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quinta-feira, 5 de maio de 2016

A câmara anunciou, mas o prédio da "Caixa" não se "graffitou"

O Instituto de Segurança Social desaconselhou uma intervenção artística "por motivos de ordem técnica"... dada a recente proteção da fachada do "Prédio da Caixa" com tintas especiais. 
Intervenção Artística? Agora tudo é arte, na opinião de alguns. Mas não é! 
Aconselho a leitura da intervenção da deputada municipal Graça Canto Moniz, na última assembleia. Tudo fica mais claro, em nome da arte!  
A câmara anunciou, mas o prédio da "Caixa" não se "graffitou" - mais uma publicidade camarária que, como diz o povo, "borrou a pintura" ... proclamativa!


sábado, 27 de junho de 2015

Envelhecer no século XXI - Vieira da Silva encerra o debate

Foi ontem em Vila Nova de Paiva. O auditório encheu com os representantes das IPSS, cerca de 200.

Trocar experiências, diagnosticar problemas e propor soluções foi o desafio que Amadeu Araújo moderou durante todo o dia em que diferentes mesas temáticas permitiram um novo olhar para os problemas e oportunidades no envelhecimento.

Vieira da Silva encerrou um dia de trabalho que o presidente da câmara José morgado tinha iniciado. Os deputados José Junqueiro, Acácio Pinto e Elza pais estiveram presentes. 

Santana Lopes e Pedro Mota Soares, o ministro, à última da hora, não foram. O evento realizou-se na mesma e com sucesso.







domingo, 21 de junho de 2015

Bagão Felix: "Problema da Segurança Social não é a demografia. É o desemprego!"

