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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Estado da Nação - José Junqueiro questiona Passos Coelho



A coreografia do desemprego – superior ao de 2011- tenta evitar a verdade dos factos. E foi por aqui que também questionei o primeiro-ministro sublinhando a realidade nacional e a do distrito de Viseu. 
Pedi-lhe, por exemplo, que explicasse por que motivo esconde das estatísticas os 160 mil temporários (estágios e formação), os 260 mil inativos operacionais ou cerca de 400 mil emigrados. Não explicou.
No nosso distrito, em maio, como referi ao primeiro-ministro, segundo os dados oficiais, o desemprego aumentou 30% nestes quatro anos, sendo que entre os jovens, com idade inferior a 25 anos, essa percentagem atingiu os 62%. (...) Se não esquecermos que a maioria absoluta de todos eles, 58%, já não tem qualquer apoio, facilmente perceberemos o drama social.
E, por isso, critiquei-o por se "gabar" de pagar menos subsídios de desemprego, por que isso não resultava, como demonstrei, de existir mais emprego, mas por ter abandonado os portugueses à sua sorte.

domingo, 27 de julho de 2014

Deputado José Junqueiro interpela primeiro-ministro (in PS Notícias)

José Junqueiro (foto PsSNotícias)
Estado da Nação - as últimas perguntas no debate de 2014, a que o primeiro-ministro não respondeu. Apenas fez a promessa de aplicar os fundos de 5 M M €, do último QREN que ainda não foi capaz de lançar na economia. Um embaraço!!!

"O deputado José Junqueiro, no debate sobre o Estado da Nação, interpelou o primeiro-ministro, começando por questionar que metas foram, afinal, atingidas pelo governo: “A subida da dívida de 94% para 133% foi uma meta? E mais de 200 mil emigrantes, sobretudo jovens, foi uma meta?”.
José Junqueiro aproveitou ainda o anúncio do “fim o estado de emergência”, feito por Passos Coelho na sua intervenção inicial, para perguntar se é desta que o governo “vai seguir as propostas do PS e implementar uma fiscalidade amiga das famílias e das empresas, no IRS, IVA, IRC e criar a conta corrente entre o Estado e as empresas?”.
“E os cortes provisórios vão deixar de ser definitivos?”, questionou José Junqueiro que quis também saber se o Governo vai “na Saúde, devolver ao SNS os recursos humanos e materiais que permitam reverter a degradação do SNS? Na Justiça, impedir a extinção de tribunais e permitir que as pessoas tenham melhor acesso e mais proximidade à Justiça? Nas Finanças, travar a extinção de 150 repartições, permitindo o acesso das pessoas e travando a desertificação? “
O deputado socialista terminou a sua interpelação com o QREN, perguntando a Pedro Passos Coelho se “está em condições de garantir que, finalmente, os 5 mil milhões que temos em carteira vão ser lançados na economia?”."

sábado, 5 de julho de 2014

Em resposta a José Junqueiro, Passos Coelho promete em 2 meses o que não fez em 3 anos

Mais uma promessa de Passos Coelho, em resposta, apenas uma,  às várias perguntas que lhe fiz na AR durante o debate sobre o Estado da Nação: " ... quais as medidas previstas pelo executivo "para lançar na economia 5 mil milhões de euros que ainda tem do atual quadro comunitário de apoio"? Como de costume eis a resposta: "Os 5 mil milhões de euros do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) serão utilizados, o senhor deputado não se preocupe com isso". "Nós vamos utilizar bem esse dinheiro"

"O primeiro-ministro afirmou que o Governo conta lançar a partir de setembro ou outubro concursos de acesso a fundos europeus do quadro comunitário 2014-2020 e que as verbas restantes do anterior quadro serão utilizadas.

"O novo quadro arranca em 2014, e nós contamos, do nosso lado, pelo menos, ter tudo em condições para a partir de setembro, outubro poder estar a lançar concursos para o novo quadro de fundos europeus", declarou Pedro Passos Coelho, na Assembleia da República, durante o debate sobre o estado da Nação.

... o deputado do PS José Junqueiro tinha questionado quais as medidas previstas pelo executivo "para lançar na economia 5 mil milhões de euros que ainda tem do atual quadro comunitário de apoio".

Em resposta a José Junqueiro, o chefe do executivo PSD/CDS-PP declarou: "Os 5 mil milhões de euros do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) serão utilizados, o senhor deputado não se preocupe com isso". "Nós vamos utilizar bem esse dinheiro", acrescentou. (...)"

quinta-feira, 3 de julho de 2014

José Junqueiro - questiona o 1º Ministro - Estado da Nação


Síntese- Perguntas objetivas ao PM sobre duas das suas afirmações"Atingimos todas as metas"; "Chegou ao fim o estado de emergência". 
Neste contexto: quanto às metas: a subida da dívida de 94% para 133% foi uma meta? E mais de 200 mil emigrantes, sobretudo jovens, foi uma meta? 
Quanto ao fim do estado de emergência: Vai agora seguir as propostas do PS e implementar uma fiscalidade amiga das famílias e das empresas, no IRS, IVA, IRC e criar a conta corrente entre o Estado e as empresas? 
Os cortes provisórios vão deixar de ser definitivos? Está em condições deafirmar que não vai voltar a cortar nos salários, reformas e pensões? Vai, na Saúde, devolver ao SNS os recursos humanos e materiais que permitam reverter a degradação do SNS? Na Justiça, vai impedir a extinção de tribunais e permitir que as pessoas tenham melhor acesso e mais proximidade à Justiça? Vai, nas Finanças, travar a extinção de 150 repartições, permitir o acesso das pessoas e travar a desertificação? 
Quanto ao atual QREN, está em condições de garantir que, finalmente, os 5 mil milhões que temos em carteira vão ser lançados na economia?....

