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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Viseu - CP Distrital do PS - Análise das eleições

No dia 19 reuniu no Solar dos Peixotos a CP Distrital do PS. Teve como objetivo a análise da situação política.  Mais de 20 intervenções que na sua maioria, deixaram claro que o PS no distrito, tal como a nível nacional, ficou muito aquém dos objetivos. Em Viseu falhou também também a eleição do 4º deputado. O distrito foi o único no país que não teve cabeça de lista próprio. E ficou claro que legislativas não são autárquicas e que comparações artificiais não colam. Acácio Pinto explicou isso muito bem.

Reiterei a minha posição de sempre. Quem ganha tem não só o direito, mas também a obrigação de governar. 
O secretário-geral do PS teria feito bem ao ter assumido a derrota – que não foi por “poucochinho” – bem como a liderança da oposição parlamentar. Se a convergência à esquerda é importante, então uma incidência parlamentar, tácita ou explícita, seria suficiente para introduzir alterações responsáveis ao OE 2016.
A equidade fiscal, a primazia por uma educação, saúde ou segurança social públicas seriam asseguradas, bem como o aumento do salário mínimo, a reversão dos cortes salariais, da privatização da TAP ou a manutenção no Estado de ativos estratégicos tão decisivos como o das águas. Nada ficaria de fora ou ao arrepio da vontade política.
O governo de coligação teria o ónus de trabalhar neste contexto. Se o eleitorado não lhe deu uma maioria absoluta é por ter reconhecido que o Executivo usou e abusou – mal – da que lhe fora confiada. O caminho apontado é o da negociação e da concertação.






sábado, 24 de novembro de 2012

2012 - PASSOS COELHO - DESASTRE NA EXECUÇÃO ORÇAMENTAL


JUNQUEIRO - "O QUE AS PESSOAS PODEM E DEVEM SABER é que de todos os seus sacrifícios, de todos os seus salários, de tudo o que está a ser vendido, de tudo o que está a ser concessionado, não há nenhum cêntimo para a abater à dívida, não há nenhuma consolidação estrutural". "HÁ UM AUMENTO DO DÉFICE, todos os impostos caem, menos o IRS que corresponde aos nossos salários ou a despesa com pessoal que cai é a que corresponde aos subsídios de férias... "espantoso que no subsetor Estado - direções-gerais, ministérios - NÃO TENHA DIMINUIDO A DESPESA. TUDO FALHOU
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José Junqueiro defendeu que os dados da execução orçamental hoje divulgados confirmam "as piores previsões e o falhanço do Governo", sem "nenhuma consolidação estrutural" mas apenas "um disfarce conjuntural".
 "Só no final do ano é que poderemos dizer com verdade qual foi o défice real", afirmou José Junqueiro, que considerou, no entanto, que não será atingido o défice de 5% já corrigido em alta. Para o deputado socialista, "atualmente, o que as pessoas podem e devem saber é que de todos os seus sacrifícios, de todos os seus salários, de tudo o que está a ser vendido, de tudo o que está a ser concessionado, não há nenhum cêntimo para a abater à dívida, não há nenhuma consolidação estrutural". "Há um aumento do défice, todos os impostos caem, menos o IRS que corresponde aos nossos salários, a despesa com pessoal que cai é a que corresponde aos subsídios de férias que também não recebemos, há menos 800 milhões de euros na Segurança Social", apontou. José Junqueiro considerou "espantoso que no subsetor Estado - direções-gerais, ministérios - tenha existido uma execução em linha com a do ano anterior". "Ou seja, nada disto serviu para coisa nenhuma porque a despesa acaba por aumentar. É uma leitura que se faz, factual, sem nenhum tipo de contestação. O Governo falhou nesta execução orçamental", defendeu.