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terça-feira, 7 de abril de 2015

O próximo Governo já terá uma fatura de 46.258 M€ para pagar

"Os cofres estão cheios" (...) de dívida. Ora tome nota: 

"O próximo Governo, vai herdar o poder mas também uma fatura de 46.258 milhões de euros (ME) para pagar ao longo dessa legislatura. 

É quase um terço do valor do PIB do país. Convém perceber se a "cenoura" dos alívios fiscais e da retoma do pagamento integral dos salários para 2016 apenas serve para a campanha eleitoral.
"O Governo terá, na prática, duas soluções em cima da mesa: ou consegue pagar os empréstimos todos nas datas definidas sem ajuda ou renegoceia os títulos, estendendo os prazos ou pedindo outra vez mais dinheiro emprestado para pagar o financiamento a crédito.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Cofres Cheios: Dívida sobe para máximos e investimento cai para mínimos

A dívida dispara para máximos históricos e o investimento para mínimos, também históricosDe cofres cheios (de dívida) e o país cheio de gente pobre e com uma classe média destruída, o futuro, o gáudio eleitoral do Governo, além de irresponsabilidade lembra-nos a célebre frase do PSD: " O país está bem, as pessoas é que estão mal". 
A ministra das Finanças compõe: agora estamos todos bem!


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Passos Coelho corre o risco de ir a eleições sem reduzir a dívida

"Iusão de ótica" - Ao pagar parte da dívida ao FMI (uma estratégia de renegociação) o governo troca uma dívida com juros mais altos por outra igual com juros mais baixos. Amortizou de um lado par se endividar de outro. Poupa nos juros, o que é bom, mas mantém dívida , o que é mau
"Na sexta-feira, a UTAO juntou-se à CE, ao prever que o rácio da dívida pública de 2014 possa ter ficado acima da marca do ano anterior. Os técnicos do Parlamento estimam que o rácio da dívida pública tenha fechado o ano passado em 128,3% do PIB, em resultado de um intervalo de projeção entre 127,9% e 128,7% do produto. 
A confirmar-se a previsão, o Governo falha dois objetivos: a própria meta e o pontapé de saída para a trajetória de redução do rácio da dívida."

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Resolução do PS para debater a dívida: aprovada sem votos contra

Finalmente, a maioria rende-se à realidade que durante três anos quis ignorar e chumbou ao PS: aceitar estratégias alternativas ao pagamento de dívida.

A resolução do PS para desencadear um processo parlamentar de audição pública sobre o impacto da dívida do Estado português foi ontem aprovada sem qualquer voto contra das restantes bancadas na Assembleia da República. 

O documento do PS surgiu na sequência da petição sobre reestruturação da dívida subscrita por um conjunto de personalidades das áreas política e financeira do país, entre os quais o líder da bancada socialista, Ferro Rodrigues - grupo conhecido como "Manifesto dos 74".

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Governo já privatizou mais de 9,2 mil milhões e o país ficou mais endividado

As privatizações, com este governo, já renderam 9,2 mil milhões de euros, cerca de 1/8 do empréstimo da Troika, "segundo o anteprojeto das Grandes Opções do Plano (GOP), ontem enviado aos parceiros sociais. 

Resultado: ao contrário do esperado, o país está a dever mais e não menos, ficou sem ativos estratégicos e as pessoas mais sobrecarregadas de impostos. Este valor inclui todas as alienações de capital feitas até ao momento: EDP, REN, ANA, CTT, Galp Energia e os negócios segurador e de saúde da CGD". 



segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O Governo, com três anos de atraso, admite as razões de Seguro

Finalmente, o governo admite as razões de sempre de António Seguro. Mas é fundamental comparar o que foi dito antes e o que Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque disseram agora na  Universidade de Verão. É mesmo decisivo relembrar:
"Há dois meses "qualquer renegociação de dívida (...) significaria simplesmente que Portugal deixaria de ter acesso aos mercados (...), seria um problema que o país não precisa de enfrentar (...), quem defende uma coisa dessas não sabe o que está a defender". Os argumentos eram de Pedro Passos Coelho. Aliás em linha com os de Maria Luís Albuquerque que tinha dito, tempos antes, numa reunião da OCDE: "O tema nem se coloca de todo (...) a dívida portuguesa é sustentável". 
No sábado, tudo parece ter mudado. "Penso que o Parlamento seria o local certo para fazer um debate sobre a dívida. Não lhe chamaria sobre a renegociação ou reestruturação, nem coisa nenhuma, seria sobre a dívida" disse a ministra das Finanças na Universidade de Verão do PSD."

sábado, 23 de agosto de 2014

Só Dívida: +40% do que em 2011 - e nem obra, nem dinheiro!