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Estado da Nação - Foi há um ano a demissão irrevogável de Portas

A crise aberta por Paulo Portas no Governo custou ao pais milhares de milhões de euros. Foi há um ano. Os mercados não perdoaram. O povo esqueceu-se? Espero que não!
Fala-se em consequências das decisões do TC, uma gota de água se comparada com o prejuízo que esta crise originou para as finanças de todos. 
No entanto, o infrator "irrevogável" deu um mortal de costas assim que foi promovido a vice-primeiro ministro. E Passos Coelho teve de digerir mais este dislate, porque também não teve rasgo para a dignificação da coisa pública. Fica para a memória no dia do debate do Estado da Nação.

terça-feira, 1 de julho de 2014

(JNeg.) Estado da Nação - antecipação do debate - PS (José Junqueiro)

O debate do Estado da Nação de quarta-feira decorrerá entre o signo das oportunidades criadas pelo pós-´troika' projectadas pela maioria PSD/CDS-PP e o "país mais pobre" com que PS, PCP, BE e PEV querem confrontar o Governo.
"O Estado da Nação é o estado do país mais pobre, mais endividado e mais desigual", disse à Agência Lusa o vice-presidente da bancada do PS José Junqueiro, sublinhando que "100 pessoas todos os dias entram numa lista de incumprimento, famílias que entregam as casas à banca, pessoas, mais jovens sobretudo, que procuram a vida fora do país e na emigração".

"A nossa dívida subiu exponencialmente de 94 para 133 por cento. A austeridade provou que não valia a pena, temos pior economia, o PIB caiu no primeiro trimestre, tal como as vendas a retalho, a maior queda em toda a Europa, a queda sucessiva das exportações, uma dificuldade acrescida de criar uma economia sustentável", argumenta, apontando também para um mais difícil acesso à educação, justiça e saúde.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O GOVERNO CHUMBOU - SEGUE SOZINHO

Sintese - "os portugueses cumpriram" os compromissos internacionais a que o país foi sujeito, "mas o Governo falhou" na receita aplicada...
os socialistas rejeitarão a repetição de medidas de criação de sobretaxas em relação ao subsídio de Natal ...
"Não lhe exijo milagres, mas lucidez para entender que o caminho que está a seguir é errado e perigoso...

LUSA
O secretário-geral do PS advertiu hoje que a agenda ideológica seguida pelo Governo está a dificultar cada vez mais a hipótese de consensos políticos e ameaça "romper" em breve o contrato social.
Estes recados foram transmitidos por António José Seguro no discurso que fez no debate sobre o ‘estado da Nação’, em que sustentou a tese de que "os portugueses cumpriram" os compromissos internacionais a que o país foi sujeito, "mas o Governo falhou" na receita aplicada. 
Já depois de ter frisado que os socialistas rejeitarão a repetição de medidas de criação de sobretaxas em relação ao subsídio de Natal - isto, eventualmente, para corrigir um desvio orçamental -, António José Seguro deixou uma série de avisos ao Governo sobre o percurso a seguir nos próximos meses. 
"Não lhe exijo milagres, mas lucidez para entender que o caminho que está a seguir é errado e perigoso. Ao longo do último ano, o papel desempenhado pelo PS foi uma mais-valia única, de resto salientada por todas as análises internacionais, mas o Governo malbaratou essa vantagem, muitas vezes de forma gratuita", considerou Seguro.
 Neste contexto, o líder socialista disse que o ataque ao PS, "sem possibilidade regimental de resposta, tornou-se uma rotina para o Governo e para a maioria PSD/CDS".
 "A vossa postura e a vossa agenda ideológica tornam cada vez mais difíceis os consensos no país. O Governo faz as suas escolhas e será responsabilizado por elas", acentuou o secretário-geral do PS, antes de se dirigir diretamente a Pedro Passos Coelho.
"Quero ser claro senhor primeiro-ministro, as suas escolhas não são nem serão as nossas escolhas. O PS manterá o caminho da responsabilidade e da defesa do interesse nacional, mas há outro caminho alternativo para Portugal", afirmou.
Ao longo do seu discurso, António José Seguro procurou defender a tese de que em Portugal há ainda uma ampla maioria favorável ao cumprimento dos compromissos assumidos por Portugal no quadro da ajuda externa, dizendo, a este propósito, que a questão "não é entre responsabilidade e irresponsabilidade, mas entre dois caminhos alternativos para alcançar os mesmos objetivos".
 De acordo com o líder do PS, o Governo seguiu uma linha que ameaça agora fazer "romper o contrato social", depois de ter criado "sem necessidade" uma sobretaxa dos subsídios de Natal, de cortar subsídios aos trabalhadores do setor público e pensionistas (medida que não estava no memorando), de ter "fragilizado" a escola pública e de "dificultar o acesso aos cuidados de saúde" com a adoção de aumentos dos custos dos transportes de doentes e de taxas moderadoras.
 No capítulo da educação e da formação profissional, António José Seguro trouxe à memória de Pedro Passos Coelho a forma como caraterizou no ano passado, em campanha eleitoral, o programa "Novas Oportunidades", uma "certificação da ignorância", e o que então disse a uma cidadã de Vila Real que frequentava esse mesmo programa.
"Disse-lhe, espero que isso lhe sirva para alguma coisa. Pois bem senhor primeiro-ministro, essa senhora que encontrou, Ana Santos Lopes conseguiu emprego na empresa em que estava a estagiar", referiu Seguro.
 Segundo o secretário-geral do PS, o atual Governo PSD/CDS teve todas as condições políticas e sociais para cumprir o programa de assistência económica e financeira.
"Teve tudo à sua disposição: Uma maioria absoluta [No Parlamento], um Presidente da República solidário, uma postura construtiva e responsável do PS, a cooperação dos parceiros sociais. Mas é este o ‘estado da Nação’, um país mais pobre, paralisado, desmoralizado e um primeiro-ministro passivo e de braços caídos", considerou o secretário-geral do PS.

