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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

(Sond.Católica) - Ant1, RTP/JN/DN - Coligação (41%), PS (34%) BE (11%) e PAN (2%) sobem

PS e PàF estão a subir. O PCP continua a afundar-se. PS e BE já somam 45%, mais 4% do que a PàF. A decisão de Cavaco indigitar Costa foi considerada a melhor (...) 30% dos que votaram BE e PCP dariam liderança do governo a Passos Coelho.  A leitura política diz que há governo para 4 anos. PCP já perdeu as condições para fraturar. Seria muito penalizado.

"Coligação PSD/CDS reforça intenções de voto, mas sem maioria absoluta. Inquiridos dizem que Costa devia ter negociado à direita
Dois meses após as eleições legislativas e muita confusão política até se chegar a um governo do PS apoiado pela esquerda parlamentar, os eleitores continuam a colocar a coligação PSD/CDS à frente nas intenções de voto.
O resultado da aliança entre Pedro Passos Coelho e Paulo Portas até sobe para os 41%, mais 1,5% do que o resultado conseguido a 4 de outubro, mas não chega à maioria absoluta.
No barómetro do Centro de Sondagens da Universidade Católica para a Antena 1, RTP, JN e DN, o PS também sobe nas intenções de voto para os 34%, mais 1,7% do que em relação às últimas legislativas. As restantes forças políticas mantêm a mesma ordem, com o BE à frente do PCP e a subir ligeiramente nas intenções de voto. Só a CDU (PCP e Verdes) desce relativamente ao resultado obteve a 4 de outubro.
A maioria dos inquiridos nesta sondagem - que foi efetuada nos dias 5 e 6 de dezembro, ou seja já após a tomada de posse do governo de António Costa - considera que Pedro Passos Coelho deveria ter sido o primeiro-ministro a sair das eleições, com 52% a pronunciarem-se nesse sentido, contra 37% a escolherem o líder do PS para liderar o executivo e só 11% a não saberem ou quererem responder.
Obviamente que ao isolar a perguntas consoante as opções de voto as respostas variam substantivamente: Passos deveria ser primeiro-ministro para quase todos os eleitores da coligação Portugal à Frente (94%); já Costa é o nome escolhido por 75% dos eleitores socialistas e 55% para os do BE e 53% dos do PCP.
30% dos que votaram BE e PCP dariam liderança do governo a Passos Coelho
Curiosamente, nestes dois partidos de esquerda que suportam o executivo socialistas há ainda uma franja considerável de mais de 30% que dariam a liderança do governo a Passos Coelho. No PS essa margem é mais residual e fica-se nos 19%.
Cavaco fez a melhor solução
Confrontados com a decisão de Cavaco Silva em indigitar António Costa a 24 de novembro para primeiro-ministro - tendo em conta os resultados eleitorais e a composição do Parlamento (que dá uma maioria à esquerda) ¬¬- a maioria dos inquiridos acaba por a considerar a "melhor solução". Neste sentido pronunciam-se 49% da totalidade dos sondados, contra 35% que rejeitam a opção do Presidente da República. E só 16% não se quiseram pronunciar.
Uma vez mais, apenas os eleitores da PáF consideram, na sua maioria (64%), que a indicação de António Costa não foi a melhor solução, tendo em conta os resultados eleitorais. De resto, os eleitores dos partidos à esquerda, numa expressiva maioria entendem que Cavaco tomou a decisão adequada aos interesses do país.
44% preferiam que PS tivesse viabilizado governo PSD/CDS
Mas quando questionados sobre as opções do PS, entre ter escolhido viabilizar um governo PSD/CDS ou aliar-se ao BE, PCP e Verdes para formar um executivo de esquerda, 44% preferiam a primeira opção, contra 39% e 17% que não souberam ou quiseram responder. A decisão de Costa de se aliar a Jerónimo de Sousa e a Catarina Martins é legitimada pela maioria dos seus eleitores (71%), tal como pela maioria dos votam PCP e BE.
Os eleitores estão em geral satisfeitos com a sua opção de voto nas últimas legislativas. Apesar de tudo, é entre os eleitores da CDU que se encontra a maior percentagem de insatisfeitos (25%)."


sábado, 18 de outubro de 2014

Sond. Católica (RTP/ANT1) - PS na Maioria Absoluta e Costa o mais popular

Hoje, o PS ganharia com 45%, mais 13% do que PSD(28%) e CDS(4%) juntos. CDU e BE descem.
Quase 70% das pessoas acham que o governo é mau ou muito mau
António Costa é o mais popular com 62%. 
O estudo realizado duas semanas após a vitória de António Costa nas Primárias do PS revela um desejo de mudança dos portugueses, que castigam os partidos do Governo com percentagens que são das piores já registadas, quer pelo PSD quer pelo CDS-PP.

