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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

sábado, 24 de outubro de 2015

O mar em Moçambique visto do Hotel Polana

Quando este abriu as portas a 1 de Julho de 1922, após terem sido gastas 300 mil libras, o seu maior defensor escrevia numa carta a um amigo: “Se não fosse eu o Polana não existiria!” Quem assistiu à festa relata que foi definido como algo que não existia na Europa, pois todos os quartos tinham água aquecida, frigorifico, lavandaria electrónica, sistema de comunicações e outras mordomias.
Mas o Polana tornou-se conhecido internacionalmente também porque tendo Portugal proclamado neutralidade durante a II Guerra Mundial, os agentes secretos tanto dos aliados como das potências do eixo Alemanha, Itália ali se puderam dedicar à espionagem e contra-espionagem. 

Após a paz em Moçambique pode dizer-se que o Polana se tornou também num local de contactos e de reuniões importantes. Muitos negócios e parcerias já devem ter sido seladas nas suas salas.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Maputo, boas-vindas à comitiva presidencial portuguesa

Moçambique, março de 2008 - mulheres moçambicanas aguardam a chegada do PR e da comitiva portuguesa à Praça da Independência.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Boas notícias - Cessar-fogo assinado em Moçambique

O conflito entre Frelimo e Renamo, os dois maiores partidos do país, durava há mais de um ano. 
O Governo de Moçambique e a Renamo, principal partido de oposição, assinaram, este domingo, em Maputo, um cessar-fogo e a base de entendimento para o fim das hostilidades no país.
No final da 74ª ronda de diálogo, realizada no Centro de Conferências Joaquim Chissano, o acordo foi anunciado pelo chefe dos observadores moçambicanos, o académico Lourenço do Rosário. Para trás ficou mais de um ano de negociações.
"Mandatados por Armando Emílio Guebuza, Presidente da República de Moçambique, e por Afonso Dhlakama, presidente do partido Renamo, [os negociadores das duas partes] declaram o cessar das hostilidades militares, em todo o território nacional com efeitos imediatos", declarou Lourenço do Rosário.
Já a 11 de Agosto, as duas partes tinham assinado três documentos essenciais para o fim das hostilidades militares que assolam o país há mais de um ano. Os documentos foram subscritos pelo chefe da delegação do Governo e ministro da Agricultura, José Pacheco, e pelo chefe da delegação da Renamo, Saimone Macuiana. 
Segundo a Agência de Informação de Moçambique (AIM), as duas partes comprometeram-se com um memorando de entendimento sobre os princípios gerais para o fim da violência militar, os termos de referência da missão de observadores militares internacionais que vão fiscalizar o fim das hostilidades, bem como os mecanismos de garantia de implementação dos acordos, que incluem a aprovação de uma lei da amnistia para actos criminais que tenham ocorrido durante o período de confrontação.
Afonso Dhlakama vive em lugar incerto, algures na Serra da Gorongosa, no centro de Moçambique, desde que o seu acampamento na região foi tomado pelo exército, em Outubro do ano passado, no contexto dos confrontos.

As hostilidades provocaram um número indeterminado de mortos e feridos na região da Gorongosa e em resultado de ataques de homens armados da Renamo num dos troços da principal estrada do país, na região centro moçambicana.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

José Junqueiro - cerimónia de boas-vindas ao Presidente Armando Guebuza

Em representação do PS, integrei a delegação parlamentar que recebeu e deu as boas-vindas ao Presidente da República de Moçambique, Armando Emílio Guebuza. A cerimónia decorreu no Salão Nobre da Assembleia da República e foi conduzida por Eduardo Ferro Rodrigues, vice-presidente da AR, que substituiu Assunção Esteves, a presidente, por motivo de doença.
Depois, na Sala de Visitas da Presidente, decorreram as conversações entre as delegações. Na ocasião, para além de sublinhar as fortes relações políticas e de amizade entre Portugal e Moçambique, referi o incremento das relações económicas e, nesse contexto, dei como exemplo aquelas que acontecem, há muitos anos, com empresários portugueses, nomeadamente com um grupo económico da região de Viseu, talvez as mais intensas e importantes.
Finalmente, fez-se a tradicional "fotografia de família"




sexta-feira, 20 de maio de 2011

EVENTO DE SOLIDARIEDADE PARA COM AS CRIANÇAS MOÇAMBICANAS


Glória Mkaima e José Junqueiro

Participei num jantar de solidariedade, para com as crianças moçambicanas, organizada pela Senhora Embaixatriz de Moçambique, Glória Mkaima, num restaurante em Lisboa.
A Dr.ª Maria de Jesus Barroso, muitas outras personalidades e empresas, estiveram presentes e, no final, foi feito um leilão de obras de arte generosamente oferecidas por artistas moçambicanos e portugueses.

Miguel Mkaima e Glória Mkaima

O resultado final saldou-se por uma contribuição financeira muito positiva que vai ser aplicada na educação, numa região e escola concretas, para comprar material escolar e equipamentos básicos.

Foram vários os viseenses presentes, entre os quais responsáveis de empresas, que matêm uma relação amiga de muita proximidade com Moçambique.