"Teve tudo à sua disposição: Uma maioria absoluta [No Parlamento], um Presidente da República solidário, uma postura construtiva e responsável do PS, a cooperação dos parceiros sociais.
Mas é este o ‘estado da Nação’, um país mais pobre, paralisado, desmoralizado e um primeiro-ministro passivo e de braços caídos", considerou o secretário-geral do PS.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

ESTADO DA NAÇÃO - 114 PERGUNTAS APRESENTADAS POR CIDADÃOS

O grupo parlamentar do PS anunciou hoje que vai enviar ao Governo 114 perguntas que recolheu dos portugueses através da Internet, com a intenção de "dar voz ao sentimento da nação".
 Em conferência de imprensa, na Assembleia da República, o líder parlamentar do PS, Carlos Zorrinho, disse que os socialistas receberam "milhares de interações" através de formulários disponibilizados numa página da Internet "mais de 600 perguntas", algumas das quais sobre temas repetidos.
 "Nós, porque também não queremos que o Governo nos acuse de estarmos a perturbar o trabalho governativo, condensámos essas perguntas em 114 perguntas, que vamos enviar hoje mesmo", acrescentou o líder parlamentar do PS, adiantando que a maioria das questões, 49, são dirigidas ao ministro da Economia e Emprego, Álvaro Santos Pereira.
 Carlos Zorrinho e o vice-presidente da bancada socialista José Junqueiro afirmaram que o PS vai também fazer chegar algumas destas questões ao Governo durante o debate sobre o "estado da Nação", na quarta-feira à tarde.
"Entendemos que era importante dar voz aos portugueses e transmitirmos também aqui nesse debate o sentimento da nação, ou seja, o sentimento das pessoas no terreno", declarou Zorrinho.
 Por sua vez, José Junqueiro referiu que o PS preparou o debate do quarta-feira com reuniões temáticas e visitas pelo país, concluindo que isso o permitirá "questionar o Governo e o senhor primeiro-ministro a partir daquilo que os portugueses querem que seja respondido".
 "As perguntas que nós recebemos são muito genuínas, muito diretas. E é esse caráter genuíno, essa voz que nós queremos apresentar amanhã [quarta-feira] no debate do ‘estado da Nação’, tornando-o assim um debate entre o Governo, o primeiro-ministro, e os cidadãos, através do PS", concluiu.
 Entre as 114 perguntas dirigidas pelo PS ao Governo estão questões sobre o reembolso do IRS, a contratação de enfermeiros e de médicos para o Serviço Nacional de Saúde, sobre o aumento do número de alunos por turma, a revisão curricular e o desporto escolar, sobre os pedidos de extensão de convenções coletivas, sobre o desmantelamento dos centros "Novas Oportunidades", a extinção de tribunais e a situação das prisões e sobre complementos de reforma dos militares.
 Por outro lado, os socialistas perguntam ao Ministério das Finanças se "pensa o Governo adotar medidas no sentido de atenuar os sacrifícios impostos aos trabalhadores da administração pública nas situações em que ambos os cônjuges sejam trabalhadores da administração pública sujeitos aos cortes e suspensões remuneratórias" previstos no Orçamento do Estado para 2012.
 O PS interroga ainda o executivo sobre medidas concretas para promover a criação de emprego, para combater o desemprego, com destaque para o desemprego dos jovens, para combater as carências alimentares das famílias, as desigualdades sociais, a precariedade laboral e a corrupção, e de apoio à natalidade.