Bagão Félix (Por Marcos Borga)
O sistema público de pensões é insustentável?
Afirmações dessas são muito categóricas e carecem de demonstração. Razões sobretudo demográficas, económicas e de amadurecimento do sistema levam a que o regime previdencial tenha acrescidas dificuldades, isso é indiscutível. Agora, não gosto desta coisa de passar a certidão de óbito da Segurança Social (SS) com um ar de postulado ou axioma. Em 1997, o Livro Branco da Segurança Social previa o início do colapso do sistema no ano de 2015. Essa previsão era feita com as seguintes hipóteses macroeconómicas: crescimento do PIB a 2% (algo que praticamente ainda não tivemos neste século) e taxa de desemprego a oscilar entre 4,5% e 5% (coisa que é pura utopia). E, mesmo assim, o colapso começaria em 2015.
Mas isso não aconteceu...
Não. Apesar do desemprego ser muito mais elevado e a produção de riqueza muito mais diminuta. E não aconteceu porque se tomaram medidas de alteração de parâmetros: a idade de reforma, o fator de sustentabilidade (há 30 anos, a esperança média de vida aos 65 anos era de cerca de 14 anos mais, e agora é de cerca de 19 anos mais), a convergência das pensões, a consideração de toda a carreira contributiva para a formação da pensão, a penalização de reformas antecipadas, etc.
No entanto, nos últimos anos, com a crise, o dinheiro das contribuições da Taxa Social Única (TSU) não tem chegado para pagar as pensões...
Essa é a questão mais pertinente. Tem-se falado do efeito da demografia. Os velhos agora são mais caros porque vivem mais tempo? O que é isto? Queremos produzir uma eutanásia social? É verdade que nascemos menos e sobretudo vivemos mais tempo, o que é ótimo, é um avanço civilizacional. Mas, aí, as medidas de que falei fazem um ajustamento automático, é uma questão algébrica. O problema é a economia. Primeiro porque sendo a Segurança Social um sistema de distribuição de riqueza, depende da criação da riqueza. Se o bolo diminui ou não aumenta como deveria aumentar, há dificuldades. Sobretudo por causa do desemprego. Não se deveria usar o rácio de dependência de ativos sobre reformados. Os ativos são constituídos por empregados e por desempregados. O rácio devia ser empregados sobre reformados.
E ainda assim as contas da Segurança Social não lhe mostram que esta é insustentável...
Não, não me mostram. A certa altura é uma moda falar-se da insustentabilidade do sistema de Segurança Social. Porque é que ninguém fala da sustentabilidade ou insustentabilidade do sistema de saúde? Que, aliás, é muito mais gravoso, porque vive-se mais tempo e há mais patologias na velhice. Ou do sistema de justiça? Porque a SS baseia-se em prestações monetárias, em dinheiro transferido. Ao passo que a educação, a saúde e a justiça baseiam-se em atividades. Portanto a ideia da sustentabilidade, nestes casos, é mais difusa. Curiosamente, fala-se da insustentabilidade da SS, que é o único sistema que tem um fundo de reserva. Não é que seja muito, são cerca de 14 mil milhões de euros, mas dá para mais de um ano de pensões. Algum outro sistema em Portugal tem um fundo destes? Não tem. Em Espanha, o fundo cobre pouco mais de 6 meses de pensões.
Qual é o peso dos desempregados nas contas?
Os desempregados têm três consequências gravosas para a Segurança Social. Primeiro, o pagamento de prestações [subsídio de desemprego], que anda à volta dos €2,7 mil milhões. Segundo, uma pessoa desempregada não desconta para a TSU - nem ela nem o patrão - e não paga IRS. Mas, atenção, que os desempregados subsidiados são metade dos desempregados. O que significa que é preciso somar todos na perda de receitas, o que andará à volta de €4 mil milhões. Terceiro, em Portugal, quando a pessoa está desempregada ou doente, não tem descontos, não tem salário, mas, para efeitos da sua pensão de velhice, existe o chamado princípio de equivalência contributiva, o que é corretíssimo. É como se estivesse a descontar. Cálculos por alto, isso significa que o Estado está a gerar responsabilidades futuras, com os desempregados, de um valor que não recebe, que será de €1,1 mil milhões. Ou seja, no total serão €7,8 mil milhões. Este é o principal fator de estrangulamento da Segurança Social, não há outro. Qual demografia?! É o desemprego!
Há equívocos nas contas da Segurança Social?
Em primeiro lugar, do lado das receitas tem de se considerar o IVA social (2 pontos percentuais) porque este surgiu precisamente para financiar prestações do sistema previdencial e contributivo. Depois, as transferências para o Fundo de Estabilização aparecem como despesa, o que não faz sentido nenhum. É como se uma pessoa fizesse um depósito a prazo e considerasse o que punha de parte como despesa e não como investimento para poupança. ?A seguir, as pensões, atualmente, pagam o mesmo IRS que outro tipo de rendimento. Ora, para se perceber se a SS é sustentável ou não, deveria considerar-se apenas a pensão líquida de IRS. Finalmente, nas pensões do regime previdencial contributivo tem de se retirar a parte não contributiva. Explico: as pensões mínimas têm uma bonificação. Por exemplo, em muitas pensões mínimas de €250, a parte contributiva corresponde apenas a 50 ou 100 euros. Depois, há um complemento social que é dado para se atingir a pensão mínima. Quanto pesa este complemento? Um total de 22,5% das despesas com pensões, ou seja, 3,3 mil milhões de euros. Quando se diz que as pensões do regime contributivo custam €13 mil milhões, tem de se ter em conta que mais de €3 mil milhões correspondem a parte não contributiva, parte essa que é financiada por transferências do Orçamento do Estado e não pela TSU.
