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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Carlos Moedas pode não ser nomeado como Comissário? Pode acontecer...

Assim poderá ser. Moedas não tem um currículo que lhe permita ombrear com os nomes que o resto da Europa indicou a Juncker.
Este prefere apontar para Maria João Rodrigues. 
A ex-ministra e número dois do PS no Parlamento Europeu tem reconhecimento internacional sólido, da direita à esquerda.
A partidarite de Passos Coelho pode não colar como, aliás, Seguro preveniu. 
Talvez Passos tenha errado. Para estas funções nem tudo se resume a trocos.

"Ao escolher Carlos Moedas para comissário europeu, Passos Coelho não facilitou a vida a Jean-Claude Juncker. 
E pode, com isso, arriscar-se a ver o nome do seu secretário de Estado chumbado no PE ou até fora da lista de nomes confirmados, que o presidente da CE deve fechar até final de agosto. Porquê? 
"É apenas secretário de Estado num conjunto de nomes já conhecidos recheado de ex-ministros e ex-primeiros-ministros" e conta "com a oposição assumida publicamente da eurodeputada Maria João Rodrigues, vice-presidente dos socialistas e com grande influência dentro do grupo", refere o especialista em temas europeus Paulo de Almeida Sande." (Diário Económico- 06-08-2014)

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Carlos Moedas, Comissário Europeu. Mais do mesmo!

Uma escolha partidária. O interesse nacional fica para depois. Um atuação bem na linha deste Governo. 

Após a saída do ministro da Troika, Vitor Gaspar, para funcionário do FMI, temos o secretário de estado da Troika, Carlos Moedas,  a ser encaixado na Comissão Europeia. 

Para o Governo estas nomeações, nomeadamente a de Carlos Moedas, são trocos!!!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

TROCOS: PSD DE CASCAIS PEDE DEMISSÃO DE PSD DO GOVERNO

TROCAR por miúdos. O FMI substitui-se ao governo do 1º ministro Gaspar. Carlos Moedas achou bem e deu trocos dizendo que assim é que é. O CDS também deu trocos a Moedas dizendo que assim é que não é. Carlos Carreiras trocou as afirmações do governo por miúdos e deu trocos a Moedas dizendo-lhe "vá-se embora". A coisa estranha é o CDS não assumir a paternidade da criança, do arraso dos reformados, professores e funcionários públicos em geral. A coisa caritativa é Carlos Carreiras dizer a Moedas que em vez de ir ao Centro de Emprego mais próximo poderia ficar como técnico consultor.