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quarta-feira, 15 de julho de 2015

#PorAcasoFoi Ideia Minha# by Passos Coelho O humor, a sátira, provam bem que nem tudo está em crise

O humor, a sátira, provam bem que nem tudo está em crise. 
Os méritos de Passos Coelho fazem parte do dia a dia dos portugueses, que o diga Nicolau Santos (in Exp "Olha se não fosse o Pedro!") ou imagens com estas que fazem jus à criatividade do PM.



quinta-feira, 5 de março de 2015

Maioria chumba as 9 questões do PS a Passos Coelho

Ferro Rodrigues, presidente do GP PS
"O grupo parlamentar do PS decidiu requerer diretamente ao primeiro-ministro as suas nove questões para que Pedro Passos Coelho responda sobre a forma como procedeu perante a Segurança Social no período entre 1999 e 2004.

A decisão dos socialistas de questionar diretamente o chefe do Executivo surgiu depois da maioria PSD/CDS ter chumbado o requerimento do PS ontem na Comissão Parlamentar de Trabalho e de Segurança Social. 
A maioria alegou que a iniciativa dos socialistas violava o regimento do Parlamento." A Maioria não sabe o que faz e já não sabe o que diz!!!

quarta-feira, 4 de março de 2015

Santana Lopes: Passos “deve pedir desculpa” aos portugueses

Pedro Santana Lopes afirmou na SICN que o primeiro-ministro "deve pedir desculpa" aos portugueses, na sequência da dívida à Segurança Social, posição partilhada por António Vitorino.

A dívida de Pedro Passos Coelho à Segurança Social continua a marcar a agenda mediática e politica. Agora, foi a vez de Pedro Santana Lopes e António Vitorino se pronunciaram sobre a questão, que entretanto já se transformou num pingue-pongue de acusações entre PSD e PS. Os dois, apesar das diferentes cores políticas que vestem, concordaram num ponto: o primeiro-ministro deve um “pedido desculpa aos portugueses”.

No programa Edição da Noite, na SIC Notícias, Pedro Santana Lopes foi o primeiro a lançar os dados. Apesar de sublinhar que “houve manifestamente uma falha que o primeiro-ministro deve clarificar”, o antigo líder do PSD fez questão de lembrar que nos idos de 2000 – período em que Passos Coelho acumulou uma dívida à Segurança Social – “a sobreposição de regimes” tornava a tarefa de quem queria regularizar a situação contributiva “complexa”.

Agora, “se a falha existiu, só há duas atitudes: ou pede desculpas ou assume as consequências”, defendeu Santana Lopes.

Carlos César lembra a Passos que usar terceiros não funciona como desculpa

A temperatura política subiu ontem com Pedro Passos Coelho a usar as suspeitas sobre José Sócrates para defender a sua posição no caso da dívida à Segurança Social. 

Em resposta, o presidente do PS veio lembrar que também o PSD já teve ex-governantes presos. 

Carlos César entende ser "desespero" o que levou o primeiro-ministro a fazer as afirmações de ontem, no encerramento das Jornadas Parlamentares do PSD no Porto. O presidente do PS diz que "um primeiro-ministro tem o dever, em casos destes, de prestar explicações e de o fazer de boa-fé, com humildade e com respeito" e não esquece a parte em que os socialistas são o alvo de Passos Coelho, acrescentando: 
"De nada lhe vale, em desespero, criticar um ex-primeiro-ministro que está detido ou ministros do PSD que estão ou já estiveram presos. Esses não estão em funções nem são candidatos". (DN, I)

terça-feira, 3 de março de 2015

A (In)Segurança Social de Passos Coelho

O que mais se leu no twitter, por causa do PM, foi uma máxima atribuída a Cícero: 
"Errar é próprio do homem, mas perseverar no erro é coisa de tolos ("Cujusvis Hominis est errare; nullius, nisi insipientis, in errore perseverare). 
Se o PM tivesse reconhecido os dois erros - incumprir e ignorar a lei - não teria entrado num labirinto de justificações. Era mais simples pedir desculpa. 
Assim, até o Marcelo fez "fogo amigo", bem intenso por sinal!

sábado, 24 de janeiro de 2015

Passos Coelho foi vítima das suas palavras sobre o BCE. Ora vejamos ...


Passos bem pode aplaudir a decisão do BCE de comprar dívida da qual sempre discordou, rejeitando todas as propostas do PS (...) basta ouvir estas declarações - suas - para se perceber que reconhecer um erro e alguma humildade também não ficariam mal.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Passos Coelho, o Pai Natal e as nuvens negras

"Nuvens negras" é coisa  que o meteorologista político Passos Coelho afasta do continente e das regiões autónomas em 2015, pelo menos até às eleições. 