Então concluímos que a TSU, afinal, chegar para pagar as pensões...
Pois claro que chega. O sistema previdencial foi sempre superavitário. Só nos últimos dois anos é que tem tido um ligeiro défice por causa do efeito devastador do desemprego, como é óbvio.
E para se fazer face a esse "ligeiro défice", não se tem recorrido ao Fundo de Estabilização?
Nem um tostão. O que acontece é que 2 a 4 pontos percentuais da TSU dos trabalhadores deve ser transferida para o Fundo de Estabilização. Nos últimos dois anos, por causa da crise, essa transferência não tem sido feita.  Ou seja, o Fundo não tem pago nada, só não tem recebido o que devia receber.
As contribuições da TSU andarão à volta dos 14 mil milhões de euros...
... Sim...
E quanto é que o Estado transfere para a Segurança Social?
O Estado transfere €7 mil milhões para os regimes não contributivos (Rendimento Social de Inserção; ação social das IPSS; Complemento Solidário de Idosos, etc.).
Menos do que aquilo que gasta com a Saúde ou com os juros da dívida pública...
Pois claro. Porque a parte mais importante, a do regime previdencial, tem uma receita própria, que é a TSU.
E, afinal, qual é o valor do défice?
Está aqui [e aponta para a conta da SS].  Transferência do Orçamento do Estado para o sistema previdencial: 150 milhões de euros. E estamos com este desemprego! Mas o que é que são €150 milhões num orçamento de 20 e tal mil milhões de euros?
Então porque falou a ministra das Finanças em €600 milhões?
Não percebo porque é que os €600 milhões têm de ser pagos pela SS e porque é que os pensionistas estão sempre em primeiro lugar nos cortes. É um disparate analisar isto como um problema a curto prazo. Aliás, revela que há insensibilidade de alguns membros do Governo, porque não se pode lançar uma ideia dessas sobre pessoas que já não têm possibilidade de reverter a sua vida, que já têm idades avançadas, algumas doentes, dizendo 'temos de cortar €600 milhões num determinado ano' e não dizendo como. É gélido do ponto de vista humanístico.
Concorda com o uso do dinheiro do Fundo de Estabilização para compra de dívida pública?
Assim como discordei da determinação do Ministério das Finanças deste Governo, para que o fundo pudesse adquirir até 90% dos seus ativos em dívida soberana - o que acho uma intromissão inadmissível, que colide com o princípio fundamental em qualquer gestão de ativos, que é o da diversificação do risco -, discordo agora desta coisa disparatada do PS de aproveitar 10% do Fundo, ou seja, 1,4 milhões de euros, para a reabilitação urbana. O Fundo não é do Estado; é dos pensionistas e dos futuros pensionistas. Isto é a política a entrar em domínios onde não deve entrar.
Que reformas vamos ter no futuro?
Temos de dizer aos jovens, com honestidade, que as suas condições de reforma tendem a ser inferiores às que hoje existem, mas que também não devem colocar os ovos todos no mesmo cesto.
Está a falar do plafonamento. Ainda o defende?
Sim, sou a favor do plafonamento acima de um determinado nível de rendimento. Não tanto por uma questão de equilíbrio do sistema, mas por uma questão ideológica, filosófica, doutrinária; acho que o Estado não deveria preocupar-se com as pessoas a partir de um determinado rendimento. Há contradições em alguns políticos quando dizem que temos de penalizar as pensões douradas e são contra o plafonamento ao mesmo tempo. Havendo plafonamento não há pensões altas.
A existência do plafonamento não vai esvaziar a Segurança Social?
Não. O plafonamento, no início, significa menos receita. Quando as pessoas chegam à reforma, significa menos despesa. Com vantagem para o Estado: o que ganha em pensão, acima de determinado valor, é superior ao que perde em receita.
São necessárias verbas para aguentar o entretanto...
Não é o momento oportuno para lançar qualquer plafonamento.  Seja o horizontal, seja esta nova proposta do PS, de reduzir a TSU dos trabalhadores. Um momento de crise não é o melhor.
Como vê as propostas do PS e da coligação de Governo?
Aquilo que conhecemos do programa do PS é uma folha de cálculo, um excel, e aquilo que conhecemos das medidas programáticas da coligação é em word. O word são intenções ainda muito pouco definidas e o excel é uma esperança notável do crescimento da economia por milagre. Acho um exagero dizer que os trabalhadores vão consumir mais e, portanto, fazer crescer a economia, porque pagam menos TSU. Porque quando uma pessoa tem mais 1 ou 2% de ordenado liquido, tem três hipóteses: ou consome, ou poupa ou paga dívidas. Depois, está a dar-se um argumento brutal aos empresários para não aumentarem os salários. De resto, é 'fezada' na economia, acho lírico.
Baixar a TSU é descapitalizar a previdência?
A Segurança Social caminha a passos largos para a insustentabilidade, dizem, e depois vão aproveitar para fazer política com as receitas da TSU. Todos querem aproveitar o sistema, mas querem o quê? Os ossos? ?O esqueleto? Ou o fillet mignon?

