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terça-feira, 22 de novembro de 2011

GOVERNO ENGANA-SE 4 VEZES EM 4 MESES - ANUNCIA RECESSÃO AINDA MAIS GRAVE EM 2012

O governo PSD/CDS, através do ministro das finanças, veio rever, pela quarta vez em outros tantos meses, as suas projeções económicas. Desta feita para anunciar que a recessão este ano era APENAS MÁ E NÃO PÉSSIMA e que para 2012 vai ser PÉSSIMA E NÃO APENAS MÁ.

Para quem viu o país crescer - em 2010 +1,4% - e constata, pelo execução orçamental divulgada hoje pelo governo, que não fossse o desempenho dos primeiros meses deste ano e o desastre seria ainda mais colossal, É FÁCIL PERCEBER O EMBUSTE dos partidos que ontem eram oposição e hoje são governo.

E é importante lembrar que PSD/CDS tiveram a ajuda dos "paquetes" de serviço, PCP/BE, para nos colocarem nesta situação extrema, ao chumbarem o PEC IV, depois dete ter sido aprovado pelo governo, Comissão Europeia, Chefes de Estado e de Governo e Banco Central. Um acso único de estultícia em toda a europa.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Troika admite FRACASSO DO GOVERNO e AUMENTO DO EMPRÉSTIMO a Portugal

O programa acordado entre Portugal e a troika pode sofrer um ajustamento no futuro, mas por agora está adaptado à realidade económica, pelo que ainda é cedo para pensar num aumento do envelope financeiro de 78 mil milhões de euros.
«Mudanças podem ser implementadas no programa, mas de momento não é altura de pensar num envelope [financeiro] mais elevado ou seja o que for. De momento, o programa está bem e a correr bem», afirmou Jürgen Kroger, da Comissão Europeia, durante a conferência de imprensa da troika em Lisboa.
Ainda assim, o responsável referiu que os peritos da troika estarão atentos às mudanças nas condições económicas para «ajustar o programa às condições económicas».
Também Poul Thomsen, do Fundo Monetário Internacional, afirmou que o programa é «ambicioso» mas «viável», pelo menos para já.
«Se a economia viesse a ter um resultado pior do que esperado teríamos rever tudo, mas neste momento achamos que as políticas são ambiciosas mas adequadas», considerou Poul Thomsen.
Lusa/SOL