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domingo, 8 de março de 2015

Marques Mendes critica Cavaco Silva e diz que Passos devia pedir desculpa

Nada que eu já não tivesse sublinhado. Não foi só a oposição.Todos criticaram o PM e o PR, mesmo Marcelo ou Marques Mendes. O primeiro pelas sucessivas "escorregadelas" e o segundo por almofadar as "quedas". 
Cavaco desvaloriza o incumprimento de Passos na Segurança Social, retribuindo o que o fizeram com ele em momentos de aperto, nomeadamente no caso BPN.

"O comentador da SIC defendeu que o Presidente da República "devia estar equidistante" e que deveria ter "falado de outra forma" e que de alguma forma assumiu  "papel de comentador".
"O que gostaria que o primeiro-ministro tivesse feito era que, na segunda ou na terça, tivesse chamado a imprensa, feito uma comunicação, explicando que cometeu uma falha, que aconteceu num período difícil da sua vida, que já tinha resolvido a situação, e tivesse pedido desculpa aos portugueses." 
Marques Mendes diz que, neste caso, "pior que a falha são as explicações". "Quando se conhece a situação corrige-se e depois pede-se desculpa. O forte dele não é humildade. Não é a sua característica mais forte." 

quinta-feira, 5 de março de 2015

Maioria chumba as 9 questões do PS a Passos Coelho

Ferro Rodrigues, presidente do GP PS
"O grupo parlamentar do PS decidiu requerer diretamente ao primeiro-ministro as suas nove questões para que Pedro Passos Coelho responda sobre a forma como procedeu perante a Segurança Social no período entre 1999 e 2004.

A decisão dos socialistas de questionar diretamente o chefe do Executivo surgiu depois da maioria PSD/CDS ter chumbado o requerimento do PS ontem na Comissão Parlamentar de Trabalho e de Segurança Social. 
A maioria alegou que a iniciativa dos socialistas violava o regimento do Parlamento." A Maioria não sabe o que faz e já não sabe o que diz!!!

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A inverdade não compensa - Luís Montenegro e Teresa Leal Coelho

Luís Montenegro e Teresa Leal Coelho quiseram condicionar, ontem, o PS por ter pedido que o PM. E não falaram verdade. Tentaram confundir.

Disseram que o PS, eu próprio, tinha feito insinuações. De nada lhes valeu, porque quem sugeriu a demissão do PM foi o próprio Passos Coelho. 

Vejamos a notícia sobre o que se pensa no PSD.






segunda-feira, 26 de agosto de 2013

PR e PM - Indiferença perante o sacrifico dos bombeiros

Os incêndios estão na origem de tragédias humanas, desastres ambientais e económicos insustentáveis. Morreram, até agora, três bombeiros. Muitos estão feridos e milhares estão em combate nas frentes de fogo. 

O PR e o PM endossaram condolências à família de António Borges. Parece-me bem. Não fizeram o mesmo com os bombeiros e suas famílias. Parece-me mal.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

"Ad memoriam" - Discurso de Passos Coelho, o "Surpreendido"