Até lá, céu azul, muito sol e temperaturas amenas vão marcar o ambiente no país. Foi esta a mensagem de Natal do primeiro-ministro. Isto quer dizer o quê?

Que os trabalhadores da segurança social não vão ser despedidos, que a idade da reforma não vai aumentar, que vão terminar em janeiro os cortes nos salários, a TAP não será privatizada, os cortes nas políticas sociais, educação e saúde vão acabar, que terminam definitivamente as centenas de milhões de euros pagos em estudos e pareceres aos gabinetes do costume, que o desemprego vai baixar virtuosamente, sem recurso à maquilhagem dos estágios ou emigração ... que a dívida vai ser amortizada, sobretudo à custa do crescimento que não dos impostos sobre as pessoas singulares ou coletivas... Parabéns, até porque estamos habituados em que acerte em todas as previsões!!!



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Passos já respondeu ao Parlamento sobre a Tecnoforma.

Carta anexa - Cinco dias depois de o PCP ter pedido esclarecimentos a Passos Coelho sobre os dados do registo de interesses, o primeiro-ministro responde ao Parlamento. 

Diz que "à data da entrega da declaração, o CPPC não se encontrava "ainda criado" e que "dada a natureza estatutária do CPPC, e uma vez que não exercia funções executivas, entendi não ter o dever de acrescentar esse novo dado".




sábado, 13 de setembro de 2014

Viseu - Vereadores, deputados do PS e os 2 dias a pré-campanha de Passos Coelho

Passos Coelho vestiu a pele de PM para, institucionalmente, poder fazer no distrito de Viseu dois dias de pré-campanha para as legislativas. 
Para além da capital de distrito, foi a Sátão e Sernancelhe. Entre nós visitou a Feira de S. Mateus e, no IPV, a Bizdiretc, projeto tecnológico da grupo Sonae de elevado interesse. 
Na sessão de boas- vindas, no Salão Nobre do município, o presidente fez notar a Passos Coelho, e bem, o interesse sobre 3 projetos relevantes. 
Dando já como resolvida a ligação de Viseu à linha da Beira Alta, avançou com a ferrovia Aveiro-Viseu-Guarda, as ligações a Coimbra e ao Sátão. 
Como resposta, o PM disse que não fazia promessas, só registos e sobre eles foi dizendo: estradas, não há dinheiro! E comboio, nada se ficou a saber. Falou sobre o passado e sobre todos os governos que deram prioridade à rodovia em detrimento da ferrovia. Esqueceu-se foi de elogiar Barroso que prometera 5 linhas de TGV e Prestações elevadas, embora nada se materializasse até aos dias de hoje, como se sabe.
Moral da história: ficou a saber-se que, sobre a matéria, e durante um ano, Almeida Henriques foi pródigo em anúncios, mas futuro para a sua concretização não existe. 
Nada mau, para quem nada deixou de novo e, ainda há poucos meses, dizia "que se lixem as eleições".



domingo, 17 de agosto de 2014

Passos Coelho e a reforma dos trabalhadores

O Secretário-Geral do PS, António Seguro, fez bem em rejeitar a "proposta-comício" de Passos Coelho para uma dita reforma na Segurança Social. 
Logo à partida, admite o PM que, chegado ao último ano de mandato, ainda não fez essa reforma. Depois é do conhecimento geral que o Governo confunde reforma com cortes. Finalmente, este como outros assuntos sérios, não se tratam em comícios, mas em sede própria, na AR. Tudo correu mal a Passos Coelho, mas também ao país.
Quando falamos nas reformas dos trabalhadores, do público ou do privado, está implícito um contrato social entre as partes. As pessoas planearam as suas vidas em função de um compromisso mútuo. E, nesse contexto, assumiram responsabilidades. Não fora assim e outras possibilidades de poupança se lhes colocariam como opção. 
Quando falamos em em reforma do" cálculo da reforma" será sempre a partir de um determinado ponto para a frente. Novas regras exigem novas atitudes e é necessário que as pessoas se preparem para elas. 
Já o prolongamento do tempo de trabalho, assumido pelos governos do PS, foi um erro grave na forma, porque não foi considerado, de modo suficiente, o período de transição. Foram muitos os que não estavam preparados, porque, tal como referi, tinham as suas vidas pensadas em função de um compromisso e na confiança no Estado. 
A partir daí, os que vieram a seguir, pensaram sempre em ir mais longe. Estava aberto o precedente. E ir mais longe, para esta direita, não é considerar novas regras para novos tempos. Tem sido apenas, e tão só, cortar, sobretudo retroativamente. E há algo que a direita esquece sempre: o crescimento económico. Será com ele, e apenas com ele, que nós reequilibraremos, com equidade, muita coisa, nomeadamente a Segurança Social.



quarta-feira, 2 de abril de 2014

Alemães aumentam salário mínimo - Passos cada vez mais isolado!

