Mostrar mensagens com a etiqueta Rui Machete. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rui Machete. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Portas desmente Machete - governo aos encontrões internos


No governo ninguém se entende, porque, bem vistas as coisas, nunca se entenderam! O PR acha que está tudo bem!!! 
Portas desmente Machete ao dizer que regresso ao mercado não tem ainda taxa mas data O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, afirmou ontem que Portugal tem uma "data marcada para finalizar" o programa de assistência financeira, mas "não uma determinada taxa". Com esta declaração, Portas acabou por alimentar uma polémica durante todo o dia, levando a conferências de imprensa simultâneas do PS e do PSD, com troca de acusações. 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Governo: Machete volta a fazer "Manchete", desta vez com "novo resgate"


A prudência manda que em matéria de novo resgate exista prudência e grande contenção. O exemplo vindo de cima, de Passos Coelho não é lá grande coisa. Foi o primeiro a "pôr o pé na argola". Machete já se tinha estatelado com Angola. Agora escorregou no "resgate". É uma tentação. E foi assim, segundo a imprensa:
Machete diz que só juros abaixo de 4,5% evitam novo resgate - A meta não foi assumida pela equipa das Finanças, mas antes por um dos ministros de Estado de Pedro Passos Coelho. Na visita oficial à Índia, o ministro dos Negócios Estrangeiros definiu a linha vermelha para a inevitabilidade de um segundo resgate a Portugal. 
Para Rui Machete, um segundo programa internacional “é evitável” se as taxas de juro a 10 anos descerem até aos 4,5%. O ministro não descartou o cenário de um novo programa, apesar de o ver como “muito mau” para a economia nacional. 
Mas Machete assumiu a convicção de que “os portugueses e os partidos políticos” vão encarar “firmemente a possibilidade de evitar essa situação, que neste momento é evitável”. (Correio da Manhã, Diário Económico, i, Jornal de Negócios, Jornal de Notícias, Público) 

sábado, 5 de outubro de 2013

Seguro exige demissão de Rui Machete e ao PR que "não fique de braços cruzados"

O secretário-geral do PS, António José Seguro, exigiu este sábado a demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, e apelou ao Presidente da República para que não fique de "braços cruzados".
Numa declaração escrita enviada à Lusa, Seguro apelou a Cavaco Silva para que "não fique de braços cruzados e, em nome dos valores da República, exija ao primeiro-ministro que tire as devidas consequências deste caso".
"Como nem um [Machete] nem outro [Passos Coelho] agem com a dignidade que a ética republicana exige aos seus governantes, faço um apelo ao Presidente da República", escreveu António José Seguro.
Na sua página no Facebook, minutos depois das 00:15, o socialista considerou que as declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros à Rádio Nacional de Angola "são de enorme gravidade".
"O ministro violou os princípios da separação de poderes e da autonomia da investigação criminal", salientou, acrescentando: "Se existisse um mínimo de dignidade, o ministro já devia ter apresentado a sua demissão. E como não o fez, o primeiro-ministro já o devia ter demitido."
O Diário de Notícias divulgou na sexta-feira que Rui Machete pediu desculpa a Angola por investigações do Ministério Público português a empresários angolanos.
Machete disse, em meados de setembro, à Rádio Nacional de Angola que as investigações não eram mais do que burocracias e formulários referentes a negócios de figuras do regime angolano em Portugal. (...) 

domingo, 11 de agosto de 2013

António Seguro expõe publicamente Passos Coelho e Rui Machete depois da notícia do Expresso

Como presidente da Fundação Luso Americana comprou ações a 2,2€, mas para si próprio ficaram 1€. Homem de sorte. Já Cavaco Silva também nesta matéria, um homem de sorte. Só BPN teve azar e, agora, nós!
-----------------------------
O secretário-geral do PS, António José Seguro, defendeu hoje que o primeiro-ministro deve pronunciar-se sobre as notícias envolvendo elementos do Governo que "fragilizam" o executivo, defendendo ser necessário ser "implacável" na avaliação ética das suas ações. 

António José Seguro comentava a notícia avançada hoje pelo semanário Expresso que noticia que o novo ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, comprou ações do BPN a metade do preço da Fundação Luso-Americana, instituição a que presidia na altura. 

"Esta é mais uma situação que vem fragilizar este Governo, que já está de si muito fragilizado, sem credibilidade". "O Ministro dos Negócios Estrangeiros não é um ministro qualquer (...) esta situação fragiliza um ministro importante do Governo, fragiliza o Governo no coração da governação