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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

(DN) Eleição de Ferro Rodrigues é 1º sinal de unidade à esquerda na AR

Bipolarização no Parlamento. A eleição de Ferro Rodrigues como presidente da Assembleia da República na sexta-feira foi o momento mais simbólico daquilo que esta XIII Legislatura promete ser. António Costa conseguiu eleger o seu candidato, arrecadando a unidade de toda a Esquerda.
A Direita manifestou a sua "indignação democrática", ripostou contra a "quebra de tradição" e Luís Montenegro até fez questão de antecipar que se o PS avançar com a rejeição do Governo terá que assumir "grandes responsabilidades, não só políticas, mas também económicas e financeiras".

domingo, 26 de abril de 2015

Miranda Calha o discurso do único Constituinte PS na Assembleia da República

Miranda Calha fez um discurso institucional, no espírito de Abril, destacando o primado da política e nomes decisivos na história de Abril e da democracia portuguesa, nomeadamente o do presidente da Assembleia Constituinte, o socialista Henrique de Barros, que "ficará para sempre ligado à História do parlamentarismo, da democracia e da República" (...) os militares que "devolveram ao povo uma soberania adiada pela ditadura" e os líderes dos principais partidos no pós-25 de Abril, casos de Mário Soares, Francisco Sá Carneiro, Álvaro Cunhal e Freitas do Amaral.

"O deputado socialista Miranda Calha fez hoje uma veemente defesa do "primado da política" perante "extremismos populistas" e a "economia especulativa" e sustentou que a substância democrática da Constituição será "confirmada" nas próximas eleições legislativas e presidenciais.
Miranda Calha, vice-presidente da Assembleia da República e deputado da Assembleia Constituinte eleita em 1975, falava no parlamento na sessão solene comemorativa dos 41 anos da revolução de 25 de Abril de 1974.
"Porque o primado da política, num tempo em que extremismos populistas ameaçam a Europa e em que a crise económica leva a desilusões sem retorno, é cada vez mais necessário. O primado da política enquanto primado da escolha e da decisão, mas de uma escolha clarividente e informada, da escolha de uma estratégia e de ideias sólidas para o futuro e não uma escolha por entre taticismos breves e sem conteúdo", declarou o antigo secretário de Estado de governos liderados por Mário Soares e António Guterres.
Na sua intervenção, Miranda Calha advogou "a substância democrática da Constituição que em breve será confirmada em duas importantes eleições, as legislativas e presidenciais".
"Para muitos há uma angústia sobre a hora presente e até para outros há uma perplexidade sobre as soluções futuras. É bom que ambas possam ser objeto de debate apropriado e ao longo deste ano e que as candidaturas e os candidatos apareçam perante o país com a clareza de objetivos que a situação requer", disse, antes de salientar que a Constituição da República também já "ensinou que um parlamento esclarecido e empenhado pode ser resposta a grandes desafios".
Além de recordar a experiência da sua eleição para a Assembleia Constituinte em abril de 1975, pelo círculo eleitoral de Portugal, então apenas com 27 anos, Miranda Calha saudou de forma especial os militares que "devolveram ao povo uma soberania adiada pela ditadura" e os líderes dos principais partidos no pós-25 de Abril, casos de Mário Soares, Francisco Sá Carneiro, Álvaro Cunhal e Freitas do Amaral.
Mas Miranda Calha também recebeu uma salva de palmas ao destacar "o alto sentido cívico" do presidente da Assembleia Constituinte, o socialista Henrique de Barros, que "ficará para sempre ligado à História do parlamentarismo, da democracia e da República".
No seu discurso, o atual vice-presidente da Assembleia da República referiu-se ainda aos conflitos entre diferentes modelos políticos que se colocaram ao país antes e logo após as primeiras eleições livres.
"No caminho da Constituição foi necessário ultrapassar seduções antidemocráticas. Foi necessário afirmar sem medo o primado do direito e da escolha livre do povo, um primado, mais do que retórico, que pudesse finalmente ser experimentado em liberdade. O que se fez", salientou.
Na mesma lógica de análise, Miranda Calha aplicou depois a ideia de primado às ideias atuais de Estado, soberania nacional e de "desígnios futuros".
Uma ideia "onde a economia não estivesse enfeudada a alguns, mas fosse um espaço de iniciativa e de desenvolvimento".
"Quatro décadas passadas das primeiras eleições livres, vemos como estamos enredados em ciclos curtos de circunstancialismos e de conjuntura. Vemos como o desemprego marca hoje gerações feitas esquecimento e empurradas para a emigração ou para o silêncio e para a dependência. Vemos como a submissão a uma economia especulativa (…) cria pobreza à sua volta", afirmou.
Numa crítica indireta ao Governo, Miranda Calha concluiu: "É caso para dizer que falhar perante o país é garante apenas de promessas de novas falhas, sem arrependimento e sem crítica", disse." (PMF // ZO)


sexta-feira, 24 de abril de 2015

AR: Café literário moderado por Maria Flor Pedroso

Por iniciativa da Presidente da AR, Assunção Esteves, deputados com obras publicadas reuniram-se para falar de literatura e política. A iniciativa que juntou Maria de Jesus Barroso, Maria de Belém Roseira, Miguel Tiago (PCP), José Ribeiro e Castro (CDS),
Acácio Pinto (PS), João Lobo (PSD) e Cecília Honório (BE). E todos tivemos mesmo o privilégio de ouvir, espontaneamente, Maria de Jesus Barroso, que completa 90 anos, declamar um poema como só ela sabe fazer
Maria Flor Pedroso moderou, Abel Batista presidiu, em nome da PAR. Eu, o José Magalhães e outros interessados nos livros e na literatura participámos descobrindo as "outras vidas" dos colegas. 
De facto, na política nós poderemos não ser apenas aquilo que parecemos aos outros. O motivo é simples: desconhecemos o outro lado dos que todos os dias fazem política na mesma casa. Excelente iniciativa da Presidente Assunção Esteves. Parabéns.