Passos Coelho está a ouvir mal!!!
O Conselho de Ministros da Alemanha fixou o salário mínimo em 8,5 euros hora e a medida entra em vigor a 1 de janeiro de 2015. Isto prova que o SPD impôs algumas questões da sua agenda política para entrar no Governo alemão.
Em Portugal temos um Primeiro Ministro que diz que a lógica seria reduzir o salário mínimo nacional porque temos muito desemprego, defendendo assim uma competitividade pelos mais baixos salários:; e nem sequer percebendo as causas reais do desemprego e muito menos os efeitos dramáticos deste em termos sociais e pessoais. 
Na Alemanha há um Governo que aumenta o salário mínimo quando, à partida, já era bastante superior ao praticado em Portugal.
O Governo português, por opção ideológica, desprezou os contributos da concertação social e ostensivamente ficou isolado face ao consenso dos parceiros sociais, e também do PS, em defesa do aumento do salário mínimo nacional
Note-se que se um trabalhador alemão trabalhar 8 horas por dia, durante 22 dias por mês ao valor do salário mínimo de 8,5€ por hora vai receber 1.496€ por mês. Em Portugal um trabalhador com a mesma carga horária recebe 485€. Ou seja menos de 1/3 do que receberá o trabalhador alemão.

E continua o Governo português a atacar ferozmente os trabalhadores, no seu rendimento disponível e na redução das prestações sociais, aumentando o caudal de portugueses abaixo do limiar de pobreza em vez de apostar num novo modelo de desenvolvimento e numa política que também estimule o mercado interno.

quarta-feira, 19 de março de 2014

José Junqueiro - Encontro entre António José Seguro e Passos Coelho



O deputado do PS José Junqueiro acusou hoje o Governo de "estar a reduzir os portugueses à expressão mínima", classificando como "extremismo e radicalismo" a insistência nos cortes.
"Extremismo e radicalismo é a insistência nestes cortes, na educação, na saúde, cortes nas políticas sociais, corte no futuro dos portugueses", afirmou o vice-presidente da bancada socialista José Junqueiro, em declarações aos jornalistas no Parlamento, numa resposta às acusações do eurodeputado e cabeça de lista da coligação PSD/CDS às europeias, Paulo Rangel.
Hoje, quando questionado sobre a reunião de segunda-feira entre o primeiro-ministro e o secretário-geral do PS, Paulo Rangel acusou o PS de uma atitude "radical e extremista" e de "prejudicar os portugueses" e a conclusão do resgate financeiro ao dizer-se indisponível "para um entendimento".
Dirigindo-se diretamente ao "correspondente do Governo em Bruxelas", José Junqueiro respondeu que "extremismo e radicalismo é a redução dos portugueses à expressão mínima e ao desemprego máximo".
"Quando o Governo insiste em cortar salários, pensões, reformas, pensões de sobrevivência, está de facto a reduzir os portugueses à expressão mínima", acrescentou, ironizando que se Paulo Rangel ambiciona ser futuramente contratado pelo Fundo Monetário Internacional e "fazer companhia" ao antigo ministro das Finanças Vítor Gaspar, não são os portugueses que têm de "pagar essa fatura".
"Esta austeridade foi para além dos limites e já se demonstrou que na sociedade portuguesa é possível fazer consensos, agora o que não é consensual é ter esta insistência numa política de grande radicalismo", sublinhou o dirigente socialista.
Questionado sobre as declarações da chanceler alemã Angela Merkel, que garantiu que a Alemanha apoiará Portugal qualquer que seja a forma que o Governo escolha para sair do programa de assistência financeira, José Junqueiro referiu que o apoio a Portugal deveria ser "uma preocupação anterior e não posterior" ao programa de ajustamento.
Pois, acrescentou, o apoio a Portugal a partir de maio não vai eliminar "o sofrimento das pessoas, os cortes dos salários, nas pensões e nas reformas".
 VAM // SMA

