cai 8%. Sai do caminho da maioria absoluta para o da minoria, a dois pontos do PSD. "Muito mudou em pouco tempo", diz o jornalista.

Este é um bom momento para os militantes do PS refletirem sobre estes resultados. Uma sondagem é uma consulta feita a todos, uma espécie de "primárias" mais alargadas. 
Consulta-se todo o povo e não apenas o "povo socialista". E, neste caso, não se trata de saber em que dirigente existe mais confiança, mas, em que partido votaria para governar Portugal.

Pela 1ª vez, PSD+CDS passam para a frente do PS 4%, apesar do CDS cair 5 pontos para um novo mínimo histórico, ligeiramente acima do BE (4,8%)

A CDU apresenta o resultado histórico de 14,4% que só é superado pelo da Aliança Povo Unido de 1980.

Marinho Pinto não desapareceu. Segue o texto do jornal.













Sond. (I) - Cerca de 70% dão apoiam as decisões do Tribunal Constitucional

Os eleitores, 70%, apoiam a atuação do TC, mas consideram, ainda que em número escasso, que o Governo não deve demitir-se. Para 36,5% as decisões são "razoáveis", para 29,4% "são boas" e para 6,1% "muito boas". O juízo final cabe a cada um de nós. Segue o texto do jornalista.


sexta-feira, 6 de junho de 2014

(Sic/Exp) PS à frente (33%), mas cai 5 pontos com a crise interna

O PS cai a pique 5 pontos, de 38% para 33%. A subida permanente, ao longo de 3 anos, foi subitamente interrompida. Pela primeira vez a direita junta iguala o PS. 

Para já, a crise não reforça o PS. Pelo contrário, a disputa da liderança a António José Seguro tem os seus primeiros efeitos. Perto da maioria absoluta, o PS fica agora mais longe. 

O Secretário-geral do PS continua como o líder mais popular com + 23,1%. Passos Coelho continua negativo com -12,9%.

Em negativos continua a AR (-1%), o BE (-3,5%), o Ministério Público (-11,7%), os Juízes (-13,4%) e o Governo (-29,3%)

Os inquiridos estão de acordo com a proposta de António Seguro para as "primárias", defendem o Tribunal Constitucional e dão preferência a António Costa para primeiro-ministro.








sexta-feira, 23 de maio de 2014

Sond. EXP/SIC - Segundo o Expresso a "Direita arrisca maior derrota de sempre"














O Expresso acha que a direita arrisca a maior derrota de sempre. O PS ganharia as elições Europeias sozinho com mais de 7% do que toda a direita junta e poderia eleger 10 deputados. PS 36,9%; PSD/CDS 29,7%; CDU 12,55; BE 5,7%; Outros partidos/brancos/nulos 15,2%. Só se ganha no dia das eleições.

sábado, 19 de abril de 2014

Sond.JN/DN/RTP/A1 - Universidade Católica - PS vale mais do que PSD e CDS juntos

Todas os estudos de opinião apontam no mesmo sentido: o PS a subir e com mais votos do que a coligação. 

"A sondagem da Universidade Católica hoje vinda a público está focada em hipotéticas eleições legislativas e indica uma consolidação do PS à cabeça das intenções de voto, com o PSD, na segunda posição, a ficar mais longe da dianteira. 

A CDU consolida o terceiro lugar e o CDS, em quarto, regista uma ligeira subida, insuficiente para compensar o recuo do PSD. Somadas as votações dos dois partidos de Governo, elas continuariam a ficar abaixo da votação do PS.

Em relação a uma sondagem de Julho passado, o PS poderá subir ligeiramente, de 35 para 36 por cento, ao passo que o PSD deverá descer de 32 para 30 por cento. A diferença entre ambos, que era de 3 por cento, atinge agora os 6 por cento.
As três forças políticas seguintes do ranking têm oscilações menores ou dentro da margem de erro. Tomando ainda como referência Julho de 2013, a CDU sobe de 11 para 12 por cento, o BE mantém os 7 por cento e o CDS-PP sobe de 3 para 4 por cento. Coligado nas próximas eleições europeias com o PSD, o CDS não atinge, mesmo com esta ligeira subida, suficientes intenções de voto para fazer maioria com o PSD no cenário de eleições legislativas a que a sondagem se refere.

A intenção de votar branco ou nulo recua, dos 9 por cento anteriores para 7 por cento – o que continua próximo do máximo histórico atingido nas anteriores eleições europeias. A abstenção poderia andar pelos 34 por cento, se se somarem os inquiridos que têm a certeza de não ir votar (20 por cento), com os que não sabem se irão (14 por cento). Mas a margem de incerteza pode ser maior neste caso: parte dos que não sabem se irão pode finalmente decidir-se a votar, sendo que parte dos que “em princípio” iriam pode também mudar de ideias em sentido inverso." 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

PS e Seguro à frente de todos na simpatia dos portugueses

O PS continua a consolidar a sua vantagem sobre a maioria de direita. E, igualmente relevante, é que Seguro descola de todos os dirigentes políticos. Tem mais mais 35,4% do que os menos 12% de Passos Coelho. A direita desce, incluindo o PR. Ministério público, juízes, 1º Ministro e Governo são, por esta ordem, os mais negativos. O PS reforça a confiança com os portugueses. As sucessivas sondagens deixam comentadores e alguma opinião publicada à beira de um ataque de nervos.

"Se os últimos meses assistiram a uma ligeira recuperação dos partidos da maioria, com a estagnação do PS na intenção de voto juntos dos portugueses, abril é o mês da primavera para os socialistas.
O PS recupera sete décimas, ficando agora com uma vantagem de quatro pontos sobre PSD e CDS, e vê os dois partidos do Governo perder 1,7 pontos na intenção de voto.
Com a evolução deste mês, as forças políticas de Passos e Portas já estão a uns assinaláveis 17 pontos do resultado que obtiveram nas legislativas de 2011. Se ainda sonham em manter-se no poder depois de 2015, o caminho é longo e sinuoso.
Se na intenção de voto partidária o resultado de abril é surpreendente, à luz do que tem sucedido nos últimos meses, então na avaliação da popularidade dos políticos a surpresa ainda é maior. Cavaco Silva, que tem vindo a recuperar popularidade, volta a registar agora uma queda.
Em abril, todos os líderes e instituições, à excepção do Presidente da República, veem a sua imagem melhorada junto dos portugueses. Se abril trouxe a primavera e o sol, trouxe também uma maior simpatia dos portugueses face aos seus dirigentes"