Passos Coelho e Paulo Portas subiram a  dívida de 94% para 134%. São mais 40% do que em 2011. A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, tal como seu antecessor, Vítor Gaspar, revelou uma enorme incompetência. 

A diferença entre ambos é que Vítor Gaspar reconheceu e foi-se embora. 

O problema é que ninguém explica, por que não havendo obra, nem dinheiro, apesar de continuarmos a ser "esmifrados", temos cada vez mais dívida!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Afinal, no 1º trimestre a dívida pública aumentou para 132,9%

A dívida pública portuguesa aumentou para 132,9% do PIB, no primeiro trimestre deste ano. 

Segundo os dados do Eurostat ontem divulgados, a dívida ultrapassou os 220,6 mil milhões de euros, sendo a terceira mais elevada da UE. 

Bem pode o Governo dizer o que entender, porque a realidade, neste caso, é matemática.

Talvez por isso os rumores sobre a saída de Maria Luís Albuquerque do Governo para exercer as funções de Comissária não sejam apenas fumo.

sábado, 21 de junho de 2014

PADRE é o que Charles Wyplosz propõe para reduzir a dívida a metade


Charles Wyplosz
É francês, é economista e é um dos coautores de um programa que tem dado bastante que falar por essa Europa fora. 

O plano PADRE - Politically Acceptable Debt Reestructuring in the Euro Zone, proposto pelo economista Charles Wyplosz, sugere uma reestruturação da dívida pública nos países mais endividados da Europa, que, para economias como a portuguesa, representaria uma redução para metade do nível de endividamento.


A reestruturação da dívida pública na Eurozona começa a estar na ordem do dia. O programa PADRE– Politically Acceptable Debt Reestructuring in the Euro Zone será apresentado em Lisboa por um dos seus autores, o economista Charles Wyplosz. A iniciativa é do Prof. Eduardo Paz Ferreira, responsável do IDEFF - Instituto de Direito Económico Financeiro e Fiscal, da Faculdade de Direito de Lisboa. Na mesa, para debaterem, estarão Victor Bento, João Cravinho e José Maria Castro Caldas.
A sessão será no dia 20 de junho, pelas 9.30 da manhã. A entrada é livre mediante inscrição prévia e sujeita à capacidade da sala (217962198 | 961497070)



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Saída limpa não é apenas não precisar de assinar um papel


Saída limpa não é apenas não precisar de assinar um papel, é ter condições de financiamento sustentável da divida. Este governo pôs a divida nos 130% do PIB, um recorde, e não é comportável financiar esta divida a 5,1% como aconteceu a semana passada. 
Percebe-se melhor se pensarmos que o juro do "stock" global da dívida portuguesa anda pelos 3,2% e que contrair mais dívida a 5,1%  é um preço inaceitável. E coloca-se dívida a 10 anos, a este valor, para quê? Apenas para empurrar até 2024, mais 10 anos, uma responsabilidade
Fala-se num acordo politico. Mas para quê? Todos perceberão que só o governo e a troika concordam com esta política e que o PS não pode ser cúmplice de uma política de empobrecimento. 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

AJ Seguro: Colocação de dívida: "A taxa alcançada é insuportável "

O secretário-geral do PS considerou ontem insuportável" para as contas públicas a taxa obtida pelo Estado Português na emissão de dívida a dez anos, adiantando que irá acrescentar problemas ao país.
A posição foi assumida por António José Seguro, depois de Portugal ter obtido uma taxa de juro de 5,112 por cento pelos três mil milhões de euros de dívida a 10 anos colocados numa operação sindicada que atraiu uma procura na ordem dos 9,5 mil milhões de euros.
"A taxa alcançada é insuportável para as contas públicas portuguesas", afirmou o líder socialista, salientando que a dívida pública nacional cresceu agora mais três mil milhões de euros.

