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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Palácio de Belém é mais caro do que Buckingham

O leitor do DN João Gaivão fez as contas. “Referia o DN de sábado que a Presidência da República emprega agora 500 pessoas. Numa recente publicação, é referido que o Palácio de Buckingham emprega 300. Será que Cavaco e a sua Maria necessitam de mais cuidados que a Rainha e o seu consorte?
Ou será antes a eterna questão de os serviços públicos em Portugal empregarem muito mais gente do aquela que realmente necessitam, pagos por todos nós?
No mesmo trabalho de investigação, referia-se que o orçamento da Casa Real britânica era de 46,6 milhões de euros e o da casa republicana de Portugal era de 16 milhões. Aparentemente, a monarquia é mais dispendiosa.

Errado. Se dividirmos 46,6 milhões por cerca de 50 milhões de ingleses, dá bastante menos (0,93 euro) que 16 milhões por dez milhões de portugueses (1,6 euro).” (Fonte: Diário de Notícias)

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Com o Presidente da República em Tabuaço e S. João da Pesqueira

Carlos Carvalho, Presidente da República, José Tulha
Nos dias 29 e 30 de maio, a convite dos presidentes de câmara de Tabuaço, Carlos André Carvalho, e S. João da Pesqueira,  José Tulha, integrei a visita que o PR fez aos dois concelhos. 

No primeiro visitou uma feira do livro, "onde crianças, jovens e alunos da Universidade Sénior o aguardavam no Museu do Imaginário Duriense (MIDU), em cujos jardins decorria uma apresentação musical e uma feira do livro. 
No interior do Museu foi apresentada uma parceria firmada para a confeção de produtos de doçaria, entre a empresa Douromel, situada no concelho, e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
A finalizar a visita, nos Paços do Concelho de Tabuaço, foi observada uma exposição de trabalhos escolares e decorreu uma sessão comemorativa na qual o Presidente proferiu uma intervenção" imediatamente a seguir à do presidente da câmara municipal.

Tabuaço
























Em S. João da Pesqueira o PR visitou "o centro histórico da vila, na Praça da República, ali observando o exterior e o interior da Igreja da Misericórdia, bem como o enquadramento arquitetónico de toda a praça. 
Depois (...) deslocou-se para o Museu do Vinho, o qual percorreu demoradamente, desde o lagar tradicional até aos modernos painéis informativos interativos. 
Numa sessão comemorativa da visita ao município realizada no Museu, o Presidente proferiu uma intervenção" depois da saudação que que lhe dirigiu o presidente da câmara.


terça-feira, 6 de maio de 2014

O 2º resgate e a ironia no Facebook de um PR sem memória



A quem se dirige mais o PR? Ao próprio Primeiro-Ministro, um dos últimos a falar nessa possibilidade por causa do TC, ou a Marques Mendes, Marcelo Rebelo de Sousa, Eduardo Catroga ou ainda, entre outros, a Manuela Ferreira Leite. Enfim, conversas em família. 

E o que escreveu?O que mais me vem à memória, no dia de hoje, são as afirmações peremptórias de agentes políticos, comentadores e analistas, nacionais e estrangeiros ainda há menos de seis meses, de que Portugal não conseguiria evitar um segundo resgate”, afirma o Presidente. “O que dizem agora?

A mim, o que me vem à memória é um PR, em 9 de março de 2011, a desferir uma catilinária contra o Governo do PS (com 18 meses) em vez de proferir o seu discurso de tomada de posse. O que me vem à memória é um PR a defender as agências de rating. O que me vem à memória é um PR a dizer aos portugueses que "havia limites para os sacrifícios". De facto, o que passa é que temos um PR sem memória!

domingo, 29 de setembro de 2013

O PR acha que em Portugal há outra inércia que não a sua.

Na tradicional mensagem antes de cada eleição, no sábado à noite, o Presidente da República voltou a ser igual a si próprio. Apelou, Cavaco Silva, à realização urgente de uma "reflexão ponderada da legislação eleitoral" de modo a "vencer a inércia do legislador" e evitar que o esclarecimento dos eleitores volte a ficar prejudicado, porque segundo o próprio, a falta de clareza na lei prejudicou o esclarecimento dos eleitores. Apetece dizer, obrigado pela preocupação.
Ora, a inércia mais popular é a do PR, porque é pela sua passividade que o país se afunda e que o o governo que reconduziu destruiu a credibilidade do país e a vida de milhões de portugueses. E estão todos esclarecidos, porque continuam a dar nota negativa ao PR

quarta-feira, 19 de junho de 2013

PR - "17,7% de desemprego "é uma taxa que assusta todos"

Se assim é, quais as ilações do Presidente? Só conversa? E, já agora, a taxa oficial do desemprego é mais elevada (INE), portanto, assusta muito mais

"O Presidente da República afirmou hoje que 17,7% de desemprego "é uma taxa que assusta todos", defendendo que "esta realidade dramática" deve levar a um reforço da cooperação entre o Estado e instituições de apoio social. 

No seu discurso, o Presidente considerou que "perante estes números é natural" que alguns questionem "o quadro social" que têm perante si, mas defendeu que a resignação não é uma opção. 

Questionado sobre se estes números confirmam que existe uma espiral recessiva no país, como o Presidente da República já advertiu, Cavaco Silva respondeu ser necessário "aguardar pelos números que irão ser publicados para o segundo trimestre deste ano para saber se há de facto uma inversão na tendência do nosso PIB e uma inversão no desemprego".

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O circo: Um Governo, uma Maioria e um Presidente, CONTRA os reformados

O Presidente da República continua na defesa de um governo que nasceu da sua própria iniciativa. Atacou, sem limites, o governo anterior, exatamente por, dizia, haver limites para os sacrifícios. 
Dois anos depois, o país está em espiral recessiva, o desemprego e as falências bateram todos os limites históricos e a capacidade de resistência das pessoas. 
Dizem, o Governo, a Maioria e o Presidente, que tudo se faz para salvar o país da bancarrota, mas, verdadeiramente, nada disto está no memorando e a única bancarrota que existe, agora, é a das pessoas, das famílias e das empresas. 
Afinal, foi esta maioria, enquanto oposição, que votou contra o PEC IV, mesmo depois deste ter sido aprovado por todos os Chefes de Estado e de Governo, da Comissão Europeia e do Banco Central. E foi aprovado porque era credível, tal como o país e o governo. 
Percebe-se agora que foi esta maioria, com a proteção do Presidente, que provocou a entrada do FMI.