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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Nomes das figuras que estão no Padrão dos Descobrimentos

“Em Belém, reergueu-se o Padrão dos Descobrimentos em betão revestido de pedra rosal de Leiria, no decorrer das Comemorações do 5º Centenário da Morte do Infante D. Henrique. O monumento foi inaugurado a 9 de Agosto de 1960.

Lado ESTE


O edifício primitivo do Padrão dos Descobrimentos que Cottinelli Telmo esboçou e Leitão de Barros e Leopoldo de Almeida deram forma mental e plástica, foi erguido em 1940 por ocasião da Exposição do Mundo Português. 

Lado OESTE


Originalmente, era constituído, na sua parte arquitectónica, por uma leve estrutura de ferro e cimento, sendo em estafe a composição escultórica formada por 33 figuras, tendo como figura máxima o Infante D. Henrique.

ROSA DOS VENTOS DO PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS



"Foi a República da África do Sul que ofereceu, para decoração do terreiro de acesso ao Padrão dos Descobrimentos, uma Rosa-dos-Ventos com 50 metros de diâmetro, executada em cantaria de calcário liós negro e vermelho, contendo um planisfério de 14 metros. Naus e caravelas embuídas, marcam as principais rotas da expansão Portuguesa. A autoria do desenho pertence ao arquitecto Cristino da Silva (1896-1976)."

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Governo vende tudo que dê lucro - agora, aos chineses, foram os seguros da Caixa

Assim é fácil para os números, mas dramático para o país. Sem necessidade, como é público, o governo vendeu mais uma ativo importante. Para o Estado apenas fica o que representa despesa. Mil milhões é o encaixe da venda do negócio de seguros da Caixa. Simultaneamente, anunciou mais austeridade sobre os portugueses com corte nas pensões, salários, comparticipação da ADSE, mas com subida da contribuição dos funcionários.

"O conglomerado chinês Fosun International chegou, viu e venceu na privatização do negócio segurador da Caixa. O Governo anunciou ontem a venda de 80% do capital do maior grupo segurador português a este grupo cotado em Hong Kong, que ficou melhor colocado em seis dos nove critérios de avaliação dos candidatos à privatização e que, segundo, apurou o "Diário Económico", promete manter a atual gestão e ajudar a empresa a internacionalizar-se em África e na Ásia."