Constança Cunha e Sá "Empurrar com a barriga problema que nos vai cair em cima"

É sempre bom quando não estamos sozinhos. Escrevi ontem: A ida aos mercados tem-se revelado como uma espécie de "empurrar o problema com a barriga". De facto, contraem-se novas dívidas para um prazo ulterior, mas ficamos mais endividados, porque não há crescimento.
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"A comentadora política e jornalista, Constança Cunha e Sá, que falava ontem à noite na antena da TVI24, contrariou o otimismo do Executivo quanto aos resultados da emissão de dívida pública a 10 anos, assinalando que o Governo “está a empurrar com a barriga para a frente um problema que mais tarde ou mais cedo vai cair em cima de nós, porque isto [a dívida] não é pagável”.
 “Como é que o país paga uma dívida com estas taxas juro? Não é possível”. Grosso modo, a questão levantada pela comentadora política Constança Cunha e Sá sintetiza aquela que é a sua posição no que à emissão de dívida pública a 10 anos, realizada ontem, diz respeito.
No entender da jornalista, que falava na TVI24, a “dívida é insustentável”, sendo que “temos uma taxa de juro que ainda é muito alta”, isto, quando Portugal está, sensivelmente, a três meses de concluir o programa de ajustamento financeiro.
Assim, e em sentido contrário ao otimismo veiculado pela maioria governativa, Constança Cunha e Sá lembrou que “temos um défice e não é pequeno” e que “estas taxas de juro não são suportáveis”, pelo que se “está a empurrar com a barriga para a frente um problema que mais tarde ou mais cedo vai cair em cima de nós, porque isto não é pagável.”.

E, realçou ainda: “Toda a gente tem muito medo da reestruturação da dívida, mas ninguém consegue explicar como é que se paga esta dívida”(...)

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Banco de Portugal - Dívida portuguesa em dois anos subiu de 94 para 131% do PIB

Os nossos esforços têm sido em vão. Todos os cortes de subsídios, salários e pensões revelam-se negativos. 

Para onde foi o dinheiro? Não há obras, não investimento público, mas a dívida aumenta. A engenharia financeira para apresentar "pseudo-bons" resultados dá nisto:

"A dívida das administrações públicas, na ótica de Maastricht, superou os 130% do PIB no primeiro semestre deste ano, para os 214.573 milhões de euros, segundo o Banco de Portugal."

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Dívida pública já explodiu no 1º trimestre - 127,1% do PIB

O desastre é enorme. Agora TODOS podem perceber que o falhanço de Passos Coelho é total.

"A dívida pública nos critérios de Maastricht atingiu os 127,1% do PIB no primeiro trimestre, segundo os cálculos hoje divulgados pelo Conselho de Finanças Públicas. 


Na sua análise provisória às contas das administrações públicas, hoje divulgada, o CFP refere que este valor "situa-se acima da meta estabelecida para o ano de 2013 (122,3% do PIB) e traduz um incremento de 3.799 milhões de euros (3,4 pontos percentuais do PIB) face ao registado no trimestre anterior". 



No entanto, na ótica das contas nacionais, a dívida pública portuguesa atingiu os 133,2% do PIB entre janeiro e março, mais 6,2 pontos percentuais do que nos parâmetros de Maastricht, estima o CFP, explicando que isto se deve sobretudo ao facto de a dívida comercial não ser considerada."

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Unidade Técnica da AR - - Dívida do Estado cresceu +4,7% do que o homólogo mês de Maio

UTAO -  défice das administrações públicas no primeiro trimestre deste ano, de 10,6%, "é o mais elevado desde o início do programa"(...) A dívida direta do Estado atingiu os 203.473 milhões de euros no final de maio, mais 4,7% do que em igual período de 2012, segundo as estimativas da UTAO.
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UTAO -  défice das administrações públicas no primeiro trimestre deste ano, de 10,6%, "é o mais elevado desde o início do programa", em contas nacionais, e considerando apenas o primeiro trimestre é o mais alto desde 2009. De acordo com uma nota informativa da UTAO, considerando apenas os valores relativos ao primeiro trimestre de cada ano, "é necessário recuar a 2009 para encontrar um défice global em percentagem do PIB mais elevado", período em que o défice foi de 10,9% do PIB.

O défice das administrações públicas, em contas nacionais, do primeiro trimestre consumiu já quase metade do total previsto para o conjunto de 2013, segundo estimativas da UTAO.