Vítor Gaspar e Portas pedem explicações ao PM,
mas todos vão ter de explicar o falhanço coletivo
O país foi surpreendido pelo pedido de demissão do doutor Paulo Portas, Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros e presidente do CDS PP.  Eu próprio tenho de manifestar a minha surpresa.  
Quando ontem propus o senhor Presidente da República a doutora Maria Luísa Albuquerque para ministra das Finanças, e os seus secretários de Estado, que incluem um membro do CDS, e que tinha sido confirmado pelo senhor doutor Paulo Portas, os acontecimentos de hoje eram verdadeiramente impensáveis.  
É agora claro para todos portugueses, que a ameaça de instabilidade política nas atuais circunstâncias, comporta riscos para o país que ninguém pode desejar, e que teria consequências muito graves. Seriam 2 anos de um grande esforço de todos, sacrifícios que todas as famílias conhecem, que seriam deitados por terra.
Seria recusar incompreensivelmente os primeiros sinais de viragem que estão finalmente a chegar, de forma ainda tímida, mas consistente, em particular no segundo trimestre deste ano. Por tudo isto e pelo facto de ser ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros ser presidente de um dos partidos que apoia o Governo, seria precipitado aceitar esse pedido de demissão.
Não pedi, portanto, ao senhor Presidente da República a exoneração do senhor ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.
Numa democracia madura um Governo de coligação que goza do apoio de uma forte maioria dos representantes do povo não pode ser posto em causa a não ser por divergências de enorme gravidade. Desde o início que sempre tentei transmitir a todos os portugueses e todos os agentes políticos a necessidade imperiosa, de colocarmos a prudência, a cabeça fria e o sentido de Estado, acima de tudo o resto.  
Quando começámos este caminho a situação era muito difícil e as dificuldades ainda não terminaram. Talvez agora todos estejam mais conscientes das exigências que circunstâncias tão delicadas como as nossas impunham.  Mas são precisamente esses momentos definidores que mais apelam a serenidade.   
Da minha parte poderão os portugueses contar sempre com essa serenidade.  Lucidez nos momentos de crise não é insensibilidade é um dever político comum a todos. 
Comigo, o país não escolherá um colapso político económico, e social.  Há muito trabalho pela frente e temos de colher os frutos do que semeamos com tanto esforço. O país está primeiro. 
Esta é uma questão de consciência, e convicção.  Os tempos não exigem menos do que isto e aqui o Primeiro-ministro representa a esperança de todos os portugueses de fechar o programa de ajustamento, e construirmos uma sociedade mais próspera mais justa.
Quero também dizer vos precisamos de clareza.  Isso significa que assumo como minha missão de esclarecer todas as condições de apoio político, junto dos partidos que suportam o Governo. 
Não depende apenas da minha vontade resolver definitivamente este problema.  Mas ambos os partidos têm a obrigação de não desiludir o país. 
Em conjunto teremos de esclarecer o sentido do pedido de demissão do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros no contexto mais amplo possível, no contexto do nosso projeto comum, e no contexto dos perigos que conseguimos evitar. Essa clareza, é também fundamental, para manter a credibilidade e confiança internacionais já conquistados. 
Por essa razão irei manter a minha participação amanhã num encontro em Berlim, que conta com chefes de Estado e de Governo da União Europeia, e onde continuarei a lutar pelos interesses. Portugal.  Nas próximas horas procurarei junto do CDS-PP clarificar garantir todas as condições de estabilidade para o Governo e para o país para prosseguirmos a estratégia de superação da crise nacional agarrarmos um novo ciclo de prosperidade, que os portugueses merecem, e darmos sentido, ao grande esforço e sacrifício de todos. 
É minha convicção, sejam quais forem as divergências que estão na base da atual crise que saberemos ultrapassá-las em nome do interesse de Portugal. Estamos cientes que um Governo de coligação é um compromisso permanente.  É dessa clareza que falo e é essa clareza que espero. 
Assumo essa missão, com a mesma determinação que desde a primeira hora confrontei todas as adversidades. 
Nesse sentido também eu serei claro. Não me demito. Não abandono o meu país.  Abraço com sempre abracei o serviço ao meu país com a mesma dedicação, e com a mesma esperança. Vivemos num tempo em que não nos podemos assustar diante das adversidades. 
Como poderia eu assustar-me quando à minha volta vejo exemplos de coragem de tantas centenas de milhares de portugueses.  Quando atravessamos os problemas coletivos que ainda temos para resolver, o primeiro-ministro tem de ser o baluarte da confiança e da tranquilidade.  Tem de ser o referencial da persistência, e do empenho democrático, no único rumo que nos pode fazer sair de uma crise que se arrasta há mais de 10 anos.
O Primeiro-ministro tem de assegurar a responsabilidade e a energia necessárias, para lutar contra todas as adversidades.  Tem de representar a vontade coletiva que não se verga, nem desiste.  Para tudo isto, os portugueses podem contar comigo. 
Nem poderia ser de outro modo,  quando os portugueses deram e continuam a dar provas de responsabilidade, energia e vontade de lutar.  Nós políticos e governantes temos de responder à altura porque afinal de contas, o que está em causa não são as incertezas ou os anseios dos políticos, quer estejam no Governo, quer estejam na oposição mas o interesse e o bem da nossa comunidade política. 
Todos desejamos um rápido regresso a estabilidade, e a confiança.  Farei tudo, absolutamente tudo, para que assim seja

domingo, 14 de abril de 2013

Posse - Ausência de Portas e Comentário de Passos:"Qualquer interpretação só pode ser feita por ele" (Portas)


Conselho Nacional do PSD: Passos Coelho assegurou que a entrada de Poiares Maduro para o Governo não foi alvo de contestação no partido, garantindo que não houve nenhuma crítica.
Já questionado sobre a ausência de Paulo Portas na cerimónia dos novos ministros, o chefe do Governo respondeu: «Foi-me transmitido que o senhor doutor Paulo Portas se encontrava demasiado longe de Lisboa àquela hora e que não conseguiria estar na posse».
«Não quero fazer nenhuma interpretação. Qualquer interpretação só pode ser feita por ele», acrescentou Passos, no final de quase 7 horas de reunião do Conselho Nacional do PSD.
Portas estará hoje de manha na comissão nacional do Partido Popular (ressalva só feita na RR)

quinta-feira, 14 de março de 2013

Passos Coelho irrita-se e tenta desautorizar a Presidente da AR

Passos Coelho irrita-se e tenta desautorizar a Presidente da AR - o debate parlamentar ficou marcado pela irritação do PM com a presidente da AR, pelas palavras usadas pela deputada dos Verdes e pelos apartes da bancada do PS.