O Partido Socialista está à beira de uma maioria absoluta nas legislativas do próximo ano, aponta o barómetro realizado pela Universidade Católica para a RTPAntena 1Jornal de Notícias eDiário de Notícias. O estudo realizado duas semanas após a vitória de António Costa nas Primárias do PS revela um desejo de mudança dos portugueses, que castigam os partidos do Governo com percentagens que são das piores já registadas, quer pelo PSD quer pelo CDS-PP.
Estes números foram obtidos calculando a percentagem de intenções diretas de voto em cada partido em relação ao total de votos válidos (excluindo abstenção e não respostas) e redistribuindo indecisos com base numa segunda pergunta sobre intenção de voto. São apenas consideradas intenções e inclinações de voto de inquiridos que dizem ter a certeza que vão votar ou que dizem que em princípio vão votar.O estudo da Universidade Católica para a RTP e Antena 1 revela uma clara intenção de mudança do universo eleitoral português, que ganha força na resposta sobre a abstenção: 70% dos inquiridos manifestam a intenção de votar (15% “em princípio” e 55% “de certeza”). Dados que quebram o ciclo de crescimento da abstenção dos últimos atos eleitorais.
Assim, se as eleições fossem hoje - e respondendo já depois de António Costa assumir a liderança do PS – 45% dos inquiridos votariam no PS, percentagem que em anteriores cenários eleitorais já valeu ao PS uma maioria absoluta. No PSD votariam 28% da amostra e 4% no CDS-PP, o que representa para a atual coligação uma queda superior aos 10 pontos percentuais, face à última sondagem.
À esquerda, a CDU (coligação do PCP com os Verdes) garante 10% de intenção de voto (desce 2 pontos) e o BE prossegue a curva descendente com apenas 4% da preferência da amostra. O Bloco é o partido que mais cai desde o barómetro anterior (tinha 7%).
Estes dados revelam ainda que, desde o barómetro realizado em abril, a diferença entre PS e PSD alargou-se de 6 para 17 pontos percentuais. Os socialistas são aliás o partido que mais sobe desde o estudo anterior, com mais 9 pontos.Efeito Costa
Os números da sondagem vão no sentido de um novo ciclo sob a liderança de António Costa como candidato do PS a primeiro-ministro. Quando questionados acerca das personalidades mais influentes da vida política portuguesa, é António Costa que merece mais avaliações positivas (62%), seguido a uma larga distância por Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP (53%). Todos os outros líderes partidários e o Presidente Cavaco Silva têm avaliações abaixo dos 50%.
António Costa consegue uma preferência pouco inferior àquela de Passos Coelho e Paulo Portas em conjunto (respectivamente 36% e 33% para uma soma de 69%). Os líderes dos partidos que compõem a coligação do Governo são as figuras políticas mais penalizados nesta avaliação.
De referir ainda a entrada para esta tabela de Marinho e Pinto, que recolhe para já 47% de avaliações positivas. Cavaco Silva, que em abril obteve 48% de avaliações positivas, fica-se agora pelos 46%.

Apenas 22% dão nota positiva ao Governo
À semelhança do barómetro realizado há seis meses, o desempenho do Governo continua a colher uma avaliação esmagadoramente negativa (37% Mau e 33% Muito Mau).
Face a estes dados penalizadores para o Executivo Passos-Portas, as pessoas que respondem à sondagem manifestam-se contudo descrentes (54%) na capacidade de qualquer dos outros partidos para fazer melhor.
Apenas 26% dos inquiridos acreditam nas capacidades dos partidos da oposição. Destes, 61% apontam o PS como a melhor alternativa à coligação PSD-CDS. A CDU mereceu 16% e o BE 7%.