quinta-feira, 2 de abril de 2015

Alunos de Mangualde na AR com deputados do PS Viseu

Uma turma de alunos do 12º ano do curso de animação sociocultural da escola secundária Felismina Alcântara esteve no dia 1 de abril de visita à assembleia da república.
Foram acompanhados nesta deslocação por uma professora e pela comissão restrita da CPCJ de Mangualde que é integrada por representantes de diversas instituições de que aqui destaco a vereadora da câmara de Mangualde, Maria José Coelho.
Os deputados do PS, Elza Pais, esta do concelho de Mangualde, José Junqueiro e eu próprio tivemos a oportunidade de os acompanhar nesta visita ao palácio de são Bento.
No final da visita toda a delegação assistiu a partir das galerias ao debate que ocorreu no plenário, neste caso ao debate quinzenal com o primeiro-ministro, Passos Coelho.
Para todos as maiores felicidades. (Txt A. Pinto)









sexta-feira, 6 de março de 2015

Fundado o núcleo do Sporting na a AR, o 1º de um clube em toda a Europa

Os viseenses José Junqueiro e Hélder Amaral, dirigentes do núcleo de Viseu, estiveram presentes e integram agora o núcleo do SCP na AR
O Núcleo do Sporting Clube de Portugal da Assembleia da República foi fundado, esta tarde, em cerimónia solene, onde foram aprovados os Estatutos, o Logotipo e os Órgãos Sociais do Núcleo constituído por deputados e funcionários.
“Este é o primeiro Núcleo de um Clube desportivo num Parlamento em toda a Europa”, começou por referir José Manuel Araújo, Presidente do Núcleo e Adjunto do Secretário-Geral da Assembleia da República. “É com muito orgulho que vemos avançar este processo que já tinha tido o seu primeiro impulso há algum tempo. Esta é a nossa forma de apoiar o Sporting e de cumprir uma missão num espaço muito próprio”, completou.
A representar o clube ‘leonino’, Artur Torres Pereira, vice-presidente para os Núcleos e Expansão, destacou a importância da existência dos núcleos, tal como a importância deste passo. “A Democracia e o Sporting andaram sempre de mãos dadas. O ecletismo é a nossa maior riqueza, desta forma é uma honra para nós formalizar o Núcleo do Sporting Clube de Portugal da Assembleia da República, ao qual queremos agradecer o empenho, o entusiasmo e a adesão em prol do nosso Clube. Tanto os Núcleos como as Filiais ‘leoninas’ são uma forma de difundirmos a imagem do Sporting pelo País e pelo Mundo”, comentou.
Eduardo Ferro Rodrigues, antigo Secretário-Geral do Partido Socialista, salientou a união partidária existente neste Núcleo. “Existe representação partidária de todos os partidos com lugar no Parlamento neste Núcleo, o que traduz a grandeza e a união que o Sporting possibilita. Através desta paixão comum que nos une, tentaremos contribuir da melhor forma para a dinamização do Clube”, explicou o Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Núcleo. O mandato dos actuais Órgãos Sociais tem a duração de dois anos.





quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

AR - Deputados PS com alunos do Externato D. Afonso Henriques de Resende

Recebi, com o deputado Acácio Pinto, alunos do externato D. Afonso Henriques, em Resende, durante a visita que estavam a fazer à AR. Juntou-se mais tarde o deputado Hélder Amaral, do CDS. Acompanhados pelos professores Aquilino e Miguel Peixoto, os jovens tiveram oportunidade de ouvir os parlamentares na Sala do Senado. 
Uma excelente iniciativa da escola que, assim, proporcionou aos seus alunos um contacto direto com a Assembleia da República permitindo-lhes assistir, na oportunidade, a uma parte da sessão da tarde preenchida com declarações políticas de todos os partidos e um debate vivo.
Por feliz coincidência, os deputados presentes foram os mesmos que em 2013 participaram na celebração dos 50 anos do Externato D. Afonso Henriques.




quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

PS debate transferência de competências da Educação para as autarquias

O GP PS organizou o debate, convidou Sampaio da Nóvoa e Susana Amador (autarca) para introduzirem o debate. 
Participei na abertura dos trabalhos realizada por Odete João e Acácio Pinto que explicaram o objetivo e agradeceram a presença de todos os que interessados no tema encheram o auditório da AR.
O tema não é novo, mas a sua atualidade é permanente, porque é matéria que pode gerar consensos não fosse a desconfiança permanente sobre um envelope financeiro que os governos prometem, mas, em regra, é insuficiente e sobrecarrega a administração local. Em síntese, tudo aquilo que pode ser uma oportunidade é transformado em constrangimento.