Queria que a Presidente da AR mandasse calar toda a gente. - "Se a senhora Presidente não manda, mando eu" - Pouca sorte, porque, para além da impertinência do PM, como mostraram as TVs, Passos Coelho fez exatamente o mesmo quando estava a falar António Seguro, não parando com os apartes.

Tratou-se de um clássico: o PM tentou disfarçar o facto de não ter respondido às perguntas de António Seguro e da oposição sobre o corte de 4 mil milhões na despesa, negociados nas costas de todos os portugueses com a intenção de, uma vez mais, lhes meter a mão no bolso. Quando se perde a razão surge a irritação!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

UE - Previsões - O 1º Ministro está em depressão

Mais défice, mais desemprego, menor crescimento e mais impostos são as previsões da UE. A incompetência dos dirigentes europeus e das "troikas" que por aí andam rimam bem com um governo em queda livre e a incompetência do 1º ministro, ministro das Finanças e da coligação PSD/CDS, no governo e na AR. Estes resultados demonstram que em Portugal, tal como na Europa, a direita tem de ser removida. Como se vê o desemprego começa sempre a diminuir no ano que virá, não se sabe é qual!
"A Comissão Europeia espera agora quase o dobro da recessão em 2013 que o estimado anteriormente, passando de uma contração de 1% para 1,9%, e diz que pode voltar a piorar as previsões já no próximo mês de março. Nas suas previsões económicas de inverno hoje divulgadas, Bruxelas explica que a queda de 1,8% do Produto Interno Bruto no quarto trimestre do ano passado (em termos homólogos) foi “inesperada” e que se deveu a uma contração pronunciada na procura interna e a uma desaceleração nas exportações nesta parte final do ano. Com este resultado a recessão foi de 3,2% do PIB, mais grave que os 3% estimados na altura da sexta revisão do programa. A destruição de emprego foi também maior que a prevista, o que levou a taxa de desemprego média anual do ano passado para 15,7%, superior aos 15,5% esperados na mesma altura pelo Governo e pela ‘troika’.
A Comissão Europeia espera que Portugal falhe a meta do défice orçamental com que comprometeu para 2013 e 2014, esperando agora um défice 4,9% este ano contra os 4,5% acordados com a ‘troika’.
A Comissão Europeia voltou a rever hoje em baixa as previsões para o crescimento da economia europeia, ao projetar uma contração de 0,3% na zona euro para este ano e um ténue crescimento de 0,1 na União Europeia.
 A taxa de desemprego deve chegar os 17,3% este ano e baixar apenas para 16,8% em 2014, estimou hoje a Comissão Europeia, que agrava significativamente as suas expectativas para o mercado de trabalho português"

sexta-feira, 1 de junho de 2012

ANTÓNIO BORGES É "PEIXE PEQUENO" - FMI LIVROU-SE DELE POR NÃO ESTAR À ALTURA

Síntese - Marc Roche (autor de um livro, já premiado, que conta a história da Goldman Sachs e de como este banco dirige o mundo, de interesses e escândalos)  - O FMI DISPENSOU ANTÓNIO BORGES por não estar à altura. "Aqui, o senhor Borges é um peixe pequeno". AQUI, António Borges foi nomeado por Pedro Passos Coelho para chefiar o processo de privatizações. É TEMPO DE SE PERCEBER QUE O "POTE" DO PM EXISTE MESMO!