Coligações sim… mas à esquerda
 A Universidade Católica questionou ainda a amostra do Barómetro quanto aos cenários eleitorais do próximo ano (caso se mantenha o calendário eleitoral previsto).
A ideia que fica das respostas é que a maior parte dos inquiridos que votam PSD ou CDS-PP defendem que devem concorrer coligados (PSD: 60% contra 33%; CDS: 62% contra 32%).
Já os eleitores identificados com a esquerda parlamentar (PS, CDU e BE) consideram que a coligação deve dissolver-se para as próximas Legislativas.
Colocados perante o cenário de uma vitória do PS no próximo escrutínio, os eleitores de direita preferem um executivo de coligação do PS com um partido da direita a um Governo apenas socialista. O mesmo sucede com os partidos à esquerda do PS, que manifestam igualmente a preferência por um executivo de coligação, neste caso com um partido de esquerda.
Os eleitores do PS prererem um governo de partido único, o Partido Socialista (46%, contra 32% de eleitores socialistas que aceitariam de bom grado uma coligação à esquerda).

Ficha Técnica

Esta sondagem foi realizada pelo CESOP–Universidade Católica Portuguesa para a Antena 1, a RTP, o Jornal de Notícias e o Diário de Notícias nos dias 11, 12 e 13 de outubro de 2014. O universo alvo é composto pelos indivíduos com 18 ou mais anos recenseados eleitoralmente e residentes em Portugal Continental. Foram selecionadas aleatoriamente dezanove freguesias do país, tendo em conta a distribuição da população recenseada eleitoralmente por regiões NUT II e por freguesias com mais e menos de 3200 recenseados. A seleção aleatória das freguesias foi sistematicamente repetida até que os resultados eleitorais das últimas eleições legislativas nesse conjunto de freguesias (ponderado o número de inquéritos a realizar em cada uma) estivessem a menos de 1% dos resultados nacionais dos cinco maiores partidos. Os domicílios em cada freguesia foram selecionados por caminho aleatório e foi inquirido em cada domicílio o mais recente aniversariante recenseado eleitoralmente na freguesia. Foram obtidos 1064 inquéritos válidos, sendo 62% dos inquiridos do sexo feminino, 36% da região Norte, 18% do Centro, 31% de Lisboa, 8% do Alentejo e 7% do Algarve. Todos os resultados obtidos foram depois ponderados de acordo com a distribuição de eleitores residentes no Continente por sexo, escalões etários, região e habitat na base dos dados do recenseamento eleitoral e do Censos 2011. A taxa de resposta foi de 66%*. A margem de erro máximo associado a uma amostra aleatória de 1064 inquiridos é de 3%, com um nível de confiança de 95%.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Sondagem - PS sobe a 35%, PSD aguenta-se, Portas e CDS afundam-se

Paulo Portas, CDS e PR afundam-se. PS continua a subir (+4%) e está à frente, mas com uma distância curta do PSD  que também sobe assimilando o CDS e caminha para ser o único representante da direita. 

PCP e BE somam juntos 18%. Partidos à esquerda detêm 53%.

Paradoxalmente, o CDS/PP, quase inexistente na sondagem, detém um poder absoluto no governo ou, pelo menos, em função das pasta 50% desse poder. 

E assim vai perdendo cada vez mais sentido o voto dos portugueses em 2011.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

SOND. CATÓLICA - PS E SEGURO MUITO À FRENTE - PS IGUAL A SOMA DE PSD+CDS

PORTUGUESES RETOMAM CONFIANÇA NO PS E CHUMBAM COLIGAÇÃO - Se as eleições fossem hoje Portugal teria um novo 1º Ministro: António Seguro. O PSD dá um trambulhão colossal muito em linha com o descalabro em que lançou o país. O CDS sob um ponto e a esquerda junta soma 2/3 do eleitorado. Para um PSD que fez pouco da manifestação de 15 de Setembro, dizendo que não tinha afetado a sua base de apoio, como repetiu ontem na AR Carlos Abreu Amorim, este estado de espírito revelado pela sondagem da CATÓLICA É MUITO PEDAGÓGICO.