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domingo, 13 de setembro de 2015

Titanic - Coligação em queda acelerada ... até à queda final!

Passos Coelho e a coligação saíram diminuídos do debate com António Costa. Um balde de água fria. A escolha de Miguel Relvas para comentar foi ainda pior. Até dá a impressão que não há memória e que os eleitores não têm opinião própria. 

A ideia de privatizar a Segurança Social e o abandono à sua sorte dos "lesados do BES" explicam bem que aquela intenção (de privatizar) pode acabar em tragédia social. É que o Governo acha que os Estado não pode ser responsável por nada, nem mesmo por um poder regulador inequivocamente mais forte. 
A coligação está em queda acelerada, já deu conta, mas a orquestra continua a tocar, tal como no Titanic. 

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O fim de semana em que a coligação perdeu as eleições

A intranquilidade é, regra geral, má conselheira. Paulo Rangel meteu a Justiça ao barulho insinuando que é partidarizável. Os juízes reagiram forte às declarações: "foram infelizes e não dignificavam os políticos". E os comentadores, mesmo os oficiais do meio laranja, não pouparam o dislate.
Passos Coelho foi a cereja em cima do bolo ao afirmar - traído pela memória - que a política não é para "beneficiar alguns amigos" revelou não estar em grande "tecnoforma". Na verdade, desde as quase 6 mil nomeações, passando por martelados concursos "cresapeanos" até à tentativa de ajuste direto do Metro do Porto e da STCP, em véspera de finados, esqueceu-se de tudo um pouco. 
Ao mesmo tempo, António Costa, em Sto Tirso, era levado em ombros e no comentário dominical Marcelo confirmou que tudo lhe tinha corrido bem. Ou muito me engano ou este foi o fim de semana em que a coligação perdeu as eleições.