As contas de Bagão
  • €14 mil milhões - As contribuições da Taxa Social Única
  • €13 mil milhões - A despesa com pensões do regime contributivo
  • €3,3 mil milhões - O valor que deve ser descontado à despesa com pensões do regime contributivo, por representar uma parte social, não contributiva, das pensões mínimas
  • €14 mil milhões - O valor dos ativos do Fundo de Estabilização
  • €7,8 mil milhões - O peso que a taxa de desemprego tem tido nas contas da SS
  • €150 milhões - O défice do regime previdencial
Ler mais: http://visao.sapo.pt/bagao-felix-problema-da-seguranca-social-nao-e-a-demografia-e-o-desemprego=f822970#ixzz3dgPT8fSZ

quarta-feira, 4 de março de 2015

Santana Lopes: Passos “deve pedir desculpa” aos portugueses

Pedro Santana Lopes afirmou na SICN que o primeiro-ministro "deve pedir desculpa" aos portugueses, na sequência da dívida à Segurança Social, posição partilhada por António Vitorino.

A dívida de Pedro Passos Coelho à Segurança Social continua a marcar a agenda mediática e politica. Agora, foi a vez de Pedro Santana Lopes e António Vitorino se pronunciaram sobre a questão, que entretanto já se transformou num pingue-pongue de acusações entre PSD e PS. Os dois, apesar das diferentes cores políticas que vestem, concordaram num ponto: o primeiro-ministro deve um “pedido desculpa aos portugueses”.

No programa Edição da Noite, na SIC Notícias, Pedro Santana Lopes foi o primeiro a lançar os dados. Apesar de sublinhar que “houve manifestamente uma falha que o primeiro-ministro deve clarificar”, o antigo líder do PSD fez questão de lembrar que nos idos de 2000 – período em que Passos Coelho acumulou uma dívida à Segurança Social – “a sobreposição de regimes” tornava a tarefa de quem queria regularizar a situação contributiva “complexa”.

Agora, “se a falha existiu, só há duas atitudes: ou pede desculpas ou assume as consequências”, defendeu Santana Lopes.

terça-feira, 3 de março de 2015

A (In)Segurança Social de Passos Coelho

O que mais se leu no twitter, por causa do PM, foi uma máxima atribuída a Cícero: 
"Errar é próprio do homem, mas perseverar no erro é coisa de tolos ("Cujusvis Hominis est errare; nullius, nisi insipientis, in errore perseverare). 
Se o PM tivesse reconhecido os dois erros - incumprir e ignorar a lei - não teria entrado num labirinto de justificações. Era mais simples pedir desculpa. 
Assim, até o Marcelo fez "fogo amigo", bem intenso por sinal!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Mais 11% de penhoras ((5,2Mil milhões) Na ótica do Governo tudo vai bem

As penhoras em 2014 subiram 11%  (600 M€) relativamente a 2013. Foram cerca de 5 Mil M€, divulga a imprensa. 

Tudo vai bem, diz o Governo! A Segurança Social instaurou no ano passado 374.150 penhoras de bens (contas bancárias, créditos, imóveis, vencimentos) no valor de 5,2 mil milhões de euros (ME), uma média de 433,5 ME por mês. 

Em comparação com 2013, o valor das penhoras subiu 600 ME (mais 11%). Segundo os dados do Ministério da Solidariedade, Segurança Social e do Emprego, a cobrança coerciva de dívidas atingiu também um valor recorde: 608,8 ME. 
O PS apresentou um projeto no Parlamento para suspender ordens de penhora caso o imóvel, num valor limite de 200 mil euros, seja a única habitação do agregado familiar que tenha pelo menos um membro no desemprego.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Ministro Mota Soares obrigado pelo PS a comparecer e dar explicações na AR

Contra a sua vontade e contra a vontade da maioria, o ministro Mota Soares virá à AR dar explicações, compulsivamente, sobre os 700 despedimentos que está a despedir na Segurança Social. 

O PS, depois de ver chumbado pelo PSD/CDS um pedido nesse sentido, usou a faculdade regimental de exigir potestativamente a presença. E assim vai ser. Mota Soares, contrariado, terá mesmo de dar explicações.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Viseu - Despedimentos na Segurança Social - Deputados questionam ministro Mota Soares