"FMI livrou-se de António Borges porque não estava à altura do trabalho" - António Borges chefia processo de privatizações - Ex-director do FMI vai ser comissário do Governo para a “troika”
“O FMI disse-me que se livraram dele [António Borges] porque não estava à altura do trabalho e agora chego a Lisboa e descubro que está à frente do processo de privatização. Há perguntas que têm de ser feitas”, defende o correspondente financeiro do “Le Monde” em Londres, em entrevista à Renascença.
Marc Roche é o autor de um livro, já premiado, que conta a história da Goldman Sachs e de como este banco dirige o mundo. Na obra são denunciadas as estreitas relações entre a banca e o poder. O correspondente diz que António Borges, ex-quadro da Goldman Sachs e ex-director do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a Europa, surge neste tabuleiro como um peixe pequeno, mas que levanta sérias reservas tendo em conta a tarefa que tem agora em mãos. 
António Borges foi nomeado por Pedro Passos Coelho para chefiar o processo de privatizações. “O senhor Borges estava fora do meu radar quando escrevi o livro, nunca tinha ouvido falar”, admite Marc Roche, que apenas tomou conhecimento do economista “quando se demitiu do FMI”.
Questionado se ficou surpreendido com a nomeação de António Borges para a questão das privatizações, Marc Roche admite que não. “Vejo gente da Goldman Sachs a aparecer por todo o lado em posições de poder, faz parte da marca do banco.”
“Aqui, o senhor Borges é um peixe pequeno, comparado com Mario Draghi, o presidente do Banco Central Europeu, que trabalhou na Goldman Sachs, com Mário Monti, o primeiro-ministro italiano, que também trabalhou na Goldman Sachs, ou com Lucas Papademos, ex-primeiro-ministro grego.”
Marc Roche, nesta entrevista à Renascença, defende ainda que o processo de privatizações não deve ser apressado e responsabiliza a Goldman Sachs pela entrada prematura da Grécia no euro, que deu origem à actual crise da dívida.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

RTP - SUBSÍDIOS - O 1º MINISTRO ESTÁ REFÉM DE UMA FUGA À VERDADE!

CONFISCO DOS SUBSÍDIOS - UMA FUGA Á VERDADE - "É triste verificar que tenhamos tido pela voz do adjunto da ´troika' essa notícia e o Governo não tivesse tido coragem para, olhos nos olhos, dizer aos portugueses o que pretendia fazer", disse.
Questionado sobre as declarações do ministro das Finanças, que admitiu um lapso, Junqueiro ripostou que Vítor Gaspar "não pode ter um lapso de anos infindos sobre uma coisa que tinha sido prometida aos portugueses".

domingo, 8 de abril de 2012

PM PORTUGUÊS REVELA EM 1º MÃO - A JORNAL ALEMÃO - QUE FALHA MERCADOS EM 2013!

O secretário-nacional do PS, João Ribeiro, considerou"inacreditável" e um sinal do "descontrolo" do Governo que o primeiro-ministro já não tenha a certeza se Portugal regressará aos mercados em 2013, questionando a razão de tantos sacrifícios.
"É inacreditável o que acabamos de saber", afirmou o secretário-nacional socialista, em declarações à Lusa a propósito da entrevista ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, publicada na edição de hoje do jornal alemão Die Welt.
Na entrevista, Passos Coelho admite que Portugal pode não regressar aos mercados em 2013, lembrando que se for necessário está garantida a ajuda financeira do FMI e da UE.
"Eu não sei se Portugal regressará aos mercados em setembro de 2013 ou mais tarde. Naturalmente que eu quero isso mas, se por qualquer razão que não tenha a ver com a aplicação do programa, isso não funcionar, então o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE) manterão a ajuda a Portugal. Já deram garantias disso", refere.
Contudo, acrescenta o primeiro-ministro, "não é claro que isso possa significar um segundo plano de ajudas".
"Eu não vejo motivos para que isso aconteça, mas é claro que desde a cimeira europeia de julho de 2011 há uma garantia de ajuda desde que os programas sejam implementados com sucesso", afirma.
Recordando o "desfile de autoelogios" do Governo sobre os bons resultados da receita que está a ser seguida e as declarações sistemáticas do primeiro-ministro de que se está no "bom caminho", João Ribeiro insistiu em classificar as palavras de Passos Coelho como "inacreditáveis".
"Por isso, perguntamos: para que anda a pedir tantos sacrifícios", questionou o secretário-nacional socialista, acrescentando que este "é também um sinal claro do descontrolo do Governo".
João Ribeiro lembrou ainda que há muitos meses que o PS avisa que há outro caminho, que passa pela promoção do crescimento económico e do emprego, reiterando que são "verdadeiramente inacreditáveis" as declarações do primeiro-ministro a um jornal alemão.

sábado, 7 de abril de 2012

CAVACO SILVA E PASSOS COELHO AO "ATAQUE" AOS REFORMADOS E FUNCIONÁRIOS

CORTE DE 5 800 € PARA 500 000 REFORMADOS e a CADA FUNCIONÁRIO 8 500 €. Contas feitas - e até ver - a mudança de calendário combinada entre o Primeiro Ministro e o Presidente da República deram nesta vergonha. O ministro das FINANÇAS diz que foi um "LAPSO". Segundo o novo CÓDIGO LABORAL LARANJA deveriam ser TODOS DESPEDIDOS por um  motivo muito simples: INADEQUAÇÃO ÀS FUNÇÕES!