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Memória - Pedido de Resgate -As máximas de Passos Coelho

O PSD esteve sempre interessado em trazer a troika para Portugal, porque sabia que, sem a sua presença e legitimidade, nunca teria a força política para tomar as medidas que tem tomado ao longo destes mais de 2 anos. 
Isso mesmo foi sendo dito por Passos Coelho em diferentes momentos, antes e depois das eleições legislativas de junho de 2011. Por exemplo :
  1. - “Estou preparado para governar com a troika” (Novembro 2010)
  2. - "O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento." (Março 2011)
  3. - Passos prometeu cumprir o programa acordado com a troika e admitiu mesmo“surpreender e ir mais além [das metas] do acordo”. (Junho 2011)
  4. - “Não fazemos a concretização daquele programa obrigados, como quem carrega uma cruz às costas. Nós cumprimos aquele programa porque acreditamos que, no essencial, o que ele prescreve é necessário fazer em Portugal para vencermos a crise em que estamos mergulhados” (Fevereiro 2012)

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Emprego remunerado cai para o nível mais baixo de há 16 anos



Lusa - A economia portuguesa criou 36.300 empregos no segundo trimestre do ano, mas o número de empregos remunerados continuou a cair e atingiu no mesmo período o valor mais baixo dos últimos 16 anos e meio, segundo o INE. 

Segundo os dados incluídos nas contas nacionais trimestrais, hoje divulgadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o número de empregos voltou a crescer pela primeira vez desde o início de 2011, criando cerca de 36.300 empregos. Isto faz com que a queda no emprego passe de -5,2% no primeiro trimestre, em termos homólogos, para -4,1% no segundo trimestre. Face ao trimestre anterior, o crescimento é de 0,8%. O total de emprego na economia ficou nos 4,499 milhões. 

No entanto, o número de empregos remunerados desceu no segundo trimestre, reduzindo-se este número em cerca de 5.300. Este é o valor mais baixo desde o primeiro trimestre de 1997, altura em que o número de empregos remunerados estava em crescimento, ou seja, dos últimos 16 anos e meio. 

Segundo o INE, os trabalhadores não remunerados são "indivíduos que exercem uma atividade na empresa/instituição e que, por não estarem vinculados por um contrato de trabalho, sujeito ou não a forma escrita, não recebem uma remuneração regular, em dinheiro e/ou géneros pelo tempo trabalhado ou trabalho fornecido. Inclui nomeadamente os trabalhadores com emprego por conta própria, os trabalhadores familiares não remunerados, os membros de cooperativas de produção e os trabalhadores destacados".

domingo, 5 de maio de 2013

Passos Coelho diz que com ele não há pântano...Ups!!!

Se o momento não fosse tão grave esta frase de Passos Coelho até poderia ter graça: "Enquanto for Primeiro-Ministro não haverá pântano em Portugal". 

Apetece-me perguntar: se isto não é um pântano, onde é que fica o pântano?

quinta-feira, 28 de março de 2013

Passos Coelho - AFINAL, o défice ficou em 6,4% - um desastre


  • Sem comentários - O défice orçamental do ano passado terá ficado nos 6,4% do Produto Interno Bruto, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística, na primeira notificação ao abrigo do Procedimento dos Défices Excessivos enviada a Bruxelas. 
  • O valor inclui a anulação da receita da venda de concessão da ANA, e outros ajustamentos como a compra de ações ordinárias da Caixa Geral de Depósitos na operação para aumentar o seu capital, mais 750 milhões de euros, e ainda a transformação em suprimentos da Parpública, também com um impacto de 750 milhões de euros. 
  • O ministro das Finanças anunciou a 15 de março que esperava que o défice em contabilidade nacional apurado pelas entidades estatísticas fura-se a meta dos 5% deste ano (apesar de nas contas da ‘troika’ ter ficado dentro do limite) e que este podia chegar aos 6,6%. 
  • A dívida pública terá atingido os 123,6% do PIB em 2012, um aumento de quase 20 mil milhões de euros num só ano, e fica acima da estimativa do Governo e da ‘troika’, que tem menos de duas semanas.
  • O índice de produção industrial registou uma variação homóloga de -0,5% em fevereiro, menos negativa do que os -1,6% de janeiro, segundo dados hoje divulgados pelo INE.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

PASSOS GARANTE DÉFICE ABAIXO DOS 4,5% COM RECEITAS EXTRAORDINÁRIAS


O 1º MINISTRO PASSOS COELHO demonstra o que sempre dissemos. HAVIA E HÁ UMA MARGEM DE MANOBRA que permitia evitar o IVA á TAXA MÀXIMA e o CORTE do subsídio de Natal, introduzindo estímulos edinâmica da economia. A redução do défice de 5,9% para menos de 4,5% prova isso mesmo. Atingimos em 2011 a meta de 2012, COM O SACRIFÍCIO DE TODOS E A ASFIXIA DA ECONOMIA.