"Segundo o despacho do Secretário de Estado da Administração Pública, da análise do documento do ISS sobressai a proposta de redução de 697 postos de trabalho, dos quais 526 assistentes operacionais, 139 docentes, 22 técnicos de terapêutica, 7 enfermeiros e 3 técnicos de orientação escolar/social. 
No centro distrital de Viseu do ISS, em 13 de novembro, mais de duas dezenas de trabalhadores foram atingidos e “intimados” a entregarem, no prazo de cinco dias, os respetivos currículos para análise, com vista à sua “requalificação”, terminologia com que o Governo parece querer esconder a intenção objetiva de “despedimento”.
A “intimação”, a carta sob pressão, que lhes foi dirigida, atingiu na sua esmagadora maioria assistentes operacionais, dezanove em concreto, sendo certo que, globalmente, encontramos trabalhadores a caminho dos 30 anos de carreira.
Constata-se que este Governo continua a ferir os mais indefesos, revelando grande insensibilidade social, ao mesmo tempo em que, este ano de 2014, gastou mais 166 milhões de euros, em estudos e pareceres, do que em 2013.
É, portanto, imoral que as pseudo “poupanças” se continuem a fazer à custa do direito ao trabalho dos mais desprotegidos como se fosse neles que se encontrassem as proclamadas “gorduras do Estado”.
Pelos vistos, o Governo não vê, nem quer ver, “gorduras do Estado” nos milhões que tributa a escritórios e gabinetes privados, os quais alimenta com estas “tensas políticas”, passe a expressão, atribuídas com base em critérios desconhecidos.
Os deputados socialistas eleitos pelo círculo eleitoral de Viseu, associam-se à indignação pública que esta decisão suscitou e, solidários com os trabalhadores e suas famílias, vêm por isso, nos termos constitucionais e regimentais em vigor, através da Assembleia da República, perguntar ao ministro da Solidariedade Social o seguinte:

1.   Com que fundamento e critérios o Governo selecionou os trabalhadores para a “requalificação-despedimento”?
2.    Quais as categorias profissionais, número de trabalhadores e áreas de função são afetados?
3.    Em que concelhos do distrito de Viseu se encontram localizados os trabalhadores feridos por esta medida?
4.    Em termos de capacidade de resposta, que impactos surgirão na sequência desta redução de pessoal, tendo em conta que são conhecidas publicamente várias queixas pela demora nos atendimentos ao público?
5.    Está o Governo em condições de assegurar, sob palavra de honra, que todos estes trabalhadores manterão um posto de trabalho sem perda de dignidade e direitos que usufruem atualmente?

Os deputados

José Junqueiro        Elza Pais        Acácio Pinto

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

PORTUGUESES VÃO PAGAR MAIS À SEGURANÇA SOCIAL DO QUE OS ALEMÃES



CADA VEZ MAIS POBRES, PAGAREMOS MAIS DO QUE OS MAIS RICOS 

Quando a taxa para a Segurança Social subir para 18%, os trabalhadores portugueses passarão a ser os segundos da União Europeia com a carga contributiva mais alta, apenas ultrapassados pelos franceses ( Jornal de Notícias). 

Apesar das diferenças salariais, a contribuição pedida aos portugueses vai de uma penada ultrapassar os 16,7% que pagam os alemães. 

A comparação com o que se passa nos vários países da União Europeia mostra que Portugal é um dos países onde trabalhadores e empresas mais pagam para a Segurança Social, ocupando o nono lugar na tabela a 27. ISTO NÃO ESTAVA NO MEMORANDO



segunda-feira, 9 de abril de 2012

MÍNIMOS HISTÓRICOS NO SALDO DA SEGURANÇA SOCIAL - A ESTRATÉGIA É PRIVATIZAR!

SALDO DA SEGURANÇA SOCIAL EM MÍNIMOS HISTÓRICOS DE 63 M€ - Acontece sempre que a DIREITA chega ao poder. O Estado tem obrigatoriamente um contributo e um financiamento. A ideia peregrina é a de PRIVATIZAR A SEGURANÇA SOCIAL. Isto pode desencadear um conflito social que nunca se saberá como vai acabar. Como diz Jorge Sampaio: isto pode rebentar!
Um dos principais problemas prende-se com o facto de as contribuições não cobrirem as despesas com pensões, criando um buraco de quase 900 milhões de euros.
Nos últimos meses assistiu-se também a uma redução do valor dos descontos para a Segurança Social e um crescimento acentuado das despesas com subsídios de desemprego.
A diferença entre receitas e despesas da Segurança Social atingiu o mínimo histórico de 63 milhões de euros, num sinal de que o sistema pode estar à beira do colapso, avança a edição de hoje do Correio da Manhã. O valor consta do orçamento retificativo e traduz uma quebra de 366 milhões de euros em relação ao saldo revelado no ano passado.