O IEP - Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa - e o IPRI - Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova de Lisboa, promovem hoje um colóquio, moderado por Manuel Braga da Cruz, cujo painel é constituído por Jorge Miranda, David Castano, Maria Inácio Rezzola e Pedro Roseta - "Quarenta anos depois: o impacto do 25 de novembro na Assembleia Constituinte"
Mostrar mensagens com a etiqueta Universidade Católica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Universidade Católica. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
sexta-feira, 19 de junho de 2015
PS (37%) e coligação PSD/CDS (38%) em empate técnico
Contrariamente aos barómetros mensais da Aximage (CM/DE) e Eurosondagem (Sic/Exp), no estudo da Universidade Católica, regista-se um "empate técnico, embora as
intenções de voto pendam pela primeira vez, desde março de 2013, para o lado da
Maioria que suporta o Governo. Não foram distribuídos os indecisos e apenas foram considerados os que afirmaram ir votar. É, pois, uma metodologia diferente.
António Costa consolida uma avaliação muito positiva, superior a 50%, enquanto o primeiro-ministro e o Presidente da República continuam a negativos. Este facto, articulado com um crescimento forte dos indecisos, faz toda a diferença na +projeção que o barómetro não realizou. Mas fica o alerta!
sábado, 19 de abril de 2014
Sond.JN/DN/RTP/A1 - Universidade Católica - PS vale mais do que PSD e CDS juntos
Todas os estudos de opinião apontam no mesmo sentido: o PS a subir e com mais votos do que a coligação.
"A sondagem da Universidade Católica hoje vinda a público está focada em
hipotéticas eleições legislativas e indica uma consolidação do PS à cabeça das
intenções de voto, com o PSD, na segunda posição, a ficar mais longe da
dianteira.
A CDU consolida o terceiro lugar e o CDS, em quarto, regista uma
ligeira subida, insuficiente para compensar o recuo do PSD. Somadas as votações
dos dois partidos de Governo, elas continuariam a ficar abaixo da votação do
PS.
Em relação a uma sondagem de Julho
passado, o PS poderá subir ligeiramente, de 35 para 36 por cento, ao passo que
o PSD deverá descer de 32 para 30 por cento. A diferença entre ambos, que era
de 3 por cento, atinge agora os 6 por cento.
As três forças políticas seguintes do
ranking têm oscilações menores ou dentro da margem de erro. Tomando ainda como
referência Julho de 2013, a CDU sobe de 11 para 12 por cento, o BE mantém os 7
por cento e o CDS-PP sobe de 3 para 4 por cento. Coligado nas próximas eleições
europeias com o PSD, o CDS não atinge, mesmo com esta ligeira subida,
suficientes intenções de voto para fazer maioria com o PSD no cenário de
eleições legislativas a que a sondagem se refere.
A intenção de votar branco ou nulo
recua, dos 9 por cento anteriores para 7 por cento – o que continua próximo do
máximo histórico atingido nas anteriores eleições europeias. A abstenção
poderia andar pelos 34 por cento, se se somarem os inquiridos que têm a certeza
de não ir votar (20 por cento), com os que não sabem se irão (14 por cento).
Mas a margem de incerteza pode ser maior neste caso: parte dos que não sabem se
irão pode finalmente decidir-se a votar, sendo que parte dos que “em princípio”
iriam pode também mudar de ideias em sentido inverso."
Subscrever:
Mensagens (Atom)


.jpg)