Económico
"O primeiro-ministro afirma que as receitas dos fundos de pensões da banca permitirão registar um défice inferior a 4,5% do PIB. Os seis mil milhões de receitas extraordinárias provenientes dos fundos de pensões da banca permitirão ao Governo apresentar um saldo orçamental inferior ao previsto, avança hoje o 'Correio da Manhã'.
Em declarações ao jornal, Passos Coelho garante que com essas receitas extraordinárias será possível registar um défice abaixo dos 4,5%, ou seja, bastante melhor que o negociado com troika e que apontava para 5,9%.
"Portugal atingiu as metas do défice deste ano, mas através de medidas extraordinárias e precisa de adoptar políticas de austeridade para assegurar a redução duradoura da dívida", cita o CM.
Apesar dos bons valores, os subsídios de Natal já foram reduzidos a metade. Questionado se o corte seria necessário, Passos justifica não teve alternativa porque sem esta acção, "nem sequer nos tinham deixado utilizar os fundos de pensões para corrigir o défice".
Recorde-se que Portugal tinha-se comprometido a apresentar um saldo orçamental negativo correspondente a 5,9% do PIB, mas no entanto, sem receitas extraordinárias, o número apontava para perto de 8%. Assim, como as receitas da nacionalização do fundo de pensões da banca correspondem a quase 4%, os números a apresentar oficialmente representam uma melhoria significativa."

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

PASSOS COELHO: COMO SE TRANSFORMOU!

O tempo transforma as pessoas ... acabam sempre por serem parecidas com alguém .... aqui está mais um caso .... transformado pelo tempo!!!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Passos Coelho e PSD querem revogar a lei da Interrupção Voluntária da Gravidez

Pedro Passos Coelho não está bem, emocionalmente.
Não vou invocar as preocupações de Paulo Rangel, Nogueira Leite, Pacheco Pereira e, ainda muito menos, de Santana Lopes ou do "nobremente" desiludido António Capucho. Não são as incapacidaes por eles apontadas ao líder do PSD que me preocupam ainda mais.

Quando no dia 26 de Maio, a "poucos segundos" do encerramento da campanha, apenas se desfaz em críticas e não apresenta propostas para liderar a recuperação do país ou, pelo menos, contribuir para ela com uma opinião sensata, Pedro Passos Coelho pode cantar muito bem "êxitos de outros no passado", mas não contribui para um "amanhã de manhã" com esperança e que signifique futuro.

Reintroduz, ao contrário, o tema da "PENALIZAÇÃO DA INTERRUPÇÃO DA GRAVIDEZ, fazendo um regresso ao passado, desrespeitando a vontade de um referendo popular, insistindo no sacrifício e clandestinidade da mulher, no sofrimento dos casais, promovemdo a divisão e fractura entre todos e todas as portuguesas.

Radicalismo, fractura, divisão, fuga às soluções, são atitudes próprias de quem está desnorteado, sem um pensamento matricial, um oportunismo, uma assinatura própria, como dizia Nogueira Leite, e o pior, segundo Pacheco Pereira, é que já era assim antes de ser líder do PSD. 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

ANEDOTAS DO DIA - CATROGA, PASSOS COELHO, "Negociação foi essencialmente influenciada" pelo PSD

Eduardo Catroga: "Negociação foi essencialmente influenciada" pelo PSD

Foi às televisões, depois da 5ª Carta, dizer que não conhecia os termos do acordo e só hoje vai ter uma conversa formal com a "Troica", tal como os outros partidos, mas afirma, como quem bebe um copo de água, que a "Negociação foi essencialmente influenciada" pelo PSD.

Na dita 5ª carta, e nas quatro anteriores, ficionava que não conhecia  "as contas", as mesmas que tinham sido validadas pelas instâncias internacionais, que são públicas, mesmo depois do ex-presidente do PSD e 1º Ministro, Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, e o Banco Central terem dito que a prestação de contas em Portugal sempre foi transparente.
 
Este era, certamente, um espetáculo desnecessário por tão desprezível e deprimente para os próprios, em termos políticos pessoais, mas também para Portugal e os portugueses que não mereciam este apoucamento internacional