O cumprimento da meta do défice para este ano, de 5,5% do PIB, está em risco devido aos "recentes desenvolvimentos no plano político", alertou a UTAO. 

Na argumentação, a UTAO refere que, "na sequência das recentes perturbações de natureza política", a agência de notação financeira Standard and Poor's reviu, a 05 de julho, as perspetivas da dívida soberana de Portugal de estáveis para negativas e que o jornal Financial Times, na semana passada, alertou para "os riscos orçamentais associados à instabilidade política" no país.

A dívida direta do Estado atingiu os 203.473 milhões de euros no final de maio, mais 4,7% do que em igual período de 2012, segundo as estimativas da UTAO.
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sexta-feira, 8 de março de 2013

PS aconselha um PSD "surdo" a todos a ouvir as agências de rating

O PS desejou hoje que o Governo da maioria PSD/CDS-PP inverta o rumo da austeridade rumo ao crescimento económico, ouvindo as agências de ‘rating’, após a Standard & Poor's ter revisto o estatuto do país.
"É bom, foram boas para Portugal duas decisões que o Governo português não quis e não pediu: a extensão dos prazos de empréstimo e dos prazos para ajustamento do défice", salientou o deputado socialista Pedro Marques. 
"Convinha que [o Governo] olhasse para o resto. Melhorar o ‘rating' é regressar as políticas de crescimento e ao investimento. Se não ouve os portugueses, a concertação, o Presidente da República, os partidos políticos, talvez ouça as agências de ‘rating'". 
Para Pedro Marques, "o Governo tem andado permanentemente contrariado na mudança do processo de ajustamento" quando, "aparentemente, até as agências de ‘rating' percebem que mais tempo para pagar a dívida e para a consolidação orçamental é bom para a dívida pública portuguesa".

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Decisão grega do Eurogrupo pode ser boa para Portugal


SE O GOVERNO OUVIR O PS -  mais tempo e menos juros para Portugal. O Eurogrupo deverá decidir assim, pois foi esta a tardia decisão para a Grécia. O governo português terá de exigir paridade de tratamento. Há muito que deveria ter renegociado em vez de combinar clandestinamente com a Troika o fim do Estado social e o corte de 4000 milhões. Tal como o PS sempre propôs, há outro caminho é POSSÍVEL FAZER MELHOR.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

2012 - NUM SEMESTRE A DÍVIDA PÚBLICA SALTOU de 112 PARA 117,5%

O GOVERNO DE VÍTOR GASPAR CONTINUA A DERRAPAR - A dívida pública portuguesa passa a ser a 3ª mais elevada da União Europeia. Passou de 112 para 117,5% do 1º para o 2º semestre. Talvez por isso, já há poucos dias, o banco japonês Nomura considerava que a proposta de Orçamento do Estado para 2013 depende demasiado de receitas, projetando uma recessão de 2,7 por cento em 2013 e que a dívida pública atinja os 131% do PIB em 2016. A SITUAÇÃO DEGRADA-SE SOB A PASSIVIDADE DE PASSOS COELHO.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

PESADA HERANÇA - de 2011/13 - DÍVIDA PÚBLICA AUMENTA DE 94% para 124%

DÍVIDA PÚBLICA - O REI VAI NÚ - ASSIM É IMPOSSÍVEL - a receita do governo deu este resultado: um país exaurido nos seus recursos, com os sectores estratégicos progressivamente vendidos a pataco (agora a tentativa da CGD), as empresas sem liquidez e em falências recorde, um desemprego sem precedentes, os jovens sem futuro e os reformados traídos. PSD/CDS SEM MAIS DESCULPAS!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

CALOTE DO ESTADO ÁS EMPRESAS 5 MIL MILÕES

HÁ UM ANO ERA UM "DEUS NOS ACUDA", mas agora PSD e CDS "ignoram" que o pagamento à banca resolveria 50% do crédito mal parado.  Como um dia respondeu o ministro "Vítor Gaspar" quando confrontado com a ausência de cortes nas "gorduras do Estado": " é mais fácil dizer, do que fazer". Sim, de facto, PSD e CDS criticaram muito, falaram imenso, mas de concreto nada fizeram para resolver. Pelo contrário. O PROBLEMA DO CRÉDITO MAL PARADO E DAS DÍVIDAS É AGORA MAIOR.