O CDS NA COLIGAÇÃO BAIXA TODAS AS PRESTAÇÕES AOS MAIS POBRES - Pedro Mota Soares começa pelos desempregados baixando em 42 € o limite mínimo do subsídio, baixa ou extingue o Complemento Social para Idosos, baixa o RSI, baixa os pensionistas, corta nas reformas e baixa todos os subsídios sociais e até o subsídio de morte baixa 50%. Apanha 6% aos desempregados e 5% aos doentes. PAULO PORTAS ESTÁ EM ALTA!
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
REFORMAS - PS EXIGE PRESENÇA DO MINISTRO NA AR e PEDE APRECIAÇÃO DO DIPLOMA
PS quer que ministro explique suspensão das reformas no Parlamento
O Partido Socialista (PS) quer que o ministro da Solidariedade e Segurança Social explique ao Parlamento a suspensão das reformas antecipadas, decisão que considera "inaceitável" pelo "secretismo" com que foi tomada e que "nada resolve".
O Governo aprovou na quinta-feira a “suspensão imediata” das normas do regime de flexibilização da idade da reforma antes dos 65 anos. Imagem: Tiago Petinga/Lusa
“Os procedimentos do Governo, que suspendeu o regime de formas antecipadas de forma secreta, sem ouvir os parceiros sociais e não cumprindo o próprio regimento do conselho de ministros, são inaceitáveis e, do ponto de vista material, apenas significa empurrar despesa para a frente”, afirmou o deputado socialista Pedro Marques em declarações à agência Lusa.
O partido vai também pedir a apreciação parlamentar do decreto-lei que o Governo publicou na quinta-feira em Diário da República, adiantou o socialista.
Segundo salientou, em causa estão “pessoas que, daqui por dois ou três anos, se reformarão com pensões mais altas, portanto [a medida] não resolve nada de estrutural nem na Segurança Social, nem nas contas públicas”.
Para o PS, é “inaceitável” que o Governo tenha colocado “em suspenso a vida de dezenas de milhares de pessoas, com carreiras longas e com expetativas legítimas de se reformarem antecipadamente nos próximos meses ou dois ou três anos”.
Neste sentido, os socialistas decidiram “chamar de imediato o ministro [Pedro] Mota Soares ao Parlamento para dar explicações” e, paralelamente, pedir a apreciação parlamentar do decreto-lei que o Governo agora fez publicar”.
“Não vemos nenhuma boa razão para a aprovação deste diploma, porque não resolve nada do ponto de vista estrutural, e reputamos de inaceitáveis todos os contornos da aprovação e publicação do diploma. Queremos que o Governo explique as razões do procedimento que adotou, nomeadamente o facto de não ter ouvido os parceiros, e queremos também saber como justifica o conteúdo do diploma”, sustentou Pedro Marques.
Depois disso, acrescentou: “tomaremos as nossas decisões em sede de apreciação parlamentar”.
O Governo aprovou a “suspensão imediata” das normas do regime de flexibilização da idade da reforma antes dos 65 anos, admitindo contudo o acesso à pensão de velhice aos desempregados involuntários de longa duração.
Este novo regime, aprovado em Conselho de Ministros a 29 de março, foi publicado na quinta-feira em Diário da República depois de promulgado pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva. A medida entrou em vigor na sexta-feira
segunda-feira, 25 de julho de 2011
MINISTRO DA SEGURANÇA SOCIAL A TRABALHAR E A ESTUDAR
Apoios europeus a instituições sociais vão aumentar para 85%
Económico com Lusa
"O ministro da Segurança Social anunciou que o Governo está a trabalhar para garantir que o apoio dos fundos comunitários às instituições sociais passe de 75 para 85%. Segundo revelou, esta é uma das medidas previstas no Plano de Emergência Social.
Pedro Mota Soares explicou que o aumento da comparticipação de verbas do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) vai incidir nas obras realizadas por instituições do terceiro sector.
"Com isso reconhecemos a importância destas instituições ao nível da criação de emprego. Acima de tudo, é essencial para aumentar as respostas destas instituições numa altura em que vivemos uma crise que tem obviamente o seu reflexo do ponto vista social", afirmou o ministro.
Pedro Mota Soares falava à margem da inauguração de um centro social em Carvalhosa, no Marco de Canaveses, a primeira cerimónia em que participou como ministro no norte
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do país.
Aos jornalistas revelou também que o seu ministério está a trabalhar para simplificar as regras de funcionamento das instituições de solidariedade.
"Tentamos assim garantir que, com as capacidades instaladas no terreno, possamos chegar a mais pessoas, numa altura em que é preciso encontrar mais respostas do ponto de vista social", explicou.
O ministro referiu também que, "em tempo oportuno", serão reveladas medidas de cortes nas estruturas e dirigentes do seu ministério, sempre com a preocupação de "não prejudicar a resposta dos serviços"."
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